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Wilhuff Tarkin

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Wilhuff Tarkin

250px-Tarkininfobox

Informações biográficas
Planeta natal

Eriadu

Data de nascimento

64 ABY59 ABY, Eriadu

Data de morte

0 ABY, Estrela da Morte I acima de Yavin Prime

Descrição física
Espécie

Humano

Gênero

Masculino

Altura

1.80 metros

Cor do cabelo

Ruivo, mais tarde Branco

Cor dos olhos

Azuis

Informações cronológicas e políticas
Era(s)
Afiliação
"Quanto mais você apertar a mão, Tarkin, mais sistemas estelares você perderá."
Leia Organa, para Wilhuff Tarkin[fonte]

Wilhuff Tarkin foi um dos indivíduos mais poderosos do Império Galáctico, se tornando o primeiro Grande Moff que formulou a doutrina Imperial, e foi o principal colaborador por trás da criação que seria sua encarnação chave, a Estrela da Morte. Vindo de uma família de humanos poderosos e militaristas, o ambicioso Tarkin começou sua carreira servindo na Força de Segurança das Regiões da República. Ele então se aposentou e entrou para a política, tornando-se Vice-Governador de Eriadu e do Setor Seswenna, antes de voltar ao militarismo a fim de servir o Supremo Chanceler Palpatine, como um agente do Lorde Sith no movimento da Nova Ordem. Foi nessa época que Tarkin soube dos designs de seu amigo Raith Sienar para o Planetóide Expedicionário de Batalha, que mais tarde se tornaria o projeto da Estrela da Morte.

Nos últimos dias das Guerras Clônicas, Palpatine nomeou Tarkin como o primeiro Moff, e depois, o novo Imperador lhe deu a supervisão da construção da Estrela da Morte. Tarkin logo formulou a Doutrina Tarkin, que se transformou em uma regra na Galáxia, e recomendou a criação de super armas, como a Estrela da Morte, para criar um terror de possíveis represálias Imperiais, esmagando qualquer pensamento de revolta. Encantado, Palpatine deu a Tarkin o título de Grande Moff, lhe concedendo o controle de quase todo o território da Orla Exterior.

Como o Grande Moff, Tarkin governou com uma grande crueldade inflexível, muitas vezes colaborando com Darth Vader. Ao final da construção da Estrela da Morte, Tarkin estava confiante de que poderia destruir a Aliança Rebelde, e começou sua campanha do medo destruindo Alderaan, um planeta de grande valor sentimental para os Rebeldes. Ele então permitiu que a Princesa Leia Organa escapasse de seu cativeiro, e levasse a Estrela da Morte para a base Rebelde em Yavin 4. Lá, a apenas alguns segundos de aniquilar o quartel-general Rebelde, Tarkin morreu quando Luke Skywalker destruiu a Estrela da Morte, se tornando uma vítima de sua própria crença na invencibilidade da estação espacial.

BiografiaEditar

Ambição e ascensãoEditar

"Os velhos costumes estão morrendo. Temos que nos adaptar. Eu me adaptei."
―Wilhuff Tarkin, para Raith Sienar[fonte]

Wilhuff Tarkin nasceu na Família Tarkin, um clã de idade, rico e poderoso que tinha sido criado, inicialmente, no mundo de Eriadu, e ainda permanecia dominante na política e nos negócios do planeta, e do Setor Seswenna, também possuindo uma forte influência na política da Galáxia. Ele e seu irmão mais novo, Gideon Tarkin, cresceram em uma família rica em tradição, prestígio e cumprimento da política, da ciência, das artes e do militarismo. Tarkin também tinha um primo mais velho, chamado Ranulph Tarkin, Senador do Setor Seswenna, e líder militarista―e após sua morte em 44 ABY durante a Guerra Hiperespacial do Stark, um herói de guerra. Embora Tarkin se orgulhasse da história de sua família a serviço da República Galáctica, e de suas realizações em Eriadu, ele se ressentia pela falta de respeito da Orla Exterior ao seu clã, e isso alimentou sua ambição ardente de querer provar o contrário.

Quando jovem, Tarkin foi matriculado em uma academia militar, de acordo com a forte tradição da Família Tarkin. Persuadido a viver de acordo com cada aspecto do legado de sua família, ele cultivava experiência em vários campos, estabelecendo uma reputação de prodígio intelectual. O jovem mostrou grande aptidão em esquemas táticos no decorrer de seus estudos, elaborando projetos de naves que inspiraram a construção do Cruzador Imobilizador 418. Além disso, ele inovou a teoria da Xenobiologia, e demonstrou grande talento como poeta e filósofo. Sendo um analista atento da situação política, Tarkin percebeu que a República Galáctica era uma instituição decadente, e imaginou um novo futuro para a Galáxia. Sua visão era um governo militar, autoritário e Humanocentrista, e ele possuía uma ambição para subir ao poder, onde poderia efetuar essa mudança.

Após a formatura, o jovem Tarkin e seu irmão Gideon se juntaram a Força de Segurança das Regiões da República, uma força militar de policiamento que mantinha a Orla Exterior, uma região que incluía Eriadu, a salvo da pirataria. Tarkin era um excelente soldado, que conseguiu alcançar rapidamente o posto de Comandante, e enquanto realizava seu trabalho, visitou Coruscant, a capital da Galáxia, várias vezes. Lá, aproximadamente em 39 ABY, ele se tornou amigo de Raith Sienar, um herdeiro da preocupação da construção naval da corporação dos Sistemas Sienar da República, e um engenheiro de prestígio, que tinha quase a mesma idade de Tarkin.

TarkinTFUCG
O jovem Wilhuff Tarkin.
Conde DookanAdicionada por Conde Dookan
Ainda jovem, o Comandante Tarkin se aposentou do exército, a fim de buscar uma carreira política em Eriadu. Com a ajuda do peso político de sua família e de inúmeras conexões, Tarkin foi eleito Vice-Governador de Eriadu e do Setor Seswenna em 33 ABY, vivendo em uma grande mansão na baía da Cidade de Eriadu. Sendo um político em ascensão, Tarkin estava familiarizado com o Senador Palpatine de Naboo, que era um membro influente no Senado Galáctico e secretamente o Lorde Sith Darth Sidious. Já que os dois tinham ideias iguais a respeito da situação da República, Palpatine convenceu Tarkin a servir sua agenda. O Vice-Governador ganhou uma certa notoriedade nos círculos políticos galácticos, devido aos seus pontos de vista, enquanto em Eriadu ele era conhecido como um inimigo da filial da Família Valorumnoplaneta. Embora fosse um subordinado do Governador do Setor Seswenna, Tarkin possuía um papel importante em assuntos políticos e econômicos, principalmente em Eriadu.

Quando, em 33 ABY, Palpatine viu um lucro em manipular a competição entre a Lommite Limited e a InterGalactic Ore, duas empresas de mineração rivais próximas de Dorvalla, o Vice-Governador Tarkin arranjou um contrato com cada empresa para entregar minérios para Eriadu a curto prazo, lançando uma concorrência para um contrato de fornecimento de longo prazo que poderia fornecer a uma empresa o domínio sobre a outra. Tarkin preparou uma cerimônia para a chegada dos carregamentos de minérios, apresentando os chefes de cada empresa, e os diretores executivos da Indústria Eriadu e da Valorum Remessas e Transportes, duas das principais companhias consumidoras de minérios de Eriadu. Os dois carregamentos, no entanto, foram sabotados, e colidiram ao sair do hiperespaço. O desastre forçou a Lommite Limited e a InterGalactic Ore a se fundirem na companhia Dorvalla Mining, que concedeu seus direitos de transporte a Federação do Comércio. O poder do Vice-Rei Nute Gunray da Federação do Comércio Neimodiana, um peão de Palpatine, aumentou como resultado de seu envolvimento no negócio.

Quando o Supremo Chanceler Finis Valorum sugeriu a taxação da zona de livre comércio da Orla Média e da Orla Exterior como parte de um acordo permitindo que a Federação do Comércio pudesse aumentar os seus loteamentos de defesa para combater ataques de piratas e do movimento terrorista da Frente Nebulosa, Palpatine sugeriu que uma conferência fosse realizada em Eriadu para tratar do assunto. Tarkin hospedou o Chanceler Supremo em sua mansão à beira do mar, que foi infestada por agentes de segurança bem antes de ele ser capaz de receber Valorum pessoalmente. Tarkin foi, de fato, um cúmplice no esquema de Palpatine para assassinar a maioria dos membros da Diretoria da Federação do Comércio na conferência, o que colocaria a facção dos Neimodianos, que serviam Darth Sidious, no comando da Federação do Comércio.

Quando Tarkin estava prestes a sair com Valorum para a abertura da Cúpula do Comércio de Eriadu, os Jedi designados para proteger o Chanceler informaram que havia evidências de uma conspiração da Frente Nebulosa para assassiná-lo. Embora Valorum estivesse relutante em demonstrar medo aumentando sua proteção, Tarkin conseguiu convencê-lo a tomar algumas precauções. O Vice-Governador autorizou as forças de segurança Eriaduanas a tomar todas as medidas necessárias para garantir a segurança do Supremo Chanceler, instruindo-os a colocar a eficácia acima da legalidade. Valorum, porém, não era o verdadeiro alvo, e a Frente Nebulosa conseguiu realizar o assassinato de quase toda a Diretoria da Federação do Comércio, enquanto Tarkin assistia no Salão de Seswenna. Valorum designou o Departamento Judicial para investigar o incidente, mas, atendendo os interesses de Palpatine, Tarkin desacelerou o ritmo das investigações, até que quase todas as evidências estivessem perdidas.

O poder de Valorum foi enfraquecido no decorrer do escândalo, e em 32 ABY, ele foi expulso do cargo de Chanceler Supremo e substituído por Palpatine. Tarkin já havia tentado obter favores com múltiplas facções, mas com esse acontecimento, ele viu uma mudança radical na situação política e começou a se aliar com a administração de Palpatine. Ele se conectou com o movimento secreto, mas emergente, da Nova Ordem, que estava calmamente se infiltrando no governo, e que concordava com as crenças autoritárias, militaristas e Humanocentristas de Tarkin. Ele deixou seu cargo de Vice-Governador, e o Supremo Chanceler Palpatine reativou a comissão de Tarkin, e o levou para Coruscant, onde ele se tornou um agente valioso da Nova Ordem. Tarkin se mudou para um apartamento pequeno, mas prestigiosamente localizado no Primeiro Pináculo do Senado. Seus serviços lhe deram o direito de usar vestes semelhantes às de um Senador, uma distinta honra que significava um serviço excepcional para o Senado Galáctico.

Uma das tarefas de Tarkin era monitorar os Jedi e trabalhar para evitar qualquer aumento de seus poderes. Durante sua vigilância, ele aprendeu que o jovem Padawan Anakin Skywalker tinha o hábito de reparar dróides, e despachou um dróide quebrado, programado para espionar, de modo que Skywalker viesse atrás dele. O jovem Jedi restaurou a funcionalidade do dróide e permitiu que ele vagasse pelos corredores do Templo Jedi, dando a Tarkin a capacidade de escutar conversas privadas, incluindo as reuniões do Conselho Jedi. Tarkin também estava secretamente envolvido com uma associação de assassinos, aliada da Federação do Comércio, que estava atrás dos Jedi.

Zonama SekotEditar

"Eu espero que você entenda o que pode estar em jogo aqui. No momento somos apenas lacaios competentes. Estamos abaixo do nível de conscientização de quem vai comandar a galáxia. Se este planeta e suas naves são tão úteis quanto parecem ser, ele será extremamente recompensado. Vamos ser notados. Alguns já compartilham a minha crença de que isso pode ser muito grande."
―Wilhuff Tarkin, para Raith Sienar[fonte]

Em 29 ABY,

Personalidade e característicasEditar

"Somente através da projeção do poder nós trazemos ordem."
―Wilhuff Tarkin, para a classe do Acampamento da Frota de Prefsbelt[fonte]

Wilhuff Tarkin era um homem determinado, com uma vontade de ferro e uma tremenda ambição. Em sua juventude, alimentou um grande ressentimento pela falta de respeito pelas realizações de sua família nos territórios da Orla Exterior. Como um homem adulto, Tarkin canalizou sua ambição em grandes planos para trazer um futuro militar a República Galáctica, que ele via como uma instituição fracassada e decadente. Para alcançar seus objetivos, Tarkin tinha um forte senso de dever, colocando suas atribuições profissionais sempre à frente de sua vida pessoal.

Tarkin-SWG4
Tarkin no comando.
Conde DookanAdicionada por Conde Dookan
Tarkin podia exibir um lado charmoso e carismático quando quisesse, mas mudaria rapidamente para a crueldade, se necessário. Em ambos os casos, ele projetava uma presença pessoal dominante, e profundamente persuasiva, com uma aura de comando quase inigualável a todo o Império. Tarkin tinha um senso de dignidade própria, recusando-se a mostrar fraqueza, fortes emoções ou algum comportamento inadequado perante seus subordinados, de quem exigiu nada menos do que a excelência. Entre os poucos sentimentos que ele demonstrou foi a impaciência com os subordinados que tomavam seu tempo desnecessariamente, e a raiva com os erros e fracassos de seus homens.

Apesar de parecer ser um homem calmo e racional, Tarkin era extremamente arrogante, mal-humorado e capaz de fazer grandes maldades. Ele gozava da autoridade que possuía, tendo prazer em causar medo em seus subordinados e dizendo as vítimas de ataques Imperiais, que eles próprios eram os culpados pelas retaliações que sofreram.

Por trás das cenasEditar

ApariçõesEditar

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