FANDOM


Este artigo detalha um assunto considerado cânon.

Clique aqui para ir ao artigo da Star Wars Wiki sobre a versão Legends desta página.

Este é um Artigo Destacado!

Z-95 Headhunter.jpg Conteúdo se aproximando. Classe Thrawn.

Partes deste artigo foram identificadas como desatualizadas.
Por favor, atualize este artigo com os eventos recentes e remova este aviso quando terminar.

"Tudo está acontecendo como eu previ."
―Sheev Palpatine[fonte]

Sheev Palpatine, também conhecido como Darth Sidious, foi um Humano sensível à Força que serviu como último Supremo Chanceler da República Galáctica e Imperador do Império Galáctico. Ele também foi um Lorde Negro dos Sith, um dos herdeiros da Regra de Dois de Darth Bane. Seu mestre foi Darth Plagueis o Sábio, que, de acordo com a lenda, pôde influenciar as midi-chlorian para criar vida e evitar que pessoas morressem. Palpatine eventualmente tomou Darth Maul como seu aprendiz e matou seu mestre. Enquanto treinava Maul, Palpatine entrou em contato com Conde Dookan de Serenno, um membro da Ordem Jedi, que contribuiu com os planos de Palpatine. Em paralelo, publicamente Palpatine era o modesto Senador de Naboo, uma posição que ele usou para manipular eventos galácticos de acordo com seus planos.

Dez anos antes de sua ascensão imperial, Palpatine planejou a Invasão de Naboo e usou a crise política como um pretexto para se eleger Supremo Chanceler pelo Senado Galáctico. Com a derrota de Maul pelas mãos dos Jedi, Palpatine passou a necessitar de um novo aprendiz. Dookan abandonou a Ordem Jedi e se juntou a Sidious, quem deu ao ex-Jedi o título de "Darth Tyranus". Juntos, eles formaram a Confederação de Sistemas Independentes para iniciar uma guerra galáctica. Como Chanceler Palpatine, Sidious recebeu poderes emergenciais para lidar com a crise separatista, e, com isso, ele criou o Grande Exército da República para lutar nas Guerras Clônicas. Os clone troopers do Grande Exército foram secretamente comissionados pelos Sith, e cada soldado continha um bio-chip com um protocolo pré-programado para eliminar os Jedi, os grandes inimigos dos Sith, quando a ordem fosse dada.

No fim da guerra, Palpatine ganhara quase que todo o controle da República. Com seus poderes e um suposto atentado contra sua pessoa, Palpatine declarou os Jedi traidores e ordenou que os clones executassem a Ordem 66, o que levou à destruição da Ordem Jedi. Com seus principais inimigos derrotados, Palpatine se auto proclamou Imperador e transformou a República no Império Galáctico. Sidious também converteu o jovem Cavaleiro Jedi Anakin Skywalker, o profetizado Escolhido, para o lado sombrio e o nomeou "Darth Vader". Nos anos que se seguiram, Sidious transferiu a administração diária do Império para Conselho Executivo e passou boa parte de seu tempo em um antigo santuário Sith embaixo do Palácio Imperial, onde ele tentava usar o lado sombrio para remodelar a Força para seus próprios fins.

Enquanto isso, o Império se expandia pela galáxia, o que incluía a construção da Estrela da Morte para manter ordem e para ser um símbolo do medo. Entretanto, a recém-formada Aliança Rebelde destruiu a enorme estação bélica, graças ao jovem piloto rebelde Luke Skywalker. Sidious encarregou Vader, pai de Luke, de ou destruir ou converter para o lado sombrio o garoto, e Vader acabou por levá-lo para seu mestre durante a Batalha de Endor. Lá, Sidious tentou converter Skywalker, mas ele resistiu e se negou a fazê-lo. Então, conforme Palpatine atacava Luke com relâmpagos da Força a fim de matá-lo, Vader se redimiu e se virou contra seu mestre, destruindo Sidious e ele mesmo no processo. Através da redenção, Anakin Skywalker destruiu os Sith, enquanto os rebeldes destruíram a Segunda Estrela da Morte. Embora Sidious tenha sido derrotado, o Império procuraria por muitos anos tentar manter a imagem de que o Imperador havia sobrevivido, enquanto buscava preencher o vácuo de poder deixado por sua ausência. Entretanto, Sidious não tinha a intenção de que o Império Galáctico durasse mais do que ele; o Lorde Negro havia instituído secretamente a Contingência com o objetivo de garantir que o Império morresse com ele.

Biografia Editar

Início de vida e carreira políticaEditar

"Meu mentor me ensinou tudo sobre a Força... até mesmo a natureza do lado sombrio."
―Palpatine para Anakin Skywalker[fonte]
Senator palpatine.png

Senador Palpatine na época da Invasão de Naboo

Humano, Sheev Palpatine nasceu em uma família bastante influente no mundo de Naboo cerca de 84 anos antes da Batalha de Yavin.[1]Em algum momento de sua juventude, ele conheceu Darth Plagueis, um Lorde Negro dos Sith, que o tomou como seu aprendiz com o nome Darth Sidious. Enquanto Sidious, ele aprendeu tudo que seu Mestre sabia sobre o lado sombrio da Força, e de tudo que a linhagem de Darth Bane aprendera sobre a Força. Ele também acabou por descobrir que Plagueis havia aprendido a manipular as midi-chlorians e, com isso, conseguia evitar que as pessoas morressem. A obsessão de Plagueis com a vida eterna eventualmente foi transmitida a Sidious, mas ele mais tarde admitiu que nunca aprendera tais mistérios de seu Mestre. Em sua forma pública, Sheev Palpatine iniciou uma carreira política e, eventualmente, com a ajuda de seu Mestre, conseguiu representar seu mundo natal no Senado Galáctico da República. Com sua ascensão ao poder garantida e aprendizado completo, Sidious matou Plagueis enquanto ele dormia, mantendo a tradição de traição que os aprendizes Sith sempre haviam feito com seus mestres uma vez que o treinamento fosse completo.[1][2][3]

Uma vez eleito Senador de Naboo, Palpatine rapidamente se juntou ao partido governista do Chanceler Kalpana, e percebeu as disputas fervorosas e corrupção que assolavam a República. Sheev começou a estabelecer relações com aqueles que futuramente se tornariam seus colaboradores, como, por exemplo, Wilhuff Tarkin. A dupla se conheceu quando Tarkin era ainda um cadete da Academia Espacial do Setor Sullust. Tomando um interesse pelo jovem, Senador Palpatine resolveu ajudá-lo a realizar o que queria: se juntar ao Departamento Judicial—mas recomendou a ele uma carreira política também. Nos anos seguintes, o relacionamento deles se tornava cada vez mais próxima. Palpatine com frequência elogiava os talentos de habilidades de Tarkin e falava que eles eram muito parecidos: ambos vieram de planetas do interior da galáxia, mas eram destinados a ter grande impacto na história galáctica. Tarkin eventualmente se tornou uma das poucas pessoas que chamavam Palpatine por seu primeiro nome. [1]

Mantendo sua identidade Sith secreta da esfera pública, Sidious tomou para si mesmo a tarefa de executar o antigo plano dos Sith de derrubar a República e erguer em seu lugar um novo Império Sith, destruindo a Ordem Jedi no processo. À procura por um aprendiz Sith, Sidious viajou para o planeta Dathomir e conheceu a Irmã da Noite Dathomiriana Mãe Talzin. Combinando seus conhecimentos do lado sombrio da Força com os conhecimentos de Talzin das mágicas das Irmãs da Noite, o Lorde Sith prometeu tomar Talzin como seu aprendiz e braço direito. Entretanto, Sidious traiu Talzin e raptou seu filho pequeno, o Irmão da Noite Zabrak que seria seu verdadeiro aprendiz, Darth Maul. Sidious treinou de forma brutal Maul a fim de ser uma arma dos Sith, enxergando a valentia e habilidades de combate do Zabrak como algo valioso para seus planos.[4][5][6]

Durante algum momento do treinamento, Sidious e Maul viajaram para Malachor para visitar o templo Sith que existia ali. Lá, Sidious contou a seu aprendiz que os Jedi, muitos anos atrás, haviam atacado os Sith porque eles queriam ser livres. Usando a poeira do lugar e a Força, Sidious induziu uma visão a Maul da batalha, com o intuito de fixar em seu aprendiz o desejo de vingança contra a Ordem Jedi.[7]

Um aprendiz apreensivo Editar

Sidious e Maul.png

Darth Sidious e seu aprendiz, Darth Maul.

"Eu já o avisei, várias e várias vezes, para evitar contato com os Jedi. Mas mesmo assim você continua a testar os limites de minhas instruções. Eu o enviei em diversas expedições de caça... permiti que você testasse sua coragem contra muitas das mais implacáveis criaturas da galáxia... mas ao brincar com os Jedi... você coloca muita coisa em risco."
"Eu apenas desejo me provar, meu Mestre. Eu estou pronto—"
"Mas eu não estou."
―Darth Sidious e Darth Maul[fonte]

No final do treinamento de seu treinamento, Darth Maul retornou a Coruscant depois de uma expedição de caça a rathtars e ficou a espreita de dois Jedi que passavam por seu caminho. Quando eles sentiram na Força sua presença sombria, Maul fugiu dali. Sidious repreendeu seu aprendiz por esses seus "jogos" com os Jedi, explicando que isso poderia ser sua ruína. Maul disse a seu mestre que ele estava pronto para enfrentá-los, mas Sidious respondeu que ele não estava: seus planos e as ações de Maul seguiriam o desejo dele. Entretanto, Sidious tinha uma tarefa a seu jovem aprendiz: a Federação do Comércio foi atacada no sistema Kellux por piratas. Como a Federação estava operando instalações de mineração secretas, ela não podia pedir ajuda à República. Sidious enviou Maul para proteger seus interesses em jogo, esperando que essa missão saciasse a sede de sangue de seu aprendiz por ora. [8]

Assim, Darth Maul seguiu as instruções de seu mestre e infiltrou na nave da Federação atacada. Porém, durante sua incursão, o jovem Sith descobriu que Xev Xrexus, a líder do Cartel Xrexus, havia capturado uma Padawan Jedi[8], Eldra Kaitis, e estava para leiloá-la. Buscando saciar sua sede de vingança, Maul contratou uma equipe de caçadores de recompensa para ajudá-lo a sequestrar a Padawan para ele próprio enfrentar e matar. Maul tomou todas as precações necessárias para que seu mestre não descobrisse suas ações[7], mas, depois de vencer a Jedi em um duelo, Sidious revelou a seu aprendiz que na verdade ele havia permitido que o jovem obtivesse conhecimento da Padawan. Maul entendeu que tudo havia sido um teste e que, portanto, ele havia fracassado, mas Sidious contou que Maul nada mais vez do que seguir a própria natureza dos Sith, que consistia em audácia. Assim, Sidious perguntou novamente se seu aprendiz estava satisfeito e, obtendo resposta negativa, o Lorde Sith mostrou-se contente. [9]

Enquanto Sidious avançava no treinamento de Maul, ele entrou em contato com o Mestre Jedi Dookan, um dos membros mais respeitados e poderosos da Ordem Jedi. Tanto um pensador político como um Jedi, ele havia se frustado com a corrupção dentro da República. Gradualmente, Sidious conseguiu atrair Dookan para o lado sombrio, e o usou para avançar seus planos.[10][11]

Guerra em NabooEditar

Invasão de NabooEditar

"Finalmente vamos nos revelar para os Jedi. Finalmente teremos vingança."
Darth Maul para seu mestre[fonte]

Palpatine agiu para enfraquecer o Chanceler Supremo Finis Valorum, que virtualmente estava sem nenhum poder político e contava com o senador de Naboo como um amigo próximo e aliado, o que permitiu que Palpatine facilmente o manipulasse.[12] Através de comunicações holográficas, Sidious conspirou com o Vice-rei da Federação de Comércio Nute Gunray para bloquear o planeta Naboo como protesto contra a taxação do Senado de rotas comerciais de sistemas estelares distantes. Desesperado pela inatividade do Senado, Valorum secretamente despachou dois Cavaleiros JediMestre Qui-Gon Jinn e seu Padawan Obi-Wan Kenobi—como embaixadores para negociar com os líderes da Federação.[13]

Ao descobrir a identidade dos embaixadores, Sidious ordenou a invasão de Naboo e a execução dos Jedi; quando Gunray questionou a legalidade dessas ações, Sidious disse que ele simplesmente as faria serem legais. Os Neimoidianos agiram de acordo, mas os Jedi sobreviveram à tentativa de assassinato e escaparam da nave da Federação. Depois que Palpatine terminou sua comunicação com Gunray, a Rainha Padmé Amidala de Naboo o contactou sobre a Federação ter negado a chegada de embaixadores do Chanceler conforme prometido. Palpatine fingiu preocupação com essa revelação, mas foi cortado no meio de sua resposta pelas interferências nas comunicações de Naboo pela Federação do Comércio, o que significava invasão. [13]

O exército de droides da Federação procedeu com o ataque. Dentro de um dia, o exército ocupou a capital do planeta, a cidade de Theed, e regiões próximas. Além disso, Amidala e sua comitiva foram capturados e depois ofereceu-se a ela um tratado que iria legalizar a invasão. Entretanto, os Jedi chegaram para resgatá-la, e conseguiram furar o bloqueio da Federação com a nave da Rainha. [13]

Sith Lords Trade Federation.png

Sidious apresenta seu aprendiz aos Neimodianos.

Quando Gunray informou a Sidious que Amidala não havia assinado o tratado, o Lorde Sith então apresentou Darth Maul, que ele despachou para encontrar e recapturar a Rainha. Devido aos danos adquiridos durante o furo ao bloqueio, a nave de Amidala optou por pousar em Tatooine, um mundo desértico nos Territórios da Orla Exterior, para consertar a nave. Maul conseguiu obter a localização da Rainha e assegurou a seu mestre de que sua busca no planeta pouco povoado seria curta. Sidious disse para ele primeiro atacar os Jedi, e então capturar a Rainha uma vez que eles fossem mortos. Maul partiu para Tatooine, mas falhou em derrotar os Jedi e capturar a Rainha. [13]

A queda de Valorum e a ascensão de PalpatineEditar

"Entram os burocratas, os verdadeiros governantes da República, e da folha de pagamento da Federação do Comércio, devo dizer. É aqui que a força do Chanceler Valorum vai desaparecer."
―Palpatine para Rainha Amidala[fonte]
Amidalabeforesenate.jpg

Palpatine convencendo sua rainha a declarar um Voto de Desconfiança no Chanceler Valorum.

Apesar desses contratempos, Palpatine conseguiu se reunir com a Rainha Amidala em Coruscant, onde ele pretendia pleitar seu caso para o Chanceler Valorum diante do Senado Galáctico. Em uma reunião com Amidala, Palpatine disse para ela que o Senado já não mais se importava com o bem comum, e Valorum estava essencialmente sem poder sobre os senadores. Com ambos o Senado e Valorum descartados como opções, Palpatine ofereceu à Rainha: ela poderia declarar um Voto de Desconfiança no Chanceler Valorum e, com isso, forçar uma eleição de um líder mais efetivo, ou ela poderia levar o caso para as cortes, o que levaria ainda mais tempo. Desejando ação mais imediata para salvar seu povo, Amidala optou pela primeira opção. [13]

Durante a aguardada sessão do Senado, o representante da Federação, Lott Dod, fervorosamente se opôs às declarações de Palpatine e Amidala, e pediu para que um comitê fosse criado para investigar as acusações, enquanto o Vice Chair [tradução necessária] Mas Amedda manteve Valorum preso pelo regimento, forçando-o a reconhecer que a Federação estava usando seus direitos. Irritada, Amidala então anunciou seu Voto de Desconfiança. Dentro de momentos, centenas de Senadores começaram a discutir sobre a decisão de Amidala, deixando Valorum estupefato. [13]

O repentino vácuo de poder levou à nomeação de Palpatine como Chanceler Supremo, junto com Bail Antilles de Alderaan e Ainlee Teem de Malastare. Quando ele anunciou sua nomeação para Amidala, porém, a Rainha declarou que retornaria para Naboo para reconquistar seu mundo da Federação do Comércio da forma que ela conseguisse. Palpatine mostrou preocupação e tentou convencê-la a ficar em Coruscant, onde era seguro. Ela partiu mesmo assim, levando Qui-Gon Jinn e Obi-Wan Kenobi com ela para sua proteção. [13]

Batalha de NabooEditar

"Acabe com eles. Todos eles."
―Darth Sidious para Nute Gunray[fonte]

Sidious contactou os Neimoidianos em Naboo, instruindo-os a matar Amidala quando ela chegasse, e ele enviou Maul para acompanhá-los a fim de garantir que eles cumprissem a missão e que os Jedi fossem eliminados. Enquanto Palpatine cuidava da eleição para Chanceler em Coruscant, ele conseguiu tempo para acompanhar o progresso dos Neimoidianos. Contra suas expectativas, Amidala não só conseguiu escapar de Gunray como também formou uma aliança com os Gungans e juntos formaram um exército no pântano do planeta para atacar a força de ocupação da Federação. Ele duvidou que ela duraria cinco minutos nesse combate, e aprovou o plano de Gunray de interceptar os Gungans. [13]

Mourning Qui-Gon.png

Palpatine compareceu ao funeral de Qui-Gon Jinn.

Eventualmente, Palpatine ganhou a eleição à Chancelaria. Entretanto, a Federação do Comércio foi derrotada, Gunray foi capturado pelas forças de Amidala e Maul presumidamente foi morto pelas mãos de Obi-Wan Kenobi, embora tenha matado Qui-Gon Jinn, em cujo funeral Palpatine mais tarde compareceria, antes de ser derrotado. Palpatine também soube de que muito da vitória dos Naboo se deu graças à intervenção de Anakin Skywalker, um garoto jovem, escravo recém-liberto de Tatooine que tinha alta sensibilidade à Força. Depois de muito debate, o Conselho Jedi decidiu que Skywalker seria aprendiz de Kenobi como Jedi. Palpatine pessoalmente parabenizou ambos durante a celebração em Naboo, dizendo a Anakin que sua carreira seria acompanhada com "muito interesse".[13]

Mais preparaçõesEditar

Nos dez anos seguintes,[14] o Chanceler Supremo Palpatine manteve uma reputação favorável de homem gentil que agia de acordo com o bem de todos, e o público continuava sem conhecer sua verdadeira e insidiosa personalidade. Enquanto Anakin Skywalker crescia, sua relação com Palpatine se estreitava; em várias ocasiões, Palpatine apontava Skywalker como o Jedi mais talentoso que ele conhecera, alguém que poderia superar até mesmo Yoda, o Grão-Mestre do Alto Conselho Jedi. Anakin, que começava a se frustrar com a rigidez do estilo de vida Jedi sobre a tutela de Kenobi, admirava os elogios de Palpatine. Com isso, Sidious planejava ganhar a confiança de Skywalker e eventualmente torná-lo seu aprendiz Sith.[15][16]

Com a aparente morte de Maul, Sidious precisava de um novo aprendiz, então ele se voltou para Dookan para preencher esse papel. Dookan deixou a Ordem Jedi e reivindicou sua riqueza e seu título de Conde de Serenno.[11] Com a conversão de Dookan—intitulado Darth Tyranus—os Sith orquestraram a morte do Mestre Jedi Zaifo-Vias e tomaram sua clientela para a comissão para um exército clone produzido em Kamino; esse evento foi subsequentemente coberto quando Dookan apagou todos os registros de Kamino dos Arquivos Jedi.[17] Posteriormente, o caçador de recompensas Jango Fett foi contratado para ser o modelo genético dos clones, e eles receberam um chip inibidor contendo um protocolo que garantiria sua total obediência a Palpatine quando chegasse a hora.[16][18]

Galli e a ContingênciaEditar

"Você vai voltar para Jakku. O lugar ali na poeira em que meus droides estão operando é precioso. Não apenas para mim, mas para a galáxia inteira. É importante... você vai voltar lá e você vai monitorar meus droides escavando. Então eu vou enviar mais droides e eles vão construir algo ali abaixo do solo. Eu quero que você proteja esse lugar. Você pode fazer isso?"
―Palpatine instrui Galli[fonte]

Em 30 ABY, Palpatine e seu Conselheiro Yupe Tashu viajaram para o mundo da Orla Interior de Jakku, que ficava na borda das Regiões Desconhecidas. Depois de pousar seu iate, a Imperialis no platô Mão Lamentosa, Tashu ordenou meia dúzia de droides que começassem a escavar o local. O iate logo deixou o planeta mas um menino de doze anos da região chamado Galli entrou escondido na Imperialis. Sidious sentiu sua presença e deu ao garoto a escolha de morrer ou serví-lo. Sidious então instruir Galli a retornar ao local de escavação para protegê-lo de qualquer intruso. Ele disse que intrusos não poderiam entrar no lugar e que Galli deveria matá-los se tentassem. Palpatine então se apresentou a Galli como Shee. [19][20]

Pelos próximos dez anos, Galli protegeu o local de escavação da Mão Lamentosa. Em 20 ABY, Palpatine retornou e convidou o garoto abordo da Imperialis dessa vez como convidado de honra. A essa altura, o trabalho no Observatório de Jakku estava terminado. Usando figurativamente um jogo de Shah-tezh, Palpatine explicou para o garoto que seu Império Galáctico futuro não poderia viver sem seu Imperador se ele morresse prematuramente. Para demonstrar quão sério essa questão era, Palpatine enforcou com a Força Galli. Assim, ele deu a Galli a missão de executar sua secreta Contingência e levou o garoto para o serviço Imperial. [21] Galli consequentemente se alistou na Agência de Inteligência Naval como um Comandante[19] e adotou o nome Gallius Rax. [21]

Preparando as fundaçõesEditar

"Eu quero que saiba que há sempre um lugar para você comigo. Assim que seu treinamento for completo, naturalmente."
―Chanceler Supremo Palpatine para Anakin Skywalker[fonte]

O Chanceler Palpatine visitou o Templo Jedi várias vezes e acompanhou o treinamento Jedi de Anakin Skywalker, valorizando o progresso do jovem Padawan no combate com sabre de luz. Ele pôde perceber que Anakin estava muito condicionado às suas emoções, e então ele pediu ao Mestre Mace Windu para enviá-lo a ele, alegando que ele poderia ajudar com a formação do jovem.[22] Quando Anakin chegou, acompanhando de seu Mestre Obi-Wan Kenobi, Palpatine pediu para ser acompanhando em uma caminhada nos níveis subterrâneos de Coruscant. Mestre Kenobi alterou para o fato que Anakin ainda não era um Jedi pleno, e Palpatine e ele poderiam enfrentar situações perigosas, mas o Chanceler aparentou não se incomodar com isso. Então, disfarçados como viajantes, a dupla chegou ao Nível 2685, um lugar que Palpatine alegou ir com frequência quando o seu serviço permitia, para tentar fazer algum bem. Eventualmente eles chegaramo ao Clube Kasakar.[23]

Ali, Palpatine demonstrou falsa inveja da vida de jovens Padawans Jedi, que já era decidida e estabelecida desde cedo, e que, portanto, se diferenciava da vida política, que era formada de escolhas problemáticas e difíceis. Ele também explicou que aquele clube era cheio de Senadores. Em particular, o Chanceler indicou o Senador Colandrus, um Tarsunt que frequentava o espaço para jogar e apostar. Enquanto o Tarsunt apostava em uma mesa, Palpatine disse a Anakin que aquele Senador era corrupto, mas não havia provas disso. Decepcionado com essa realidade, Skywalker usou a Força para controlar a última jogada de Colandrus no dado, fazendo o Senador perder muito dinheiro. Com isso, Palpatine riu da situação, mas Colandrus o escutou e chamou seu guarda-costas nele, mas o Chanceler disfarçado esquivou da situação explicando que "seu filho" havia contado uma boa piada, e a dupla sairia do lugar imediatamente. Ainda que não totalmente convencido, Colandrus permitiu que eles fossem embora livremente.[24]

Palpatine e Anakin.png

Palpatine conversa com Anakin Skywalker sobre sua vida no Templo Jedi.

Assim que a dupla voltou ao escritório do Chanceler, Palpatine se desculpou a Anakin por o envolver em uma questão do Senado. Anakin disse que os Jedi poderiam prender o Senador Colandrus, mas Palpatine respondeu que a Ordem Jedi não era subordinada ao Chanceler, já que, se fosse, isso caracterizaria Palpatine como um ditador. Ele também pediu ao garoto que não contasse a seus Mestres sobre o ocorrido, e depois perguntou se ele era feliz no templo e, quando Anakin respondeu positivo, Palpatine sentiu a resposta através da Força. Logo mais, ele agradeceu Skywalker por seu papel decisivo na Batalha de Naboo e disse que sempre haveria lugar para ele junto ao Chanceler, e ele poderia fazer excelente uso de um jovem rapaz tão extraordinário como Anakin.[25]

Guerras ClônicasEditar

Crise separatistaEditar

Sob o comando de Sidious, Dookan convenceu milhares de sistemas estelares a declarar sua independência da República Galáctica, formando, assim, a Confederação de Sistemas Independentes, com Conde Dookan como líder. Muitas organizações comerciais—incluindo a Federação do Comércio—declararam seus exércitos droides leais à Confederação. Com uma guerra iminente e um número insuficiente de Jedi para manter a paz galáctica, o Senado propôs para voto a criação do Grande Exército da República.[16]

Ao chegar a Coruscant para votar sobre o assunto, a sucessora de Palpatine como Senador por Naboo, ex-Rainha Padmé Amidala por pouco escapou de uma tentativa de assassinato realizada por Zam Wesell em nome de um vingativo Nute Gunray. Palpatine votara para adiar a votação e colocara a Senadora sob a proteção do Cavaleiro Jedi Obi-Wan Kenobi e seu Padawan Anakin Skywalker, seus antigos aliados da Batalha de Naboo dez anos atrás. Depois de uma segunda tentativa contra a vida de Amidala, Skywalker foi designado para protegê-la em sua viagem de retorno a seu planeta natal, Naboo. A dupla secretamente começou a se apaixonar e isso, juntamente com a descoberta por Anakin da morte de sua mãe, Shmi Skywalker, pelas mãos do Povo da Areia no planeta Tatooine, levaria o jovem Jedi cada vez mais perto do lado sombrio da Força, e cada vez mais vulnerável às manipulações de Sidious.[16]

ILoveDemocracy-AOTC.jpg

Palpatine "relutantemente" aceita poderes emergenciais.

Entretanto, quando foi revelado que os Separatistas estavam secretamente construindo um exército de droides de batalha, Palpatine usou a situação para que ele ganhasse poderes emergenciais do Senado pelo Representante Jar Jar Binks. Durante a sessão, Palpatine fingiu relutância em aceitar essa autoridade, prometendo retorná-la ao Senado uma vez que a crise fosse contornada. Seu primeiro ato foi permitir o uso de um exército clone, que havia sido descoberto por Kenobi em Kamino, para defesa contra a ameaça Separatista; de imediato, isso resultou na Batalha de Geonosis, que serviu como abertura das Guerras Clônicas. Depois que o modelo genético dos clones, Jango Fett, foi morto na batalha e as lideranças Separatistas escaparam de Geonosis, Dookan se encontrou com Sidious com não apenas as boas notícias de que a guerra que Sidious vinha planejando há tempos havia começado mas também com planos de uma superarma geonosiana que poderia ser usada no futuro. Sidious estava contente com os resultados, e, enquanto ele e alguns líderes do Senado observavam enquanto os exércitos da República marchavam em direção à guerra, Anakin e Padmé secretamente se casavam em Naboo com apenas duas testemunhas—os droides C-3PO e R2-D2. Sidious se aproveitaria disso para atrair Anakin para o lado sombrio posteriormente. [16]

Chanceler em guerraEditar

Conforme a guerra ia prosseguindo, Dookan teve sua nave abatida em Vanqor e foi capturado pela Gangue Ohnaka. Kenobi e Skywalker foram enviados para verificar as demandas do líder, Hondo Ohnaka, para entregar o Conde à República, e o Senador Kharrus e o Representante Binks foram enviados para entregar o pagamento. Entretanto, Dookan escapou.[26]

Dr Boll confers with Palpatine.jpg

Palpatine e Doutora Boll determinam o futuro da Fera Zillo.

Durante a Batalha de Malastare, a Fera Zillo foi acidentalmente despertada e Palpatine queria inicialmente que a criatura fosse morta, mas mudou de ideia quando a Dourtora Sionver Boll e Skywalker comentaram sobre a carcaça altamente resistente da criatura, que era impenetrável por sabres de luz. A Fera Zillo foi, então, capturada inconsciente e transportada para Coruscant. Ela se libertou de seus compartimentos e saiu para o Distrito do Senado, causando pânico, mas acabou sendo morta por gás venenoso. Palpatine ordenou que Boll clonasse o animal. [27][28]

Durante a crise de reféns do Senado, Cad Bane exigiu a libertação de Ziro o Hutt da prisão em troca dos Senadores reféns. Palpatine relutantemente cedeu depois que Skywalker foi subjugado pela gangue de Bane. [29]

No ano seguinte, [30] enquanto o Senado estava considerando desregulamentar os bancos para aumentar o fundo financeiro para a guerra, Palpatine foi informado por Amidala que o Senado Separatista estava considerando negociar pela paz, liderados por Mina Bonteri. Dookan conseguiu com que a rede de distribuição central de energia de Coruscant fosse bombardeada e também encenou um ataque contra a Confederação, que matou Bonteri e culpou a República, aniquilando qualquer esperança por paz.[31][32] Um projeto de lei para mais soldados clone foi aprovado, e Palpatine disse para a desapontada Amidala que, com mais tropas, talvez a guerra acabasse mais rápido.[33]

Sidious ordenou que Dookan se aliasse com o ressurgente Império Escravista Zygerriano, explicando que os Impérios Sith no passado foram erguidos nas costas de escravos e o Império deles não seria exceção. [34] Eles logo planejaram que caçadores de recompensa como Cad Bane e Rako Hardeen "sequestrassem" Palpatine durante o Festival da Luz em Naboo. Kenobi se infiltrou no plano e ajudou os Jedi a evitá-lo, embalando-os em uma falsa sensação de segurança. Dookan apareceu durante a noite depois do festival mas foi derrotado e forçado a fugir. [35]

Retorno de Darth MaulEditar

SidiousVsNightbrothers-TL.png

Sidious duela com Maul e Savage Opress

No ano seguinte, [36] Maul retornou à ativa depois de mais de uma década escondido, com seu irmão Savage Opress agora atuando como seu aprendiz. Os Jedi se alarmaram com a situação, mas Palpatine discordava, convencendo Yoda que os Separatistas deveriam ser a preocupação primária da Ordem e que a vingança de Maul era um assunto pessoal que Kenobi deveria resolver.[37] Quando Maul tomou controle de Mandalore, o planeta mais poderoso do Conselho de Sistemas Neutros, Sidious viajou pessoalmente para Sundari, capital de Mandalore, onde ele duelou com Maul e seu irmão. Sidious matou Savage e trouxe Maul aos joelhos, mas decidiu não matá-lo, prevendo que seu aprendiz caído poderia lhe ser útil. [38]

Palpatine presidiu a sessão do julgamento de Ahsoka Tano, que era acusada de bombardear o Templo Jedi. Enquanto ele preparava para entregar o veredito, Skywalker interrompeu a sessão levando consigo Barris Offee, que confessou o crime. [39]

Manipulando os dois ladosEditar

Palpatine e Fives.jpg

Palpatine conversando sozinho com Fives.

Quando o soldado clone "Tup" matou a Mestre Jedi Tiplee durante a Batalha de Ringo Vinda, esse evento ameaçou expor a Ordem 66. Depois que Tup morreu, Palpatine pediu que seu corpo fosse levado para Instalação Médica da Grande República para autópsia.[18] Shaak Ti e Nala Se levaram o clone rebelde "Fives" para Palpatine, que tinha descoberto os chips inibidores que eram implantados em cada clone, e ele acreditava que faziam parte de uma conspiração Separatista. Palpatine pediu um momento a sós com Fives e, juntamente com seus guardas, encenou um ataque do clone rebelde, fazendo com que Fives parecesse louco e, com isso, fosse desacreditado. O Chanceler informou aos Jedi que um parasita nativo de Ringo Vida era responsável pelo comportamento de Tup e Fives. [40]

Durante uma missão diplomática para Scipio, a Senadora Padmé Amidala soube de Rush Clovis que o Clã Bancário InterGaláctico havia ido à falência. Palpatine disse para ela confiar em Clovis, enquanto ele contratava o caçador de recompensas Embo para assassiná-los em nome do Clã. [41] Palpatine e Dookan concordaram em tornar Clovis a nova liderança do Clã Bancário: o governo Muun prendeu o Núcleo Cinco, e Clovis foi eleito por uma maioria do Senado para substituí-lo.[42] Dookan chantageou Clovis para ele aumentar os juros sob a República e enviou uma frota para bloquear Scipio, e Palpatine, em resposta, enviou uma frota comandada por Skywalker. Enquanto Scipio caia sob domínio da República e Clovis cometia suicídio, os Muuns cederam controle dos bancos para o Gabinete do Chanceler.[43]

Quando a Rainha Julia de Bardotta pediu ajuda para o Senado acerca do desaparecimento de vários Mestres Dagoyanos, Palpatine ofereceu enviar os Senadores Bail Organa e Padmé Amidala, mas ela insistiu no auxílio do Representante Binks. Palpatine, então, informou a situação ao Conselho Jedi, que, em resposta, enviou o Mestre Mace Windu para acompanhar o Representante. [44]

Palpatine recebeu a visita de Yoda em seu gabinete quando os Jedi descobriram o sabre de luz de Zaifo-Vias em uma nave que disparara um sinal de socorro. Até onde a Ordem sabia, Zaifo-Vias havia morrido em uma missão a Felucia, mas os detalhes foram selados pelo Gabinete do Chanceler. Palpatine disse para Yoda ir consultar Valorum, enquanto ele foi contactar Dookan via holograma para reclamar sobre essa ponta solta, ordenando que o Conde resolvesse essa questão. Dookan acabou impedindo que Kenobi e Skywalker soubessem quem havia matado Zaifo-Vias, mas eles ainda sim deduziram que os Sith eram responsáveis pela criação do exército clone.[17]

Dark side ritual.png

Sidious e Dookan lançam uma ilusão sombria sobre Mestre Yoda.

Quando Yoda entrou no Vale dos Lordes Negros em Moraband durante uma jornada pessoal para descobrir a imortalidade, Sidious e Dookan puderam sentir sua presença e se encontraram em Coruscant. Explorando a conexão que existia entre Dookan e Yoda, Sidious usou um feitiço em Balc para lançar uma ilusão sombria sob o Mestre Jedi. Usando a aparência de Zaifo-Vias, ele ofereceu revelar sua identidade se o Jedi se juntasse a ele, mas Yoda recusou. A ilusão então fez parecer que o Mestre estava a caminho do prédio em Coruscant onde estavam os Sith junto com Skywalker e a 501ª Legião. No desenrolar da ilusão, Yoda recusou abir mão da vida de Skywalker para derrotar Sidious, e, ao invés disso, demonstrou estar disposto a se sacrificar para salvar o Escolhido. Com isso, a ilusão de Sidious falhou: o Mestre Jedi ganhara. [45]

Enquanto isso, super commandos Mandalorianos libertaram Maul de seu encarceramento no Pináculo em Stygeon Prime.[46] Maul pediu ajuda a Mãe Talzin depois que General Grievous derrotou suas forças em Zanbar, o que era exatamente o que Sidious e Dookan queriam. Talzin antecipou isso e ordenou que seu filho atraísse os Separatistas para Ord Mantell, onde a Sombra Coletiva derrotou e capturou Dookan.[47] Maul contactou Sidious e o informou sobre a captura de Grievous e Dookan, e Sidious respondeu que o Zabrak deveria matá-los, dizendo que eles não teriam mais utilidade para ele. Depois, Maul mandou prenderem Grievous e tentou convencer Dookan a se aliar a ele. [48]

SWDarthMaulDathomir-4.jpg

Sidious confronta Talzin e Maul.

Maul e Dookan viajaram para Dathomir, onde Talzin pretendia sugar a força vital de Dookan para ela ganhar um corpo físico. Sidious e Grievous também chegaram ao planeta e atacaram Maul e um Dookan possuído por Talzin. Depois de fortemente atacada por relâmpagos da Força de Sidious, Talzin abandonou o corpo de Dookan e reganhou forma física. Eventualmente, Dookan se recuperou e ajudou seu mestre a combater Talzin com raios. Sem alternativa, Talzin se sacrificou para permitir que Maul, seu filho, escapasse com vida. Grievous fincou dois sabres de luz no corpo de Talzin, matando-a de uma vez por todas. Apesar da fuga de Maul, Sidious estava satisfeito com a destruição da Sombra Coletiva.[49]

Fim de jogoEditar

Capturado por General GrievousEditar

Dezenove anos antes da Batalha de Yavin, General Grievous invadiu Coruscant para ajudar Sidious a forjar a captura de seu alter ego. Chanceler Palpatine foi resgatado por Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi, com o Chanceler convencendo Skywalker a matar Conde Dookan depois que o Jedi derrotou o Lorde Sith em um duelo.[3]

A queda de Anakin SkywalkerEditar

Depois da Batalha de Coruscant, Sidious começou a se preparar para o fim da guerra. Skywalker, que havia sido exaltado como herói por ter matado o líder Separatista, Conde Dookan, e ter resgatado o líder da República, o Chanceler, vinha tendo visões de sua esposa morrendo durante o parto de seus recém-descobertos filhos. Sidious decidiu se aproveitar disso. Durante os dias seguintes, a relação entre os dois continuou a se fortalecer. Eventualmente, Palpatine indicou Skywalker ao Conselho Jedi como seu representante pessoal. [3]

Enquanto isso, os Jedi começavam a desconfiar do Chanceler, que vinha acumulando cada vez mais poder e controle durante a guerra. O Conselho, muito descontente com a nomeação de Skywalker por uma pessoa que não pertencia à Ordem, não deu a Anakin o título de Mestre Jedi. Essa atitude acabou por ser benéfica aos planos de Sidious. O Conselho, entretanto, decidiu usar a nomeação como uma oportunidade para espiar Palpatine. Skywalker, que se sentiu insultado com essa cobrança, concordou a contra gosto e começou a dedicar seu tempo para conhecer o Chanceler melhor. Alguns Jedi, como Mace Windu, estavam preocupados com o relacionamento deles, sentindo que poderia ser perigoso aproximar os dois. Windu eventualmente percebeu que o lado sombrio envolvia o Chanceler.[3]

SidiousTellAnakinAboutPlagueis.jpg

Palpatine conta a Anakin a tragédia de Darth Plagueis.

Durante um espetáculo, Palpatine contou a Anakin que sabia que o Conselho estava usando o jovem Jedi para espiá-lo. Juntamente com isso, Skywalker já vinha perdendo a confiança no Conselho Jedi, abalado com o medo de perder sua esposa. Isso permitiu que Palpatine orquestrasse a queda de Anakin para o lado sombrio ao contar a história de seu Mestre, a "Tragédia de Darth Plagueis, o Sábio". De acordo com a história, Plagueis era tão poderoso com a Força que ele podia usá-la para "salvar aqueles de quem ele gostava da morte". Skywalker, encantado com a história, naturalmente desejou saber mais sobre esse poder e perguntou a Palpatine se ele era possível aprendê-lo, pergunta a qual o Chanceler respondeu simplesmente "Não como um Jedi". [3]

Com o desenrolar da guerra, Anakin foi conversar com o Chanceler sobre a Batalha de Utapau. Skywalker expressou seu desapontamento pelo fato de ele não ter sido escolhido para a missão. Palpatine disse a Anakin que o Conselho não confiava nele e que os Jedi estavam planejando tomar o controle da República. Foi nesse momento em que Palpatine revelou ao Jedi que ele fora treinado nos caminhos da Força, "até mesmo na natureza do lado sombrio". Isso rapidamente fez com que Skywalker concluísse que Palpatine era o Lorde Sith que os Jedi há tempos estavam procurando. Com isso, Palpatine falou para Skywalker que ele poderia ensiná-lo a salvar a vida de sua esposa. Skywalker, que naquele momento queria matá-lo, decidiu entregá-lo ao Conselho Jedi. [3]

Duelo no Gabinete do ChancelerEditar

"Poder! Ilimitado!"
―Darth Sidious — (audio)Ouça (arquivo)[fonte]
Sidous deformed.png

Sidious é desfigurado por seus próprios relâmpados da Força durante combate com Mace Windu.

Mace Windu, depois de saber de Anakin que Chanceler Palpatine era, de fato, o Lorde Negro dos Sith, partiu para confrontá-lo junto com os Mestres Kit Fisto, Agen Kolar e Saesee Tiin. Windu e os outros três Jedi agressivamente ligaram seus sabres de luz ao chegar no gabinete, com Windu declarando que o Chanceler estava preso. Depois de chamar o ato de traição, Sidious puxou seu sabre de luz e partiu para cima dos Jedi. Em meros segundos, ele matou Kolar, Tiin e Fisto, deixando Windu sozinho para enfrentá-lo. Apesar de Sidious inicialmente ter a vantagem, Windu eventualmente o desarmou, derrubando-o no chão e mantendo-o sob seu sabre de luz. Nesse exato momento, Anakin chegava ao gabinete do Chanceler. Com isso, Sidious atacou Windu com relâmpagos da Força, mas o Mestre Jedi os refletiu com seu sabre de luz de volta para o Lorde Sith. Assim, Sidious pediu a Anakin ajuda para derrotar o Jedi, chamando-o de traidor, e Windu disse a Skywalker que Sidious que era o traidor e que ele precisava morrer. Anakin se recusou, dizendo que ele deveria ser julgado, mas Mace disse que ele controlava o Senado e as Cortes e, por isso, era "muito perigoso ser deixado vivo". Decidindo que a vida de sua esposa era mais importante que sua lealdade à Ordem Jedi, Skywalker interviu, cortando a mão do Mestre Jedi e dando abertura para Sidious atacar Windu com mais relâmpagos da Força, arremessando-o da janela de seu gabinete. [3]

Anakin, abatido com o que tinha acabado de fazer, acabou se ajoelhando a Sidious, concordando em se juntar ao lado sombrio com a condição de aprender a salvar a vida de Padmé. Assim, Sidious deu ao jovem o nome de Darth Vader. Sidious instruiu Vader a exterminar os Jedi, a quem Sidious acusou de estarem tramando derrubar a República, assim como exterminar os líderes Separatistas em Mustafar. [3]

Ordem 66 e ascensão da Nova OrdemEditar

"Para garantir a segurança e a continuidade da estabilidade, esta República será reorganizada como o primeiro Império Galáctico, isso em nome da segurança da sociedade!"
―Palpatine declara uma Nova Ordem — (audio)Ouça (arquivo)[fonte]
Execute Order 66.png

Palpatine decreta a Ordem 66.

Antes do começo das Guerras Clônicas, Sidious havia instruído seu aprendiz na época, Darth Tyranus, a implantar nos soldados clones da República chips inibidores em seus cérebros. Isso permitiria que eles ordenassem aos clones o que eles quisessem, com o objetivo de destruir os Jedi. Com um simples comando, os clones entrariam em um estado semelhante a transe e executariam qualquer ordem que recebessem.[18][50][40]

Quando o mais novo aprendiz de Sidious, Darth Vader, foi enviado para matar os Jedi em seu Templo, Palpatine contactou os vários comandantes clones e decretou a Ordem 66, que determinava a imediata aniquilação dos Generais Jedi. Graças a isso, os soldados clones, que tinham formado uma profunda relação com seus Generais durante a guerra, se voltaram contra eles e conseguiram exterminar a vasta maioria da Ordem, com exceção de poucos, entre eles, Obi-Wan Kenobi, Yoda e Caleb Dume.[3][51]

Palpatine, enquanto isso, solicitou uma sessão especial no Senado, na qual ele acusou os Jedi por tentarem matá-lo e tomar o poder. Ele anunciou que a República seria reorganizada como o primeiro Império Galáctico.

Duelo com YodaEditar

Clash of Titans.png

Sidious e Yoda duelam na Câmera do Senado Galáctico.

Kenobi e Yoda perceberam o que estava acontecendo e resolveram enfrentar os Sith: Obi-Wan foi para Mustafar enfrentar seu antigo aprendiz e Yoda foi atrás do Imperador pessoalmente. Yoda surpreendeu Palpatine, que disse que sua arrogância havia o cegado e que seu novo aprendiz seria bem mais poderoso do que ambos, ao quê Yoda respondeu que a fé de Sidious no lado negro, assim como sua fé em Vader, estavam muito enganadas. Os dois duelaram na Câmera do Senado, duelo que acabou em empate, com os dois oponentes terminando separados um do outro. Como resultado, Yoda foi para o exílio. [3]

Nascimento de VaderEditar

Vader, nesse meio tempo, perdeu o combate com Kenobi, e terminou gravemente ferido e deixado para morrer no solo de Mustafar. Sidious, sentindo a derrota de Vader, ordenou que clones o acompanhassem para preparar uma cápsula médica. Como resultado dos ferimentos, Vader foi medicamente reconstruído em um ciborgue. Uma vez terminada a operação, Vader perguntou por Amidala, e Sidious respondeu que o jovem, em sua raiva, havia a matado. Com isso, o último resquício de Anakin Skywalker desapareceu e Darth Vader havia oficialmente nascido. [3]

Vader empurra Sidious com a Força.jpg

Vader empurra Sidious com a Força depois de saber sobre a morte de sua esposa.

Vader, enfurecido com a morte de Padmé e coberto de raiva e dor, após o término na operação, destruiu com a força droides cirúrgicos e arremessou Sidious contra a parede. Questionando seu novo mestre sobre sua promessa de salvá-la, Sidious respondeu que ele, Vader, havia escolhido um caminho diferente. O Imperador contou que a morte de Padmé havia dado a Vader um presente: dor. Cabia ao Jedi caído agora a escolha entre aceitar o caminho dos Sith ou abandoná-lo e enfrentar Sidious. Vader decidiu permanecer em seu novo caminho. Satisfeito, Sidious então o eletrocutou com relâmpagos da Força e ordenou a seu aprendiz que se utilizasse de seu sabre de luz para se defender, mas Vader contou que havia o perdido em seu duelo com Kenobi. Com isso, Sidious cessou seu ataque e corrigiu, afirmando que aquela arma pertencia a outro indivíduo, um Jedi. Isso dito, o Lorde Sith acionou seu próprio sabre de luz e disse a Vader que se ele tocasse nele novamente com a Força, Sidious o mataria, mas que ele era seu amigo e ele gostaria que eles nunca mais se encontrassem nessa posição novamente. Dizendo a Vader para deixar de lado sua vontade de ir embora procurar a fonte de sua dor, Sidious comentou que havia algo que ele queria mostrar a seu aprendiz. [52]

Em frente à entrada do antigo Templo Jedi, Mas Amedda presidia uma cerimônia ao público em que se queimariam vários sabres de luz coletados de Jedi, incluindo o sabre de Yoda. Sidious comentava com Vader durante a cerimônia que um sabre de luz vermelho não era diferente de outro qualquer, a não ser pelo fato de que ele havia sido feito para sangrar. Sidious ainda disse que qualquer cristal kyber servia para ser sentir dor, já que eles eram vivos à sua maneira. Vader compreendeu que seu mestre estava lhe dando a missão de ir atrás de seu próprio sabre, pois um sabre de um Sith não era dado, e sim tomado. Assim, Sidious deixou seu aprendiz em um planeta da Orla Média para tomar o cristal kyber de um Jedi.[52]

Era do ImpérioEditar

Lords of the Sith art.jpg

Sidious e Vader lutam contra insurgentes depois de uma armadilha em Ryloth.

"Só existe apenas um plano — um grande projeto que governará o universo — o meu."
―Darth Sidious[fonte]

Depois da criação de seu Império Sith, Sidious se estabeleceu no antigo Templo Jedi em Coruscant, transformando-o em seu Palácio Imperial. Os Jedi haviam construído seu templo sob um antigo santuário Sith, a fim de neutralizar o poder sombrio que brotava de suas profundezas. Sidious confiou a reabertura e restauração do templo a droides sob a supervisão de 11-4D, um droide de protocolo que havia outrora pertencido a Darth Plagueis.[1] Durante seu reinado, Sidious enviou vários exploradores para regiões não mapeadas da galáxia em busca da fonte do lado sombrio. Esses exploradores construíram laboratórios em luas e mundos distantes. [53]

Missão a RylothEditar

Cinco anos depois do fim das Guerras Clônicas, Cham Syndulla, um herói de guerra que havia libertado Ryloth do domínio Separatista durante a guerra, organizara e liderava o movimento Ryloth Livre a fim de libertar seu planeta natal de novo, desta vez do domínio do Império. A fim de lidar com esses terroristas, Imperador Palpatine chamou o Senador de Ryloth, Orn Free Taa, para Coruscant para que ele fizesse parte de seu plano. Ele ordenou que o Twi'lek acompanhasse ele e Darth Vader para uma visita oficial a Ryloth. Depois que Taa foi dispensado da reunião, Vader perguntou a seu mestre por que ele simplesmente não acabava com o Senador e toda sua comitiva, já que os Sith suspeitavam que entre eles havia um ou mais traidores que ajudavam o movimento terrorista. Sidious respondeu que desejava encontrar as raízes da traição, eliminá-las e fazer delas um exemplo para toda a galáxia. Eventualmente, ele ordenou a Vader que informasse à Moff de Ryloth, Delian Mors, da chegada do Senador Orn Free Taa, sem, entretanto, dizer que os Sith estariam vindo também. [54]

A queda da PerigoEditar

Os dois Sith e o Senador Taa chegaram ao sistema Ryloth abordo do Destróier Estelar Perigo. Quando a nave saiu do hiperespaço, eles se encontravam no meio de um campo minado: Syndulla estava esperando por eles. O Twi'lek desejava eliminá-los para atacar o coração do Império. Quando os escudos do cruzador caíram, o Imperador permaneceu na ponte de comando, enquanto Vader decolou em seu caça para liderar uma esquadrão para lidar com o enxame de droides abutre. Esses antigos caças Separatistas lançaram milhares de droides sabotadores explosivos, que danificaram ainda mais o Destróier Estelar. Vader retornou a bordo da Perigo e se encontrou com o Imperador e Senador Taa. Como ele suspeitava que havia um traidor na comitiva do Senador, ele ordenou que eles ficassem isolados em seus aposentos. [54]

Enquanto isso, uma força tarefa dos Twi'lek abordou à nave disfarçada de nave de reparos do planeta e plantou cargas explosivas na câmera do hiperpropulsor, a fim de iniciar uma reação em cadeia. Vader os perseguiu mas eles conseguiram escapar, então ele chegou ao Imperador e eles fugiram na sua lançadeira e, pouco depois, a Perigo explodiu. Uma vez no espaço, a força tarefa fugitiva procurava pela nave imperial e quando a encontraram, Vader estrangulou-os com a Força a partir da sua cabine. Em uma tentativa desesperada de se livrar do cerco de Vader e matar os Sith, os Twi'lek colidiram sua nave roubada com a lançadeira imperial, danificando-a severamente. Vader tentou retomar o controle da nave enquanto Sidious o lembrou de que eles já estiveram em situações como essa no passado. Graças as habilidades de pilotagem de Vader, a lançadeira caiu no meio da floresta de Ryloth. [54]

Isolados no planetaEditar

Uma vez na superfície do planeta, Sidious repreendeu Vader por sua aterrissagem, afirmando que sua mente estava em outro lugar, e que, graças a ele, havia quatro corpos na nave. Ele perguntou a seu aprendiz no que ele estava pensando e ele respondeu que estava recordando de seu passado, uma coisa que o Imperador considerava uma forma de fraqueza. Vader se desculpou a seu mestre e abriu o compartimento de passageiros e percebeu que havia apenas três mortos e três sobreviventes: Sargento Erstin Deez dos Guardas Imperiais, seu comandante e um outro guarda inconsciente. Quando foi verificado que esse guarda foi arremessado durante a queda por não ter se prendido ao seu acento, o Imperador ordenou que o comandante o matasse pela idiotice dele, alegando que idiotice, assim como a nostalgia, era uma fraqueza.

Os quatro saíram da nave e enquanto os dois guardas que sobreviveram estavam checando os kits de sobrevivência, Vader perguntou a seu mestre se ele estava o testando. Sidious respondeu que eles estavam sempre sendo testados, e que eles devem passar todos os testes para ganhar força e poder. Enquanto isso, os guardas tinham ativado o gerador e o kit de comunicação para pedir por ajuda. Nesse momento, os dois Sith sentiram que duas naves Twi'lek estavam se aproximando e eles se prepararam para o confronto. Os canhões blaster começaram a disparar, e Vader, imerso na Força, os rebateu com seu sabre de luz. [54]

O Capitão dos Guardas Reais sugeriu que eles procurassem por cobertura, mas o Imperador recusou, removeu seu manto e ligou seu sabre de luz. Os dois Lordes Sith usavam suas lâminas para rebater os disparos inimigos nas naves e em seu motores, o que as levou a explodir em chamas e fumaça. Em seguida, Sidious lançou relâmpagos da Força na fuselagem de uma nave, forçando-a para o chão, e Vader puxou a outra para o chão com a Força. As duas fragatas explodiram e Vader enviou Deez para checar por sobreviventes. Eles perceberam que os rebeldes haviam sabotado a rede de comunicações e que eles estavam os caçando. [54]

CaçadosEditar

O grupo andou por muito tempo floresta a dentro. Sidious estava na frente na escuridão através da Força enquanto testava a lealdade de Vader mais uma vez, até decidir fazer uma pequena pausa. Enquanto os guardas comiam, os dois Sith começaram a meditar. O Imperador sentiu sentimentos assassinos de Vader sobre ele. Quando Vader acordou, Sidious disse a ele o que ele tinha sentido, mas o antigo Jedi reafirmou sua lealdade com seu mestre. Nesse momento, os guardas, que o Imperador havia enviado para longe, estavam retornando e perseguidos por uma horda de lyleks. Sidious se manteve calmo, atacou as feras com relâmpagos da Força e começou a avançar costas-a-costas com Vader, ambos com sabres ativados em mãos. [54]

Enquanto Vader e os guardas se defendiam dos lyleks com suas armas, Sidious usou a Força para derrubar árvores sobre a horda. Através da Força, Sidious sentiu uma caverna a cerca de cem metros dali. Os quatro recuaram para a caverna com os lyleks atrás. A caverna se mostrou ser um dos túneis que levavam ao ninho dos lyleks e os quatro imperiais foram forçados a lutar contra centenas dessas criaturas. Os Guardas Reais usavam seu rifles e granadas enquanto os Lordes Sith usavam a Força e seus sabres de luz para destruir a horda. [54]

Enquanto eles iam progredindo, Sidious percebeu que os lyleks estavam os levando em direção à sua rainha. Depois de uma dura batalha contra os lyleks que os perseguiam, Sidious e Vader se encontravam costas contra costas. Quando Sidious perguntou a seu aprendiz se ele tinha pensado em deixar seu Imperador morrer ali para cumprir suas próprias ambições, Vader admitiu que ele chegou a pensar nisso, mas ele reassegurou seu mestre de que foi apenas por um momento. Sidious aceitou a lealdade de Vader e os dois combinaram forças para combater a rainha lylek. [54]

Durante a batalha selvagem que se seguiu, Vader conseguiu matar a rainha, dispersando os lyleks que restavam. Porém, o capitão da Guarda Real foi morto, deixando apenas Sidious, Vader e Sargento Deez. Baseado na batalha contra os lyleks, mestre e aprendiz rapidamente supuseram que Cham e sua gente estava tentando matá-los a fim de destruir o Império. Tendo triunfado contra a horda de lyleks, os três imperiais encontraram uma saída no fim do túnel que levava de volta à floresta. [54]

Morte e destinoEditar

Enquanto Sidious e seus companheiros estavam andando na floresta, eles encontraram uma Twi'lek adolescente chamada Drua. Sidious queria matá-la, mas Vader a salvou de seu mestre e o convenceu de que ela poderia levá-los a um estabelecimento onde eles poderiam contactar reforços. Drua os levou até sua vila, lar de 37 Twi'leks, a maioria ex-escravos. Quando o chefe da vila Narmn pediu que eles se identificassem, Sidious apresentou ele, Vader e Geez como "Krataa", "Irluuk" e "Sargento". Apenas ele e Vader sabiam que seus pseudônimos significavam em Sith arcaico "morte" e "desgraça".[54]

Sidious alertou Vader de que sua misericórdia com Drua custaria a vida de todos daquela aldeia. Vader ganhou a confiança de todos da vila quando ele se ofereceu para consertar um antigo dispositivo de comunicação. Uma vez que a máquina estava consertada, Sidious ordenou a Deez que contactasse a Moff Mors, quem Sidious sabia que não era traidora. Depois de estabelecer contato com os dois Lordes Sith, Mors agiu para eliminar o traidor imperial Coronel Belkor Dray, que vinha secretamente ajudando os rebeldes de Cham. Ela estragou os planos de Belkor de ordenar uma esquadrão de caças V-Wing a bombardear a vila e as forças de Ryloth Livre que estavam próximas. Depois de executar Belkor, Moff Mors enviou suas forças para se encontrar com Sidious e Vader na vila Twi'lek. [54]

Indisposto a machucar os civis, as forças de Cham dispararam alguns tiros de aviso para sinalizar aos aldeões para recuarem e se esconderem em uma caverna. Entretanto, Sidious, Vader e Deez permaneceram no centro da vila. Antes que a forças de Cham pudessem atacar, as forças de Mors chegaram em dois transportes e emboscaram as forças rebeldes. Muitos combatentes de Ryloth Livre foram mortos e Cham por pouco escapou dali. Sob as ordens de Sidious, as forças imperiais da Moff Mors massacraram os sobreviventes de Ryloth Livre. Depois de revelar que o propósito de sua ida para Ryloth era justamente atrair e destruir o movimento rebelde para a tenente de Cham, Isval, Sidious ordenou a Vader que matasse a tenente e todos os habitantes da vila, já que ele não queria nenhuma testemunha. Vader obedeceu às ordens de seu mestre. [54]

Uma nova ameaçaEditar

Com a grande maioria dos Jedi derrotados, Sidious se sentia seguro com sua gigantesca força militar e domínio de grande parte da galáxia conhecida. Apesar disso, postos remanescentes Separatistas e Jedi sobreviventes iriam se opor ao regime estabelecido. Procurando assegurar o centro, o Imperador apoiava excursões militares massivas para os Territórios da Orla Exterior com o intuito de trazer mais sistemas para o Império. Com seu objetivo final de transformar a realidade em algo de sua própria criação, um Império onipotente permitiria que todos os habitantes da galáxia fariam parte de seu reinado sombrio.[1] Apesar da quase total extinção da Ordem Jedi, crianças sensíveis à Força ainda nasciam ao redor da galáxia. A fim de combater essa possível ameaça, Sidious criou os Inquisidores compostos por Adeptos do Lado Sombrio e ordenou que seu aprendiz, Darth Vader, contatasse um inquisidor Pau'ano para caçá-los e destruí-los se eles não servissem ao Império.[55]

Durante o décimo quinto Dia do Império, feriado que celebrava o aniversário da ascensão do Império, o Imperador convidou a Governadora de Lothal Arihnda Pryce para comemorar com ele em Coruscant.[56]

Depois da morte do Grande Inquisidor pelas mãos de Kanan Jarrus, Sidious despachou Vader para Lothal como uma solução alternativa para o crescente problema da rebelião.[57] O Imperador foi contactado por Vader depois que ele derrotou a frota rebelde no sistema Lothal. Vader informou ao seu Mestre que descobrira que sua antiga aprendiz Jedi, Ahsoka Tano, ainda estava viva. Sidious estava satisfeito com essa notícia, já que Tano possivelmente saberia do paradeiro de outros Jedi sobreviventes, embora Vader estava mais interessado seu antigo Mestre Jedi, Obi-Wan Kenobi. Sidious falou para seu aprendiz ter paciência e mandou que ele despachasse outro Inquisidor para caçar Tano e os outros Jedi descobertos em Lothal. [58]

Guerra Civil GalácticaEditar

"O Senado Imperial deixará de ser um problema para nós. Eu acabei de receber a notícia de que o Imperador dissolveu o conselho permanentemente. Os últimos resquícios da Velha República foram varridos."
"Isso é impossível! Como o Imperador vai manter o controle sem a burocracia?"
"Os governadores regionais agora tem controle direto sobre seus territórios. Medo vai mantê-los na linha. Medo dessa estação de batalha."
Grão-Moff Wilhuff Tarkin e General Cassio Tagge discutindo a dissolução do Senado[fonte]

Quatro anos depois da revelação de uma frente rebelde unificada em Mustafar, os rebeldes se reorganizaram no movimento maior e mais organizado conhecido como Aliança para Restauração da República, a "Aliança Rebelde". Operando a partir de uma base secreta, os rebeldes realizaram ataque e mais ataques contra o regime de Sidious. Embora tais ataques não passassem de incômodo para o Império, eventualmente houve uma maior perda quando os planos da Estrela da Morte, a grande arma do Império que estava sendo construída pelos últimos dezenove anos, foram roubados. Essa derrota era significativa e potencialmente fatal e ameaçava os planos de longo termo do Império. A fim de lidar com esse problema, Sidious enviou Vader para encontrar os planos da Estrela da Morte. [59]

Vader eventualmente descobriu que os planos haviam sido enviados para a Princesa Leia Organa, a Senadora Imperial de Alderaan e suspeita de simpatizante da Rebelião. Embora Vader não pôde recuperar os planos, ele prendeu Organa como traidora e, dessa forma, deu a Sidious o motivo de que ele precisava para dissolver o Senado Imperial. Um dos últimos vestígios da República Galáctica, Sidious sempre planejava dissolvê-lo mas precisava esperar pelo término da Estrela da Morte para que a ordem pudesse ser mantida através de medo no lugar de representação no Senado. Com a estação espacial quase completa e uma Senadora acusada de traição, Sidious ordenou a dissolução do Senado. O poder legislativo foi transferido para governadores regionais e seletos membros do Exército Imperial, tais como o aliado de Sidious, Grão-Moff Wilhuff Tarkin, permitindo que o Imperador obtivesse controle completo do Império. [59][60]

A Nova Ordem em riscoEditar

"Nós mantivemos a estrutura da República por quase vinte anos enquanto a Estrela da Morte era construída. Vinte anos, meu aprendiz. Todo aquele planejamento agora é só uma camada de poeira orbitando em volta de Yavin... Agora, não temos mais o Senado para assegurar a ordem. Nós não temos a Estrela da Morte para forçá-la. Nossa maior arma se foi. Nossa produção se resume a cinzas. Estamos sitiados. Em todos esses anos, nunca chegamos tão perto de um desastre..."
―Darth Sidious e Darth Vader[fonte]
Vader e Palpatine no Palácio Imperial.png

Sidious e Vader conversam no Palácio Imperial.

Apesar do planejamento cuidadoso de Sidious para assegurar completo controle do Império, seus planos foram sabotados quando a Aliança Rebelde conseguiu destruir a Estrela da Morte durante a Batalha de Yavin, matando Tarkin e a maioria dos alto oficiais do Império. Os únicos sobreviventes eram o aprendiz Sith de Sidious, Darth Vader, que havia falhado em defender a estação espacial, e o General Cassio Tagge, que havia sido enviado para investigar a suposta base rebelde secreta em Dantooine. A vitória dos rebeldes em Yavin foi seguida por outra vitória em Cymoon 1, onde um time rebelde destruiu a principal fábrica de armas do Império, a Fábrica de Armas Alpha. Vários outros ataques realizados pelas forças da Aliança, como o bombardeio de uma base de suprimentos em Imdaar e de estaleiros em Kuat, atingiam o Império nas semanas seguintes da destruição da Estrela da Morte. Além disso, atividades piratas contra comboios de suprimentos do Império aumentaram, já que o governo galáctico já não era visto mais como invulnerável. O controle do Império sobre mundos vitais também começava a afrouxar; um dos planetas que começou a questionar o domínio do Império era o mundo minerador de Shu-Torun. Governado por uma nobreza mercantil chamada de ore-duke [tradução necessária]s, Shu-Torun provia materiais importantes para os projetos de construção do Império, incluindo para a construção da segunda Estrela da Morte, e o Imperador constantemente exigia impostos mais altos, especialmente depois da Batalha de Yavin. Se opondo a esse aumento insustentável, os ore-dukes convenceram seu rei a se rebelar contra o Império. [60][61][62][63]

Determinado a evitar a destruição de seu Império, Sidious reorganizou o Alto Comando Imperial ao apontar General Cassio Tagge como Grão-General com o comando de todas as questões militares. Tagge tinha sido contrário à estratégia de ter a Estrela da Morte como a única arma Imperial, acreditando que as forças armadas eram tudo que era necessário para proteger o Império e que depender em uma única arma levaria à catástrofe. Vader, que havia falhado em proteger tanto a Estrela da Morte quanto Cymoon 1, foi rebaixado e ordenado a servir sob Tagge de acordo com as ordens do Grão-General. Sidious ordenou que as forças armadas focassem sua atenção na conquista da Orla Exterior até que a segunda Estrela da Morte fosse concluída. Tagge e Vader começaram a destruir piratas e elementos de criminosos que haviam sido deixados de lado no passado pela regulamentação imperial, tais como o Son-tuul Pride.[60][62][64]

Os únicos poupados da ira do Império foram os Hutts, que haviam se aliado ao Império. Precisando de matéria-prima para a produção para as forças armadas imperiais e sabendo de que os Hutts poderiam cobrar um preço justo, Sidious enviou Vader para Tatooine para negociar um acordo com Jabba pelo apoio dos Hutts em troca da permissão aos Hutts de manterem sua base de poder da Orla Exterior e submundo. A destruição de concorrentes, como o Son-tuul Pride, também permitiu que os Hutts lucrassem com a aliança pois sua posição no submundo caiu para eles. [64]

Quando Shu-Torun ergueu uma rebelião aberta contra o Império depois da repressão brutal de Darth Vader de uma tentativa de assassinato contra ele feita pelo Rei, Sidious enviou seu aprendiz de novo para o mundo com uma grande força militar sob suas ordens. Sidious ordenou o fim da rebelião dos ore-dukes e a preservação do governo aliado ao Império da Rainha Trios, quem Vader havia colocado no trono depois da traição do pai dela. [63][65]

Eliminando a concorrênciaEditar

"Eu fiquei intrigado com os cientistas. O que eles poderiam alcançar se livres da moralidade hipócrita da Velha República? Nós veríamos. Afinal, não é meu dever conhecer todas as possibilidades? [...] Cylo se tornara poderoso. Ele estava a fundo na Iniciativa Tarkin. Seu câncer estava junto com sua carne. Se eu simplesmente o destruísse, eu estaria arriscando um cisma nas grandes mentes do Império. Enquanto a Estrela da Morte estava sendo construída, isso era impensável. Depois de sua destruição, pior ainda. Eu tive de deixá-lo continuar em seu jogo."
―Darth Sidious para Darth Vader sobre Cylo[fonte]

Como resultado do fracasso de Darth Vader em evitar a destruição da Estrela da Morte, Sidious foi contactado por um dos cientistas envolvidos na Iniciativa Tarkin: Doutor Cylo. Um dos especialistas que haviam salvado a vida de Vader depois de seu duelo em Mustafar, Sidious financiou sua pesquisa em melhoramento de espécies orgânicas em seres cibernéticos. Cylo acreditava que organismos só poderiam sobreviver ao se adaptar tecnologicamente, e, assim, eliminar fraquezas. Embora Sidious não concordava com tais ideias ao dizer que tudo fazia parte da Força, ele ficou curioso para ver o que esses cientistas poderiam realizar sem a presença da República ou dos Jedi. [66][67][68]

Durante os vinte anos que se passaram desde o fim das Guerras Clônicas, Cylo tinha trabalhado para criar cobaias que possuíssem os melhores melhoramentos genéticos e cibernéticos que ele pudesse fornecer, preparando-as para serem potenciais executores para o Império. Com a desgraça de Vader clara e com a necessidade do Imperador de elementos fortes para evitar mais danos ao Império, Cylo sugeriu que ele substituísse seu aprendiz com uma de suas cobaias. O papel de Vader seria apenas cerimonial, com as cobaias aplicando o desejo de Sidious pela galáxia em seu lugar. Intrigado pela proposta de Cylo, Sidious concordou em dar às cobaias de Cylo uma chance para impressioná-lo. [67][68]

Entretanto, sem que o cientista soubesse, o Imperador acreditava que Cylo havia se tornado demasiadamente poderoso como consequência de seu envolvimento com a Iniciativa Tarkin. Porém, Sidious não podia fazer nada a respeito por causa das conexões do doutor com várias das melhores mentes científicas do Império, e removê-lo poderia causar um cisma entre eles. Quando Cylo apresentou a ele seu plano, Sidious sabia que ele poderia fazê-lo continuar seu jogo o que eventualmente faria com que ele se tornasse um traidor do Império. Sabendo que Vader seria perfeito adversário para as cobaias de Cylo, o Imperador garantiu que os dois homens se conhecessem. O dia em que ele informou a Vader sua punição por seu fracasso no Palácio Imperial em Coruscant, ele também havia chamado Cylo para uma reunião particular. Quando seu aprendiz perguntou quem o cientista era, Sidious não o respondeu, fazendo com que Vader conduzisse sua própria investigação sobre os segredos do Imperador. [66][60]

Depois que o caçador de recompensas contratado por Vader, Krrsantan Negro, conseguiu capturar Cylo em seu quarto corpo, ele revelou sob tortura a localização de sua base de pesquisa secreta. O Lorde Sombrio foi à base onde ele começou um ataque para encontrar seus rivais e destruí-los. Entretanto, a morte de Cylo-IV pelas mãoes do droide de tortura 0-0-0 não havia matado o cientista: ele havia recriado si próprio como um sistema imortal, de tal forma que, quando um corpo de Cylo padecesse, outro era ativado em sua base de pesquisa. Cylo-V havia adivinhado que Vader descobrira a localização de sua base e que ele já estaria a caminho quando ele despertasse. Como resultado, ele contactou o Imperador para que ele pudesse dar a ele a demonstração de suas cobaias. Sidious chegou bem a tempo em que Vader estava para matar o cientista. Somente sua intervenção evitou com que Cylo-V sofresse do mesmo destino de seu antecessor. Com todos os elementos de seu plano para começar, o Imperador pediu a Cylo que começasse a apresentação. [69][67]

Cylo e Palpatine discutem.png

Cylo apresenta a Sidious suas cobaias.

Enquanto elas lutavam com Vader, Cylo ia apresentando a Sidious suas cobaias em que ele trabalhara nos últimos vinte anos: Aiolin e Morit Astarte, gêmeos de uma família que havia apoiado os Separatistas durante as Guerras Clônicas, que haviam sido melhorados genética e tecnologicamente para possuir habilidades similares à de Jedi e Sith de antigamente sem ter de usar a Força; Tulon Voidgazer, uma cientista genial envolvida em pesquisa e desenvolvimento antes que ela fosse melhorada com uma nuvem de droide-drones conectados diretamente ao seu cérebro, que permitiam com que ela enxergasse e lutasse através deles; Comandante Karbin, um Mon Calamari veterano das Guerras Clônicas que vivera dezoito anos no suporte de vida depois que sua nave caiu, e que tinha sido melhorado em um modelo semelhante ao General Grievous e treinado em combate com sabre de luz. Finalmente, Cylo havia criado um sistema que poderia possuir vários hospedeiros, testado em um Trandoshano, e que removia qualquer traço que o Imperador quisesse, tais como dor e emoções. Suficientemente impressionado, Sidious ordenou uma demonstração real de suas habilidades. Vader e as cobaias começaram a lutar até a morte, e o Tradoshano foi morto por Morit antes que o Imperador ordenasse o fim da luta. Ele então anunciou que ele encontraria uso para cada um deles, mas apenas um ganharia o lugar como seu executor. A única regra que ele estabeleceu foi que eles não se matassem; ou, se o fizessem, que garantissem que ele não descobrisse. Quando Sidious estava indo embora, ele chamou Vader para conversar em particular com ele. [68]

Um aprendiz merecedorEditar

"Não subestime o quanto você me decepcionou em Mustafar. Eu o salvei... mas você mostrou o quanto ainda está longe do esperado. [...] O lado negro é forte. Se eles o derrotarem, eles são mais fortes. Se você os derrotar, você prova que é mais forte do que eles. Essa é a maneira dos Sith. Eu o nomeei "Vader" depois que você se comprometeu com os Sith. Você já se provou merecedor desse nome... estou certo de que irá se provar merecedor agora."
―Darth Sidious para Darth Vader[fonte]

Quando estavam sozinhos, Sidious cumprimentou Vader por sua capacidade de descobrir o projeto de Cylo. Ele também estava impressionado pela capacidade de seu aprendiz de agir além de seu conhecimento, e como ele fora capaz de adquirir um exército particular de droides commando dos Separatistas par usar para seus próprios fins. Vader não estava contente em ser forçado a demonstrar ser superior às cobaias de Cylo, especialmente porque ele as considerava blasfemos dos caminhos da Força. Sidious reprendeu Vader por tal reclamação, lembrando-o de que ele era o mestre enquanto Vader era o aprendiz: era sua tarefa aprender tudo o que Sidious sabia, e a de Sidious era de descobrir tudo o que pudesse ser ensinado. O Imperador também revelou que ele precisava que Vader superasse o desapontamento que fora quando ele quase sucumbiu em Mustafar contra Kenobi, e que ele deveria se provar merecedor de carregar o nome que Sidious dera a ele quando ele se aliara aos Sith. Com isso concluído, o Imperador deixou a base de Cylo e retornou a Coruscant. [68]

Sob às ordens do Imperador, as cobaias de Cylo foram colocadas à disposição do Grão-General Tagge, enquanto o doutor agia como consultor para os militares. A rivalidade entre eles e Vader eventualmente levou a um confronto com a Aliança Rebelde em Vrogas Vas. Como resultado da manipulação de Karbin, Vader caiu em Vrogas Vas quando ele confrontou três esquadrões rebeldes. Um piloto decidiu colidir seu X-Wing com o caça TIE de Vader para derrubá-lo. Na superfície, Vader enfrentou uma ampla força rebelde de soldados reunidos por Leia Organa para eliminar o Lorde Sith. [70] A batalha culminou em um duelo entre Vader e Karvin, o que resultou na morte do Mon Calamari. A Rebelião sofreu importantes perdas em Vrogas Vas, e a morte de Karbin levou o Imperador a procurar por ele. Vader eventualmente foi a Coruscant apresentar a seu Mestre o corpo de Karbin. Embora Sidious ficou aborrecido que seu aprendiz violara sua regra, ele ficou impressionado quando Vader o desafiou a prover algo que fosse merecedor de seus esforços para se provar para seu Mestre. O Imperador então deu a seu aprendiz o comando da força militar que ele estava enviando a Shu-Torun para preservar o lugar da Rainha Trios no trono local. Entretanto, ele também enviou Cylo e as cobaias restantes, aparentemente sob o pedido do Grão-General Tagge. Antes que Vader deixasse o Palácio Imperial, Sidious o alertou a não desapontá-lo, já que ele dependia mais de Vader do que ele sabia. [65]

Sidious e Vader no Executor.png

Sidious parabeniza Vader por seus recentes sucessos.

A campanha de Vader em Shu-Torun foi um sucesso, e os ore-dukes rebeldes foram derrubados. No meio da batalha, Cylo tentou matar seu rival ao formar uma aliança com o Barão Rubix, o líder dos rebeldes de Shu-Torun. Vader evadiu a armadilha e, com ajuda de uma Aiolin Astarte moribunda, traída por seu irmão, garantiu as evidências necessárias para provar a traição do doutor a partir do circuito de memória dela. Uma vez que os negócios de Vader em Shu-Torun estavam concluídos, ele informou o Imperador da traição de Cylo, e o contou que ele tinha fugido com suas cobaias restantes. Satisfeito com o sucesso de seu plano, Sidious chamou Vader para o estaleiro onde o Couraçado Estelar classe Executor Executor estava sendo construído. Lá, o Imperador revelou seu medo da crescente influência de Cylo a seu aprendiz, o papel do doutor na reconstrução de Vader, e o propósito da disputa pela posição como seu aprendiz. Vader reconheceu que, caso algum de seus rivais tivesse sido bem-sucedido no lugar de Vader, o Imperador estaria tendo a mesma conversa com ele. Entretanto, ele declarou que ele havia tido sucesso e que ele representava a força do lado sombrio. Sidious estava satisfeito com o sucesso de seu aprendiz e ordenou a ele que encontrasse Cylo e o destruísse. [71][72][73][66]

A queda de Cylo e ascensão de VaderEditar

Recebida a ordem, Vader partiu com O Devastador para a Nebulosa Crushank, onde estava o doutor e suas naves. Ao detectar a entrada de Vader no sistema, Cylo ordenou que suas naves recuassem para que seu plano pudesse entrar em ação. Porém, Vader posicionou se caça em rota de colisão com uma das naves a fim de invadi-la antes que pudesse entrar no hiperespaço. A caminho da torre de comando, Vader enfrentou e matou Tulon Voidgazer, quem havia sabotado os sistema do Executor, liberando gás sonífero sob Tagge e demais membros da tripulação, com exceção da sala onde Sidious estava, que dependia de um sistema de suporte à vida próprio. Após isso, a nave em que se encontrava Vader foi configurada em uma rota de colisão com o Executor, a fim de possibilitar a invasão do Couraçado Estelar por Cylo.[74][75][76]

Vader, entretanto, sobreviveu à colisão e desabilitou os motores, forçando Cylo a enviar Morit Astarte para capturar o Imperador. Morit, entretanto, desviou de seu curso a fim de enfrentar Vader, mas acabou sendo morto no combate. Ao chegar à ponte de comando, Cylo, utilizando um antigo controle da armadura de Vader, a desativou com um simples toque de botão, colocando o Lorde Sith nos seus joelhos. Enquanto isso, Doutora Aphra, que havia sido capturada por 0-0-0 e BT-1, escapara de seu aprisionamento e, percebendo que uma fuga seria inútil, já que Vader a caçaria até encontrá-la, rumou em direção à sala do trono a fim de conversar com Sidious. Vader, usando a Força, se ergueu e matou Cylo-V. Com esse resultado inesperado, Cylo-VI ordenou a retirada, mas Vader foi capaz de invadir sua nave capital e destruí-la, utilizando um truque mental no cérebro da nave para fazê-lo colidir com uma estrela próxima.[77][78]

Sidious rebaixa Tagge.png

Sidious rebaixa Tagge e coloca Vader no comando dos assuntos militares.

Retornando ao Executor, Vader notificou Sidious do sucesso de sua missão. O Imperador, que estava esperando um relatório completo sobre as atividades de Vader, reveleu que a doutora Aphra havia revelado as demais informações que ele requisitava. Mencionando que seu aprendiz havia criado um império dentro do Império, roubado recursos financeiros e coberto suas ações matando todos que se opunham, Sidious parabenizou Vader por suas ações, afirmando ser esse o jeito dos Sith. Como resultado da satisfação do Imperador com seu aprendiz e o recente ataque ao Executor sob o comando de Tagge, Sidious decidiu rebaixá-lo e dar a Vader o comando da frota e do Executor, deixando Tagge sob suas ordens. Abandonando a ponte, o Imperador deixou a Vader a liberdade de "educar" seus subordinados, o que resultou em Vader estrangulando Tagge.[78]

"Um grande distúrbio na Força"Editar

Threatofskywalker.png

Darth Vader e Darth Sidious discutem o futuro de Luke Skywalker.

Três anos depois da Batalha de Yavin, o Império conseguiu uma vitória importante ao capturar a base rebelde no planeta gelado de Hoth. Entretanto, Sidious sentia um distúrbio na Força, e contactou o Almirante Firmus Piett, dizendo para ele mandar Vader contactá-lo imediatamente. Darth Vader fez o que lhe foi instruído e Sidious contou a ele que ele tinha um filho. [79] Entretanto, Vader já sabia disso desde Cymoon 1. [68]

Queda dos SithEditar

Nos meses seguintes ao conflito em Bespin, Luke Skywalker continuaria a aprimorar suas habilidades no lado luminoso da Força, mas, apesar disso, Sidious acreditava que ele poderia ser convertido para o lado sombrio. [80]

Em uma tentativa de ganhar um novo aprendiz Sith e acabar com a Guerra Civil Galáctica, [80] Sidious propositalmente permitiu que os rebeldes obtivessem os planos da segunda Estrela da Morte sob construção na lua florestal de Endor. Depois da destruição da grande maioria da Rebelião em sua armadilha, o Imperador planejava também começar a lançar uma das maiores frotas de invasão da história galáctica para bloquear os mundos rebeldes de Mon Cala e Chandrila até que a Estrela da Morte II pudesse destruí-los, destruindo permanentemente a Rebelião.[81]

Sidious, usando como desculpa a falta de progresso nas estações de construção, viajou para a segunda Estrela da Morte a fim de pessoalmente supervisionar a destruição da Rebelião e a queda dos restos finais da Ordem Jedi, de uma vez por todas. [80]

Conhecendo Luke SkywalkerEditar

Sidious arrives at Death Star.png

Sidious cumprimenta Vader na sua chegada na Estrela da Morte II.

"Estou ansioso para completar seu treinamento. Logo, você me chamará de mestre."
―Darth Sidious para Luke Skywalker[fonte]

Enquanto Sidious estava na Estrela da Morte, Luke Skywalker, Han Solo, Princesa Leia e Chewbacca conseguiram atravessar o escudo e pousar na Lua Santuário. Vader, que havia recebido ordens de despachar a frota no outro lado da lua e aguardar na Executor, sentiu a chegada de seu filho. Graças a isso, ele foi à Estrela da Morte, onde ele contou isso ao Imperador. Surpreso por não ter sentido o mesmo, ele disse então a Vader que ele fosse e aguardasse por ele, dizendo que ele havia previsto que Luke iria buscá-lo e se renderia pessoalmente numa tentativa de redimir seu pai. [80]

Uma vez que Luke de fato foi atrás de seu pai, Darth Vader, trouxe seu filho para a estação de batalha, para a sala do trono. O Imperador cumprimentou Luke, dispensou os guardas e removeu as algemas do jovem. Sidious então disse a Luke que ele planejava convertê-lo ao lado sombrio e que tudo que havia acontecido na lua fazia parte de seu plano. O Imperador também explicou que seu pai não poderia mais ser redimido e deixar o lado sombrio. Sidious também tinha uma surpresa guardada para os rebeldes. Quando a frota da Aliança chegou, o superlaser da Estrela da Morte estava operacional, o que não era esperado pelos rebeldes. A Estrela da Morte conseguiu destruir algumas naves de comando adversárias, mas os rebeldes tanto na superfície quanto no espaço conseguiram avançar com seu ataque, já que Lado Calrissian estava contando com Han para destruir o gerador do escudo. [80]

Enquanto isso, Luke estava sendo manipulado pelo Imperador, que comentava sobre o inevitável fracasso de seus amigos e que a cada momento que passava Luke ia se tornando seu aprendiz. Incialmente, Luke resistiu, mas Sidious continuou a provocá-lo, e isso foi irritando Luke até o momento em que o jovem puxou seu sabre de luz para atacar o Imperador. Darth Vader interceptou o ataque de Luke e os dois começaram um duelo. [80]

Palpatine saber clash.png

Sidious assite Luke e Vader duelarem com sabre de luz.

No início, Luke conseguiu se acalmar, se recusando algumas vezes a continuar a luta contra seu pai. Quando a luta ficou mais intensa, Luke tentou se esconder de Vader, mas seu pai conseguiu sentir os pensamentos do jovem e soube que Luke tinha uma irmã, Leia. Com essa informação, Vader disse que se ele não se convertesse ao lado sombrio, talvez Leia fosse. Essa ameaça irritou Luke e o levou a atacar furiosamente Vader. [80]

Embora ele quase tenha matado Vader e cortou sua mão mecânica, Luke percebeu o que aconteceu e que ele estava próximo de se tornar o que seu pai era: um escravo do lado sombrio. Luke arremessou longe seu sabre de luz e se voltou para Sidious. Ele disse ao Imperador que ele jamais se converteria para o lado negro e que ele era um Jedi, assim como seu pai fora antes dele. [80]

MorteEditar

"Se você não vai se converter, vai morrer!"
―Darth Sidious para Luke Skywalker[fonte]
First Death Sidious.png

Sidious cai no eixo do reator da segunda Estrela da Morte e morre.

Irritado com esse resultado, Sidious atacou Luke com relâmpagos da Força, colocando o jovem nos seus joelhos e implorando ajuda para seu pai. O Imperador continuou o ataque contra Luke, dizendo que "débeis habilidades não eram páreo para o poder do lado sombrio", e que Luke era fraco e tolo. Darth Vader, assistindo àquela cena, se viu forçado a escolher entre salvar a vida de seu filho ou permanecer fiel a seu mestre. Vader então escolheu a segunda opção e agarrou Sidious e o arremessou no eixo do reator da Estrela da Morte, matando-o. Com isso, Anakin Skywalker se redimiu. [80]

Tendo recebido muito dano e com apenas minutos de vida, a decisão de salvar seu filho lhe custou a sua própria vida. Luke tentou convencer Anakin de deixar o jovem salvá-lo, mas Anakin disse que Luke já havia feito isso e que ele estava certo sobre ainda haver bondade nele, apesar de tudo que ele havia feito nas últimas décadas. [80] Com a morte dos dois Sith, Anakin Skywalker cumpriu a profecia do O Escolhido. [13]

LegadoEditar

Depois da morte do Imperador, o Império tentou esconder o verdadeiro resultado da Batalha de Endor. No setor Anoat, que havia sido isolado do resto da galáxia graças a um bloqueio imperial nos dias seguintes à batalha, a propaganda imperial afirmava que o ataque à segunda Estrela da Morte havia fracassado e que a rebelião deixara de existir. Rumores da morte do Imperador eram vistas como mentiras traiçoeiras. [82] Sidious postumamente ordenou a Operação Cinzas, que determinava a expurgação de múltiplos mundos rebeldes, incluindo seu planeta natal, Naboo. [83]

Meses depois de Endor, adeptos do lado sombrio como os Acólitos do Além adoravam Vader e o lado sombrio da Força em vários planetas ao redor da galáxia, como Taris. Por outro lado, generais imperiais como Jylia Shale chamavam seu antigo Imperador de "velho goblin que acreditava em um 'lado sombrio' de alguma religião antiga e insana."[53]

Enquanto pesquisava no Salão Imperial dos Registros em Coruscant em 5 DBY, a Grão-Almirante Rae Sloane descobriu que o Super Destróier Estelar pessoal do Imperador, o Eclipse, havia misteriosamente desaparecido ao invés de ser destruído pela Nova República tal como foi reportado nos dados imperiais. Ela também encontrou uma imagem cristalina que mostrava uma imagem fixa de Palpatine e vários Guardas Reais Imperiais, stormtroopers e oficiais de alto escalão, incluindo Wullf Yularen, Dodd Rancit, Terrinald Screed, Mas Amedda e Gallius Rax. Rax desde então acendeu à patente de Almirante de Frota e passou a manipular a Grão-Almirante. Depois do Ataque em Chandrilla, Rax levou os remanescentes do Império a Jakku. [19]

Embora afirmasse que ele estava testando a determinação do Império antes de uma grande batalha contra a Nova República, Rax estava secretamente cumprindo a Contingência. A Contingência envolvia orquestrar uma batalha entre os remanescentes Imperiais e a Nova República e destruir ambos com a destruição do núcleo de Jakku. O Observatório de Jakku continha um buraco profundo que levava ao núcleo do planeta. Rax planejava lançar vários artefatos Sith no buraco a fim de ativar a auto-destruição do planeta. Em segredo, Rax havia preparado para si próprio e para alguns imperiais "dignos", tais como Brendol Hux, seu filho Armitage Hux, e um contingente de crianças soldados, uma fuga para as Regiões Desconhecidas. Sloane conseguiu impedir Rax de destruir Jakku com a ajuda dos rebeldes Norra Wexley e seu marido, Brentin Lore Wexley. Apesar de morrer em Jakku como consequência de uma luta contra a Grão-Almirante, Rax conseguiu cumprir as ordens de seu mestre em destruir os restos do Império Galáctico. [21]

Trinta anos depois da Batalha de Endor, a voz de Sidious foi ouvida durante uma visão da Força experienciada por Rey. [84]

Personalidade e traçosEditar

"Dobraremos os esforços."
"Eu espero que sim, Comandante, para seu próprio bem. O Imperador não é tão complacente quanto eu."
―Comandante Jerjerrod e Darth Vader[fonte]

Antes da criação de seu Império, Palpatine se apresentava como um cavaleiro de primeira geração e serviçal do bem comum. Em público, ele sempre tentava evitar ostentação e costumava se portar com modéstia.[14] Entretanto, Palpatine era na verdade um habilidoso manipulador e estrategista, tendo orquestrado inúmeros eventos na galáxia, desde a Invasão de Naboo até as Guerras Clônicas, com o único objetivo de aumentar seu poder. [15] Mesmo quando alguma coisa acontecia fora do seu previsto, o Lorde Sith era capaz de reestruturar seus planos eficientemente. [13]

Depois de sua ascensão como Imperador Galáctico, Palpatine abandonou sua personalidade pública e começou a viver como Sidious em tempo integral, [4] embora muitas poucas pessoas soubessem de que ele era um Sith, tais como seu aprendiz Darth Vader[3] e alguns de seus Guardas Reais [54], enquanto Wilhuff Tarkin apenas suspeitasse disso. Livre de seu alter-ego gentil, Sidious demonstrou tendências sádicas, mas se mantinha fora do olhar público, forçando a necessidade de dublês para passar a imagem de que o Imperador passeava em público. [1] Desejando que seu reinado durasse para sempre, Sidious estabeleceu o Projeto Asa-negra em uma tentativa de alcançar os segredos da imortalidade através de alquimia Sith, mas apenas para ter um frustado resultado com fracasso. [85] Anos mais tarde, imediatamente antes de sua morte nas mãos de Vader, o Imperador sorriu enquanto se preparava para matar Luke Skywalker, um traço que apontava para a ideia de que Sidious se contentava com o sofrimento alheio. Ele também era conhecido por sua incomplacência: Darth Vader, que era conhecido por punir seus oficiais que haviam lhe falhado com a morte, considerava seu mestre ainda menos paciente do que ele. [80] De acordo com Sosha Soruna, a razão pela qual Palpatine deixou seu planeta natal, Naboo, relativamente intacto durante seu reinado era porque ele gostava de atormentar a população com o fato de que ele poderia destruir a beleza serena do lugar a qualquer momento. [83] Apesar de sua excepcional maestria das artes sombrias, Sidious ainda sim era suscetível ao medo, uma das emoções primárias do lado sombrio: depois de ser atacado por um poderoso empurrão da Força de Yoda, ele demonstrou pânico e tentou fugir, e somente iniciou o duelo contra o Mestre Jedi depois que ele bloqueou a saída. [3]

Diferente de seu aprendiz mais conservador, Darth Vader, Sidious acreditava que o progresso não era contrário à maneira dos Sith. Quando a Vader foram apresentadas as cobaias do Doutor Cylo, ele as considerou abominações e heresia nos caminhos da Força. Entretanto, Sidious afirmou que ele era apenas um mero aprendiz e que ele devia aprender tudo que seu mestre sabia, e era dever de Sidious descobrir tudo o que pode ser ensinado. Ele também rebateu o ódio de Vader à superioridade tecnológica dizendo que tudo era a Força. [68]

Devido a sua filosofia Sith, Sidious não deixaria alguém herdar seu Império Galáctico caso ele morresse. Usando um jogo de Shah-tezh para ilustrar, Sidious acreditava que o único propósito da existência do Império era proteger seu Imperador. Ele acreditava que o Império seria um fracasso caso ele não fosse capaz de cumprir seu objetivo. Assim, antes mesmo da formação de seu governo galáctico, Sidious havia preparado um plano para esse cenário: a Contingência. Ela consistia basicamente de atrair o Império para o mundo árido e desolado de Jakku e detonar o núcleo do planeta, o que asseguraria a destruição das frotas imperiais e inimigas em órbita de Jakku. A chave para a Contingência era o Observatório de Jakku (que continha um buraco que conectava ao núcleo do planeta) e Gallius Rax, um nativo de Jakku que ascendeu ao "cargo" de Conselheiro do Império. Conforme demonstrado pela Contingência, Sidious estava disposto a sacrificar a vida de inúmeros oficiais imperiais para garantir que seu Império não durasse mais do que ele.[21] Sidious também considerava Rax uma pessoa próxima e permitia que ele o chamasse pelo seu primeiro nome, Sheev. [19]

Poderes e habilidadesEditar

"Não subestime os poderes do Imperador, ou sofrer a sina de seu pai, você irá."
―Yoda para Luke Skywalker[fonte]
Relampagoforca.jpg

Sidious usando relâmpagos da Força.

Como o Lorde Sombrio dos Sith em seu tempo, [86] Sidious era incrivelmente poderoso com a Força. Ele era mestre em relâmpagos da Força e era conhecido por usar esse poder tanto para matar[3] quanto para torturar.[80] Ele também era habilidoso com telecinesia: duelando com Yoda, ele levitou múltiplos pods do Senado simultaneamente, incluindo o em que ele estava, com grande destreza e precisão.[3] Além disso, ele era habilidoso com telecinesia o suficiente para remover as algemas de Luke Skywalker com um simples e mínimo gesto de dedo. [80] Em Mandalore, ele usou telecinesia para estrangular vários Mandalorianos até a morte e segurar tanto Darth Maul quanto Savage Opress contra uma parede. [38]

Darth Sidious era adepto na arte de prever o futuro, muitas vezes utilizando tal habilidade para assegurar o sucesso de seus planos. Além disso, Sidious conseguiu esconder sua presença na Força dos Jedi por muitos anos antes de permitir ser descoberto, o que foi vital para seu plano de derrubar a República. Seu poder era tanto que ele conseguiu escurecer a visão dos Jedi, tornando extremamente difícil para eles prever eventos futuros. [80] O Imperador também possuía conhecimento de magia Sith, permitindo que ele conjurasse feitiços utilizando a linguagem Balc[45], assim como conhecimento de língua Sith.[54] Sidious também era adepto do uso de Persuasão da Força.[54]

Apesar de sua aparência frágil, Darth Sidious era incrivelmente habilidoso em combate com sabre de luz, sendo um dos maiores duelistas de seu tempo. Como resultado de tamanha habilidade, ele ceifou Agen Kolar e Saesee Tiin—que eram considerados dois dos melhores combatentes da época—cada um com um único golpe, e, enquanto enfrentava Mace Windu, matou o formidável Nautolano Kit Fisto momentos depois. Ele também realizou uma furiosa luta de alto nível contra Mestre Windu, mas foi eventualmente desarmado com muito esforço por ele. Mais tarde, Sidious se defendeu contra Yoda em duelo com sabre de luz, e forçou o Grão-Mestre a fugir, embora fez isso com seus poderes da Força ao invés de superioridade com sabre de luz. Darth Sidious tinha um estilo de combate extremamente agressivo e melhorava sua técnica através de velocidade melhorada através da Força, o que lhe permitiu derrotar três Mestres Jedi experientes com poucos golpes. Seu estilo era uma combinação de agressão brutal e precisão letal, tornando-o um oponente quase irrefreável. Na realidade, a única pessoa que se sabe que o derrotou em um duelo com sabre de luz foi Mace Windu. [3]

Embora Sidious normalmente usava somente um sabre de luz, ele também era mestre de Jar'Kai, segurando os seus dois sabres de luz contra Darth Maul e Savage Opress. Utilizando um estilo furioso porém fluido, Sidious eventualmente os derrotou com relativa facilidade, matando Savage e desarmando Maul.[38] Ele também podia usar a Forma V. [54]

Nos bastidoresEditar

PalpatineOldHolog2.jpg

Marjorie Eaton como Imperador Palpatine na versão pré-DVD de O Império Contra-Ataca.

A imagem holográfica do Imperador que brevemente apareceu na versão original de Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca foi interpretada pela experiente Marjorie Eaton, com tomadas de teste feitos pela atriz Elaine Baker.[87] A máscara usada por Eaton foi esculpida por Phil Tippett e aplicada por Rick Baker.[88], marido de Elaine. O rosto de Eaton foi então combinado com uma imagem de olhos de chimpanzés [89] e dublada por Clive Revill.

No filme seguinte, Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi, o papel era para ser do veterano Alan Webb, que tinha 75 anos na época. Porém, quando a filmagem estava para começar, Webb ficou doente devido ao frio recorde na Inglaterra. Ele escreveu uma carta ao diretor Richard Marquand dizendo que ele sentia muito, mas que a parte era grande demais para ele. Webb faleceu pouco tempo depois, em 22 de Junho de 1982. Com a filmagem atrasada, Ian McDiarmid foi cotado como substituto. [90] McDiarmid acabou interpretando o velho Imperador Palpatine em O Retorno de Jedi, o jovem Palpatine em A Ameaça Fantasma e o Palpatine de meia idade em Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith.

Para o lançamento de 2004 de DVD da Trilogia Original, a cena de O Império Contra-Ataca foi refilmada com Ian McDiarmid no papel do Imperador, com novas linhas escritas e gravadas por ambos McDiarmid e James Earl Jones, que providenciou a voz de Darth Vader. Essa refilmagem foi feita durante a produção de A Vingança dos Sith, filme no qual McDiarmid participava.

No filme Star Wars: The Clone Wars e na série de TV, Palpatine foi dublado por Ian Abercrombie até sua morte em 26 de Janeiro de 2012, quando o famoso ator britânico Tim Curry assumindo o papel até o final da série. Na segunda temporada de Star Wars Rebels, o ator Sam Witwer proveu a voz para o Imperador.

O criador de Star Wars, George Lucas, comparou a história de Sidious com a de indivíduos da vida real, tais como "César, Napoleão e Hitler". As similaridades com Adolf Hitler são particularmente evidentes com a posição de Palpatine de Chanceler e o uso de poderes emergenciais para articular seu controle sobre a República.[91]

Palpatine não recebera um primeiro nome em nenhum material canônico ou de Star Wars Legends até 2014 com o lançamento do romance Tarkin de James Luceno, ocasião em que seu primeiro nome foi revelado: Sheev.[1]

Aparições Editar

Aparições não-canônicas

FontesEditar

Notas e referênciasEditar

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 1,6 Tarkin
  2. Star Wars: Card Trader
  3. 3,00 3,01 3,02 3,03 3,04 3,05 3,06 3,07 3,08 3,09 3,10 3,11 3,12 3,13 3,14 3,15 Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith
  4. 4,0 4,1 StarWars.com Encyclopedia Darth Sidious na Encyclopedia
  5. Darth Maul—Son of Dathomir, Parte Três
  6. StarWars.com Encyclopedia Darth Maul na Encyclopedia
  7. 7,0 7,1 Darth Maul, Parte II
  8. 8,0 8,1 Darth Maul, Parte I
  9. Darth Maul, Parte V
  10. SWYTlogo.png Sifo-Dyas and the Sith: The Clone Wars - The Lost Missions Q&A no canal oficial de Star Wars no YouTube
  11. 11,0 11,1 StarWars.com Encyclopedia Count Dooku na Encyclopedia
  12. StarWars.com Encyclopedia Supreme Chancellor Valorum na Encyclopedia
  13. 13,00 13,01 13,02 13,03 13,04 13,05 13,06 13,07 13,08 13,09 13,10 Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma
  14. 14,0 14,1 StarWars.com Star Wars: Episode II - Attack of the Clones no StarWars.com (backup link no Archive.org) (Story Gallery: Slide 4)
  15. 15,0 15,1 StarWars.com Encyclopedia Palpatine na Encyclopedia
  16. 16,0 16,1 16,2 16,3 16,4 Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones
  17. 17,0 17,1 TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "The Lost One"
  18. 18,0 18,1 18,2 TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Conspiracy"
  19. 19,0 19,1 19,2 19,3 Marcas da Guerra: Dívida de Honra
  20. O epílogo e prólogo de Gallius Rax de Marcas da Guerra: Dívida de Honra acontecem cerca de três décadas antes dos eventos da Batalha de Jakku, quando o personagem tinha 12 anos de idade.
  21. 21,0 21,1 21,2 21,3 Aftermath: Empire's End
  22. Obi-Wan & Anakin, Parte I
  23. Obi-Wan & Anakin, Parte II
  24. Obi-Wan & Anakin, Parte III
  25. Obi-Wan & Anakin, Parte IV
  26. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Dooku Captured"
  27. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "The Zillo Beast"
  28. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "The Zillo Beast Strikes Back"
  29. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Hostage Crisis"
  30. Em "Heroes on Both Sides", Mina Bonteri afirma que seu marido foi morto durante uma batalha em Aargonar que ocorreu pelo menos um ano antes. Consequentemente, os eventos de "Heroes on Both Sides" acontecem pelo menos uma ano após o início das Guerras Clônicas. Já que StarWars.com Ordem Cronológica dos Episódios de Star Wars: The Clone Wars no StarWars.com (backup link no Archive.org) coloca "Nightsisters" depois de "Heroes on Both Sides", concluí-se que "Nightsisters" também acontece um ano depois do início da guerra.
  31. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Heroes on Both Sides"
  32. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Pursuit of Peace"
  33. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Senate Murders"
  34. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Escape from Kadavo"
  35. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Crisis on Naboo"
  36. De acordo com Star Wars: Absolutely Everything You Need to Know, Darth Maul foi presumido morto por doze anos, desde sua derrota em Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma até seu retorno no episódio "Brothers". Já que o Episódio I acontece dez anos antes do início das Guerras Clônicas, "Brothers" acontece no segundo ano da guerra.
  37. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Revival"
  38. 38,0 38,1 38,2 <TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "The Lawless"
  39. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "The Wrong Jedi"
  40. 40,0 40,1 TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Orders"
  41. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "An Old Friend"
  42. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "The Rise of Clovis"
  43. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Crisis at the Heart"
  44. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "The Disappeared, Parte I"
  45. 45,0 45,1 TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Sacrifice"
  46. Darth Maul—Son of Dathomir, Parte Um
  47. Darth Maul—Son of Dathomir, Parte Dois
  48. Darth Maul—Son of Dathomir, Parte Três
  49. Darth Maul—Son of Dathomir, Parte Quatro
  50. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Fugitive"
  51. Um Novo Amanhecer
  52. 52,0 52,1 Darth Vader: Dark Lord of the Sith: The Chosen One, Parte I
  53. 53,0 53,1 Marcas da Guerra
  54. 54,00 54,01 54,02 54,03 54,04 54,05 54,06 54,07 54,08 54,09 54,10 54,11 54,12 54,13 54,14 54,15 Lordes dos Sith
  55. Star Wars Rebels: A Fagulha de Uma Rebelião
  56. Rebels-mini-logo.png Star Wars Rebels – "Empire Day"
  57. Rebels-mini-logo.png Star Wars Rebels – "Fire Across the Galaxy"
  58. Star Wars Rebels: The Siege of Lothal
  59. 59,0 59,1 Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança
  60. 60,0 60,1 60,2 60,3 Darth Vader 1: Vader
  61. Star Wars: Skywalker Ataca, Parte IV
  62. 62,0 62,1 Darth Vader 2: Vader, Parte II
  63. 63,0 63,1 Darth Vader Annual 1
  64. 64,0 64,1 Darth Vader 7: Shadows and Secrets, Parte I
  65. 65,0 65,1 Darth Vader 16: The Shu-Torun War, Parte I
  66. 66,0 66,1 66,2 Darth Vader 20: End of Games, Parte I
  67. 67,0 67,1 67,2 Darth Vader 5: Vader, Parte V
  68. 68,0 68,1 68,2 68,3 68,4 68,5 Darth Vader 6: Vader, Parte VI
  69. Darth Vader 4: Vader, Parte IV
  70. Star Wars: Vader Down
  71. Darth Vader 17: The Shu-Torun War, Parte II
  72. Darth Vader 18: The Shu-Torun War, Parte III
  73. Darth Vader 19: The Shu-Torun War, Parte IV>
  74. Darth Vader 21: End of Games, Parte II
  75. Darth Vader 22: End of Games, Parte III
  76. Darth Vader 23: End of Games, Parte IV
  77. Darth Vader 24: End of Games, Parte V
  78. 78,0 78,1 Darth Vader 25: End of Games, Parte VI
  79. Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca
  80. 80,00 80,01 80,02 80,03 80,04 80,05 80,06 80,07 80,08 80,09 80,10 80,11 80,12 80,13 Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi
  81. Alvo em Movimento: Uma Aventura da Princesa Leia
  82. Star Wars: A Rebelião
  83. 83,0 83,1 Star Wars: Império Despedaçado
  84. Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força
  85. Star Wars: Commander, capítulo 9
  86. StarWars.com Encyclopedia Yoda na Encyclopedia
  87. Embora Elaine Baker seja creditada em The Making of The Empire Strikes Back como sendo a atriz que aparece no filme final, um poste de twitter (captura de tela) por Pablo Hidalgo do Grupo de História da Lucasfilm sugere que a informação do livro é incorreta, tornando Marjorie Eaton a atriz que realmente aparece no filme.
  88. Twitter favicon.png @pablohidalgo (Pablo Hidalgo) no Twitter. “[Phil Tippett] esculpiu o item e Rick a aplicou.”
  89. The Making of The Empire Strikes Back
  90. The Making of Return of the Jedi
  91. StarWars.com From World War to Star Wars: Rise of an Empire no StarWars.com (backup link no Archive.org)

Interferência de bloqueador de anúncios detectada!


A Wikia é um site grátis que ganha dinheiro com publicidade. Nós temos uma experiência modificada para leitores usando bloqueadores de anúncios

A Wikia não é acessível se você fez outras modificações. Remova o bloqueador de anúncios personalizado para que a página carregue como esperado.

Também no FANDOM

Wiki aleatória