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Qui-Gon Jinn

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Qui-Gon Jinn

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Informações biográficas
Planeta natal

Planeta não identificado

Data de nascimento

92 ABY

Data de morte

32 ABY

Descrição física
Espécie

Humano

Gênero

Masculino

Altura

1,93 metros

Cor do cabelo

Castanho

Cor dos olhos

Azul

Cor da pele

Clara

Informações cronológicas e políticas
Era(s)

Era da Ascensão do Império

Afiliação
Mestre(s)

Dookan

Aprendiz(es)
"Um verdadeiro Cavaleiro, Qui-Gon é. Sempre em sua própria busca."
Yoda

Qui-Gon Jinn foi um Mestre Jedi, e um dos mais nobres e sábios da Ordem Jedi. Um homem considerado um dissidente pelos seus iguais, mas muito amado por aqueles que o conheciam. Foi treinado por Conde Dookan, de onde herdou a maior parte de sua forte personalidade. Muitos Jedi observaram que o venerável Mestre poderia ter sido um membro do Conselho, não fosse sua negligência para com o Código Jedi . Embora não fizesse parte ativa do Conselho Jedi, Qui-Gon definitivamente seguia o programa de trabalho da Força à sua maneira e, não necessariamente aceitava a palavra dos seus irmãos como sagrada.

Qui-Gon Jinn era fortemente ligado à Força, e não se pode ignorar a influência poderosa que ela exercia sobre o Jedi. Ele possuía um respeito profundo e permanente por todas as coisas vivas. Era muito harmonizado com a Força e freqüentemente, passava muito tempo meditando e viajando nas profundezas de seus mistérios, indo mais além do que outros Mestres se aventuraram a ir. Ele era visto com muita admiração pela maioria dos Jedi. Porém, o início da carreira de Qui-Gon foi marcada pelo seu fracasso com um estudante chamado Xanatos. O Padawan era influente na Força, mas muito ambicioso e impaciente. Xanatos deixou a Ordem para unir-se ao seu pai, Crio, em uma guerra civil planetária. Circunstâncias acabaram por fazer os caminhos de Qui-Gon e Crion se cruzarem, e na batalha resultante Qui-Gon foi forçado a matá-lo. Xanatos ficou furioso. Lutou com seu Mestre e fugiu, desaparecendo nos confins da galáxia. Ele retornou, aparentemente como um homem mudado, mas planejava secretamente matar Qui-Gon e seu jovem Padawan chamado Obi-Wan Kenobi. A dupla escapou e Xanatos fugiu novamente.

A experiência deixou Qui-Gon desapontado quanto à suas habilidades como professor. Ele teve dificuldade em aceitar o jovem Kenobi como seu Padawan, mas finalmente, os dois ficaram tão íntimos quanto pai e filho. Eles participaram de muitas aventuras ao redor da galáxia, inclusive de uma guerra entre os colonos Wookiee e as tropas da Federação do Comércio em Alaris Prime. Ele também acreditava que tinha encontrado o Escolhido durante uma missão no distante planeta Tatooine: um menino escravo chamado Anakin Skywalker. Ele acreditava que a vontade da Força os teria unido. Mas no final, apesar de toda a sabedoria e intuição de Qui-Gon, e de sua habilidade e destreza com o sabre-de-luz, ele foi morto pelo Lorde Sith Darth Maul num duelo durante a Batalha de Naboo. Obi-Wan vingou sua morte e aceitou o último desejo do seu Mestre: treinar o menino Anakin Skywalker para ser um Jedi Padawan.

BiografiaEditar

JuventudeEditar

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Qui-Gon jovem.

Nascido muitos anos antes da Batalha de Yavin, Qui-Gon foi levado como uma criança á Coruscant para ser treinado nos caminhos Jedi. Ele manteve alguns laços ao seu planeta de origem. Aos dez anos de idade, Qui-Gon participou de um torneio onde mostrou a Dooku suas habilidades. Pouco tempo depois, Dooku o tomou como aprendiz. Juntos, Dooku e Qui-Gon embarcaram em inúmeras missões ao redor da galáxia. Em uma missão notável, os dois foram enviados para acompanhar o Senador Blix Annon, em uma missão diplomática. Contudo, a sua nave espacial foi invadida por piratas. Seu líder era Lorian Nod, um Jedi Caído que já foi próximo de Dooku. Os dois batalharam e Qui-Gon viu seu mestre lutar enfurecido pela primeira vez. Quando Qui-Gon notou que Dooku pretendia matá-lo, foram suas palavras que lhe fizeram parar. Após essa missão, os dois partiram em outra missão juntos, mas esta, seria a última. Quando retornaram, Dooku afirmou que a única fraqueza de Qui-Gon era sua compaixão por toda a vida. Qui-Gon reencontrou-se com Tahl, uma amiga que fez aos oito anos de idade.

Cavaleiro Jedi e XanatosEditar

Qui-Gon tornou-se um Cavaleiro Jedi, e o Conselho sugeriu que ele tomasse um padawan para si, mas ele preferiu não fazê-lo. Ele sentiu que não estava pronto, e nos anos seguintes, executou missões individuais para a Ordem. Ele descobriu um garoto de Telos IV que possuía uma grande conexão com a Força, e decidiu tomá-lo como seu aprendiz. Seu nome era Xanatos.

Muitos Mestres, inclusive Yoda, mostraram sua preocupação quanto á Xanatos, então, Qui-Gon, Xanatos, Orykan Tamarik, um padawan que não possuía mestre e Tahl foram enviados á Telos onde o pai de Xanatos, Crion, havia tornado-se um tirano, governando o planeta com punho de ferro, para testar sua filiação á Ordem. Contudo, Xanatos decidiu trair a Ordem e juntar-se á seu pai. Ele foi então, confrontado por Qui-Gon, mas escapou, jurando vingança pela morte de seu pai.

Mestre de Obi-Wan KenobiEditar

Inicialmente, Qui-Gon temia tomar outro aprendiz, já que o seu último aprendiz havia pendido para o Lado Negro da Força. Em 44 ABY, 9 anos desde seu último aprendiz, Yoda encorajou Qui-Gon á tomar outro Jedi como seu aprendiz. Embora Qui-Gon estivesse relutante, decidiu assistir á um torneio dos antigos estudantes do Templo. Ele assistiu uma luta entre Obi-Wan Kenobi e outro Jedi, mas foi enviado á Bandomeer antes que pudesse fazer qualquer coisa. Em Bandomeer, ele encontrou Obi-Wan novamente, que havia sido enviado á Bandomeer para ajudar uma organização de agricultura.

Na nave de transporte, Obi-Wan o ajudou á defender um grupo de Arconas de uma organização criminosa. Como mestre e aprendiz, os dois foram enviados por inúmeras missões ao redor da galáxia. Junto á outros Jedi, os dois realizaram missões no período que antecedeu as Guerras Clônicas. Conforme a relação entre os dois cresceu, eles formaram um laço do tipo pai-e-filho, criando uma ligação um ao outro. Qui-Gon continuou á passar para Obi-Wan sabedoria e conhecimento.

A Morte de TahlEditar

Em 41 BYY, a relação entre Tahl e Qui-Gon é abalada. Tahl havia tomado Bant Eerin, um amigo próximo de Obi-Wan, como seu aprendiz, e Qui-Gon tentou ajuda-la para que o seu aprendiz não terminasse como Xanatos. A tensão despertou nos dois uma mútua relação amorosa. Contudo, eles botaram os ensinamentos do código Jedi em primeiro lugar, e ignoraram os seus sentimentos. Enquanto treinava com Obi-Wan em Ragoon IV, Qui-Gon passou á sofrer ao sonhar com Tahl em circunstâncias fatais. Após retornar á Coruscant, Qui-Gon requisitou que fosse enviado com Tahl á sua próxima missão. Tahl, contudo, negou sua oferta e procedeu sozinha, deixando Eerin no Templo. Três semanas se passaram e nada havia sido ouvido de Tahl. Qui-Gon e Obi-Wan partiram em busca de Tahl, contra as ordens do Conselho. Depois uma longa procura, eles a encontraram, salva e sã. Ao se verem novamente, Qui-Gon e Tahl admitiram seus sentimentos.

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Qui-Gon perigosamente pende para o Lado Negro da Força.

Eles resolveram priorizar a missão e resolver seus sentimentos quando a tarefa estivesse completa. Contudo, um pouco tempo depois, Tahl foi sequestrada por Balog. Quando Qui-Gon e Obi-Wan os encontraram, Tahl havia sido drogada por Balog e morta. A morte de Tahl fez com que Qui-Gon entrasse em um grande estado de depressão. Ele se culpava, e também, lembrou do seu passado com Xanatos. Ele jurou vingança e priorizou buscar e matar Balog. Obi-Wan, preocupado, tentou dizer á seu mestre que ele havia feito o possível para salvá-la, mas isso não o confortou. Depois de encontrar Balog, Jinn o confrontou e tentou matá-lo, contudo foi interrompido por uma voz que implorava que ele não o fizesse. Devido á isso, Qui-Gon notou que o caminho que estava trilhando era o do Lado Negro e desativou seu sabre de luz. Depois de prender Balog, Qui-Gon agradeceu á Obi-Wan por ter lhe dito aquelas palavras. No entanto, Obi-Wan afirmou que ele não havia dito nada. Então Qui-Gon percebeu que a voz que ouviu foi a voz de Tahl. Os Jedi retornaram á Coruscant e Tahl teve um funeral apropriado.

Prisioneiro de Jenna Zan ArborEditar

Em 43 ABY, Qui-Gon e Obi-Wan investigaram uma série de estranhos assassinatos onde o sangue dos corpos das vítimas era drenado inteiramente. A investigação os levou ao famoso cientista Jenna Zan Arbor. Eventualmente, descobriram que o caçador de recompensas Ona Nobis estava por trás dos assassinatos, mas não conseguiam descobrir quem era seu cliente. Ao confrontar Ona Nobis, Qui-Gon pôde infiltrar-se em sua nave, e foi então, feito prisioneiro de Jenna Zan Arbor. Jenna, que buscava uma forma de transformar sensitivos á Força em seres normais, começou inúmeros experimentos em Qui-Gon, drenando seu sangue e o torturando para testar seus limites. Obi-Wan, com a ajuda de Tahl, Adi Galia e Siri Tachi, consegue libertá-lo e prender Zen Arbor. Presume-se que Ona Nobis, a caçadora de recompensas, morreu ao tentar matar Obi-Wan.

Katarnbarcrop Nunca confie num barman com gramática ruim.

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Prestando serviços à BaronesaEditar

Qui-Gon protege Omnino

Qui-Gon protege a Baronesa.

Quando a Baronesa Omnino retornou á território da República, Obi-Wan e Qui-Gon secretamente escoltaram sua chegada, pois ela não queria Jedi envolvido na sua escolta. Então, um dos seus guardas é manipulado por um usuário da Força para atacá-la, e Qui-Gon a defende dos disparos. O guarda corre, mas Obi-Wan é capaz de atirar em seu corpo mais tarde. Então, a Baronesa mostra ingratidão e arrogância, ao reclamar porque pediu que os Jedi não se envolvessem na sua escolta. Qui-Gon e Obi-Wan vão relatar isso ao Alto Conselho, e Qui-Gon pede a Yoda para investigar sobre quem teria controlado telepaticamente o guarda para atacar a Baronesa, no entanto, a Baronesa pediu ao Conselho que Qui-Gon lhe servisse como seu guarda. Obi-Wan e Qui-Gon vão encontrá-la no zoológico holográfico do Chanceler Finis Valorum. Então, durante seu tour pelo zoológico, ela pede desculpas por ter sido rude. Mas então, o Chanceler chega com a notícia de que seu filho, Sando, havia enviado uma mensagem de angústia de sua nave e de que ela estava á muitos anos-luz do curso da rota de Vena. Ele diz que uma equipe de resgate já foi enviada, mas Omnino pediu á Qui-Gon que ele salvasse seu filho.

Então, Qui-Gon afirma que partirá imediatamente. Já em uma nave, no espaço, enquanto jogavam Dejarik, Obi-Wan diz que a baronesa parecia ter achado uma nova fé nele, mas Qui-Gon diz que ela é apenas uma mãe preocupada. Na sala de comando, eles são informados de que haviam encontrado o sinal da nave de Sando e o da nave de resgate. Eles encontram a nave de resgate e o cargueiro que transportava Sando lado á lado, e Obi-Wan e Qui-Gon descem, notando que a nave foi palco de tiros. Não encontrando nada, eles partem para o cargueiro de Sando. Lá, eles encontram inúmeros corpos, inclusive o de um Savrip mantelliano, próximo á uma jaula. Obi-Wan encontra o corpo de Sando e então, eles são surpreendidos por um vivo, e ele ataca Obi-Wan, que corta seu braço esquerdo com o seu sabre de luz. O Savrip o joga no chão e então, Qui-Gon o mata. Após ponderar sobre o porque de um Savrip estar em um cargueiro, Qui-Gon afirma que os savrips são nativos do planeta Ord Mantell, e que encontrarão respostas lá. Á caminho de Ord Mantell, Obi-Wan diz que a Galáxia seria melhor sem monstros como os Savrips, lamentando a morte da tripulação da nave de resgate e do cargueiro. Qui-Gon diz que aquele foi o comentário mais repugnante que já havia ouvido de Obi-Wan, e sugere que quando ele estiver preocupado em curar sua consciência, ele meça suas palavras. Chegando á Ord Mantell, eles falam com um alienígina que é o responsável pelas chegadas em Ord Mantell. Ele pede seu nome, mas Qui-Gon confunde sua mente para que ele acredite que não precisa saber seu nome. Qui-Gon pede que ele lhe diga aonde pousou a nave de Sando quando ela veio á Ord Mantell há três dias.

Obi-Wan-e-Qui-Gon

Qui-Gon e Obi-Wan são surpreendidos pelos dróides.

Ele lhes diz que uma nave de Vena fez uma entrega na Usina de Umidade Valente. Então, mais uma vez, Qui-Gon manipula sua mente para que ele lhe dê a chave de um speeder. Então, á caminho da Usina, Obi-Wan questiona seu mestre pelo fato dele confundir o sujeito. Qui-Gon lhe diz que na próxima vez que precisarem de um speeder urgentemente, deixará que Obi-Wan cuide disso. Quando eles chegam á Usina, Obi-Wan diz que o lugar parece abandonado. Então, eles são surpreendidos por diversos dróides armados, apontando rifles e blasters para eles. Obi-Wan avisa seu mestre de que as saídas foram fechadas, e então, os dróides abrem fogo contra os dois. Quando o fogo é cessado, eles notam que Obi-Wan e Qui-Gon ainda estão vivos, agarrados á um cano no teto. Então, eles saltam sobre os dróides e começam á atacá-los. Eles destroem inúmeros dróides, até a chegada de Orin Bold, o dono da Usina. Ele ordena que os dróides cessem os disparos, e então, conversa com os Jedi. Ele teme que o barão de Ord Mantell, Taxer Sundown, teria mandado os dois para matá-lo. Então, a filha de Orin, Nella Bold, chega. Qui-Gon lhes questiona sobre a nave de Sando, e diz que segundo as autoridades do porto, ela teria pousado ali. Orin afirma que as autoridades poderiam ter sido facilmente subornadas. Nella afirma que jamais ouviu falar de Sando, e Obi-Wan conta que sente que eles estão falando a verdade.

Nella lhes dá as coordenadas de Sundown, que era um criminoso local. Ela os leva até lá em seu voador, dizendo que com o speeder levariam horas. No seu voador, Obi-Wan pergunta á Nella se não pegaria alguma doença ao tocar nele. Ela diz que ele está em perfeita condições e que trocou o exaustor e o acelerador ela. Obi-Wan pergunta se aquilo era legal, e ela diz que, para todo caso, havia posto um saco de vômito no voador para "maricas" como ele. Ela também conta para eles que Taxer Sundown era um Jedi. Nella avista um grupo de savrips em uma colina, e tenta disparar contra eles, pois um savrip havia matado sua mãe. Qui-Gon manipula suas mãos para soltarem dos controles do voador enquanto Obi-Wan assume o controle da nave. Qui-Gon diz que não iriam matar os savrips, pois eles eram inocentes. Então, eles chegam ao território de Sundown, eles pousam na doca de um amigo de Nella. Nella se sente mal, desidratada. Então, os três são abordados por um holograma de Sundown, que diz que esperava por eles e que sua investigação terminaria agora.

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Qui-Gon e Obi-Wan atacam os soldados de Sundown.

Então, Obi-Wan e Qui-Gon avistam diversos humanos empunhando sabres de luz. Nella se esconde enquanto os dois os combatem, duelando com todos eles e os derrotando. Nisso, uma nave surge e captura Nella. Qui-Gon interroga um dos homens e ele diz que a nave foi para o esconderijo de Sundown, á quinze quilômetros dali. Então, Obi-Wan diz que pode dirigir o Incom de Nella, mas vê que ele foi roubado. Então, eles utilizam outro veículo para resgatá-la. Eles avistam a nave que a sequestrou destruída em uma colina, e então, notam vários soldados de Sundown mortos ao seu redor. Obi-Wan encontra o seu capacete, e Qui-Gon diz que parece ter sido trabalho de Savrips e que ela ainda pode estar viva, e que irá achá-la. Eles interceptam um soldado de Sundown e ele lhes diz que Sundown está á caminho da fazenda de Orin. Qui-Gon vai atrás de Nella no acampamento dos Savrips enquanto Obi-Wan vai atrás de Sundown. Qui-Gon, no acampamento dos Savrips, ele encontra Nella e lhe diz que os Savrips a salvaram. Então, ele explica aos Savrips, que falam seu idioma, que ele não pretende machucá-los. Mawkram, o seu líder, conta que jamais machucaram a mãe de Nella, que os culpava pela sua morte. Então Mawkram e os outros os carregam nas costas por uma colina para poderem ter uma visão privilegiada da fazenda.
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Qui-Gon Jinn mata a Baronesa Omnino.

Obi-Wan parte em busca de Sundown em um swoop, mas Sundown encontra Qui-Gon e Nella. Ele dispara contra os dois, mas Obi-Wan, em cima do swoop, corta uma das asas da nave de Sundown, a derrubando. Então, ele para em cima da colina, encontrando-se com Obi-Wan e Nella. Então, eles veêm a baronsa Omnino chegando em sua nave. Qui-Gon então, desvenda todo o mistério por trás da morte de Sando. A baronesa Omnino havia aliado-se á Taxer Sundown para manchar o nome dos Jedi, em busca de vingança. Ela manipulou os Savrips para agarrarem Obi-Wan, Qui-Gon e Nella. Ela havia rendido o Chanceler Valorum, e agora, Vena tinha acesso ilimitado á Ord Mantell e fazia parte da República. Então, Qui-Gon fingiu submeter-se á virar seu guarda pessoal. Ela o soltou e então, ele a decapitou. Todos os seus guardas e o Chanceler saíram do seu controle psíquico. Os moradores de Ord Mantell atiraram nos Savrips, preocupados. Qui-Gon os conta que os Savrips são, na verdade, seres pacíficos. No caminho de volta para casa, Obi-Wan pergunta á Qui-Gon se quando eles se separaram, ele teria enviado Obi-Wan atrás de Sundown para evitar que ele confrontasse os Savrips. Qui-Gon responde que não, ele teria enviado Obi-Wan atrás de Sundown para evitar que Obi-Wan fosse confrontado pelos Savrips. Então, Obi-Wan diz ter um tabuleiro de Dejarik com ele e pergunta á seu mestre se ele está interessado em jogar. Qui-Gon responde que não, e ele concorda, dizendo "Nem eu".

Bloqueio de NabooEditar

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Qui-Gon-Jinn durante o Bloqueio de Naboo.

32 anos antes da Batalha de Yavin, ele e seu padawan Obi-Wan Kenobi foram enviados a Naboo para resolver a crise: A Federação de Comércio bloqueou o planeta com uma frota de naves de batalha. Então, o Supremo Chanceler Finis Valorum enviou Jinn e Kenobi como embaixadores para acabar com o conflito de forma pacifica.

Ao chegarem na estação, uma dróide chamada TC-14 avisou aos líderes da Federação, Nute Gunray e Rune Haako que desconfiava que os embaixadores eram cavaleiros Jedi. Assim tornou-se prioridade que eles fossem eliminados. No hangar, a nave da República, a Radiant VII foi destruída junto com os pilotos enquanto a ventilação da sala de conferência lançava um gás mortal nos cavaleiros.Os cavaleiros jedi sobreviveram e facilmente derrotaram os droides que esperavam do lado de fora. Qui-Gon tentou destruir a porta da ponte de controle, mas a chegada de Droidekas forçaram-nos a fugir. Usaram um dos transportes que iam invadir Naboo para chegar ao planeta. Em Naboo, Qui-Gon conheceu Jar Jar Binks, um Gungan que os levou até Otoh Gunga, onde o Chefe Nass lhe deu um transporte para que chegassem à Theed, a cidade capital. Lá, eles salvaram a rainha e fugiram em sua nave. Quando se aproximaram do bloqueio, foram atingidos e tiveram que fazer um pouso forçado em Tatooine. Em Tatooine, Qui-Gon encontrou Anakin Skywalker.

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O Aprendiz de Darth Sidious, Darth Maul, mata o Mestre Jedi Qui-Gon Jinn

O Conselho decidiu não treinar o joven Skywalker. Jinn desobedece e vai a Naboo escoltar a rainha Padmé Amidala. Em Naboo Amidala faz um acordo com o Chefe Gungan Nass; Qui-Gon enfrenta Darth Maul, juntamente com Obi-Wan, e quase o derrota. Mas Darth Maul consegue separar os dois e luta com Qui-Gon, enquanto Obi Wan tem de ver o combate, atrás de um muro de laser. Batendo duas vezes com o punho do sabre de luz em Qui-Gon, Darth Maul desorienta Jinn durante um momento, que é fatal para este. Maul apunha-lo. Pouco depois, Maul é recebe um golpe mortal de Obi-Wan, e é lançado para o fundo de um poço, porém sobrevive. No seu leito de morte, Qui-Gon faz Obi-Wan Kenobi prometer que treinará o jovem Skywalker; mais tarde é mencionado como aquele que descobriu como ganhar a imortalidade após a morte, ensinando Yoda e Obi-Wan Kenobi como o fazer.

LegadoEditar

"Quando você viaja o universo com Qui-Gon Jinn, tende á aprender várias coisas. "
―Obi-Wan Kenobi para Anakin Skywalker
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Qui-Gon Jinn aparece para Obi-Wan Kenobi.

Depois de ser morto por Darth Maul em Naboo, Qui-Gon Jinn continuou á ter uma grande influência no futuro dos Jedi. Ele comunicou-se diversas vezes com Yoda através da Força de maneira sútil até se revelar em 19 ABY. Ele tentou, sem sucesso, comunicar-se com Anakin Skywalker para prevení-lo de causar uma chacina em um acampamento do Povo da Areia, que havia matado sua mãe. Durante as Guerras Clônicas, ele apareceu para Obi-Wan Kenobi durante sua visita á Mortis.

PersonajeP
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