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Palpatine

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Palpatine

Supreme Chancellor Sith

Informações biográficas
Planeta natal

Naboo

Data de nascimento

82 ABY (47BrS:8:11)

Data de morte
Descrição física
Espécie

Humano

Gênero

Masculino

Altura

1,73 metros, anteriormente 1,78 metros

Cor do cabelo

Ruivo, mais tarde Branco

Cor dos olhos

Azuis, amarelos (Lado Negro)

Informações políticas e cronológicas
Era(s)
Afiliação
Mestres conhecidos

Darth Plagueis

Aprendizes conhecidos
"Tudo está acontecendo como eu previ."
―Palpatine[fonte]

Palpatine, também conhecido como Darth Sidious, foi o último Chanceler Supremo da República Galáctica e o primeiro Imperador do Império Galáctico. Ele foi um Lorde Sombrio de Sith que seguiu a Regra de Dois e foi considerado um dos mais poderosos Lorde Sith que já existiram. Palpatine conseguiu estabilizar seu Império com um plano-mestre minuncioso, que involveu as Guerras Clônicas, um conflito entre a Galáxia inteira, e custou bilhões de vidas para ser bem-sucedido. Palpatine liderou tanto a República Galáctica, quanto a Confederação de Sistemas Independentes, o que permitiu que ele prolongasse a guerra ao máximo para aumentar seus poderes executivos no Senado Galáctico.

Quando seu poder como Chanceler chegou ao pico da ditadura, Palpatine aboliu a República e implantou o primeiro Império Galáctico. Com este ato, o Imperador Palpatine efetivamente tinha controle sobre a Galáxia, e estava pronto para criar o Exército Imperial, uma das forças militares mais poderosas que já havia existido. Por dezenove anos, a ditadura de Palpatine não teve muita oposição, até que um grupo de Senadores Imperiais fundaram a Aliança para Restauração da República. A Guerra Civil Galáctica iria durar por muitos anos, porém em 4 DBY, ele foi morto por Darth Vader, seu antigo Aprendiz Sith que se redimiu e cumpriu a profecia do Escolhido, durante a Batalha de Endor. Contudo, isso não significava o fim do Império.

Seu espírito viajou para Byss, onde incorporou-se em um clone que Sidious havia preparado anteriormente. Seis anos após sua primeira morte sobre Endor, ele lançou uma ofensiva massiça sobre o centro da Galáxia e quase conseguiu destruir a Nova República. As vitórias, entretanto, não iriam continuar por muito tempo, já que seus clones haviam sido sabotados por um velho Guarda Real do Imperador, Carnor Jax. Palpatine foi morto pela última vez durante uma tentativa de possuir o corpo de Anakin Solo em Onderon, quando, depois de Han Solo atirar em Sidious, Empatojayos Brand, um Cavaleiro Jedi, vinculou sua alma com a dele, arrastando Palpatine para os caminhos mais profundos da Força.

BiografiaEditar

JuventudeEditar

"Até quando era bebê, ele era feio!"
Han Solo, comentando sobre a aparência de um feto clone de Palpatine[fonte]

Informações precisas sobre um jovem Palpatine são extremamente difíceis de se achar. Arquivos pertencentes ao seu passado, à sua família e a sua educação sumiram misteriosamente no início da Nova Ordem. O mais provável é que esses arquivos tenham sido destruídos para encobrir sua verdadeira identidade Sith, mas há outra explicação, talvez menos provável, de que nunca houve um Palpatine nascido em Naboo; Darth Sidious, cujo nome verdadeiro antes de se tornar um Sith é completamente desconhecido, criou o nome Palpatine com o único objetivo de se infiltrar na política, e assim não haveria registros sobre um ancestral fictício ou familiares para destruir.

Local de nascimentoEditar

Palpatine nasceu em Naboo, um planeta localizado na região posterior ao Setor Chommell na Orla Média. Ele morou na capital planetária Theed, mas não é certo que este seja o lugar onde nasceu.

FamíliaEditar

Os nomes dos pais de Palpatine nunca foram descobertos, porém como ele descreve a si mesmo como um nobre (vide Rebel Alliance Sourcebook), logicamente seus pais também eram de linhagem nobre. Ele não era filho único; a existência de uma sobrinha remota, Ederlathh Pallopides (nascida em 4 DBY), indica que ele tinha pelo menos um irmão, cujo nome e sexo são desconhecidos.

Darth Plagueis e Darth SidiousEditar

Palpatine e plagueis

Um jovem Palpatine sob treinamento com Darth Plagueis.

"Diga-me o que você considera como sua maior força, então eu saberei como minar você melhor; diga-me seu maior medo, e eu saberei o que forçarei você a enfrentar; diga-me o que é mais precioso para você, e eu saberei o que tirar de você; e diga-me o que você vai suplicar, e eu saberei o que negar à você..."
Darth Plagueis[fonte]

IniciaçãoEditar

Assim como informações sobre a juventude de Palpatine são raras, sua trilha para o Lado Negro da Força é ainda mais. Basta dizer que um Sensitivo da Força escapou aos olhos do Conselho Jedi e seus talentos foram parar nas mãos de um Lorde Negro dos Sith Muun chamado Darth Plagueis.

Tendo julgado o jovem Palpatine digno de se juntar aos Sith, Darth Plagueis o iniciou nas artes do Lado Sombrio. Uma antiga tradição dos Sith é a de que um jovem aprendiz tem que cometer um assasinato de alguém próximo à ele para provar esse merecimento. Ainda que não haja pista alguma sobre esse assasinato, Darth Plagueis não seria um Sith que abandonaria tal tradição. E nem Sidious abandonaria também, vendo que Darth Maul quase matou o próprio mestre, Darth Tyranus matou seu melhor amigo Zaifo-Vias e Darth Vader participou da morte de Mace Windu.

Desde a época de Darth Bane, é comum para os Sith terem seus nomes iniciados pelo título Darth. Muitos fatores são considerados, entretanto, para decidir o segundo nome de um Lorde Sith. Ao menos um é observado em quase todas as cerimônias Sith, em que o mestre entra em uma certa conexão com a o Lado Negro que dá inspiração e uma resposta. Foi essa inspiração que levou Darth Plagueis a nomear Palpatine como Darth Sidious.

Treinamento e Assasinato de PlagueisEditar

"Meu mentor me ensinou tudo sobre a Força, até mesmo a natureza do Lado Sombrio."
―Palpatine para Anakin Skywalker[fonte]

É dito que o treinamento de Darth Sidious durou muitas décadas, mas não há nenhuma data precisa de quando se iniciou e quando terminou. Naquele tempo, Plagueis treinou Sidious na tradição de Darth Bane. Durante o treino, Plagueis permitiu a Palpatine acesso à inúmeros holocrons Sith originais, diferentes daqueles que os Jedi consideravam verdadeiros em sua Biblioteca. Este foi um dos inúmeros truques que os Sith tinham para manter seus segredos somente para sua Ordem.

Com Plagueis, Sidious estudou profundamente a história dos Sith, aprendendo sobre os Lordes Sith de eras antigas e de eras mais recentes, como Darth Bane. Os ensinamentos de Plagueis eram brutos, contudo tornaram Palpatine um dos maiores Sith desde Bane.

Enquanto isso, Plagueis estava obcecado com a imortalidade. Ele mergulhou em antigos ensinamentos já esquecidos que diziam que era possível não deixar vidas desaparecerem e até reviver aqueles que já tinha morrido.

Tanto os Jedi quanto os Sith procuraram em vão uma forma de evitar a morte. Dois dos maiores Sith da antiguidade, Darth Sion e Darth Andeddu, supostamente alcançaram tais segredos, mas parecem ter se perdido durante os milhares de anos que se passaram desde então. Eventualmente, Plagueis contou a Sidious sobre um experimento de influência sobre os Midi-chlorian de tamanha magnitude que iria criar vida diretamente da Força. Plagueis garantiu que a criança que resultaria, teria poderes sobre a Força que jamais haviam sido vistos.

Sidious imediatamente suspeitou que a real intenção de seu mestre era ter esse experimento como seu novo aprendiz. Com sua posição ameaçada, Sidious decidiu que já havia aprendido tudo que podia de seu mestre e que a linhagem já estava segura, pois ele já tinha seu próprio aprendiz secreto, Darth Maul. E então, Sidious matou Plagueis enquanto este dormia e tomou o título de Mestre Sith para si mesmo. Para evitar que o mesmo acontecesse com ele, sempre contou o mínimo sobre o seu ex-mentor ao seus aprendizes. Durante uma boa parte de sua vida, ele ficaria de guarda, jurando a si mesmo de não cometer o mesmo erro de Plagueis.

Enquanto isso surgiam evidências de que o experimento de Plagueis havia tido algum resultado: em um distante planeta desértico chamado Tatooine, uma escrava humana chamada Shmi Skywalker deu a luz a um menino sem pai chamado Anakin Skywalker. Sidious sempre manteve um olho no jovem garoto que tinha mais de 20.000 Midi-Chlorians por célula (cerca de oito vezes mais do que um humano comum), visto que seria um aprendiz muito mais poderoso do que Darth Maul.

O Treinamento de Darth MaulEditar

"Você sente a raiva? É a fonte de sua força. Você ainda me odeia. Não importa. Hoje você se entregou em minhas mãos. Eu tenho o poder de vida e de morte sobre você, Maul. Um dia, você terá esse poder sobre outro. É a honra dos Sith. Você se devotará à idéia de dominação."
―Darth Sidious
YoungSid1

Sidious no tempo que conheceu Darth Maul.

Pouco tempo depois de assasinar Plagueis, Palpatine raptou um jovem Zabrak de sua família em Dathomir, e começou a treiná-lo como um Sith. Não foi sem precendentes que Palpatine escolheu um Zabrak como aprendiz. Em épocas passadas, os Sith, sabendo da força dos Zabrak, fizeram contatos lucrativos com Iridonia, e gastaram somas exorbitantes para contratá-los como mercenários. Muito tempo depois da cultura Sith ter desaparecido, a influência dessa cultura continuou entranhada em Iridonia. Zabraks são conhecidos por aguentar doses extremas de dor, mas nada poderia ter preparado o jovem Maul para as brutalidades do treinamento de Palpatine. Apesar de tudo, Maul sempre manteve o maior respeito pelo homem e manteve sua lealdade fanática também.

Uma visita ao Templo JediEditar

Darth Maul era muito jovem, tão jovem que pouco se lembrava de memórias anteriores a essa (por volta de 54 à 52 ABY). Darth Sidious o levou para o Templo Jedi, ambos disfarçados como turistas. As habilidades de Sidious com o Lado Negro podiam manter ele e seu aprendiz ocultos aos Jedi, através da Força, porém não podiam entrar no Templo. Então os dois passaram grande parte do dia nas proximidades da entrada, com Sidious mostrando diversas faces de seus inimigos que entravam e saiam.

Os Preparativos FinaisEditar

Então chegou o dia do teste final de Maul. Palpatine o mandou para um planeta remoto, onde ele foi caçado por dróides por um mês. No fim do mês, Maul achou Palpatine esperando dentro de uma caverna. O jovem Zabrak não tinha comido nada havia diversos dias e estava completamente exausto. Mesmo assim, Palpatine o desafiou para um duelo, no qual Maul foi facilmente vencido. Palpatine chegou próximo ao rapaz derrotado e disse que havia preparado um outro aprendiz caso Maul falhasse como falhou. Irado, o jovem Zabrak saltou sobre Palpatine para matá-lo, mas seu mestre, ainda que pego desprevinido, conseguiu desarmá-lo. Mesmo sem arma, Maul continuou atacando até ser completamente derrotado. Satisfeito, Sidious anunciou que o treinamento de Darth Maul estava completo e que ele agora era um Lorde Sith.

Vale lembrar que além de se encarregar do treinamento de Darth Maul, Sidious teve que lidar com vários adeptos do Lado Sombrio, antes de poder lançar seu grande plano que levaria a extinção da Ordem Jedi. Um exemplo disso, seria a organização dos Profetas do Lado Negro, liderada pelo ex-Mestre Jedi Kadann, que estava sob o controle direto de Sidious.

A Ascenção de Palpatine (82 ABY-32 ABY)Editar

"Esse Palpatine era um Rodiano com roupas de Ewok!"
Mon Mothma[fonte]

O começo da carreira política de PalpatineEditar

Palpy30

Palpatine logo após ser nomeado Senador de Naboo.

Palpatine começou sua carreira política quando jovem, cuidadosamente escondendo sua identidade de Sith Darth Sidious. Em Naboo, funcionários públicos tinham que começar a trabalhar com idade de 12 à 20 anos, e ele não foi exceção. Mas ao contrário da maioria dos Naboo, preferiu ficar na política por mais tempo do que o aceito. De fato, ele perdeu mais eleições do que ganhou.

Quando o Senador Vidar Kim, representante de Naboo no Senado Galáctico, foi assasinado por um atirador nunca identificado em 52 BBY, Palpatine, em seus trinta anos, candidatou-se para sucedê-lo. E o povo elegeu Palpatine para representar Naboo e outros trinta e cinco planetas afiliados do Setor Chommell.

A estátua SistrosEditar

Quando Palpatine veio pela primeria vez a Coruscant para iniciar seu serviço no Senado, trouxe com ele itens pessoais de Naboo, acompanhados por um manifesto. O manifesto era enviado para os oficiais da República para fazer parte de uma checagem de segurança. Esse procedimento era obrigatório para todo equipamento e acessório que entra no prédio do Senado. Um desses ítens era uma escultura abstrata de Sistros, um dos Quatro Filósofos de Dwartii (que eram filósofos que viveram durante os primeiros dias da República, os outros eram Faya, Yanjon, e Braata).

Palpatine declarou claramente em seu manifesto que a escultura era uma peça única forjada inteiramente em neuranium com acabamento em bronze. Mas a escultura não era sólida; continha uma pequena cavidade cilíndrica, onde ficava um de seus sabres de luz Sith, selada na escultura na forja. A segurança não detectou a cavidade; neuranium era tão denso que qualquer peça escondida dentro dele não podia ser percebida, e já que nada fora do comum foi encontrado pelos scanners, ninguém questionou sobre a peça depois. Um detector de gravidade e densidade avançado teria revelado que a estátua pesava menos do que se fosse inteiramente sólida, mas ninguém da segurança pensou em fazer tal coisa com um homem como Palpatine e com um dos Naboo, que, afinal, eram amantes das artes, sejam elas quais forem. A escultura foi admitida e colocada no escritório de Palpatine, que teve o chão reforçado para aguentar seu peso. E quando Palpatine foi eleito Chanceler ela foi movida para sua antecâmara oficial. Somente trinta e três anos depois, Palpatine iria retirar o sabre de dentro da escultura.

A primeira "amizade" do SenadorEditar

"Através de mim, você terá uma voz nas sombras da República. Através de você, eu entenderei melhor os Jedi e seus caminhos."
―Palpatine para Ronhar Kim[fonte]

O novo representante do Setor Chommell não perdeu tempo para formar novos relacionamentos que poderiam ajudá-lo no futuro. O primeiro foi com o filho do homem que teve que morrer para Palpatine ter o cargo que tinha. Ronhar Kim era um Jedi que havia renunciado seus laços familiares, mas esteve presente no momento em que seu pai foi assasinado. Palpatine se aproximou de Kim no momento em que este segurava o corpo de seu pai. Sob sua máscara de pena e condolência, ele estudou Kim cuidadosamente, e disse pouco. Ao invés disso, demonstrou uma arte que o serviria bem, a de ouvir os outros, de servir como um confidente.

Durante suas conversas, tournou-se claro rapidamente que, ao invés de achar o culpado pela morte de seu pai, Kim estava mais preocupado com sua próprias escolhas na vida: Vidar Kim queria que seu filho honrasse sua linhagem e se tornasse um político. Mas Palpatine disse que seria um desperdício ter um Jedi na política. Talvez, para ele, fosse melhor se tornar uma alinaça entre um Jedi e um político.

Kim concordou com isso e tornou-se um grande amigo de Palpatine, amizade essa que duraria mais de três décadas. Ronhar Kim seria a primeira "aliança" particular com um Jedi por Palpatine, mas essa em especial teria um grande uso para ele: Kim seria usado como um peão no esquema que resultaria na criação dos temidos Guardas Vermelhos (32 ABY), e sua morte na batalha em Merson (21 ABY) seria uma propaganda a favor do aumento de poderes de Palpatine. Por essas razões, pode se dizer que grande parte do complô para destruir os Jedi foi atribuído a Ronhar Kim, que não soube de nada.

Palpatine no SenadoEditar

Quando Palpatine pisou pela primeira vez no Senado, ele já sabia que os mais proeminentes do Senado não espervam muito mais do que nada dos novatos. Ele sabia também que uma pessoa dos planetas Rimward, considerados caipiras que nunca saiam de seus próprios planetas, não alcançaria rapidamente o poder de influência que um político de Coruscant tem.

Ao invés de tentar provar que a elite estava errada, como muitos outros, Palpatine encorajou essa elite a continuar pensando assim. Novamente, ele falhou em tomar vantagem de oportunidades que poderiam tê-lo levado a níveis mais importantes e poderosos da política, e, a menos que fosse pressionado, ele nunca dividia suas opiniões com seus colegas; aparentemente, ele deixou que seu avanço fosse devagar para que diminuísse a quantidade de rivais em potencial. Essa performance evidentemente funcionou; os Senadores poderosos eram arrogantes demais para dar atenção a um novato quieto como Palpatine.

Palpatine surpreendeu a todos quando começou a ficar cada vez mais popular. Ele escreveu diversos textos sobre poder político e militar que tornaram-se famosos entre os estudantes, suas teorias foram até lecionadas em universidades espalhadas pela galáxia. Apesar de sua influêcia estar crescendo, Palpatine continuou modesto, e passava muitas horas sozinho, refletindo em seu apartamento singelo, porém bem provido. As pessoas comentavam como ele ainda poderia ser um homem tão só, raramente atendendo funções sociais, devotando todo o seu tempo em seu trabalho, Na verdade, ele gastava esse tempo todo treinando seu aprendiz Darth Maul e atendendo seus compromissos como Sith. O trabalho do dia-a-dia que o disfarçava como um leve-educado representante de Naboo era deixado para seus assistentes e dróides com TC-4.

Amigos e AliadosEditar

O Senador Palpatine começou estabelecendo relacionamentos com figuras públicas respeitadas, com ocupações chaves no governo. Quando cresceu, sua lista de amizades incluia tanto Senadores fracos quanto fortes, oficiais militares, membros de grandes órgãos de comércio e até membros da Ordem Jedi. Muitos desses amigos iriam um dia ter cargos importantes em seu Império, outros teriam destino radicalmente diferentes.

Jorus C'baothEditar

Palpatine participou de uma missão da República enviada para monitorar a delimitação de Ando, onde duas espécies nativas lutavam por direitos de espaço. Foi lá que conheceu Jorus C'baoth, um Jedi que também era membro dessa expedição. Ao retornarem a Coruscant, eles as vezes discutiam sobre política, filosofia e o estado atual da República. Eventualmente, por pedido de Palpatine, o Conselho de Reafectação Jedi enviou C'baoth para ser seu conselheiro pessoal, e C'baoth entrou para a equipe do Senador. Uma coisa que eles dicutiram durante o tempo que ficaram juntos teve consequências reais e graves: eles falaram sobre a Sociedade Extragaláctica, um pequeno e dedicado grupo de cientistas que estudavam as possibilidades de vida além da galáxia, e a idéia de uma excursão para fora da Orla Galáctica. Esse tipo de conversa iria resultar no projeto Outbound Flight.

Janus GreejatusEditar

Janus Greejatus, até então um político do Setor Chommel, se estabeleceu como um isolacionista com uma quantidade significante de pessoas o seguindo em seu planeta natal. Através de circunstâncias desconhecidas, Greejatus veio à atenção do Senador Palpatine. Palpatine não apoiou as idéias divisivas de Greejatus publicamente, pois sabia que isso só iria prejudicá-lo posteriormente, mas ele viu um uso para Greejatus e o colocou debaixo de sua asa. Os sentimentos reais de Palpatine são um mistério, mas Greejatus teve sempre a impressão de que havia uma firme amizade entre eles. Essa amizade, se realmente existiu, iria durar mais de três décadas.

Terrinald ScreedEditar

Comandante Terrinald Screed, até o momento um jovem oficial no Departamento Judicial da República, foi contatado por Palpatine, e descobriu que suas próprias idéias combinavam muito com as do Senador. Com a vinda da Nova Ordem, Screed, agora um Almirante, iria se tornar um dos mais altos oficiais da futura Frota Imperial.

Wilhuff TarkinEditar

O Tenente Governador Wilhuff Tarkin, um oficial governamental em Eriadu que descendia de uma família impiedosa e ambiciosa, foi contactado por Darth Sidious, que convenceu Tarkin de que eles realmente compartilhavam de muitos sentimentos sobre o governo. Não se sabe se Tarkin tinha qualquer idéia de que Palpatine e Sidious eram a mesma pessoa, mas ele serviu aos dois longa e fielmente. Mesmo depois da Nova Ordem, Tarkin foi convocado para a construção dos mais secretos projetos de armas de Palpatine.

Crueya VandronEditar

Lorde Crueya Vandron, o líder de uma nobre casa no Setor Senex, juntou-se a Palpatine secretamente. Depois do Império ser formado, Vandron iria se tornar um conselheiro e chefe da COMPNOR.

AiosEditar

O Senador Palpatine também trouxe seus próprios aios leais com ele, fossem eles de Naboo ou de qualquer outro lugar. Eles o serviram em papéis legais e políticos, mas também trabalharam com as vontades mais sombrias e secretas de Palpatine. Seriam esses funcionários que teriam as melhores recompensas, exceto seus cúmplices Sith, sendo agraciados durante a Nova Ordem.

Sate PestageEditar

Palpatine manteu Sate Pestage como um aio desde que era um simples funcionário em Naboo. Pestage realizava os tarefas do dia-a-dia como um aio senatorial, mas ele também sabia da identidade secreta de seu chefe como Darth Sidious e servia com prazer o Lorde Sith. Durante a Nova Ordem, Pestage foi feito Grande Vizir e ganhou o poder de controlar todo o acesso ao Imperador.

Kinman DorianaEditar

Palpatine tratou o colega de Pestage, Kinman Doriana, de maneira semelhante. Doriana tinha um tipo de desejo em ser um espião não mencionado, e Sidious aceitou isso nomeando-o para trabalhos clandestinos, mas ao contrário de Pestage, Doriana não sabia da conexão secreta entre Sidious e Palpatine. Doriana pensava que eram pessoas diferentes, e realizava trabalhos para ambos sem perceber a verdade. Seu trabalho foi tão valioso que, anos após sua morte, foi dito que Palpatine só poderia substituí-lo com três outros: Darth Vader, Thrawn, e Mara Jade.

Ars DangorEditar

O impiedoso Ars Dangor também era um aio para o Senador Palpatine durante seu mandado, porém informações a respeito de suas atividades são muito mais escassas. Dangor foi, por um tempo, líder dos Conselheiros Imperiais, e Palpatine recebeu seus conselhos sobre assuntos de segurança galáctica, especialmente aqueles ligados à Rebelião. Ele cuidava de grande parte das atividades diárias do Império e era responsável por todos os discursos por ser, assim como seu mestre, um orador poderoso e carismático.

DesestabilizaçãoEditar

Em 33 ABY, um dos aliados de Sidious, o Vice-governador Wilhuff Tarkin, ajudou a projetar o assassinato da direção da Federação do Comércio, o que transformou Nute Gunray no Vice-rei da Federação. Pouco depois, Palpatine canalizou secretamente milhões de créditos, que provavelmente foram roubados do Banco de Aargau, e depois os depositou nas contas da Família Valorum. Outro aliado de Palpatine, Sate Pestage, garantiu que a trama fosse descoberta, e relatada ao Senado, o que enfraqueceu ainda mais o governo do Chanceler Finis Valorum.

Algum tempo antes, em 32 ABY, Sidious convenceu os líderes Neimodianos da Federação do Comércio a criarem um bloqueio no planeta Naboo, em protesto contra a resolução do Senado BR-0371, uma medida que cobrava impostos sobre as rotas de comércio Rim. Sidious manteve sua verdadeira identidade em segredo, embora tenha revelado aos Neimodianos que ele era um Lorde Sith, e que tinha algum poder no Senado.

A Crise de Naboo (32 ABY)Editar

"Finalmente vamos nos revelar para os Jedi. Finalmente teremos nossa vingança."
Darth Maul falando com seu mestre

Durante o último ano, Palpatine moveu suas peças principais para suas posições. A Federação do Comércio estava irritada, ameaçada, e era conduzida por indivíduos controlados por ele. O Chanceler Valorum, também estava sob seu controle o que era uma enorme vantagem. E finalmente o monarca de Naboo havia sido substituido por um novo, tão maleável quanto o resto. Palpatine tinha agora o controle de cada lado do tabuleiro. Era a hora da próxima rodada do jogo. Esta foi a Crise de Naboo, onde todos os lados se cruzaram nos primeiros golpes paralisantes á República.

O Bloqueio de NabooEditar

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O Senador Palpatine durante a Crise de Naboo.

A Federação do Comércio rapidamente construiu suas forças no sistema de Naboo, com poder suficiente para garantir um forte bloqueio. Ao comando de Sidious eles fecharam o comércio do planeta, de forma que nehuma nave poderia pousar ou decolar. Assim que a última entrada foi fechada, a Federação agiu em protesto contra os impostos ilegais que a República cobrava contra eles. O bloqueio de Naboo era um fato consumado.

No mês seguinte, o Senado debateu sobre o assunto, mas não fizeram nada para ajudar Naboo. O representante da Federação, Lott Dod, argumentou com sucesso que nenhuma lei da República havia sido violada: não haviam atacado com suas naves e não se moveram contra Naboo. E se nenhum crime havia sido cometido, o Departamento Judiciário não poderia agir. O adiantamento enfraqueceu ainda mais o governo de Valorum que se mostrava cada vez mais impotente. Ao mesmo tempo, Palpatine manteve a Rainha Amidala sob controle, aconselhando-a a ser paciente e esperar até que o Senado chegasse a uma decisão.

No entanto, Amidala não se conteve por muito tempo e contactou pessoalmente o Chanceler Valorum, o acusando de ser o responsável pelo sofrimento de seu mundo. Encurralado pela própria consciência, Valorum decidiu agir. Ele abriu uma sessão especial no Senado para discutir sobre o bloqueio, e enviou dois Jedi para Naboo, como embaixadores, para mostrar a Federação que estava falando sério.

A Invasão de NabooEditar

Eventualmente, Palpatine soube dos embaixadores, mas não que eram Jedi, e a presença do Mestre Qui-Gon Jinn, e seu Padawan Obi-Wan Kenobi neste assunto, o pegou de surpresa. Os Neimodianos entraram em pânico, mas Palpatine os manteve sob controle e ordenou que eles começassem a desembarcar suas tropas, e que matassem os Jedi. O Vice-rei Gunray agiu conforme o plano e explodiu o cruzador que iria levar Qui-Gon e Obi-Wan de volta. Em seguida, eles inundaram a sala de conferências com Dioxis. Os Jedi, no entanto sobreviveram.

A invasão foi esplêndida. Dentro de um dia, a maioria das grandes cidades, incluindo a capital, estavam nas mãos da Federação. Amidala foi capturada com toda a sua comitiva, e os Neimodianos a presentearam com um tratado que iria tornar a invasão legítima. Mas Amidala não o assinou, em vez disso, os Jedi a resgataram e planejaram levá-la para Coruscant. Sidious, no entanto, não ficou muito preocupado com a fuga da Rainha, pois, graças a sua identidade pública, ele não teria muita dificuldade em encontrá-la. Palpatine possuía uma fonte de dentro que o ajudaria em sua busca: a própria Rainha Amidala.

A Busca pela Rainha AmidalaEditar

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Um holograma de Darth Sidious durante a Crise de Naboo.

Após a nave de Amidala ter sido danificada na fuga, Jinn e Obi-Wan recomendaram que pousassem no planeta Tatooine para reparar a nave antes de prosseguir. Amidala concordou, e depois de contactar Palpatine e explicar o ocorrido, ela e os Jedi partiram. A Rainha não pode dizer a ele sua localização, já que a Federação estava monitorando suas transmissões, mas o Lorde Sith conseguiu rastrear o sinal para descobrir onde ela desembarcou aproximadamente, e entregou os dados a seu aprendiz, Darth Maul que partiu imediatamente. Maul sabia que o mundo árido tinha uma população pequena, e por isso não levaria muito tempo para encontrá-los. Sidious instruiu seu aprendiz para matar os Jedi e trazer Amidala de volta imediatamente.

Maul foi para Tatooine, no entanto, ele não conseguiu matar os Jedi ou recuperar Amidala. Logo depois, Palpatine ficou surpreso em encontrar a Monarca de Naboo em Coruscant, determinada a levar o Senado para sua causa. Um dos agentes mais confiáveis de Sidious, Kinman Doriana, que estava presente para esses eventos, indicava, ou pelo menos acreditava que o plano original era usar a ocupação de Naboo para criar confusão e desordem no Senado, um processo que ainda iria durar alguns meses ou até anos, mas Amidala o acelerou, e Palpatine viu um novo plano, que poderia funcionar muito melhor do que o primeiro.

O Senador comanda a MonarcaEditar

Palpatine solicitou uma audiência com a Rainha Amidala, em seu apartamento, no 500 República, para conversar sobre a estratégia. Ele passou os últimos seis meses cultivando a confiança da Rainha, e foi nesse momento, em uma crise, que ela teve que contar com ele. Ela veio acreditando que o Senado iria ajudá-la, mas Palpatine abriu seus olhos, e a fez perceber que o Senado estava cada vez mais corrupto, e que o poder do Chanceler Finis Valorum havia diminuído drasticamente.

Ele deu a ela duas opções: ela poderia pedir um Voto de Desconfiança no Chanceler Valorum, e empurrar o Senado para uma nova eleição, ou pedir ajuda ao Departamento Jurídico, e aceitar o controle da Federação por enquanto. Palpatine já sabia que Amidala jamais sacrificaria sua terra natal, e como esperado, ela aceitou pedir o Voto de Desconfiança para o Chanceler.

A Queda do Chanceler Valorum Editar

"Veja os burocratas, os verdadeiros dirigentes da República, que estão sendo pagos pela Federação do Comércio, devo acrescentar. É aí que a força do Chanceler Valorum irá desaparecer."
―Palpatine para a Rainha Amidala
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Palpatine e a Rainha Amidala, antes de proporem o Voto de Desconfiança no Chanceler Finis Valorum.

A sessão especial do Senado de Valorum tinha apenas dois itens: a audiência do caso da delegação de Naboo, e o debate sobre a contínua oposição da Federação do Comércio. Poucos esperavam que fosse outra coisa fora de rotina. Apenas Palpatine sabia o que estava por vir. Ele sabia que o representante da Federação, Lott Dod, iria paralisar o processo, com todas as ferramentas processuais ao seu comando. Ele também sabia que o Vice-Presidente, Mas Amedda, não iria permitir que Valorum se manifestasse, não importa o que acontecesse. E ele sabia que Amidala não teria outra escolha, a não ser agir como ele havia sugerido.

Depois de uma discussão que estava favorável para a Federação, Lott Dod pediu uma comissão para determinar se as acusações de Amidala eram válidas, citando alguns procedimentos senatoriais, que a Rainha de Naboo não entendia. Em seguida, Mas Amedda puxou Valorum pelo braço forçando-o a admitir que o argumento de Lott Dod era justo. Quando Valorum pediu a Amidala para adiar a sessão por causa da comissão, foi a última gota. Ela viu com seus próprios olhos que Palpatine estava certo, e então Amidala entregou as palavras que selaram o destino de Finis Valorum.

"Eu não vou adiar. Eu vim aqui para resolver este ataque a nossa soberania agora. Não fui eleita para ver meu povo sofrer e morrer, enquanto vocês discutem a invasão em um cômite. Se está casa não têm capacidade de agir, acho que precisa de uma nova liderança. Eu proponho um Voto de Desconfiança na liderança do Chanceler Valorum."
―A Rainha Amidala, diante do Senado Galáctico em 32 ABY

Valorum ficou atordoado, mas antes que pudesse dizer algo, os eventos passaram por ele. O Senado havia esperado por isso por meses, talvez anos, devido a impopularidade do Chanceler. Depois do protesto de vários Senadores a favor de Amidala, foi exigida uma votação que foi adiada por Valorum até o dia seguinte. Palpatine sabia que o governo de Valorum não sobreviveria, agora ele só devia garantir que seria ele a se tornar o próximo Chanceler da República.

A Disputa pelo cargo do ChancelerEditar

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Um retrato do Chanceler Palpatine.

"Sinto-me confiante de que nossa situação irá criar uma grande simpatia, e muitas votações por nós. Eu serei o Chanceler."
―Palpatine

O vácuo de poder repentino deixou uma opção para as duas principais facções do Senado. Os Senadores fiéis, viram o perigo de um governo instável e procuraram eleger um líder forte para limpar a corrupção do Senado. Os Senadores corruptos queriam estabilidade também para que pudessem continuar passando a perna no sistema e procuraram um líder que daria a aparência de estabilidade ao Senado. Bail Antilles, representante de Alderaan, foi a escolha dos Senadores fiéis, e Ainlee Teem, representante de Malastare, foi a escolha dos Senadores corruptos.

Não se sabe ao certo quais foram os Senadores que levaram o nome de Palpatine a disputa, mas é possível que o Senador Orn Free Taa, de Ryloth, não tenha ficado satisfeito com as outras duas escolhas, e tenha sugerido que Palpatine pudesse ser o Chanceler. Fazia sentido, já que ele tinha muitos amigos e poucos inimigos no Senado, garantindo que todas as facções pudessem trabalhar com ele.

Palpatine retornou ao 500 República, certo de que a maré estava a seu favor. Ele declarou a ela que seria o próximo Chanceler da República.

A Eleição de PalpatineEditar

Quando o Senado convocou, no dia seguinte, a votação do novo Chanceler, o resultado foi uma conclusão precipitada. Finis Valorum foi rapidamente votado em uma derrota humilhante, e em sua ausência, o Senado votou por um sucessor.

Provavelmente nem Antilhas, nem Teem poderiam receber votos suficientes para vencerem, e ao invés de enfrentar um impasse de votação, o Senado escolheu a terceira opção. Os adeptos de Antilha achavam que o coração de Palpatine aparentemente manteria distância dos Senadores corruptos durante seu mandato. Os adeptos de Teem foram encorajados pela imagem aparentemente pacífica do Senador. Mas o fator principal, no entanto, foi a onda de simpátia pelo representante de Naboo. Palpatine alegou que Valorum havia prometido fazer tudo o que pudesse para ajudar Naboo numa epóca de crise, e falhou. Muitos Senadores acreditavam que deveria ser dada, a Palpatine, a oportunidade de fazer as coisas melhorarem. Com esse peso em suas costas, o representante de Naboo recebeu, de longe, o maior número de votos, tornando-se o último Chanceler da República Galáctica.

A Libertação de NabooEditar

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Palpatine assiste, enquanto a Rainha Amidala volta para Naboo.

Mesmo antes da eleição de Palpatine, Amidala declarou sua intenção de recuperar Naboo da Federação do Comércio. Ele fez uma demonstração de preocupação e tentou impedi-la de ir. Ela partiu de qualquer maneira, levando os Jedi Qui-Gon Jinn, e Obi-Wan Kenobi para sua proteção. Ele e Darth Maul, em contato com os Neimodianos em Naboo, os instruíram a matar Amidala, e comunicou-lhes que Maul se juntaria a batalha para lidar com os Jedi pessoalmente. Depois de sua eleição em Coruscant, Maul enviou relatórios de progresso para Palpatine, onde ele revelou que ela havia forjado uma aliança com os Gungans, e montado um exército no pântano Lianorm para atacar as forças de ocupação da Federação. Sidious deu sua aprovação para o Vice-rei Gunray seguir com seu plano de ataque.

Na verdade, o resultado, que seria chamado de Batalha de Naboo, pouco importava para ele. Ele só havia enviado Maul a Naboo, e mandado Gunray destruir o exército Gungan, para fazer os Neimodianos acreditarem que ele ainda tinha interesses em Naboo. Independente de quem ganhasse a batalha, Palpatine iria se beneficiar: se Amidala e seus defensores caíssem, ele poderia usá-la para justificar suas ações decisivas contra a Federação do Comércio, e se eles conseguissem, ele poderia usar sua vitória como um símbolo de atitude de uma nova República, sob nova orientação. De qualquer forma ele seria visto como um líder decisivo e iria validar sua eleição.

O ResultadoEditar

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Palpatine em seu disfarce Sith.

Palpatine foi logo informado sobre o triunfo de Amidala. Contra todas as probabilidades, ela tinha retomado seu trono, e levado Gunray em custódia. Embora ele não tivesse esperado por esse resultado, não havia feito diferença. A ocupação havia cumprido seu propósito.

No entanto, isto pareceu ser uma perda para os objetivos secretos de Sidious. Ele apresentou uma variável que não havia considerado: que seu aprendiz, Darth Maul, havia sido derrotado por um ingênuo Padawan. Mas apesar de ter perdido seu aprendiz, Sidious alegou que Anakin Skywalker, que tinha chegado ao conhecimento do Conselho Jedi poucos dias antes, acabaria se tornando seu aprendiz um dia, e que Maul havia sido sacrificado especialmente para isso. Ele demonstrou algum lamento pela perda de Maul, mas isso foi tudo, a lealdade que o aprendiz tinha lhe mostrado nunca foi devolvida.

Palpatine soube que Skywalker era um ex-escravo de Tatooine, e mesmo assim teve um grande prestígio na libertação de Naboo, destruindo a nave de controle da Federação do Comércio.

Depois que o Conselho Jedi permitiu que o menino fosse treinado por Obi-Wan Kenobi, Palpatine fez uma promessa a Anakin na comemoração de Naboo, dizendo que "iria acompanhar sua carreira com grande interesse". De fato ele cumpriu a promessa.

Retornando a Coruscant, ele sabia que os Jedi estavam procurando o Lorde Sith que havia treinado Maul, mas que as investigações nunca iriam chegar até ele. Eles tinham reinvidicado seu aprendiz, mas ele já tinha seus olhos sobre o carismático Conde Dookan, que serviria como um substituto adequado, até que o jovem Skywalker estivesse pronto. O importante era que o maior prêmio havia sido conquistado. A República que os Jedi procuravam defender, já estava nas mãos dos Sith.

Aparando as pontas soltasEditar

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Darth Sidious.

Rapidamente, Palpatine removeu materiais incriminatórios que sobraram da crise. A República havia apreeendido a nave de Maul, Scimitar, e seu dróide C-3PX em Naboo. Quando chamaram o Mestre Jedi Saesee Tiin, para proteger a nave, ele encontrou os computadores de bordo com as informações completamente apagadas, não deixando pistas para encontrar o "segundo Lorde Sith". Sidious havia sacrificado a nave, e todos os seus dispositivos de vigilância e equipamentos de Maul, os explosivos, venenos, instrumentos de tortura, e seu speeder, Bloodfin. No entanto, valeu a pena devido a sua identidade secreta.
"Essa nave está viva com o Lado Sombrio, Mestre Yoda. Eu posso sentir ela se agarrando as minhas roupas. E pior, ela me tenta, me chamando com promessas de viagens incríveis pelos confins galáxia."
Saesee Tiin

Tiin recomendou que a nave deveria ser colocada sob os cuidados do Conselho Jedi, no entanto os representantes do Senado os pressionaram com sucesso para dar a Kuat Drive Yards uma oportunidade de estudá-la. Porém, antes de Kuat conseguir sequer tocar nela, a nave desapareceu, pelo menos oficialmente. Poucos sabiam que havia sido transportada de volta para Naboo, e armazenada em um galpão clandestino. Quanto ao dróide, Palpatine apagou as lembranças que podiam possivelmente incriminá-lo, e depois o deu para Raith Sienar, que o usou como um dróide de tarefas para sua serventia.

A República com Palpatine (32 ABY-24 ABY)Editar

""O Chanceler ama o poder. Se ele têm alguma outra paixão, eu ainda não a vi."
Mace Windu para Obi-Wan Kenobi[fonte]

O novo Chanceler manteve-se ocupado durante os oito anos de seu mandato legítimo. Muito deste trabalho foi uma intriga que acabaria por provocar um derramamento de sangue catastrófico, as Guerras Clônicas. Mas ele tinha outros projetos menores, mas eficazes que serviram para minar ainda mais os Jedi e a República. Muitos (como o projeto Outbound Flight) foram projetados para "esculpir" as fileiras Jedi, pouco a pouco, para tornar sua tarefa mais fácil quando chegasse a hora de eliminá-los totalmente. E embora tenha realizado essas intrigas assassinas, Palpatine sempre conseguiu se camuflar na imagem de um líder responsável.

Palpatine e Mas AmeddaEditar

Uma das primeiras decisões de Palpatine como Chanceler, foi manter Mas Amedda como seu Vice-Presidente e Presidente do Senado. Amedda teve muito trabalho para convencer o Senador Taa a colocar Palpatine em primeiro lugar na votação, e ele o fez como esperado. Amedda tinha sido amigo de Valorum, mas o antigo Chanceler foi fiel aos seus ideais e às leis e regulamentos da República. A estrita obediência à lei causou a impopularidade de Valorum, e Amedda percebeu que Palpatine tinha potencial para permanecer no cargo por um longo prazo. Ele, assim como muitos outros, se enganou quanto ao temperamento ameno de Palpatine, e viu uma oportunidade de manipulá-lo para trazer a República de volta para o que ele imaginava que seria o melhor para todos, e Palpatine encorajou essa ingenuidade; em seus primeiros anos no cargo, o Chanceler se mostrou aberto as sugestões que Amedda trazia a sua mesa.

Mas, enquanto ele mantinha sua máscara na presença de Amedda, Palpatine estava reunindo informações sobre o Vice-Presidente para poder usá-lo como alavanca. Pouco após a destruição do Outbound Flight (27 ABY), um projeto pelo qual Amedda tinha uma paixão louvável, Palpatine revelou ao Vice-Presidente que foi ele que havia ordenado a destruição da missão e, além disso, que ele era na verdade um Lorde Sith, Darth Sidious, inimigo jurado da República e da Ordem Jedi. A esta altura, era tarde demais para Amedda contar a alguém; Palpatine possuía muito material incriminatório para mantê-lo amordaçado pelo resto de sua vida. O Chanceler explicou a Amedda, que sabia que o Vice-Presidente tinha tentado manipulá-lo, mas que na verdade era ele quem havia manipulado Amedda o tempo todo. Com poucas opções, Amedda se tornou um membro voluntário da conspiração. Com a vinda da Nova Ordem, ele iria continuaria a servir Palpatine e a guardar seus segredos, se tornando um grande aliado do Lorde Sith.

Palpatine e Janus GreejatusEditar

A ascensão de Palpatine ao cargo de Chanceler deixou um pequeno problema: alguém tinha que assumir o cargo, agora vago, de representante do Setor Chommel no Senado. Ele usou sua influência para promover a eleição de Janus Greejatus, um de seus aliados políticos. Greejatus já havia demonstrado um grande espírito político, e presume-se que sua forma de governo teria servido aos propósitos de Palpatine. Ainda assim, a eleição não iria durar muito tempo já que a sua posição política isolacionista não estava de acordo com a posição do governo de Naboo nesse assunto. Eventualmente, Greejatus foi substituído (30 ABY) por Horace Vancil de Naboo, mas Palpatine continuou mantendo seu aliado por perto, o nomeando como um de seus assessores.

O escritório do novo ChancelerEditar

Palpatine rots

O Chanceler Palpatine e sua escolha de arte, utilizada como esconderijo para seus artefatos Sith.

Palpatine mantinha seu apartamento privado do Senado, usando o 500 República como sua residência pessoal, mas seguindo o costume, ele também se mudou para o Quarto do Chanceler no Prédio Executivo da República. Já que Palpatine podia decorar o escritório como bem entendesse, ele removeu todos os vestígios de Finis Valorum e criou praticamente um espelho de seu apartamento. Dentro de semanas, ninguém que tivesse visto a Suíte no governo de Valorum a teria reconhecido novamente. Foi possível notar algumas características Sith presentes na decoração, tais como: a cor vermelha agora muito mais presente, e objetos de arte de valor inestimável, muitos deles de herança Sith.

Mas havia duas peças especialmente importantes para Palpatine: a primeira era a nova Cadeira do Escritório, preta, com o trono blindado e feito de uma liga ultra-densa de lantanídeos. Essa cadeira, com algumas modificações, seria a sede de seu poder por mais de quatro décadas, e cópias dela seriam instaladas em todas as Naves da República. A segunda peça, e a mais importante, era a Estátua Sistros, que escondia um de seus sabres de luz Sith. Para esconder sua capa preta e seu capuz, Palpatine usou outros objetos de arte, ou até mesmo compartimentos blindados em toda a Suíte, até o momento em que ele iria finalmente usá-los.

A vinda da Guarda VermelhaEditar

Ronhar and the Assassin

Ronhar Kim cai em uma falsa tentativa de assassinato ao Chanceler Palpatine.

Foi durante este período que a polêmica Guarda do Chanceler vestida de vermelho, ou simplesmente Guarda Vermelha, apareceu pela primeira vez.

A reeleição do Chanceler PalpatineEditar

Como Palpatine terminou seu mandato em 28 ABY, a eleição para a Chancelaria foi realizada conforme o programado. Apesar do fato de que os esforços de Palpatine para vencer tenham sido bloqueados, a falta de qualquer candidato viável garantiu sua reeleição. Esta foi a última eleição para o cargo de Chanceler realizada na história da República, já que logo antes da próxima eleição agendada (24 ABY), Palpatine declarou-se Imperador Galáctico, e fez várias alterações na Constituição, de forma que nada o impedisse de governar o Império por um grande período de tempo. E uma vez que a eleição tinha passado despercebida, não haveria outra na vida de Palpatine.

O Projeto Outbound FlightEditar

A destruição do Outbound FlightEditar

A Crise Separatista (24 ABY-22 ABY)Editar

"Eu não vou permitir que está República, que tem resistido por mil anos, seja dividida em duas. Minhas negociações não irão falhar."
"Se falharem, você deve saber que não haverá Jedi suficientes para proteger a República. Somos guardiões da paz, não soldados.
"
―Palpatine e Mace Windu
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O sorriso tranquilizador de Palpatine deu esperança aos cidadãos da República durante as Guerras Clônicas.

Palpatine tinha acabado seus dois mandatos de quatro anos como Chanceler e seu exército estava quase pronto. Agora ele precisava de uma guerra em grande escala galáctica para derrubar a República, eliminar os Jedi, e restaurar a era de ouro onde os Sith governariam a galáxia mais uma vez. A Guerra dos Clones faria exatamente isso.

A Ascensão do Movimento SeparatistaEditar

"Mestre Yoda, acha que estamos caminhando para uma guerra?"
"O lado sombrio a tudo obscurece. Impossível de ver o futuro é."
―Palpatine e Yoda

Sob a direção de Palpatine, o Conde Dookan uniu várias organizações comerciais, incluindo a Federação do Comércio, e criou a Confederação dos Sistemas Independentes, forjando assim o movimento Separatista em 24 ABY. Essas organizações possuíam enormes exércitos, tornando-se uma ameaça aos olhos do Senado.

Devido ao aparecimento do Movimento Separatista no final do mandato de Palpatine como Chanceler, o Senado lhe concedeu um prazo indeterminado em seu cargo até que a crise passasse. No entanto o Movimento continuou a se fortalecer, apesar das "tentativas" de negociações de Palpatine, incluindo a formação do Comité Legalista, uma organização de Senadores que queriam manter a República junta e preservar seus princípios.

A Falsa "Iniciativa de Paz"Editar

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Palpatine aparece no HoloNet para oferecer um convite ao Conde Dookan para negociar.

Com a crise ampliada, Palpatine encenou mais um ato de "relações públicas", onde ele ofereceu um acordo de paz aos Separatistas. No horário de 13:03:21, trilhões de expectadores da HoloNet encontraram sua programação normal interrompida, em um sinal que anulava todos os canais do governo. Em um breve discurso de doze minutos, o Chanceler ofereceu um convite aberto a Dookan para conversar:
"Há muitos em ambos os lados que desejam transformar está disputa em uma guerra. Mas não precisamos desperdiçar tantas vidas no resultado. Juntos, temos a razão e a inteligência para encontrar uma solução alternativa."
―Palpatine no HoloNet, abordando os Separatistas

Enquanto falava, ele tentou ao máximo manter uma boa aparência de quem assumia a superioridade moral de perdoar seu inimigo. Palpatine disse que estava disposto a discutir uma solução diplomática. Assim mais tarde, quando a guerra viesse, ele poderia afirmar que havia feito tudo que podia para evitá-la, colocando sua credibilidade como Chanceler nisso.

"Faço um apelo a sua sensibilidade desenvolvida como um Jedi respeitado. Fui testemunha, não só da diplomácia praticada no Conflito de Naboo três décadas atrás, mas também do esforço de seu antigo aprendiz, Qui-Gon Jinn, em proteger a soberania do meu mundo. A partir desses exemplos, eu sei que você é um defensor da paz... Temos muito em comum, pois a ineficiência da República é o foco do meu governo. Mas a solução não é através de uma insurreição, mas sim de uma reforma. O sistema vai funcionar, e juntos vamos faze-lo funcionar."
―Palpatine na HoloNet

No final do discurso, ele propôs um encontro no mundo neutro de Bothawui, como um local para uma conferência. No entanto, Sidious e Tyranus já haviam planejado que não haveria resposta, e como resultado, os Separatistas seriam vistos como implacáveis e irracionais. E da próxima vez que qualquer tipo de violência fosse atribuída a eles, os militaristas no Senado poderiam se gabar de que a negociação com os radicais seria impossível, e que a construção de um exército se tornaria uma solução melhor.

Colocando o Senado na defensivaEditar

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O Chanceler anuncia a data em que o Senado votará na Lei de Criação Militar.

A proposta falsa teve seu efeito desejado, a procura de uma força militar para defender a República se intensificou. Mais ainda não era suficiente para fazer com que a maioria dos Senadores aprovasse o Ato de Criação Militar. Quando chegasse a hora da votação, eles precisariam, não só, aprovar o Ato, como também entregar a Palpatine os poderes emergênciais do Chanceler, de bom grado. Havia apenas uma coisa a fazer: criar uma rodada de assassinatos que poderíam ser atribuídos aos Separatistas.

Logo, vários Senadores, como Aks Moe de Malastare, foram assassinatos. Nenhuma organização terrorista reinvidicou a responsabilidade em qualquer um desses incidentes, mas os Separatistas foram naturalmente culpados pelos crimes, assim como Palpatine havia antecipado. E somando isso, com a incapacidade da Ordem Jedi em acompanhar a onda de violência, resultaram em uma conclusão óbvia: se os Jedi, e a Diplomácia, não haviam sido suficientes para manter a ordem, um exército seria necessário para preencher a lacuna.

A noite, antes da votação prevista no Ato de Criação Militar, Palpatine fez um discurso para os mundos da República. Novamente ele expressou confiança em uma solução pacifíca, embora não fosse isto em que realmente acreditasse.

Palpatine: Independente do resultado da votação do Ato Militar de Criação, o principal caminho que este governo vai aderir é um discurso de civilidade e inteligência. Se os eleitores decidirem que um Grande Exército da República é de fato essencial para a segurança de nossos cidadãos, iremos erguer uma formidável força para ajudar os Jedi na manutenção da paz, não em começar uma guerra... Eu garanto as famílias da República que hostilidades só serão envolvidas em retaliação, ou na proteção do solo Republicano, ou em resposta a atos de guerra trazidos pelos Separatistas. No entanto, esse não é o desejo do Senado, para incitar a guerra.

A intenção era resolver os medos dos cidadãos, não importa o que acontecesse, a República não iria mudar. A tragédia era que os medos das pessoas eram bem-fundados, e seria este mesmo homem que iria torná-los realidade.

Palpatine: No dia da eleição, vamos demonstrar a força da democracia, milhares de delegados terão suas vozes ouvidas no Senado. É está liberdade que temos de proteger a todo custo. Os dias e meses que estão por vir chamam pelo raciocínio claro e racional. É somente como último recurso que as armas vão substituir palavras como meios de resolver essa disputa.

As tentativas de assassinato contra AmidalaEditar

O sucessor de Palpatine como Senador de Naboo, e ex-Rainha do mundo, era Padmé Amidala, que quase foi morta pelo caçador de recompensas Zam Wessel depois de chegar a Coruscant para votar sobre a questão da criação de um Grande Exército da República. Palpatine adiou a votação, e colocou Amidala sob a proteção de Obi-Wan Kenobi e Anakin Skywalker, seus antigos aliados na Batalha de Naboo uma década atrás. Após uma segunda tentativa de assassinato feita através de poções Kouhun venenosas, Anakin ficou responsável por proteger Amidala, e levá-la de volta a Naboo. Os dois secretamente começaram a cair no amor com o ambiente romântico do planeta, e sendo assim, Anakin claramente quebrou o Código Jedi, e esse segredo e sua culpa só iríam trazê-lo mais perto do Lado Sombrio.

Enquanto isso, Kenobi, que havia sido enviado pelo Conselho Jedi para solucionar as tentativas de assassinato de Amidala, descobriu em Kamino, através de seu velho amigo Dexter Jettster, a localização do caçador de recompensas, Jango Fett, e se infiltrou na base Separatista de Geonosis, onde descobriu que os líderes da Confederação haviam montado um exército de Dróides de Batalha, e foram os responsáveis pelas tentativas de assasinato de Amidala. Depois de contactar o Chanceler e o Conselho Jedi em Coruscant, Kenobi foi capturado pelos Geonosianos.

Quando Anakin e Padmé viajaram secretamente para Tatooine, depois de Anakin ter tido visões de sua mãe em agonia, eles conheceram a família Lars, que havia libertado Shm Watto e depois ela havia se casado com Lars Cliegg. O marido de sua mãe disse que ela havia sido raptada pelo Povo da Areia, e depois de saber disso, Anakin foi para o acampamento dos sequestradores, onde ele assistiu a morte de sua mãe no cativeiro. O jovem Jedi matou toda a tribo, e criou uma terrível pertubação na Força, que foi sentida por Yoda e Palpatine em Coruscant. O Lorde Sith se alegrou quando soube que Anakin havia cometido este assassinato, e Yoda ouviu o espírito do falecido Qui-Gon chorar para ele do submundo. Depois, o jovem Skywalker voltou para a casa dos Lars para enterrar sua mãe, e em seguida partiu com Padmé e C-3PO para resgatar Obi-Wan.

Os Poderes EmergênciaisEditar

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O Chanceler Palpatine "relutantemente" concorda em aceitar seus poderes emergênciais.

Embora Kenobi tenha sido capturado em Geonosis, ele conseguiu relatar suas descobertas ao Conselho Jedi a tempo:
"Eu segui o caçador de recompensas Jango Fett até uma fábrica em Geonosis, onde a Federação do Comércio está confeccionando um gigantesco exército de dróides. Está claro que o Vice-rei Gunray está por trás das tentativas de assassinato da a Senadora Amidala. As associações de Comércio e outras Alianças confiaram seus exércitos ao Conde Dookan e estão formando uma... Espere!... Espere!"
―A transmissão de Obi-Wan Kenobi, pouco antes de ser capturado

Palpatine tinha em suas mãos a prova de que precisava para forçar a mão do Senado: o testemunho de um Jedi respeitado quanto a uma força militar inimiga. Ele não precisava convencer mais ninguém das intenções Separatistas. Aqui estava a prova de que, independente da decisão do Senado, sobre o risco de uma guerra com os Separatistas, Dookan já estava se preparando para lançar uma guerra contra eles.

Durante à noite, houve uma conferência no prédio do Senado, onde Palpatine e Mas Amedda se reuniram com membros do Conselho Jedi e do Comité Legalista, para debater a melhor forma de combater a ameaça de um ataque Separatista. Tornou-se claro que, mesmo com a ameaça iminente sobre suas cabeças, o Senado ainda não seria capaz de aprovar o uso do exército de clones. Após uma sessão interminável de argumentos, Amedda (sem dúvida motivado por Palpatine, antes da reunião) sugeriu que o Senado entregasse os poderes emergênciais ao Chanceler, para que ele pudesse aprovar imediatamente o uso do exército. Jar Jar Binks, representando Naboo na ausência de Amidala, se prontificou a sugerir a idéia no Senado.

Quando Binks expressou sua idéia, o Senado ficou chocado. Eles simplesmente não podiam acreditar que o Gungan, sempre ridicularizado por todos, agora possuía a resposta mais sensata para essa crise, dada as circunstâncias. Como sucessor de Amidala, ele disse exatamente o que achava que a Monarca de Naboo teria dito:

"Está claro que os Separatistas fizeram um pacto com a Federação do Comércio. Senadores e Delegados, em resposta a está ameaça direta para a República, a mesa propõe que o Senado conceda imediatamente poderes emergênciais ao Supremo Chanceler."
―O Representante Jar Jar Binks diante do Senado[fonte]

A torcida e os gritos de seu nome rapidamente invadiram a sala, abafando os poucos protestos de alguns Senadores. Depois de alguns minutos, Palpatine ergueu as mãos pedindo silêncio, e depois aceitou a proposta de Binks:

"É com uma grande relutância, que eu aceito este chamado. Eu amo a democracia. Eu amo a República.Os poderes que me concederam, deixarão de ser usados quando a crise for contornada. E como meu primeiro ato, com esta nova autoridade, eu criarei um Grande Exército da nossa República, para conter as crescentes ameaças dos Separatistas."
―Palpatine, aceitando seus poderes emergênciais[fonte]

Na conclusão de seu discurso, Palpatine disse que assim que a crise acabasse, ele iria se aposentar, e viver seus últimos anos na paz de Naboo, o que de fato foi uma grande mentira. E logo depois, o Chanceler rapidamente legalizou os clones como Forças Armadas da República. Na verdade, nem os Senadores, e nem os póprios clones tinham sequer imaginado o que estava por vir.

As Guerras Clônicas (22 ABY-19 ABY)Editar

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O Chanceler Palpatine assiste, junto com outros Senadores, seu novo exército marchando perante ele.

O grande projeto que Sidious havia passado mais de dez anos planejando - o primeiro conflito em grande escala em mil anos, e um dos mais destrutivos da história - começou com o pé direito para ele. Ele tinha em suas mãos, uma força de bem-treinados e bem-equipados soldados que poderia usar como bem entendesse. Agora eles os colocou para trabalhar no longo e sangrento conflito histórico chamado de Guerras Clônicas. Para a população, era visto como um esforço da República para reprimir o Movimento Militar Separatista. Na realidade, foi uma guerra travada contra a República, pelo seu próprio Chefe de Estado.


De Diplomata para OpressorEditar

"Há momentos em que todos nós temos de suportar os ajustes feitos a Constituição em nome da segurança."
―Palpatine

Durante as Guerras Clônicas, Palpatine consolidou seu poder na crise da guerra. Mais e mais alterações foram feitas à Constituição em nome da segurança, todas elas transferindo mais e mais poder para o Chanceler.

Ele também continuou a controlar a Confederação através do Conde Dookan, que liderou um ataque à Kamino, para garantir que a galáxia mergulharia no conflito por anos. Ao mesmo tempo, Dookan também começou a treinar seus Acólitos para ajudar a propagar a guerra.

Palpatine usou suas habilidades consideráveis na manipulação para jogar os Jedi e a Confederação um contra o outro. Em uma ocasião notável, ele emitiu ordens secretas tanto para Ki-Adi-Mundi e Aayla Secura, quanto para Dookan, os enviando para completar sua missões no planeta Hitaka. O sucesso de cada um dependia do oponente, sendo que Ki-Adi-Mundi e Secura foram mantidos distraídos em suas missões, tempo suficiente para que Dookan pudesse completar a dele.

A "Alteração Reflexo"Editar

Outra alteração Constitucional que ressaltou ainda mais os poderes emergênciais de Palpatine foi a Alteração Emergencial 121b, apelidada de "Alteração Reflexo" por todos os apoiadores e críticos que defendiam o fato de que ela iria aumentar os reflexos da República quando se tratasse de ataques Separatistas. A justificativa para o público era que a 121b foi necessária para compensar o problema da sobreposição de jurisdições em batalhas que envolviam mais de uma força de defesa local da República. Como de costume, o seu defensor Ask Aak, fez o discurso no Senado sobre as virtudes da emenda:

O desaparecimento de Seti AshgadEditar

A tentativa de assassinato contra Bail OrganaEditar

O ressurgimento de Finis ValorumEditar

Fim de Jogo (19 ABY)Editar

"Poder! Ilimitado!"
―Darth Sidious[fonte]
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Palpatine revela sua identidade secreta para Anakin Skywalker.

Ao longo do tempo os Jedi começaram a desconfiar de Palpatine e temiam que seu poder pudesse ser uma ameaça para a República. Ao mesmo tempo, Palpatine foi plantando sementes de dúvida na mente de Anakin Skywalker, e depois do jovem Jedi ter tido uma visão de sua esposa Padmé Amidala morrendo após dar a luz ao seus filhos, ele afirmou ao jovem Skywalker que a única forma de salvar sua esposa seria abrir sua mente para o conhecimento Sith de criar vida e impedir a morte. O Chanceler conseguiu secretamente seduzir Anakin, o tornando seu representante pessoal no Conselho Jedi, e eventualmente, Palpatine revelou a Anakin que ele era realmente Darth Sidious, o Lorde Sith procurado pela Ordem Jedi por 13 anos.

Depois de sair do escritório do chanceler, Anakin contou sua descoberta ao Mestre Jedi Mace Windu que ordenou a Anakin que ficasse no Templo Jedi, aguardando seu retorno. Windu juntamente com os Mestres Jedi Saesee Tiin, Agen Kolar e Kit Fisto foram prender o Chanceler. Quando chegaram no escritório, Palpatine cumprimentou os Mestres Jedi cordialmente como se nada tivesse mudado, mesmo sabendo que o fim de jogo tinha começado. Mace Windu ativou seu sabre de luz e declarou que Palpatine estava preso e que o Senado iria decidir seu destino. "Eu sou o Senado," proclamou Palpatine que revelou um sabre de luz de sua manga e com um grito de guerra se lançou para cima dos Jedi, matando rapidamente os mestres Tiin e Kolar que não puderam se defender. Kit Fisto morreu na batalha depois de alguns segundos. A sós com Mestre Windu, o Lorde Sith lutou contra ele em um duelo de um para um.

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Palpatine batalha com Mace Windu no Escritório do Chanceler.

Após vários minutos de duelo, apesar do formidável estilo de combate de Palpatine, o Mestre Jedi conseguiu desarmá-lo com um chute na cabeça causando a queda do Lorde Sith e jogando seu sabre de luz pela janela momentos antes de Anakin Skywalker entrar na sala. É possível que Palpatine tenha percebido a chegada de Anakin através da Força, e estava simplesmente fingindo uma derrota para ganhar a simpatia do jovem Skywalker, sabendo que a única maneira de quebrar a ligação entre ele e os Jedi era forçar Anakin a escolher entre a lealdade a eles e as promessas de poder dos Sith para reger a vida e a morte.

As tentativas de Palpatine de se defender com o Relâmpago da Força foram inúteis, já que Windu usou seu sabre de luz para refletir os raios de volta para Palpatine que revelaram sua verdadeira forma - seu rosto ficou pálido, seus olhos, unhas e dentes ficaram amarelos assim como sua voz que se tornou áspera e profunda. Depois do Lorde Sith não aguentar mais se defender, Windu proclamou que iria por um fim nisso matando Palpatine. Skywalker havia decidido que só Papatine poderia salvar sua esposa da morte como ele viu em suas visões. Ele teve que escolher entre os Jedi que pareciam estar abusando do poder e o Chanceler aparentemente indefeso e idoso. Anakin escolheu Sidious, cortando a mão de Windu que segurava seu sabre de luz, e em seguida Palpatine atingiu o Mestre Jedi com o Relâmpago da Força novamente arremessando Windu para fora do edifício, resultando na morte do Jedi.

O nascimento de Darth VaderEditar

"Eu farei tudo que quiser, tudo. Só me ajude a salvar a vida de Padmé. Eu não sei viver sem ela."
―Anakin Skywalker[fonte]
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Palpatine mata Mace Windu aos olhos de Anakin.

Com Windu eliminado, Sidious voltou sua atenção para Skywalker. Agora, o jovem Jedi estava aonde o Lorde Sith queria; isolado e incapaz de retornar aos caminhos Jedi. Anakin percebeu que havia sido um cúmplice no assassinato de Mestre Windu, sacrificando um aliado e compatriota para salvar a vida de sua esposa. Com nenhum outro lugar para se virar, ele finalmente cedeu às tentações de Sidious, pedindo apenas uma forma de impedir a morte de Padmé. Para facilitar a transição, Sidious acalmou seus temores, e sua consciência:
"Enganar a morte é um poder que apenas um conseguiu, mas se nós trabalharmos juntos, eu sei que descobriremos o segredo."
―Darth Sidious

Pela segunda vez, ele prometeu a Skywalker que Padmé poderia ser salva da morte. Não se sabe se isso era, de fato uma verdade, mas no final não fez diferença. Anakin Skywalker caiu de joelhos diante de seu novo mestre e se comprometeu a seguir os ensinamentos Sith.

"A Força é intensa em você. Um Sith poderoso você se tornará. A partir de hoje você será conhecido como Darth... Vader."
―Darth Sidious[fonte]

A Queda do Templo JediEditar

"Primeiro eu quero que vá ao Templo Jedi. Vamos pegá-los de surpresa... Faça o que deve ser feito, Lorde Vader. Sem hesitação, sem misericórdia."
―Darth Sidious[fonte]

Assim como Maul e Tyranus, Vader tinha que demonstrar sua fidelidade através de uma ação decisiva. Sidious já havia lhe covencido de que os Jedi estavam conspirando para tomar o poder, por isso foi fácil ordenar que ele levasse a 501a Legião para o Templo Jedi para matar todos os Jedi que encontrasse. Tendo feito isso, Vader se amarraria firmemente a causa Sith, e a pequena chance de que ele poderia tentar voltar à sua antiga vida se tornaria inexistente.

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Darth Sidious saboreia sua vitória contra os Jedi.

Seu novo aprendiz obedeceu esplendidamente; durante a noite e a madrugada, Vader liderou suas tropas pelos corredores do Templo em um grande ataque. Antes de ir confrontar Palpatine, Mace Windu instruiu a Mestra Jedi Shaak Ti para preparar o Templo contra um possível ataque, mas seus esforços foram insuficientes para repelir toda uma legião de tropas escolhidas especialmente para a missão. As perdas Jedi foram trágicas.

Quando Vader e a 501a Legião - que mais tarde ganharia o nome de "Punho de Vader" - completaram sua missão, o Templo Jedi, que abrigava 25.000 anos da história da Ordem, era apenas uma grande ruína de fumaça. O edifício em si não foi destruído, por ordem de Palpatine que possivelmente não demoliu o Templo para lembrar a todos da arrogância da Ordem Jedi, e de quão longe, através de sua astúcia, ela tinha caído.

Ordem 66Editar

"Enquanto ao resto dos Jedi espalhados pela galáxia?"
"Sua traição também será punida.
"
Darth Vader e Darth Sidious[fonte]
Após vários anos de planejamento, a hora de vingança havia chegado. O instrumento usado para destruir a Ordem Jedi foi o Grande Exército da República. Aos clones foi emitido uma lista de ordens para serem cumpridas durante situações de emergências específicas, e uma delas era a Ordem 66: se os Jedi se rebelassem contra a República, os clones deveriam destruí-los. Os Jedi não tinham como prever o que iria acontecer, pois haviam formado um vínculo com suas tropas, mas se esqueceram de que os clones serviam à República, e não a Ordem Jedi. Já que Palpatine era o comandante supremo do exército, os clones deveriam seguir suas ordens sem questionar, até se eles fossem ordenados à matar seus próprios Generais Jedi.
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Darth Sidious transmite a Ordem 66 para o Comandante Cody.

Retornando ao seu escritório, Palpatine teclou uma freqüência especial em seu holocrom. Ele contactou os vários comandantes clones para emitir um único comando e ordenou a todos que executassem a Ordem 66. Com cada repetição da ordem, sua satisfação crescia. Ele podia sentir o que estava acontecendo, ele podia sentir o Lado Negro crescendo com cada Jedi morto.

Estima-se que dos quase dez mil Jedi, menos de cem sobreviveram, sendo que isso equivale a 99% da Ordem Jedi varrida da galáxia em um só golpe. Os Jedi que escaparam do massacre foram perseguidos por Darth Vader durante a Nova Ordem, e quase todos acabaram sendo eliminados com o passar dos anos. Alguns exemplos dos sobreviventes seriam os Mestre Jedi Yoda e Obi-Wan Kenobi.

Sidious ficou tão entusiasmado com essa vitória há muito tempo aguardada, que após a emissão da Ordem 66, ele foi para o Templo Jedi para ver o fruto de seu trabalho em pessoa. Na Sala das Mil Fontes, ele encontrou Vader assasinando um pequeno grupo de crianças Jedi, e seu protetor, Cin Drallig. Vader se ajoelhou em obediência e Sidious o elogiou; "Você fez bem meu novo aprendiz." "Suas habilidades são inigualáveis a qualquer Sith antes de você." "Agora vá Lorde Vader, e traga a paz ao Império." Os dois Lordes Sith se separaram novamente para que Vader pudesse completar sua segunda tarefa, já que ainda havia algumas pontas soltas: os líderes do Conselho Separatista.

A caída da Confederação dos Sistemas IndependentesEditar

"Depois de matar todos os Jedi no Templo, vá para o sistema de Mustafar. Ceife a vida do Vice-rei Gunray e dos outros líderes Separatistas."
―Darth Sidious[fonte]

Após sua retirada em Utapau, os líderes separatistas e seus assessores se esconderam no planeta sistema vulcânico de Mustafar, esperando novas instruções de Sidious. Para acalmá-los, o Lorde Sith fez um último relatório ao Vice-rei Gunray no qual ele prometeu que quando seu aprendiz chegasse, ele "cuidaria bem" do líderes separatistas. Depois disso, Sidious iria encerrar a transmissão, mas pensou melhor e manteve clandestinamente o canal aberto para observar a carnificina que estava prestes a ocorrer.

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Sidious faz uma última transmissão a Nute Gunray.

Em pouco tempo, Darth Vader chegou a Mustafar, e na sala de controle, foi recebido com bajulação pelo Vice-rei. Rapidamente, Sidious pôde ver as expressões dos Separatistas passando de surpresa para espanto, e finalmente medo. Vader ativou seu sabre de luz e mandou parte de Poggle o Pequeno para o alto. Enquanto isso, Sidious viu o resto do Conselho gritando e correndo deseperadamente até sua transmissão chegar ao fim. Havia uma razão para sua satisfação, treze anos antes, ele havia comentado com Maul sobre como seria feliz o dia em que ele não precisasse dos Neimodianos e de sua laia.

Ao final da carnificina, Sidious deu a Vader instruções para enviar uma mensagem as naves da Confederação Comercial, dizendo que todas as unidades dróides deveriam ser desligadas imediatamente. Com esse último comando as Guerras Clônicas, um dos conflitos mais destrutivos dos últimos anos, havia chegado ao fim.

Inauguração do Império GalácticoEditar

"Então é assim que a liberdade morre - com um estrondoso aplauso."
Padmé Amidala
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Darth Sidious anuncia a formação de sua Nova Ordem.

Palpatine convocou uma sessão especial no Senado para informar a todos sobre a "rebelião Jedi". Ele poderia ter aparecido em sua habitual capa preta, mas para este dia triunfal, algo mais atraente era necessário. Ele escolheu um manto de veludo e uma capa vermelha no estilo Sith, o que já era suficiente.

O Senado percebeu o rosto distorcido de Palpatine, assim como seus olhos amarelos penetrantes, e essas marcas foram associadas a um sinal de orgulho, um ferimento sofrido no serviço do povo.

Ele informou aos Senadores sobre o plano de matá-lo e de tomar o poder no Senado. Basicamente Sidious culpou a Ordem Jedi por tudo que ele havia feito nas últimas três décadas: ele os acusou de manipularem a galáxia, e de aumentar a corrupção no Senado para enfraquecer a República. Através do Conde Dookan, ele os acusou de fabricar o movimento Separatista para empurrar a República para uma guerra, e através de Zaifo-Vias ele os acusou de encomendar o exército de clones. Depois, Sidious insistiu que os Jedi haviam criado uma guerra simulada para tomar o poder:

Palpatine: Os Jedi e alguns dos nossos próprios Senadores, conspiraram para criar a sombra do separatismo, utilizando alguns dos seus próprios como líderes inimigos. Os Jedi esperavam libertar seu poder destrutivo contra a República ao assassinar o chefe de governo e usurpar o controle do exército de clones. Mas os objetivos dos pretendentes a tiranos foram valentemente por aqueles sem poderes. Nossas tropas clones conteram a insurreição no Templo Jedi e reprimiram revoltas em milhares de mundos... Os Jedi remanescentes serão caçados e derrotados. Quaisquer colaborações sofreram o mesmo destino.

Assim ele jogou uma grande desconfiança nos Jedi, confirmando que a guerra não passava de uma trama dos opressores para tomar a República. Durante esses argumentos, foi fácil para Palpatine declarar a Ordem 66 como uma medida justa e necessária.

Aqueles que conheciam os Jedi de uma forma mais clara, não poderiam defende-los pois o clima na sala estava contra eles. De qualquer forma eles podiam ver tropas de choque armadas ao longo da câmara, para a "proteção" do Chanceler.

Palpatine: Estes têm sido tempos difíceis, mas temos que passar pelo teste. O atentado contra a minha vida me deixou bem ferido, e deformado, mas eu garanto a vocês, minha determinação jamais foi tão forte quanto é agora. Os Separatistas foram derrotados, e a rebelião Jedi foi contida. Estamos no limiar de um novo começo.


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Palpatine se torna o Imperador da galáxia.

Palpatine assumiu que, com o fim da guerra, ele iria manter sua promessa de renunciar seus poderes emergênciais, e demitir-se do cargo de Chanceler. No entanto, o Lorde Sith tinha outros planos, e quando os anunciou, o Senado imediatamente concordou com ele:

Palpatine: Para garantir a segurança e a continuidade da estabilidade, está República será reorganizada como o primeiro Império Galáctico, isso em nome da segurança da sociedade, e eu asseguro que vai durar 10 mil anos. Um Império que vai continuar a ser governado por um soberano escolhido para a vida. Um Império governado pela maioria, governado por uma nova constituição.


Palpatine: Trazendo a galáxia inteira a uma única lei, uma única língua, e a orientação iluminada de um indivíduo, a corrupção que agravou a República em seus últimos anos nunca irá se enraizar. Governantes locais irão eliminar a burocracia que permitiu que o movimento separatista crescesse sem controle. Um exército forte e crescente garantirá um Estado de Direito... Sob Nova Ordem do Império, nossa crenças mais caras serão recuperadas. Vamos defender nossos ideais pela força das armas. Nós não daremos terreno aos nossos inimigos e iremos permanecer juntos contra ataques de dentro ou de fora. Que os inimigos do Império fiquem atentos, aqueles que desafiarem a vontade Imperial serão destruídos.

Os próximos 25 anos seriam cheios de violentas repressões a oposição, incluindo intimidações, prisões, a destruição de cidades e até mesmo de planetas inteiros. A Aliança Rebelde teria surgido anos depois. Os futuros fundadores da resistência, Bail Organa e Mon Mothma, não tiveram outra escolha, a não ser apoiar o novo Imperador por enquanto. Seduzido por promessas de segurança, justiça e paz, ou talvez intimidado pelo silêncio, o Senado, em unanimidade, votou "sim". O Império Galáctico era um fato constatado.

O Último Mestre da Ordem JediEditar

"Eu esperei muito tempo por isso, meu pequeno amiguinho verde. Finalmente os Jedi não existem mais."
"Não se alguma coisa a dizer sobre isso, eu tiver.
"
―Palpatine e Yoda[fonte]
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Sidious duela com Yoda no Senado.

Obi-Wan Kenobi e Yoda, eventualmente se encontraram, e perceberam que Anakin e seus soldados haviam matado todos no Templo Jedi . Logo depois Obi-Wan foi enviado para enfrentar Anakin em Mustafar, enquanto Yoda se reuniu com Sidious no edifício do Senado em Coruscant.

Lá o Lorde Negro dos Sith, e o Grão-Mestre da Ordem Jedi duelaram em uma batalha que destruiu boa parte da câmara do Senado. Os dois combatentes demonstraram uma grande habilidade na Força, assim como destreza com o sabre de luz. A batalha terminou em um empate, quando os Relâmpagos da Força de Palpatine foram devolvidos a ele, em uma explosão que arremessou os dois mestres para longe um do outro. Sidious conseguiu se segurar em um dos pods do Senado, mas Yoda caiu até chegar ao chão. Ele percebeu que havia fracassado em derrotar o Lorde Sith, e que outra batalha só terminaria em outro fracasso. Sendo assim, Yoda fugiu. "Para o exílio eu devo ir. Infeliz falha a minha," ele comentou com Bail Organa enquanto fugia em seu speeder. Enquanto isso, Palpatine ordenou a seus clones que procurassem o corpo do Mestre Jedi, mas quando soube que Yoda ainda estava vivo, ele ordenou-lhes o dobro da procura e até lhes deu permissão para explodir o prédio do Senado, mas não tomou nenhuma atitude por si mesmo. Como Yoda não foi encontrado, isso foi um erro que acabaria por destruir o Imperador.

A transformação de Darth VaderEditar

"Erga-se, Lorde Vader."
―Palpatine

A batalha entre Obi-Wan e Vader havia terminado de uma maneira bem diferente. Kenobi havia conseguido derrotar Vader, ferindo gravemente seu antigo aprendiz. Logo depois de sentir que havia algo errado, o Imperador correu para Mustafar imediatamente, onde encontrou seu aprendiz severamente queimado, mas vivo.

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Sidious encontra o corpo de Vader queimado pela lava, depois de perder seu duelo para Obi-Wan Kenobi em Mustafar.

Enquanto andava até o corpo de Vader, parte de Sidious pensava em deixá-lo lá para queimar até a lava o sucumbir. Mesmo que seu aprendiz pudesse sobreviver, ele não era mais tão poderoso, e não seria o mais indicado para continuar o legado dos Sith. No entanto, como Palpatine estava mancando, Vader ainda seria sua melhor escolha, e não haveria mais Jedi para se opor a ele. Então Sidious continuou andando e rapidamente ordenou a seus clones que trouxessem uma cápsula médica imediatamente, para que pudessem retornar para Coruscant.
"Viva, Lorde Vader. Viva, meu aprendiz. Viva."
―Os pensamentos de Palpatine, ao salvar Vader

No compartimento traseiro da nave, Vader estava em sua cápsula, quando Sidious sentou-se diante dele. O Lorde Sith usou todos os seus poderes para manter seu aprendiz estabilizado, um ato que jamais teria realizado por Maul ou Tyranus. Talvez a razão estivesse no potencial de Vader para se tornar um Sith. Poderia levar muitos anos para Sidious encontrar um outro aprendiz tão poderoso quanto Vader, e mesmo assim, provavelmente nunca aconteceria. Por essa razão, o Imperador fez todo o possível para salvar seu aprendiz da morte.

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Sidious chega no Centro de Reconstrução Cirúrgico junto com o corpo de Vader.

De volta à capital, eles foram para um Centro de Reconstrução Cirúrgico, onde o Imperador ordenou que Vader fosse reconstruído usando substituições robóticas, um processo longo e doloroso. Palpatine fez com que seu aprendiz ficasse consciente para torná-lo mais forte através da dor.

Após ser totalmente reconstruído, e equipado com uma armadura, que iria sustentá-lo pelo resto de sua vida, Vader perguntou a seu mestre o que havia acontecido com Padmé. Palpatine disse a ele que "em seu ódio, você a matou". Logo depois, Vader caiu em fúria e através da Força, ele destruiu o Centro Médico, e chegou a tentar matar Sidious, mas se mostrou incapaz de fazê-lo , já que seus ferimentos haviam cortado seu potencial pela metade, e ele já não era poderoso o suficiente para enfrentar seu mestre. Por fim, Vader desistiu, e Palpatine ficou satisfeito: um dos mais poderosos Lordes Sith de todos os tempos, nasceu em meio da dor e do sofrimento, e se tornou seu aprendiz.

Enquanto isso, Yoda e Obi-Wan fugiram para o exílio, e os filhos de Anakin também foram separados. Léia Organa foi para Alderaan com Bail Organa, e Luke Skywalker foi com Obi-Wan para ficar com o meio-irmão de Anakin, Owen Lars, em Tatooine. Sendo assim, a existência deles foi escondida de Palpatine.

O Reinado do Imperador (19 ABY-4 DBY)Editar

O Aprendiz SecretoEditar

A Nova Ordem em Prática (0 ABY)Editar

O Surgimento da Estrela da Morte foi logo depois de Anakin (Vader) perder sua batalha para Obi-Wan Kenobi. Também foi planejada por Conde Dookan, em Geonosis.

Dois SkywalkersEditar

A Caída do ImpérioEditar

Palpatine renascido e Fragmentos do ImpérioEditar

O Retorno do ImpérioEditar

LegadoEditar

Personalidade e característicasEditar

"O Imperador não é tão complacente quanto eu."
―Darth Vader
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Palpatine, o Imperador Galáctico.

Palpatine era o mal encarnado - acreditando ser a personificação da escuridão e a encarnação viva do Lado Negro da Força. No entanto, ele também era paciente, altamente inteligente e um ator incrível capaz de manter a fachada de um político bom e honesto por um prodigioso número de anos. Tanto como o Senador de Naboo e Supremo Chanceler da República Galáctica, ele deixava transparecer uma imagem de um homem modesto que tomava chá, quase um avô para todos, com roupas sempre elegantes. Palpatine era conhecido como um amante incurável das artes, indo sempre à ópera e colecionando estatuetas únicas. Com seu comportamento amigável e seu sorriso no rosto, ele conquistou os corações de bilhões durante as Guerras Clônicas, prometendo trazer justiça a um governo atolado em corrupção e caos, e assim, escondendo seus verdadeiros motivos por trás do disfarce perfeito, a fim de obter apoio para seu novo Império.

Depois de seu confronto com Mace Windu, Palpatine criou um novo personagem, uma pobre vítima de um ato de violência sem explicação. Agora ele estava com uma aparência de um ancião frágil e deformado, com uma pele pálida e olhos amarelos. Ele vestia uma capa preta, e carregava consigo uma bengala preta e brilhante, apoiando-se nela para dar a impressão de fraqueza.

Seus atos como político amoroso e depois como vítima inocente serviam apenas para encobrir sua verdadeira personalidade, como Darth Sidious. Ele era manipulador e sedutor, sempre dobrando facilmente os outros à sua vontade em busca pela supremacia Sith e pelo poder supremo. Um narcisita, Sidious achava sua essência mais sombria e escura do que o vácuo do espaço, declarando-se como a personificação definitiva do Lado Negro. Ele também era uma pessoa extremamente sádica e cruel, tendo um prazer considerável no sofrimento e na morte dos outros. Na verdade, ele era conhecido por cultivar formas de vida com o único propósito de matá-las depois.

Apesar de sua fome insaciável pelo poder, Palpatine honestamente acreditava que um governo Sith seria o melhor para a galáxia, e depois de um tempo começou a se considerar uma espécie de salvador. Ele via todos os outros seres que não tinham sensibilidade com a Força como inferiores, e ignorantes quanto a suas incapacidades em alcançarem seus objetivos. Como é articulado em A Fraqueza dos Inferiores, Sidious considerava os "sábios e poderosos" - especialmente os sensitivos à Força - responsáveis por guiar tais entidades fracas em ordem para criar uma civilização próspera. Não vendo ninguém mais sábio ou poderoso que ele próprio, Palpatine achava que somente ele poderia realizar tal filosofia, e assim, controlar a galáxia para sempre.

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O holograma do Imperador sobre seu aprendiz.

Palpatine também foi um autor prolífico; suas notas em ciências políticas e militares tornaram-se textos populares, e suas teorias sobre esses temas foram ministradas em universidades por toda a galáxia. De fato, depois de sua ressurreição, ele começou a dedicar parte do seu tempo para escrever uma série de livros sobre conhecimentos Sith, como o Compêndio do Lado Negro. Palpatine era um patrono conhecido de várias artes, como a ópera, e gostava de cercar-se com estatuetas originais e antiguidades decorativas. Muitas delas serviam como esconderijos convenientes para guardar diversos artefatos Sith, como por exemplo seus sabres de luz.

Apesar de suas habilidades excepcionais no combate de sabre de luz e seu domínio do Lado Negro, Palpatine era suscetível a temer algumas coisas, o que não era umas das virtudes dos Sith. Contrariando a crença rigorosa de Darth Bane, no qual o aprendiz deve provar seu valor golpeando o mestre em uma luta aberta, Palpatine escolheu o assassinato de seu mestre, Darth Plagueis, durante seu sono, ao invés de confrontá-lo diretamente. Em um esforço para ganhar a simpatia de Anakin Skywalker, Palpatine também se acovardou diante de Mace Windu, e só atacou o Mestre Jedi, depois de Skywalker desarmá-lo. Depois de sua ascensão como Imperador, Palpatine mostrou um medo visível depois de ser atacado por um poderoso impulso da Força de Yoda. Ele tentou fugir em vez de lutar, e só confrontou o Mestre Jedi quando parecia não haver outra escolha.

Outra desvantagem era que enquanto Palpatine ainda não havia revelado sua identidade Sith ele não podia utilizar seus poderes na Força para se proteger, fazendo com que uma situação de perigo apresentasse um risco considerável para a sua vida.

Em relação a seus aprendizes, Sidious, de fato, não teve muita sorte em achar alguém que era realmente digno de sua linhagem. Depois de passar anos preparando a queda de Anakin Skywalker para o Lado Negro, o poder do jovem Jedi foi severamente diminuído, devido as injurias que Anakin sofreu em Mustafar, pelas mãos de Obi-Wan Kenobi. Anos depois, Palpatine perdeu outro aprendiz perfeito quando Galen Marek se sacrificou para salvar a Aliança Rebelde. Por fim, outro candidato também resistiu as tentações do Imperador, quando Luke Skywalker escolheu ajudar seu pai, em vez de matá-lo e tomar o lugar de Vader ao lado de Palpatine. O Imperador considerou qualquer outro candidato inválido, já que eles simplesmente não estavam no mesmo nível que ele.

Romances e filhosEditar

Blue Glass Arrow Artigo principal: Família Imperial

Nunca foi provado que Palpatine teve, realmente, algum relacionamento físico ou amoroso durante sua vida. Apesar dos Sith acreditarem na entrega total às emoções, Palpatine nunca deu muita atenção a tais sentimentos. Entretanto, algumas fêmeas já declararam terem se envolvido com ele, como a Diretora de Inteligência Imperial Ysanne Isard. Ela disse uma vez a Corran Horn que amava o Imperador, mas amava ainda mais seu poder. De fato, a maioria daquelas que declararam ter intimidade com o Imperador, chegaram a tal ponto somente pelo desejo por seu poder.

Irek IsmarenEditar

Mesmo mais frias, algumas delas, como uma das assistentes do Imperador Roganda Ismaren, procurou ter em suas mãos o poder de ser a mãe do herdeiro do Império, que assumiria o trono depois da morte de Palpatine. No caso de Ismaren, seu filho, Irek Ismaren era, na verdade, filho de outro assistente do Imperador, chamado Sarcev Quest. O garoto foi posto como fruto de uma das "diversões" do Imperador, afim de ganhar um trono vazio. O complô não funcionou, mas ainda há uma pequena chance de que parte da história contada por Roganda seja verdadeira; afinal, esse era o resultado de ter toda a galáxia governada por um regime de dinastias.

Triclops Editar

Durante a época da Nova Ordem, foi assumido que Palpatine tinha um filho, chamado Triclops, cuja mãe era uma alien fêmea que tinha três olhos. Na verdade, a história dos pais de Triclops era mais complicada. Anteriormente, em seu primeiro mandato como Chanceler, Palpatine ordenou que dois cientistas Shi'ido, chamados Mammom Hoole e Borborygmus Gog, fizessem experiências na geração espontânea de vida, continuando seus estudos que começaram durante o treinamento de Plagueis. A assistente de Palpatine, Sly Moore, deu a Hoole e Gog uma "voluntária" para os experimentos. Ela era uma certa Niobi, uma gentil e humilde fêmea de Bordal. De acordo com os rumores, o primeiro teste saiu terrivelmente errado, resultando no nascimento de um mutante de três olhos. Hoole e Gog culparam Niobi pela falha, e o leal ajudante do Chanceler, Sarcev Quest, expulsou Niobi e Triclops para muito longe.

Depois que cresceu, Triclops foi treinado pelos Profetas do Lado Negro, para se tornar o Olho do Imperador, uma extensão da visão de Palpatine pela galáxia. No entanto, Triclops começou a ter visões de "paz e desarmamento", o que não agradava o Imperador. Palpatine não podia deixar Triclops continuar livre, mas também não podia matá-lo; seus sonhos com armas de guerra eram mais inspiradores do que as fábricas de armas Imperiais. Como uma terceira opção, ele baniu Triclops para as minas de Kessel, para viver como um simples escravo.

Poderes e HabilidadesEditar

"O lado sombrio da Força é um caminho para muitas habilidades, que alguns consideram ser sobrenaturais."
―Palpatine
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Quando irritado, Sidious era uma visão assustadora de se ver e um oponente avassalador.

Considerado por muitos um dos maiores Lorde dos Sith na história - algo que ele mesmo acreditava firmemente, Sidious foi o único que em milhares de anos conseguiu realizar o principal objetivo dos Sith: erradicar a Ordem Jedi e fazer com que a galáxia fosse governada pelos Sith.

Mas seu maior poder, o que o fez o Sith mais apropriado para cumprir a vingança de sua ordem, era a habilidade de manipular todos a sua volta. De fato, como o Mestre Jedi Yoda descreveu uma vez: a mortalha do Lado Negro encobria todas as coisas.

Ele conseguiu realizar sua vingança usando, não só sua manipulação política e na Força, mas também com diversos aprendizes poderosos, inclundo Anakin Skywalker, o Jedi que Sidious manipulou para cair para o Lado Negro e se tornar Darth Vader. Palpatine tinha um intelecto superior, um vasto conhecimento sobre a mente humana, e era bem treinado na arte de prever o futuro com a Força, assim ele poderia manipular toda a galáxia como se estivesse, simplesmente jogando uma partida de dejarik. Ele tinha muita experiência em áreas como psicologia, burocracia e filosofia, e era conhecido por apreciar jogos mentais.

Treinamento com Sabre de LuzEditar

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Darth Sidious segurando um de seus sabres de luz.

Apesar de sua aparência frágil, Darth Sidious era na verdade um lutador incrivelmente talentoso, com enorme experiência em Combate de Sabre de Luz, e um dos maiores duelistas de todos os tempos, sendo igualado a Yoda e Mace Windu. Graças a sua tremenda habilidade, Palpatine matou Agen Kolar e Saesee Tiin - dois grandes Mestres Jedi - cada um com um só golpe, e Kit Fisto momentos depois, enquanto lutava com Windu. Ele também conseguiu empatar com Yoda em um duelo mais tarde. Muitos anos depois, Sidious, em um de seus corpos clones, duelou e derrotou Luke Skywalker em seu laboratório em Byss. Ele era ambidestro e podia mudar seu estilo de luta a qualquer momento, deixando seus oponentes incertos quanto ao seu próximo movimento. Um mestre em todas as formas de combate conhecidas, o Lorde Sith tinha um estilo de duelo extremamente agressivo e por isso era um adversário muito poderoso e quase invencível.

Sidious alegou que se tornou mais forte depois de sua morte. Considerando os anos que ele passou estudando a Força para se unificar a ela, um corpo mais jovem com os poderes de anos e anos de experiência seria considerado indestrutível, provando que ele não estava exagerando.

De fato, as únicas pessoas conhecidas que o derrotaram em um duelo com sabre de luz foram Mace Windu em Coruscant (graças ao seu conhecimento na forma de luta Juyo) e Luke Skywalker a bordo da Eclipse (graças ao seu poder aumentado por sua irmã e seu sobrinho através da Força).

Poderes com a ForçaEditar

"Eu tenho brincado com seus jogos Jedi há muito tempo! Agora você vai experimentar o meu pontencial completo... Eu vivo como energia... Eu sou o Lado Negro!"
―Palpatine
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Sidious demonstra seu poder em telecinese durante sua batalha com Yoda.

Além de suas habilidades de combate de sabre de luz, Darth Sidious foi considerado um dos maiores usuários da Força de todos os tempos. Palpatine era um mestre na arte do Relâmpago da Força, e era conhecido por usá-lo como um ataque letal, e uma forma de torturar seus inimigos. Ele tambem era o único Sith capaz de realizar a Tempestade da Força, uma técnica que ele mesmo descobriu. Contudo deve notar-se que apesar de Palpatine conseguir ser capaz de realizar a técnica somente com um pensamento, ele não sabia controlá-la totalmente. No entanto, em 10 DBY, ele acreditava que já tinha o controle da Tempestade.

As habilidades do Lorde Sith em telecinese também eram grandes, como visto na batalha contra Yoda, onde ele levitou vários pods do Senado simultâneamente, incluindo o que ele mesmo estava, com uma precisão incrível considerando o peso dos pods. Sidious tambem podia usar a Força para acelerar seus movimentos na luta, tão rapidamente quanto seus adversários, além de ser um mestre na arte do Vôo da Força.

Outra técnica muito perigosa e avançada utilizada pelo Imperador era a habilidade de transferir seu espírito para outros corpos, no qual ele usou para sobreviver à morte pelo menos em duas ocasiões. Palpatine tinha um "estoque" de corpos clones preparados para garantir sua sobrevivência, caso algo acontecesse com seu corpo. Ele usou esse poder, não apenas como um caminho para a imortalidade, mas também como uma forma de tortura: sabe-se que ele matou e ressuscitou o engenheiro Imperial Bevel Lemelisk sete vezes como punição pela destruição da Primeira e da Segunda Estrela da Morte. Palpatine também podia canalizar a essência de vida coletiva para sustentar a si próprio. Um exemplo disso seria o planeta Byss que viveu sob este feitiço temporariamente.

Também foi mencionado por Luke Skywalker, que a voz do Imperador tinha um tipo de poder hipnótico, o que leva a pensar que ele tinha poderes consideráveis no controle da mente. Essa é a razão pelo qual sempre pareceu que, quando Darth Vader estava na presença de Sidious, ele lhe daria total obediência, mas teria sua própria individualidade longe de seu mestre. Sendo assim, a vontade do Imperador era incomparável.

O Imperador também era altamente hábil em prever o futuro, afirmando muitas vezes que tudo estava acontecendo como ele havia previsto. Além disso, Sidious também foi capaz de esconder sua natureza sombria da Ordem Jedi por muitos anos. Ele era tão forte com o Lado Sombrio que conseguiu escurecer a visão dos Jedi, os impedindo de descobrir a verdade.

Ao passar das décadas, Sidious mergulhou nas várias facetas do Lado Sombrio da Força, de forma que ele tinha domínio sobre quase todas as artes Sith conhecidas. Na época de sua morte final, ele havia se tornado um nexus do Lado Sombrio, capaz de rasgar o tecido do espaço.

"É necessário vencer a tentação de criar espécimes que são superiores em todos os sentidos. O perigo de tais monstruosidades se voltarem contra você é muito grande."
―Palpatine, da Criação de Monstros

Palpatine era um mestre da alquimia Sith, uma arte milenar que foi ensinada a ele por Darth Plagueis. Ele escreveu sobre esse assunto no terceiro volume do seu Compêndio do Lado Negro, chamado de A Criação de Monstros. O Imperador usou essa arte, há muito tempo esquecida, para alterar alquimicamente feras terríveis, como os Rancors, que foram usados como animais de estimação em sua cidadela em Byss. Ele também criou os Dróides Sombra, que eram controlados pela sua própria vontade, utilizados contra a República depois de seu retorno em um corpo clone. Palpatine também pode ter usado a alquimia para esconder seu verdadeiro rosto dos Jedi e da galáxia, enquanto ainda era o Chanceler da República.

Por trás das cenasEditar

"Ele é o grande manipulador político de todos os tempos. Eu o imagino mal desde seu nascimento, o que é uma coisa terrível de se imaginar. "
Ian McDiarmid, falando sobre seu personagem
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A arte conceitual de Palpatine por Ralph McQuarrie.

Desde início do processo de escrita de Star Wars, George Lucas tinha em mente um personagem que iria eventualmente se tornar o Imperador como ele é conhecido atualmente. Um dos primeiros documentos, talvez até o primeiro, que tratam do projeto é um papel datado do início de 1973, que continha uma lista de possíveis nomes para esse personagem, e muitos desses não foram usados. No topo da lista estava o nome "Imperador Ford Xerxes XII" (Xerxes foi um Rei Persa histórico, assasinado pelo próprio filho), logo após foi mudado para "Alexander Xerxes XII," e mais tarde para "Imperador de Decarte."

Influências políticas, históricas e mitológicasEditar

"Você normalmente vê esses temas recorrente em que uma democracia torna-se ditadura, e parece que sempre ocorre da mesma forma, com as mesmas questões, e com ameaças externas, precisando de controle."
―George Lucas

Como muitas personalidades no universo de Star Wars, paralelos podem ser desenhados entre o personagem Palpatine e certas figuras históricas. Ditadores como Júlio César, Napoleão Bonaparte, Adolf Hitler, Joseph Stalin, Ferdinand Marcos e Alberto Fujimori usaram métodos similares ao do Imperador no processo de tornar suas respectivas repúblicas em ditaduras.

Na época do lançamento de A Vingança dos Sith em 2005, muitos americanos compararam Palpatine ao presidente dos Estados Unidos na época, George W. Bush. Paralelo esse, que surgiu a partir do Holocron continuity database, um banco de dados interno da Lucas Licensing para manter a continuidade em todas as histórias relacionada a Star Wars, que citava o HSC (Homeworld Security Command, ou algo como Comando de Segurança do Planeta Sede), nome que o próprio Departamento de Segurança dos Estados Unidos criou. George Lucas negou que Palpatine teria sido inspirado em Bush, mas sim em Richard Nixon, presidente americano na década de 70, quando surgiram as primeiras idéias para Star Wars.

De muitas formas, Palpatine é um vilão arquetípico, cuja única motivação é possuir e manter seu poder, apesar de Palpatine ver a si próprio como um salvador e acreditar realmente que traria paz a galáxia, como pode se ver nos comentários de George Lucas no DVD de A Vingança dos Sith. Não obstante, ele provoca o engano e a manipulação de outros, resultando em outro paralelo clássico, o da figura diabólica. Como Imperador, ele aparece como um homem velho e frágil, escondendo seus poderes sobrenaturais e talvez por isso pode ser visto até como um lobo disfarçado de carneiro.

O Imperador Palpatine também divide muitas igualdades com o conceito bíblico do Anticristo, que seria uma pessoa que viria durante uma época de turbulência; seria solitária, carismática e exaltada como salvador, após prometer paz e prosperidade. Claro que, quando seu poder aumentasse ele tornaria-se menos amigável e mais sinistro, e seu governo voltaria à turbulência. Seguindo essa concepção, o Anticristo seria derrotado pelo Messias, por Cristo, figura que assemelha-se especialmente com Anakin Skywalker, o Escolhido.

Versão OriginalEditar

Palpatine era, inicialmente, muito diferente do que o personagem que surgiu nos filmes. Ele não era nem adepto da Força e nem estrategista; ao invés disso com poucas ambições e desilusões de grandeza que, primeiramente elevou-se a Presidente do Senado e depois a Imperador por seus ministros (como o próprio Tarkin) que controlavam a República e o Império controlando Palpatine, um "testa-de-ferro" para a burocracia Imperial.

Apesar dessa versão de Palpatine aparecer na novelização de Uma Nova Esperança, foi, obviamente, substituída por todas as outras aparições desde que Palpatine foi revelado como o manipulador de praticamente todos os eventos de Star Wars.

Além disso, apesar de após O Império Contra-Ataca, o fato de Palpatine ser um Sensitivo à Força, não ficou explícito se ele era um Sith até a nova trilogia; antes disso, muitas fontes no Universo Expandido confirmaram que ele não era.

RetrataçãoEditar

O jovem Palpatine de A Ameaça Fantasma, o Palpatine de meia-idade de Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith e o Imperador idoso da Trilogia Original são todos interpretados pelo ator Ian McDiarmid, apesar de a imagem holográfica do Imperador que apareceu na versão original de O Império Contra-Ataca seja interpretado por uma atriz não nomeada e dubaldo por Clive Revill.

Emperor Palpatine DVD Empire Strikes Back

Ian McDiarmid como o Imperador Palpatine em O Império Contra-Ataca (oficial).

Para o lançamento em DVD da Trilogia Original em 2004, a cena em O Império Contra-Ataca foi re-filmada com Ian McDiarmid substituindo Revill como o Imperador, com as vozes regravadas tanto com Ian quanto com James Earl Jones (voz de Darth Vader). A refilmagem foi feita como parte da produção do Episódio III.

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Palpatine antes do lançamento do DVD de O Império Contra-Ataca (não-oficial).

Suas sequências com sabre de luz durante A Vingança dos Sith, especialmente sua luta com Mace Windu, foram feitas por Kyle Rowling (que também foi dublês para Christopher Lee) e Bob Bowles. Assim como a de Lee, sua face seria substituida na pós-produção pela de McDiarmid. Sebastian Dickins fez as acrobacias de Palpatine, mas quando o Imperador quebrou as leis da física, um dublês digital foi quem o substituiu.

Na série animada Clone Wars, Nick Jameson dublou Palpatine. Jameson também dublou Palpatine em diferentes video games, incluindo Star Wars: TIE Fighter, Star Wars: Galactic Battlegrounds e Star Wars: Battlefront II, além da adaptação para audio de O Império do Mal pela Time Warner Audio Publishing.

Para a dramatização de O Império Contra-Ataca e Retorno de Jedi na National Public Radio, Palpatine foi dublado por Paul Hecht.

ComentáriosEditar

Em uma entrevista da Star Wars Insider feita em 24 de Janeiro de 2002, Ian Mcdiarmid comparou o personagem Palpatine a Iago, um persoangem shakesperiano da peça Othello:

"Tudo que ele faz é um puro ato de hipocrisisa, e isso é que torna interessante interpretá-lo. Eu suponho que seja como interpretar Iago. Todos os personagens na peça, incluindo Othello, acham que o 'Honesto iago' seja um cara decente fazendo seu trabalho, e ele é quase isso. Mas ao mesmo tempo há um mal tremendo por trás da operação. Há um momento em uma cena deste novo filme em que lágrimas quase aparecem em seus olhos. Essas são lágrimas de crocodilo, é claro, mas para todos aqueles do filme, e talvez até os que estejam assistando a ele acreditem, afinal, se torna real. Ele pode fazer isso, como se ligasse um botão em si próprio. E eu acho que, para ele, seja isso mesmo; o exercíco de puro poder é tudo que ele sabe fazer. è a única coisa que o interessa e a única coisa que o satisfaz, o que o deixa fascinado para jogar esse jogo, porque ele é mesmo uma alma má. Ele é pior que o próprio diabo. Pelo menos o diabo caiu; ele tem uma história, e é uma de vingança."

Em uma entrevista recente, McDiarmid comentou a complexidade do personagem:

"Ele tem um coração negro e irresgatável. Não há nada que pode ser dito sobre ele que seja bom. Quando nós vimos Vader na Trilogia original, pensamos que ele era o coração da escuridão e ninguém poderia ser pior. mas agora nós entendemos o que aconteceu com ele. E uma das coisas empolgantes em ver este filme é que você pode seguir Vader através da jornada de Anakin em cada passo, até mesmo aqueles que você não concorda. Em parte, suas decisões são tomadas por conta de sua traumática infância, e sua luxúria impaciente pelo poder. E isso é o que o meu personagem usa para manipulá-lo."
―Ian McDiarmid

ApariçõesEditar

Leia holo Ajude-me Obi-Wan Kenobi. Você é minha única esperança!

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Vídeo-gamesEditar

Aparições não-canônicasEditar

FontesEditar

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