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Grande Guerra Galáctica

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Coexistente:

Distúrbios Kanz

Grande Guerra Galáctica
Grande guerra galactica
Começo:

3.681 ABY, Conflito em Tingel Arm

Fim:

3.653 ABY, Saque de Coruscant, Tratado de Coruscant

Lugar:

A Galaxia

Resultado:
  • Vitória do Império Sith
  • Assinado o Tratado de Coruscant
  • A República entrega muitos sistemas remotos para o Império Sith
  • A República sofre uma depressão econômica massiva que dura pelo menos uma década
  • A Galaxia entra em estado de Guerra Fria
Maiores batalhas:
Combatentes
Comandantes

Império Sith

"A Grande Guerra Galáctica se arrastou por décadas. Milhares de Jedi e Sith foram mortos. Incontaveis sistemas estrelares foram devastados."
Mestre Jedi Gnost-Dural[fonte]

A Grande Guerra Galáctica, ocasionalmente chamada de Grande Guerra ou de Guerra Sith–República, foi uma guerra entre o Império Sith e a República Galáctica entre 3.681 ABY e 3.653 ABY, durando um total de 28 anos.

Plano de FundoEditar

"Você deve ir aonde Revan foi, dentro das Regiões Desconhecidas, aonde os Sith, os verdadeiros Sith, esperam na escuridão para que a Grande Guerra comece."
Kreia para Meetra Surik

Com o Império Sith derrotado na Grande Guerra do Hiperespaço, a República decidiu como lidar com seu inimigo caido: o Supremo Chanceler ordenou que as forças armadas da República exterminassem todos os Sith remanescentes. Mas um Lorde Sith e um grupo de sobreviventes conseguiram escapar da matança de sua espécie e chegar até as Regiões Desconhecidas. Lá, ele re-fundou o Império, assumindo ele mesmo o titulo de Imperador Sith, e criou um conselho de outros Lordes Sith. Usando o poder do Lado Negro, o Imperador manteve a si mesmo vivo por mais de mil anos após a Grande Guerra do Hiperespaço, reconstruindo a força Imperial e prometendo ao seu povo vingança contra a República e aos Jedi.

A República, enquanto isso, foi desafiada numa série de guerras ao longo dos próximos mil anos. Após a guerra com Exar Kun, o crescente Império Sith instigou os Mandalorianos á atacar a República. Um grupo de Jedi, liderado por Revan, logo se juntou as forças Republicanas em sua guerra contra os Mandalorianos. Durante a guerra, Revan viajou até a antiga academia Sith em Malachor V, aonde a batalha final da gerra Mandaloriana mais tarde tomaria lugar. Durante esse tempo lá, Revan aprendeu da existência dos Verdadeiros Sith nas Regiões Desconhecidas. Ele então usou um artefato Rakatan para iniciar uma guerra com a República para preparar para a invasão do Império Sith, resultando na Guerra Civil Jedi. A República também foi castigada pela Distúrbios Kanz.

O Império Sith se prepara para GuerraEditar

O Imperador Sith ordenou as preparações a invasão da República já no iniciou de 3.954 ABY, quase três séculos antes do início da guerra. Quatro anos antes, os planos iniciais foram atrasados graças em grande parte aos esforços do Jedi redimido, Revan.

Mas o Império não adormeceria nos anos seguintes. As preparações do Imperador para a guerra continuou no entanto, somente atrasando o tempo de invasão. Com as décadas e séculos passando, a frota Sith cresce em grandioso número enquanto agentes Imperiais operavão em segredo, arranjando alianças ambas dentro e fora do espaço da República.

Operativos Imperiais foram bem sucedidos em obter uma aliança com a Ascendência Chiss, bem como a instalação de fantoches governamentais em posições chaves nos sistemas Republicanos na Orla Exterior. Antes do tiro ser dado, o Império já tinha sobre seu comando os Belkadan, Ruuria e os sistemas Sernpidal.

GuerraEditar

Retorno dos SithEditar

"Relatórios horríveis da Orla Exterior parecem anunciar a completa destruição da República"
― Mestre Jedi Gnost-Dural descreve o ataque Sith

Campanha em Tingel ArmEditar

A invasão do Império Sith pegou a República completamente de surpresa. Quando os cursadores de batalhas Imperiais apareceram em Tingel Arm e subjugaram o Setor Aparo, a República não tinha a minima idéia de quem estava atacando. Ingenuamente esperando resolver a situação rapidamente, a República despachou uma equipe diplomática levemente escoltada para saber o que estava acontecendo.

O Imperador viu isso como uma excelente oportunidade de começar uma campanha de guerra psicológica. A frota Imperial esperou pela equipe diplomática Republicana ir até eles, e então permitiu apenas tempo suficiente para mandar as imagens da armada pra seus superiores antes de destruí-los completamente.

Em resposta a ameaça, a República imediatamente mobilizou uma frota para a areá sitiada em Tingel Arm. Chegando nas proximidades de Belkidan, Ruuria e Sernpidal, a primeira frota de guerra Republicana se viu enredado em uma armadilha Imperial. Cercados por naves de guerra Imperiais e desertores aliados, a frota republicana foi forçada a dispersar, afim de evitar a completa aniquilação.

Queda de KorribanEditar

Por séculos, o antigo lar dos Sith, Korriban, era guardado por uma vigilância Jedi e um contingente pequeno de troopers da República. No inicio da guerra essa guarnição era supervisionada pelo Mestre Jedi Kao Cen Darach e sua aprendiz Satele Shan.

Queda de Korriban TOR

A Frota Imperial liberta Korriban.

No meio do caos em outras partes da Orla Exterior, uma frota de mais de 30 naves de guerra lançou um ataque massivo em seu a muito ocupado mundo santo Korriban. A República e os Jedi caíram enfrente ao ataque Imperial, enquanto o Lorde Sith Vindican e seu aprendiz Malgus batalhavam com os Jedi defensores Darach e Shan na estação orbital.

Shan escapou da luta sobre as ordens de seu Mestre, mas Darach foi morto num duelo de Sabre de Luz por Malgus. Com um minimo de esforços devido a força esmagadora, Korriban foi capturada pelas forças Imperiais e á trouxe para o domínio Imperial mais uma vez. O ataque foi tão bem sucedido que um período de tem se estendeu se passou até que o Conselho Jedi tenha sabido da queda de Korriban.

Destruição dos estaleiros em Sluis VanEditar

Com a captura de Tingel Arm e com a derrota das forças da República lá, o Império Sith visou um novo valioso alvo: o Setor Sluis. Sluis Van era o lar de importantes instalações de fabricação de naves da República o que apresentou um alvo tentador para as forças invasoras Imperiais.

Sluis

Starfighter Sith devastaram o estaleiro em Sluis Van

As as forças navais Imperiais moveu-se rapidamente para Sluis Van, a qual estava inteiramente indefesa com as forças da República ainda dispersa. Varios esquadrões de starfighters Sith atacaram o estaleiro destruindo o anel orbital que segurava a estação.

As forças Sith continuaram pressionando, e conquistaram o mundo em si. E assim a guerra continuava, as forças Imperiais executando qualquer civil e trabalhadores governamentais que recusavam-se a jurar fidelidade ao Império.

Batalha de KorribanEditar

Três ans na guerra, no ano de 3.678 ABY, um ladino aprendiz Sith vazou informações sobre os movimentos da frota Sith para a República. Na verdade, Kressh estava apenas interessado em causar a batalha com o objetivo de criar uma distração para que ele pudesse perseguir seus próprios objetivos.

A República moveu suas forças rapidamente para atacar o mundo sagrado dos Sith. A batalha irrompeu na orbita entre as forças de invasão republicana e a guarnição Sith de naves espacias deixadas para guarda o planeta.

Mas a primeira contra-ofensiva da República rapidamente se debandou, e depois foi derrotada esmagadoramente. As forças de invasão republicana foi oprimida pelos defensores Sith e destruída, deixando somente prisioneiros e mortos.

Batalha de BalmorraEditar

Balmorra, um mundo renomado amplamente na galaxia por seus droids e capacidade de fabricação militar, foi um objetivo de conquista no inicio da guerra pelo Império Sith. Sofrendo uma invasão logo em seguida.

Logo após a invasão começar, os nativos Balmorrianos organizaram um grupo de resistência para defender seu mundo. A República logo reconheceu a ameaça do Império controlando as capacidades militares de Balmorra e lançou o seu próprio contra-ataque.

A luta se tornaria a mais longa e duradoura de toda a guerra. Embora a República foi eventualmente forçada a mover suas forças militares para outras frentes na guerra, a resistência Balmorrana manteria a luta durante décadas da guerra até durante a Guerra Fria.

Batalha pela Orla ExteriorEditar

Civis em fuga

Civis republicanos fogem das forças Imperiais.

Os Sith passaram a tomar muitos mundos nos territórios da Orla Exterior e fontes ricas no Setor Minos, e cortou fora a Rota de comercio de Rimma. Campos de batalhas incluindo Llum, Dathomir, e Manaan, este último viu suas cidades da superfície serem destruídas, apesar de sua tentativa de permanecer neutra. A República foi posteriormente derrotada em Agamar e Utapau.

ImpasseEditar

"Nem orgulho nem imprudência levou a decisões dos defensores. eles foram guiados pela Força. Eles foram alem do medo da morte. Seu glorioso confronto final jamais será esquecido. Allusis e seus homens caíram, mas não antes de fazerem os imperiais saírem em retirada.A batalha de Bothawui foi um empate"
― Mestre Jedi Gnost-Dural

Vitórias da República em BothawuiEditar

Após uma década de conquistas a Orla Exterior, terminou com a captura do Setor Seswenna, o avanço Sith se moveu diretamente assaltando a Orla do Meio. Acreditando que a República ainda estava se recuperando de suas perdas, o Império apressadamente enviou uma força de invasão para o planeta Bothawui. O esquadrão foi pego desprevenido pela frota Republicana e obliterado completamente na Primeira Batalhada de Bothawui.

Embora tenha sofrido dez anos de derrotas, a República finalmente fez sua primeira vitória significativa sobre as maquinas de guerra imperiais. As noticias da vitória se provaram um grande beneficio, reacendendo a esperança e aumentando a moral geral em toda República sitiada.

Primeira batalha de bothawuii

Vitória da República na Primeira Batalha de Bothawui.

A doçura da vitória, no entanto, teve vida curta. Buscando vingança por sua derrota humilhante, o Império enviou uma força muito maior de volt a Bothawui. Com um escuto planetário poderoso no lugar, os defensores republicanos, liderados pelo Mestre Jedi Belth Allusis, foram capazes de força as forças imperiais a entrar uma batalha terrestre.

Um exercito Imperial de 50,000 soldados desceram ao planeta e entraram em uma das mais sangrentas batalhas da guerra. As forças imperiais perderam, em média, 10 soldados para cada um da República que eles mataram. Enquanto os comandantes Imperiais eram forçados a chamar por reforços, devido as perdas, os defensores da República mantiveram-se desafiadores até o último homem apesar de uma oferta de segurança se eles se rendessem.

A vitória Imperial foi em Pyrrhic. Enquanto eles derrotaram com sucesso as forças da República, Mestre Allusis e suas forças infligiram tanto dano nos invasores imperiais que eles foram forçados a retirassem. A Segunda Batalha de Bothawui foi um empate de ganhos e perdas de material, ms o sacrifício heroico de Allusis e suas tropas deram as tropas republicanas amplamente na galaxia uma memória a que seguir.

Em retrospecto após a guerra, estudiosos como o Mestre Gnost-Dural viria a identificar a vitória em Bothawui como a unica dos eventuais resultados do guerra; que a única esperança da República diante do ataque Sith era sobreviver, e não a vitória.

Captura dos Mestres do PavorEditar

Os Mestres do Pavor foram um grupo de meia duzia de Lordes Sith que serviram seu Imperador por séculos, e desempenharam um papel importante na década de inicio da guerra. Suas maestria em meditação de batalha permitiram a eles inflingirem terror em qualquer alvo republicano perto deles.

Por treze anos de guerra aberta, o grupo evitou comprometer-se por estar constantemente se movendo abordo do Dreadnaught Imperial. Mas em 3.668 ABY, um time de elite de combate republicano liderado pelo Cavaleiro Jedi Jaric Kaedan foi capaz de infiltrar-se na nave dos Mestres do Pavor.

A República anunciou publicamente que o time de combate tinha matado os agentes de valor do Imperador, embora secretamente eles tenham sido enviados para o plante prisão da República Belsavis. O grupo de perigosos Lordes Sith foram removidos do conflito, e não seriam uma ameça operacional para a República pelo resto da guerra.

Batalha de AlderaanEditar

Invasão de Alderaan

Tropas Imperiais se movem em Alderaan.

Alderaan foi um mundo conhecido como a personificação de todos os princípios sobre os quais a República repousava. E isso, combinado por estar no Núcleo, fez dele um alvo ideal para o avanço Imperial. Não seria somente um ponto estratégico dentro do Núcleo, a captura de Alderaan seria um golpe devastador na moral da República.

A missão de conquistar Alderaan foi liderada por Malgus, nessa altura um veterano experiente da guerra, e garantiu recentemente o titulo de Darth. Após atrair a frota de defesa republicana de Alderaan pra fora do mundo, Malgus e seu exercito lançaram seu ataque, esperando por uma vitória fácil.

Malgus não estava ciente, no entanto, que a República tinha deixado uma considerável guarnição de troopers elite na superfície do planeta. Como em incontáveis outros planetas nos últimos 14 anos, uma luta desesperada pelo controle do planeta emergiu. O avanço Imperial alegou algumas vitórias importantes, como a captura da família real Aldariaana, e colocou seus olhos na apreensão da cidade capital do planeta.

Batalha de Alderaan

Forças Republicanas e Imperiais batalham pelo destino de Alderaan.

Em uma das mais exuberantes florestas do planeta, a força ques estava sendo pessoalmente comandada por Malgus foi atacada pelo exercito republicano o Esquadrão Havoc. O confronto inicialmente parecia ser de uma vitória Imperial, até o apoio liderado pela Cavaleira Jedi Satele Shan ter chegado.

Shan e Malgus duelaram mais uma vez, mais de uma década após o primeiro encontro acima de Korriban, enquanto tropas Imperiais e Republicanas lutavam uma contra outra pela sobrevivência e controle do planeta. Shan e as tropas Republicanas acabou sendo vitoriosa, levando o exercito de invasor Imperial do planeta e ferindo criticalmente Darth Malgus no processo.

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