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"Eles não fazem ideia de que estamos chegando. Eles não têm nenhuma razão para nos esperar. Se pudermos chegar ao chão, vamos aproveitar a próxima oportunidade, e a próxima, até que ganhemos, ou as chances acabem."
Sargento Jyn Erso[fonte]

A Batalha de Scarif foi a primeira grande batalha travada entre a Aliança para Restauração da República e o Império Galáctico, marcando o início da Guerra Civil Galáctica. A batalha foi precedida por anos de ataques da jovem Aliança Rebelde contra o Império e começou o período de cinco anos em que a Aliança lutou com sucesso para substituir o Império Galáctico pela Nova República.

Antes da batalha, a Inteligência da Aliança interceptou informações sugerindo que o renomado cientista Galen Erso estava construindo uma superarma Imperial capaz de destruir planetas inteiros. A liderança da Aliança enviou a filha de Galen Erso, Jyn Erso, e o Capitão Cassian Andor para aprender mais sobre o envolvimento de seu pai, e seus esforços subsequentes fariam a Aliança descobrir a existência da Estrela da Morte, bem como uma falha fatal no projeto colocado por Galen Erso.

Embora o Alto Comando da Aliança se recusasse a opor-se abertamente ao Império, Erso e Andor lideraram uma pequena unidade de soldados Rebeldes e outros aliados e desafiaram as ordens, levando eles mesmo a se infiltrarem na base pesadamente guardada da Torre da Cidadela em Scarif para recuperar os planos da Estrela da Morte. Sob o indicativo Rogue Um, a unidade infiltrou-se no escudo planetário de Scarif em uma lançadeira de carga classe Zeta roubada e procedeu com um ataque de guerrilha na periferia da Cidadela, afastando forças Imperiais para que Andor, Erso e o droide K-2SO pudessem se infiltrar na instalação. O Diretor Orson Krennic, o ex-comandante da Estrela da Morte, tentou impedir Erso e Andor de roubar os planos, mas os Rebeldes pesadamente excedidos em número receberam apoio da Frota da Aliança sob o comando do Almirante Raddus, cujas forças engajaram os Destróieres Estelares Imperiais acima de Scarif e trabalharam para destruir o Portão do escudo que protegia o planeta.

Com a destruição do Portão do escudo, Rogue Um conseguiu transmitir os planos roubados para a frota acima, apesar de todas as forças terrestres Rebeldes restantes terem sido erradicadas por uma explosão de baixa potência, pela recém chegada Estrela da Morte, que destruiu a Cidadela e a área circundante. As forças do Lord Sith Darth Vader fizeram um trabalho curto nas naves rebeldes que não conseguiram recuar, mas a Princesa Leia Organa conseguiu escapar da batalha abordo do Tantive IV; Vader a seguiu até o planeta Tatooine e a capturou ali, mas os planos já estavam fora de seu alcance. Os planos finalmente encontraram o caminho para a Aliança, que os usou para identificar a fraqueza da Estrela da Morte e destruí-la na Batalha de Yavin.

PrelúdioEditar

"Desculpe, Jyn. Sem o total apoio do conselho, os riscos são muito grandes"
Chanceller Mon Mothma para a Sargento Jyn Erso falando que o Alto Comando não iria dar suporte a qualquer confrontação direta contra o Império Galáctico[fonte]

Após a Missão a Eadu, Jyn Erso, e o Capitão Cassian Andor participaram de uma reunião do Conselho da Aliança, onde eles contaram aos seres reunidos o que tinham aprendido sobre a Estrela da Morte e que precisavam obter os planos mantidos em Scarif; no entanto, a maioria era cética de que tal arma existia, e aqueles que acreditavam não estavam convencidos de que tinha uma fraqueza deliberada - pelo fato de que a notícia veio de um criminosa que era filha de um engenheiro Imperial - e pensaram que seria melhor se esconder ou se render. Desanimada, Erso se afastou da reunião, apenas para descobrir que Andor e muitos outros ainda estavam dispostos a ir com ela e a lutar. Juntos, eles empreenderam uma missão não autorizada para Scarif usando o transporte de carga Imperial que havia sido roubado anteriormente e se dirigindo ao planeta.[1]

Uma vez lá, Bodhi Rook transmitiu os códigos de depuração da lançadeira, que os colocou através do escudo planetário e para a superfície.[1]

Por volta do mesmo tempo, o Diretor Orson Callan Krennic também retornou a Scarif, para ordenar que o pessoal de comando revisasse todos os arquivos de projetos relacionados à Estrela da Morte feitos pelo falecido desenhista da estação, Galen Erso. O motivo por trás disso era conferir se havia alguma irregularidade, depois que Vader informou a Krennic de que ele só poderia obter a benevolência do Imperador caso tivesse certeza de que Erso não cedeu nada aos Rebeldes quanto às fraquezas da Estrela da Morte.[1]

A batalhaEditar

Ataque surpresaEditar

"Façam dez homens parecerem como cem"
Capitão Cassian Andor, para os soldados do Rogue Um[fonte]

Ajudados pelo elemento surpresa, Jyn Erso e Cassian Andor enviaram equipes para criar uma distração que permitisse se infiltrarem na Torre da Citadela e localizar os planos. Erso e Andor, se passando pelo Técnica Kent Deezling e o Tenente Colin Hakelia, depois de nocautear os dois e roubar seus uniformes, procederam a entrada no complexo de segurança.[10] Eles atraíram um droide K-2X até uma área isolada, assim K-2SO pode achar um caminho direto para os planos através do mapa incompleto do droide. K-2SO achou o caminho e alertou que haviam três esquadrões de Imperiais em sua rota. Andor então deu aos Fuzileiros a ordem para detonar os explosivos. A batalha começou com os Fuzileiros Navais Rebelde desencadeando múltiplas explosões nas plataformas de desembarque à volta do complexo de Scarif. Isso atraiu muitos dos soldados na base, permitindo a Erso, Andor e K-2SO avançar para dentro da Citadela e procurar pelos planos da Estrela da Morte, enquanto o resto do Rogue Um lidava com a guarnição do complexo.[1]

Atacando o Portão do escudoEditar

"Aqui é o Líder Dourado, nós estamos começando o ataque no portão do escudo."
―Capitão Jon Vander, para a frota rebelde.[fonte]
X Wing heading toward the sheild gate

General Merrick aproxima-se do escudo antes que ele feche.

Pouco depois, o resto da frota da Aliança chegou para dar suporte ao esquadrão de assalto inicial. Seguindo a chegada da frota, o Almirante Raddus ordenou que todos os líderes de esquadrão reportassem para que ele atribuísse suas tarefas; os Esquadrões Vermelho e Dourado tinham que defender a frota, enquanto o Esquadrão Azul foi ordenado a ir para a superfície de forma a reforçar aqueles que lutavam nas praias. 12 X-wings, incluindo o Líder Azul Antoc Merrick, e uma única U-wing fizeram isso atráves da abertura antes que o controle do Portão do escudo ordenasse que o mesmo fosse fechado. Outras 6 X-Wings do resto do esquadrão tentaram atravessar com nenhuma conseguindo; uma foi derrubada, duas foram destruídas quando impactaram contra o escudo e outras quatro tiraram para fora, contudo, uma foi destruída quando colidiu com a estação do portão. Os membros restantes do Esquadrão Azul no espaço, agora consistindo de 1 U-wing e 3 X-Wings, trouxeram a baixo os geradores de escudo de um Destróier Estelar junto com um caça TIE enquanto ajudavam o resto da frota Rebelde. Depois que o esquadrão azul havia passado, o Esquadrão Vermelho começou um ataque diversionário no Portão do escudo com o uso de 10 X-Wings para atacar as torres de defesa, perdendo um número de suas naves no processo pelo fogo inimigo mas inflingindo dano severo a muitos dos turbolasers. Essa tática atraiu a atenção de várias torres de defesa, criando uma abertura para o Esquadrão Dourado atacar o Portão do escudo. Usando 10 de suas Y-Wings, o líder Dourado instruiu seus pilotos a começar o bombardeio inicial, alertando-os para terem cuidado com as torres à volta. O Esquadrão Dourado realizou vários bombardeios no Portão do escudo, utilizando bombas de prótons no processo, mas perdendo 3 Y-Wings também. A batalha se intensificou quando, em resposta ao ataque, as forças Imperiais lançaram caças TIE a partir de seus Destróieres Estelares e do Portão do escudo, os quais começaram a atirar nos cruzadores Rebeldes com fogo laser e abater muitas espaçonaves, incluindo o Vermelho Cinco (Pedrin Gaul). Depois de ver que não havia progresso nessa frente, o Almirante Raddus ordenou a frota que engajasse os Destróieres Estelares.[1]

Infiltração da torreEditar

"Você vai precisar disso."
―Jyn Erso enquanto dá para K-2SO um SE-14[fonte]
Scarif infiltration

Andor, Erso e K-2SO se infiltram na torre

Uma vez dentro da base, Andor, K-2SO e Erso fizeram seu caminho até os arquivos. Depois de incapacitar o técnico, K-2SO começou a procurar pelos arquivos enquanto Andor e Erso entraram no cofre. Depois de notar a morte do técnico, uma multidão de stormtroopers cercou a sala de arquivo principal, com K-2SO segurando muitos deles com uma única pistola blaster. Depois de suportar o forte fogo blaster, K-2SO localizou os planos da Estrela da Morte e marcou a pequena caixa. Ele então trancou Erso e Andor no cofre para permitir-lhes tempo suficiente de recuperar os planos, sendo posteriormente destruído pelos stormtroopers e levando abaixo o console da sala de arquivos no processo.[1]

Assalto AT-ACTEditar

Baze Malbus shoots an AT-ACT

Baze Malbus atira um foguete em um AT-ACT.

Enquanto o resto do Rogue Um seguia a linha, Chirrut Îmwe ouviu o som dos andadores chegando. Ele gritou para Baze Malbus, que então se virou e viu um AT-ACT. Agora superados devido à presença dos andadores, os Rebeldes foram obrigados a recuar para a praia, com o número deles sendo reduzido pelo fogo dos stormtroopers e dos caminhantes que os perseguiam. À medida que os Rebeldes chegaram a praia e entrincheiraram-se, Baze disparou um foguete inteligente em busca do AT-ACT, sem efeito. No entanto, logo antes que ele pudesse obliterar sua posição, o caminhante foi atingido e destruído pelas X-wings do Esquadrão Azul, que chegaram para fornecer apoio. Outro andador foi derrubado por uma U-wing quando seu canhão de íons montado na porta desabilitou suas pernas e um terceiro implodiu quando uma X-wing abriu fogo em sua superestrutura de carga aberta.[1]

ReforçosEditar

Rebel Marines on Scarif

Fuzileiros Navais Rebeldes bramindo nas prais de Scarif.

"Por Jedha!"
―O grito de guerra dos Fuzileiros Rebeldes.[fonte]

Com o Esquadrão Azul atravessando o Portão do Escudo, as defesas aéreas Imperiais foram revolvidas para defender a Torre da Citadela da incursão dos Rebeldes. X-wings Rebeldes engajavam os numerosos TIE Strikers estacionados em Scarif, com ambos os lados sofrendo grandes baixas. À medida que a batalha aérea se agudizava, Merrick ordenou a U-wing para reforçar as tropas sobrecarregadas na praia, enquanto o resto do esquadrão os defendia do fogo Imperial. O Rogue Um continuou a atrair a guarnição Imperial, permitindo a Jyn e Cassian o tempo que precisavam para recuperar os planos.[1]

Iniciando o interruptor mestreEditar

Imperial Cargo Shuttle Trailer 2

A lançadeira é destruída, com Rook dentro.

Depois disso, Rook foi encarregado de abrir o escudo defletor para que os planos pudessem ser transmitidos para a nave capitânia da Aliança acima do planeta. Bodhi dirigiu Chirrut Îmwe e Baze Malbus ao interruptor principal de energia para comunicações no Scarif. Os dois conseguiram desligar o disruptor de sinal, mas pereceram fazendo isso, apesar de não antes de matar todo o complemento de troopers da morte enviado contra eles. Rook conseguiu entrar em contato com a nave-chefe da Aliança e disse-lhes que tinham que abrir o escudo defletor para permitir que os planos da Estrela da Morte fossem transmitidos para eles. Pouco depois, um implosivo térmico foi jogado em sua nave, matando-o e destruindo a lançadeira.[1] Tendo recebido a transmissão de Rook, Raddus formulou um plano para abrir o escudo.

Krennic chega pertoEditar

"Meu pai construiu um estopim no meio da sua máquina, e eu apenas disse a toda a galáxia como acendê-lo."
―Jyn Erso para Orson Krennic[fonte]
Citadel data vault

Erso e Andor no cofre de dados.

Dentro da Torre da Cidadela de Scarif, Orson Krennic, juntamente com dois troopers da morte, abriram uma porta de segurança para o cofre de dados e começaram a atirar em Andor e Erso. Andor conseguiu matar os dois soldados, mas foi atingido por Krennic, ficando inconsciente. Erso continuou sua subida para a escotilha de escape no topo do cofre e saiu no telhado da Base de Scarif. Em cima da base estava o disco de comunicações. Depois de reorientá-lo, Erso estava prestes a enviar os planos para os Rebeldes quando Krennic apareceu. Enquanto Krennic a confrontava, declarando a inevitável vitória do Império, Andor recuperou a consciência e abriu caminho para o telhado da estação. Justo antes de Krennic estar prestes a matar Erso, Andor atirou no diretor.[1]

Derrubando o escudoEditar

"Acertem aquela abertura!"
―Jon Vander[fonte]
ShieldGateDown

A Lightmaker e Destróieres Estelares antes de colidirem com o Portão do Escudo.

Muito acima, a Frota da Aliança estava tomando uma surra significativa. Embora a frota Rebelde tivesse mexido suas naves e canhões de defesa, derrubando parte da frota Imperial atacante, infinitas ondas de caças TIE atiravam nas naves Rebeldes, destruindo um transporte médio GR-75 e danificando umas das fragatas Nebulon-B, enquanto os escudos da Profundidade eram reduzidos para metade da força.

O Líder Dourado então deu a ordem para que seus companheiros de esquadrão se formassem em sua ala, informando-os que o caminho havia sido limpo. Junto com quatro de seus companheiros de esquadra, Vander lançou vários torpedos de íons em um Destróier Estelar, desabilitando-o. Percebendo o acontecido, o Almirante Raddus entrou em contato com uma corveta Martelo e explicou seu plano para abrir o escudo.[1]

A corveta que ele escolheu para realizar seu plano era a Lightmaker , comandada por Kado Oquoné. A nave já havia sofrido fortes danos e estava cobrindo a linha de retirada. Tendo evacuado todo o pessoal não-essencial, deixando uma equipe de esqueleto para trás, incluindo Oquoné em pessoa[7], a corveta então se chocou com o Destróier desativado e ligou seus motores sub-luz, enviando-o em um percurso de colisão para com o outro. O Almirante Gorin, vendo o perigo iminente, ordenou o impulso reverso total para evitar a colisão, mas era tarde demais. Com a colisão os dois Destróieres se quebraram e os pedaços caíram em direção a Scarif, se chocando com estação de docagem orbital que controlava o escudo defletor, desabilitando-o. Com o escudo a baixo, Erso e Andor conseguiram transmitir com sucesso os planos da Estrela da Morte para a capitânia da Aliança sobre Scarif.[1]

Planos recebidos e Vader chegaEditar

"Senhor, devo começar a mirar sua frota?"
"Lorde Vader vai cuidar da frota. Mire na base de Scarif, ignição única no reator."
"Sim senhor."
"Você pode disparar quando estiver pronto."
―Wilhuff Tarkin e Hurst Romodi[fonte]
TantiveEscape

The Tantive IV escaping from Scarif.

Imediatamente após a transmissão dos planos, a Estrela da Morte saiu do hiperespaço. Grão Moff Wilhuff Tarkin, ciente da chegada iminente de Darth Vader a bordo do Devastador, escolheu ignorar as naves Rebeldes e, em vez disso, ordenou uma única ignição do reator com alvo na base da Citadela em Scarif. Recuperando a consciência em cima da Torre da Citadela, Krennic olhou para o céu para ver a assomada Estrela da Morte sobre a base. Assistido pela espantada frota Rebelde, o superlaser disparou sobre a superfície, dissipando o escudo planetário, assim como o fez. O feixe vaporizou o terço superior da Torre da Citadela, que estava em seu caminho direto, e impactou na superfície a vários quilômetros de distância. Logo depois, todos na base (incluindo Erso e Andor), juntamente com o complexo de segurança Imperial, foram vaporizados e destruídos pelos efeitos secundários monumentais do impacto.

Uma vez que as forças da Aliança receberam as esquemáticas da Estrela da Morte, eles tentaram escapar para o hiperespaço. Três corvetas CR90, dois transportes GR-75, uma corveta Martelo (a Consonância), e uma série de caças estelares fizeram o salto em tempo, mas os outros foram interceptados pelo Devastador, que subitamente emergiu do hiperespaço. Três Y-wings, duas X-wings e uma canhoneira Dornean conseguiram uma ação evasiva para evitar se chocar com ele, mas um transporte GR-75 foi obliterado quando bateu no casco do Destróier já que não conseguiu se afastar no tempo. A capitânia de Vader abriu fogo imediatamente com suas baterias frontais, visando a Profundidade; uma infeliz fragata Nebulon-B foi pega na barragem em vez disso, e dividida na metade com o poder de fogo bruto.

O Destróier então voltou suas armas para a Profundidade enquanto o resto das naves se dispersava. Os escudos já debilitados da capitânia deram lugar e a nave foi paralisada por novas barragens. Depois de desativá-la, Vader, juntamente com uma pessoal de embarque, entrou na nave tentando recuperar os planos da Estrela da Morte e encontrou um grupo de soldados Rebeldes tentando fugir com os planos, mas presos por uma porta de segurança defeituosa. Revelando sua presença, Vader cortou todo o grupo com seu sabre de luz enquanto atiravam nele, mas o que segurava os planos conseguiu passa-lo para as forças de segurança de Alderaan, que escaparam na Tantive IV, antes de ser morto por Darth Vader. A corveta, capitaneada por Raymus Antilles e carregando Princesa e Senadora Leia Organa, fez o salto para o hiperespaço, escapando por pouco, terminando assim a Batalha de Scarif.[13] No final da batalha, a Profundidade foi destruída e Raddus foi morto.[5]

ConsequênciasEditar

Nos bastidoresEditar

ApariçõesEditar

FontesEditar

Notas e referênciasEditar