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"Você é imprudente, jovem. Jamais poderia ser Padawan de Mestre Kenobi... mas talvez possa ser a minha."
―Anakin Skywalker para Ahsoka após a Batalha de Christophsis[fonte]

Ahsoka Tano, apelidada "Abusada" por seu Mestre e também conhecida como "Ashla" depois das Guerras Clônicas, foi uma Padawan Jedi Togruta designada para ser aprendiz do Cavaleiro Jedi Anakin Skywalker pelo Mestre Jedi Yoda e, depois da guerra, ajudou a estabelecer uma rede de várias células rebeldes contra o Império Galáctico. Tano foi descoberta em seu planeta natal Shili pelo Mestre Jedi Plo Koon, que a trouxe ao Templo Jedi em Coruscant para receber o treinamento Jedi. No começo da guerra, Ahsoka estava envolvida na derrota dos Separatistas em Christophsis e sobreviveu a um encontro com Asajj Ventress durante a Batalha de Teth. E, realmente, a ajuda de Tano juntamente com Skywalker foi essencial para adquirir passagem segura através do Espaço Hutt, devido sua parte no resgate do filho de Jabba o Hutt, o que assegurou a aliança entre a República Galáctica e os Hutts.

Como Comandante do Grande Exército da República, Ahsoka encontrou no Capitão Rex um mentor, e junto com seu Mestre, Ahsoka provou ser uma figura importante durante várias campanhas da guerra contra os Separatistas. Durante a crise da Malevolência, uma nave capaz de destruir pelotões inteiros, Tano foi fundamental para que a República fosse capaz de destruir essa arma. Devido às suas missões, Ahsoka iria duelar contra vários oponentes, desde figuras Separatistas como o General Grievous e a assassina Asajj Ventress até caçadores de recompensas como Cad Bane e Aurra Sing. Com o tempo, Ahsoka amadureceu em uma líder respeitada, e contribuiu para vitórias importantes da República, como a Segunda Batalha de Geonosis e a Batalha de Mon Cala. Ela inclusive chegou a morrer depois de uma série de eventos em Mortis, mas a Filha se sacrificou para trazer Ahsoka de volta à vida.

Depois do fim da guerra e com a ascensão do Império Galáctico, Tano se escondeu em Thabeska e Raada. Depois da evacuação de Raada, Tano se juntou ao crescente movimento rebelde do Senador Bail Organa. Ela se tornou a encarregada da rede de inteligência e adotou o codenome "Fulcrum". Como "Fulcrum", Ahsoka assegurou informações para várias células rebeldes, incluindo a de Hera Syndulla. Ahsoka se interessou particularmente na célula de Syndulla pois um de seus membros era um ex-Jedi chamado Kanan Jarrus, que havia começado a treinar seu próprio Padawan, Ezra Bridger. Ahsoka acabaria realizando algumas missões junto com essa célula rebelde. Eventualmente, em uma missão a Malachor, Tano se reencontrou com Anakin, que nessa altura havia se tornado o Lorde Sombrio dos Sith Darth Vader. Depois de um confronto entre ex-Mestre e aprendiz, muitos acreditaram que Ahsoka Tano morreu como resultado do duelo contra Vader, incluindo Kanan e Ezra.

Biografia Editar

Início de vida Editar

"Foi o Mestre Plo Koon quem me encontrou e me levou para o Templo onde eu pertencia…"
―Ahsoka Tano, para Anakin Skywalker — Gnome-speakernotesOuça (arquivo)[fonte]
Plo discovers Ahsoka

Plo Koon descobre Ahsoka Tano, aos três anos de idade.

Trinta e três anos antes da Batalha de Yavin,[1] Ahsoka Tano foi descoberta pelo Mestre Jedi Plo Koon em meio ao seu povo no planeta Shili[4] aos três anos de idade, e foi aceita na Ordem Jedi para ser treinada como uma Jedi.[1] Na mesma época, ela foi quase escravizada por um impostor, que interceptou o sinal para a Ordem Jedi e esperava usar seus poderes para fins próprios. Entretanto, essa trama foi impedida, e Ahsoka começou sua vida como Jedi.[9] Como todas as Jedi de sua era, ela foi criada no Templo Jedi em Coruscant.[10]

Guerras Clônicas Editar

"Sou a nova aprendiz Padawan. Sou Ahsoka Tano."
―Ahsoka Tano se apresenta — Gnome-speakernotesOuça (arquivo)[fonte]

Aos quatorze anos,[1] Ahsoka foi designada para o Cavaleiro Jedi Anakin Skywalker—para aprender os caminhos da Força como sua aprendiz—pelo Grão-Mestre Yoda.[6] Tendo sido promovida à posição de Padawan,[1] ela demonstrou grande entusiasmo para se provar merecedora de seu aprendizado. Yoda tomou esta decisão para aliviar o medo e incapacidade de perder entes amados de Anakin, acreditando que ao se tornar um professor, ele iria se desenvolver emocionalmente e entender que seu apego excessivo àqueles com quem se importava era desnecessário quando Ahsoka estivesse pronta para seguir seu caminho sozinha. Entretanto, sua futura escolha de deixar a Ordem seria mais um fator que contribuiu para a queda de Skywalker ao lado sombrio.[11]

Batalha de ChristophsisEditar

"Você é imprudente, jovem. Jamais poderia ter sido Padawan de Mestre Kenobi… mas talvez possa ser a minha."
―Anakin Skywalker para Ahsoka Tano, após a Batalha de Christophsis — Gnome-speakernotesOuça (arquivo)[fonte]
R2-D2 Anakin and Obi-Wan meet Ahsoka

Ahsoka se introduz a Anakin e Obi-Wan durante a Batalha de Christophsis.

O Conselho Jedi finalmente mandou Ahsoka em sua primeira missão em Christophsis para ajudar as forças da República, e informar ao Mestre Obi-Wan Kenobi e ao seu antigo aprendiz, Anakin Skywalker, que estavam sendo requisitados no Templo Jedi de Coruscant. Ela chegou ao planeta momentos depois da primeira onda de forças separatistas bater em retirada. Depois de relatar sua mensagem a Obi-Wan e Anakin, Obi-Wan se introduziu a ela, presumindo que ela fosse sua nova Padawan, mas ela o corrigiu, insistindo que Mestre Yoda havia designado-a especificamente a Anakin.[6]

Ao mesmo tempo, o exército droide montou um escudo defletor que bloqueava os bombardeios da artilharia que haviam impedido seu avanço mais cedo. Anakin e Ahsoka eventualmente montaram um plano para se infiltrar nas linhas inimigas enquanto Obi-Wan e seus clones mantinham as forças droides ocupadas pelo máximo de tempo possível. Os dois Jedi se esconderam em uma caixa enquanto os tanques droides passaram ao seu redor. A caminho do emissor de escudo, Ahsoka tropeçou em uma antena de sensor, acidentalmente ativando droidekas. Anakin se ocupou dos droides enquanto a jovem plantava explosivos em volta do gerador. Enquanto ela plantava as cargas, um droide de batalha se esgueirou por detrás dela, mas ela o percebeu e o cortou pela metade. As metades do corpo rolaram pelo chão, ativando mais antenas e mais droidekas. Com Skywalker imobilizado pela horda de droides, Ahsoka olhou em volta e notou um pedaço de parede atrás dele com um buraco conveniente exatamente onde ele estava posicionado. Ela usou a Força para derrubar a parede e esmagar os droides ao redor do seu mestre.[6]

Enquanto isso, na cidade, Obi-Wan foi capturado pelo General Separatista Whorm Loathsom. Planejando enrolar e ganhar tempo, Obi-Wan sugeriu que os dois deviam se sentar e discutir sua rendição, e os dois se sentaram para beber chá. Entretanto, o general ficou rapidamente frustrado com a situação e percebeu o estratagema de Kenobi. Loathsom ordenou que ele rendesse suas forças, no exato momento em que o escudo explodiu e o Mestre Jedi reverteu a situação e tomou o general como refém. A batalha pelo planeta havia sido uma vitória para a República.[6]

Quando a batalha acabou, Anakin comentou sobre o quão impulsiva e imprudente era Ahsoka, mas identificou os mesmos traços em si mesmo e aceitou a jovem como sua Padawan. Vendo os dois se aproximarem, Yoda se perguntou se ter uma Padawan iria acalmar o espírito selvagem de Anakin.[6]

Batalha de Teth e o resgate do filho de JabbaEditar

"O que está tentando provar afinal?"
"Que eu não sou jovem demais para ser sua Padawan."
"Ahsoka, um Jedi sábio uma vez me disse que nada acontece por acaso. É o desejo da Força que você esteja ao meu lado."
―Ahsoka conversa com seu mestre — Gnome-speakernotesOuça (arquivo)[fonte]
Ahsoka and stinky

Ahsoka e Rotta o Huttlet durante a Batalha de Teth.

Depois da Batalha de Christophsis, Anakin e sua nova aprendiz foram despachados para resgatar o filho perdido de Jabba o Hutt, Rotta, que havia sido capturado por forças separatistas e levado ao planeta Teth. A importância desse resgate era crucial, garantindo rotas de comércio e abastecimento pelo Espaço Hutt nos Territórios da Orla Exterior.[6]

Ao chegarem em Teth, ficou claro que seria impossível pousar no Monastério B'omarr, o que forçou as forças da Repoública a pousar na base da montanha onde ele estava localizado e escalá-la usando andadores AT-TE. A subida foi difícil, mas os clones e os Jedi conseguiram atingir o monastério e derrotar a tropa de droides que o protegia.[6]

Depois de ocupar o perímetro externo, eles descobriram um droide de protocolo zelador chamado 4-A7, que revelou a localização do Hutt capturado. Anakin e Ahsoka foram procurá-lo e enfrentaram alguns droides antes de encontrar a cela em que o Hutt estava preso. Ao contrário do que pensavam, Rotta acabou sendo apenas um bebê, que exibia sinais de estar doente. Enquanto isso, 4-A7 gravou os Jedi conversando sobre o bebê, incluindo o comentário de Anakin sobre seu ódio de Hutts, e o repassou para a Acólita Sombria Asajj Ventress. Ventress retransmitiu o arquivo para seu mestre Conde Dookan, que por sua vez usou-o como evidência para provar a Jabba que os Jedi haviam sido os verdadeiros sequestradores de seu filho, garantindo que enviaria seu exército para salvar seu filho.[6]

Com o exército droide em seu encalço e o pequeno Hutt doente, os Jedi tiveram que encontrar outra forma de levar o bebê para Tatooine. No seu caminho para fora, Ventress chegou e eventualmente encontrou a dupla e os atacou. Depois de um breve duelo, eles conseguiram escapar para um hangar próximo, onde uma nave estava pousada, sendo seguidos pelo seu droide astromecânico R2-D2. Ao chegar na plataforma, eles encontraram 4-A7 novamente. Entretanto, ficou óbvio que o droide era um espião quando três droides de batalha saíram da nave. Os Jedi destruíram os droides e roubaram a nave.[6]

Com a nave em fuga, Mestre Kenobi e os reforços da República chegaram para ajudar as tropas do Capitão Rex, e Obi-Wan entrou em um duelo com Ventress. Anakin tentou pousar a nave num dos Destróieres Estelares da República, mas o hangar da nave foi destruído, forçando os Jedi a irem até Tatooine sozinhos. Quando os dois pularam para o hiperespaço, Obi-Wan e Ventress sentiram sua saída. Sabendo que Ventress havia falhado em sua missão e que seu mestre não ficaria satisfeito, o Mestre Jedi se aproveitou e a sobrepujou, mas ela conseguiu subir num droide abutre bem a tempo para escapar.[6]

Enquanto isso, Anakin e Ahsoka conseguiram encontrar remédios para o pequeno Hutt, o que salvou sua vida enquanto eles se dirigiam ao Palácio de Jabba em Tatooine. Entretanto, enquanto se aproximavam do planeta, eles foram atacados por MagnaGuardas em caças estelares classe Rogue. Apesar de terem destruído os caças, tiveram que fazer um pouso forçado no Mar das Dunas. Ahsoka, Anakin e R2 então levaram Rotta pelo Mar das Dunas até o palácio de seu pai. Ao chegarem perto, sentiram a presença de Dookan.[6]

Enquanto Anakin distraía Dookan, Ahsoka e R2 levaram Rotta até o palácio, mas foram atacados por MagnaGuardas. Ahsoka duelou e destruiu todos os droides e se reuniu com seu mestre no palácio de Jabba. Porém, Jabba ordenou sua execução até ser contatado por seu tio, Ziro. A Senadora Padmé Amidala então revelou a Jabba através do holograma que seu tio estava trabalhando com Dookan e havia arranjado o sequestro de Rotta. Jabba decidiu poupar a vida dos Jedi. Então Ahsoka e seu mestre foram buscados por Mestre Kenobi e Yoda.[6]

A MalevolênciaEditar

"Espera! Só porque não tiveram sobreviventes da última vez não quer dizer que não terão nenhum dessa vez!"
―Ahsoka Tano, para o Chanceler Palpatine e o Conselho Jedi[fonte]

Tano, junto com seu mestre, foi enviada para proteger a área do sistema Bith. Ela e Skywalker foram então contatados pelo Mestre Plo Koon, que havia rastreado a arma secreta da Confederação até o sistema Abregado. Quando a transmissão de Koon caiu, Ahsoka insistiu com seu mestre que eles deveriam enviar apoio para ele, mas precisariam da permissão do Conselho e do Chanceler. Durante a conferência, o Conselho concordou com Anakin que provavelmente não havia sobreviventes, e ordenaram que ele apenas protegessem os comboios. Ahsoka então interviu e insistiu que eles precisavam procurar por sobreviventes, mas foi repreendida pelo Conselho e pelo Chanceler. Anakin então ordenou que o Almirante Yularen levasse sua frota para proteger os comboios enquanto ele e Ahsoka iriam levar a Crepúsculo e "fazer o reconhecimento da área".[12]

Apesar do desabafo de Tano, seu Mestre concordou com ela que eles deveriam procurar por sobreviventes. No início, eles não tiveram sucesso e foram ordenados por Kenobi e Palpatine a desistir de sua busca. Tano então sentiu o Mestre Plo e pilotou o Crepúsculo para a localização de sua cápsula de fuga. Tano e Skywalker encontraram Koon, o Comandante Wolffe, o Sargento Sinker e o soldado Boost. Eles aprenderam com Koon que a arma era um canhão iônico montado em uma enorme nave que poderia desativar outras naves. Tano então detectou essa nave se aproximando deles. No início, a nave passou, mas então detectou o droide médico do Crepúsculo, o TB-2. Eles conseguiram escapar antes que a onda de explosões do canhão de mega-íons os alcançasse.

Após seu retorno ao Resolute, Skywalker e Tano receberam o Esquadrão Negro para realizar sua próxima missão: destruir o General Grievous e a Malevolência. Tano e Koon estavam um pouco céticos em relação ao plano, sabendo que Grievous estaria bem protegido pelas defesas de sua nave. Tano e Skywalker foram então informados de que Grieovus havia atacado um comboio médico no sistema Ryndellia. Skywalker deduziu que o próximo alvo de Grievous era o centro médico secreto da República, perto da Nebulosa de Kaliida. Tano serviu como artilheira de Skywalker a bordo de seu Y-Wing.

Tano, junto com Skywalker, Koon e o Esquadrão Negro, pegaram um atalho pela nebulosa. Tano detectou várias mantas Neebray. Apesar dos danos a um dos bombardeiros e a um astromecânico, eles chegaram à estação médica. A Malevolência então chegou, e Tano abateu vários droides abutres, apesar do voo de fantasia de seu mestre. Quando o Esquadrão Negro começou a perder naves, Tano convenceu seu mestre a atacar o canhão de íons em vez da ponte. Eles conseguiram desativar tanto os canhões de íons da Malevolência quanto seu hiperdrive, deixando a nave extremamente avariada.

Tano, Skywalker e Koon então se juntaram a Kenobi a bordo do Resolute enquanto ele continuava atacando a Malevolência. No entanto, Tano detectou uma nave de Naboo se aproximando do campo de batalha. Tano então captou um sinal de comunicação do piloto da nave, a senadora Padmé Amidala. Ela acabou sendo capturada e seu mestre decidiu resgatar a senadora, Tano foi capaz de escaneá-la. Ahsoka conseguiu guiar seu mestre e Kenobi pela nave para encontrar Amidala e seu droide de protocolo, C-3PO, até que Grievous interferiu em suas transmissões. Tano assistiu Skywalker, Kenobi e Amidala fugirem e a Malevolência colidir com a Lua Morta de Antar

Batalha de Bothawui e busca por R2-D2Editar

Após a derrota da República em Falleen, Tano, Skywalker e sua frota foram posicionados em Bothawui para protegê-lo. Tano concordou com Kenobi que eles deveriam recuar, mas ficou ao lado de seu mestre quando ele se recusou. Tano permaneceu na Resolute enquanto Skywalker, R2 e o Esquadrão Dourado confrontaram a frota de Grievous. Quando a frota de Grievous os atingiu, Tano então sinalizou Rex e seus AT-TEs para abrir fogo aos asteroides atrás da frota de Grievous. Apesar de terem destruído a maior parte da frota de Grievous, ele conseguiu escapar.

Depois que Skywalker foi ferido quando seu caça colidiu com um grande pedaço de estilhaços, ele foi levado para o Resolute para se recuperar, apesar de R2 ter ficado para trás. Tano mais tarde acompanhou seu mestre junto com o substituto temporário de R2, R3-S6 em uma operação de resgate subsequente para tentar recuperar o droide, embarcando em uma nave de salvamento próximo pilotado pelo viscoso Trandoshano Gha Nachkt. O R3, secretamente ligado aos Separatistas, ativou vários droides assassinos IG-88 que atacaram os dois Jedi dentro do porão de carga da nave. Depois de não encontrar R2, eles saíram para continuar sua busca, sem saber que Nachkt também estava na liga com Grievous e secretamente escondia R2 dos Jedi. Depois que Skywalker foi pego em uma emboscada por Grievous como resultado da sabotagem de R3, Tano e Rex foram forçados a resgatá-lo. Embora eles mais uma vez escapassem das garras do General, eles também não estavam mais perto de encontrar R2.

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Ahsoka e Grievous duelam no Posto de Escuta Separatista.

Ao receber uma transmissão de R2 a bordo da nave de Gha Nachkt, Tano e Skywalker foram capazes de seguir as coordenadas de transmissão do Posto de Escuta Separatista de Grievous em uma das Luas de Ruusan. A fim de evitar os scanners da estação, Tano, Skywalker, R3, Rex, Denal e vários outros clones saíram do Crepúsculo para a superfície da estação, ganhando entrada através do sabre de luz. Uma vez lá dentro, Skywalker foi resgatar R2 enquanto Tano e os clones começaram a plantar explosivos ao redor da estação. Tano e os clones foram encontrados e atacados por Grievous, que matou todos os soldados, menos Rex e Denal. Antes que ele pudesse dar um golpe mortal em Rex, seu ataque foi defendido pelo sabre de luz de Ahsoka, e os dois se envolveram em um duelo. De longe superada pelo general ciborgue, Tano se retirou para outra sala cheia de peças sobressalentes de droides junto com R3. Enquanto ela se escondia, ela contatou Rex e ordenou que ele continuasse com a missão e continuasse a plantar explosivos enquanto ela distraía Grievous. Embora ela tenha sido descoberta e emboscada pelo General graças à traição de R3, ela conseguiu escapar para o poço de ventilação e se encontrar com o resto da tripulação e com o recém-resgatado R2. Eles conseguiram escapar a bordo do Crepúsculo assim que a estação explodiu, desta vez com R2.

A captura de Nute Gunray Editar

Após a apreensão da República do Separatista Vice-rei Nute Gunray graças aos esforços de Padmé Amidala e do Senador Onaconda Farr em Rodia, Ahsoka Tano e a Mestra Luminara Unduli foram encarregadas de supervisionar a viagem de Gunray a bordo do Tranquilidade para Coruscant, onde ele seria julgado por seus crimes. Vários guardas do Senado sob o comando do Capitão Argyus também foram despachados como segurança extra para acompanhar os Jedi. Embora Tano fosse inicialmente cética em relação à necessidade de tanta segurança para apenas um Neimoidiano, Unduli assegurou a Padawan que seus aliados poderiam estar conspirando facilmente contra eles e planejando um plano de resgate. A Mestra Jedi Mirialana estava de fato correta, pois o conde Dookan já havia enviado sua assassina mais confiável, Asajj Ventress, para resgatar o vice-rei e devolvê-lo aos separatistas. Enquanto Tano e Unduli tentavam interrogar Gunray, com a Mestra Jedi castigando Tano por ameaçá-lo por impaciência, Ventress e seu pequeno contingente de Super droides de batalha violaram o casco da nave. [13]

AsajjAhsoka focus

Ahsoka e Ventress duelam aborto da Tranquilidade.

Tano foi deixada para proteger Gunray, e Unduli e o Comandante Gree foram lidar com os droides, onde ela duelou com Ventress, que havia se infiltrado dentro da nave sem ser detectada. As duas duelaram por um curto período de tempo antes que Ventress conseguisse libertar Gunray e prender a Padawan no lugar do vice-rei. Unduli chegou pouco depois, libertando Tano para que elas pudessem duelar com Ventress juntas. No entanto, em vez de se render, Ventress detonou vários explosivos que ela havia plantado na sala de máquinas, derrubando ambos os Jedi no chão e escapando pelo poço do elevador. Embora Tano quisesse seguir e confrontar a assassina mais uma vez, Unduli a chamou para ficar parada apesar de seus protestos. Por fim, decidindo desobedecer as instruções de Unduli, Tano chegou a tempo de salvar a Mestra Jedi da morte certa pela lâmina de Ventress. Unidos como um time, as duas Jedi enfrentaram Ventress pela segunda vez, embora ela mais uma vez tenha escapado, desta vez acompanhada de Gunray, completando com sucesso sua missão para o desespero de Tano e de Unduli.[13]

Resgate a VanqorEditar

Depois que seu mestre, Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi foram presos em uma caverna no planeta cristalino de Vanqor após o pouso forçado durante um confronto com o líder da Confederação de Sistemas Independentes, Conde Dookan, Tano e uma pequena equipe de extração de soldados clones foram despachados para resgatar os dois Jedi. Tano e sua equipe destruíram a abertura da caverna desmoronada para libertar Skywalker e Kenobi, que haviam caído da fumaça de um gás verde tóxico que eles haviam acidentalmente liberado. Eles então selaram a entrada da caverna, prendendo um enxame de Gundarks dentro.[14]

Conflito em Maridun Editar

Ahsoka Tano e Anakin Skywalker, juntamente com uma frota de naves da República, foram posteriormente enviados para evacuar a Cavaleira Jedi Aayla Secura das forças Separatistas após sua derrota durante a Batalha de Quell. Os dois Jedi, Rex e seu batalhão de clones conseguiram embarcar no navio de Secura, o Resolute, e se encontrar com a Twi'lek Jedi e seu próprio batalhão, escapando por pouco para um cruzador ancorado com Skywalker ferido, que havia sido pego em uma explosão. do ataque separatista. Eles foram então forçados a saltar prematuramente para o hiperespaço a fim de escapar da explosão do Resolute a tempo, para grande alarme do Almirante Yularen. Como resultado, eles foram forçados a pousar em Maridun para evitar colidir com uma de suas estrelas próximas.[15]

Ahsoka Maridun

Ahsoka ajuda a defender o vilarejo de Maridun.

Encalhados na superfície do planeta após a explosão do seu cruzador, eles montaram um acampamento pequeno usando algumas partes da nave destruida. Temendo por seu mestre ferido, Ahsoka se ofereceu para cuidar dele com Rex, mas Secura insistiu que elas trabalhassem juntas para encontrar ajuda da população local. Tano relutantemente concordou e acompanhou Secura e o Comandante Bly para procurar ajuda enquanto Rex permaneceu com Skywalker. Ao longo do caminho, a jovem Padawan confessou a Secura seus sentimentos de confusão em relação ao Código Jedi sobre a regra de não formar apegos, mas também mostrando compaixão. Em resposta, Secura compartilhou sentimentos semelhantes que ela costumava ter em relação a seu próprio mestre, a quem ela finalmente foi capaz de deixar ir. Não muito tempo depois, eles foram emboscados por um bando de animais que mataram Flash, Lucky e Cameron. Após uma longa jornada, eles finalmente encontraram a aldeia local de Lurmen, encontrando o ancião da aldeia Tee Watt Kaa e seu filho Wag Too. Inicialmente, Watt Kaa recusou-se a ajudar os Jedi, não querendo se envolver na guerra, mas depois concordou em enviar seu filho com Tano para curar Skywalker, com a condição de que Secura permanecesse com ele como garantia. Wag Too e Tano depois retornaram com Skywalker, e Too foi capaz de curar suas feridas usando óleos curativos nativos.

Os Jedi foram forçados a deixar a vila depois que as forças separatistas chegaram sob o comando de Lok Durd para impor sua "proteção" ao povo Lurmen, a fim de evitar que os moradores pagassem o preço devido à sua presença. Enquanto os Jedi estavam escondidos, eles descobriram uma base separatista fortemente vigiada nas proximidades, e também a existência da super arma de Durd: o Defoliator, que era capaz de destruir toda a vida orgânica de onde passava. Determinando que Durd pretendia testar essa arma na aldeia de Lurmen, os Jedi se revelaram para proteger os aldeões. A princípio, Tee Watt Kaa se opôs veementemente a se envolver, mesmo que isso significasse defender seu povo, mas mudou de ideia depois que os Jedi conseguiram afastar as forças de Durd e salvar a vila da aniquilação, agradecendo-lhes pessoalmente por seus esforços.

O Vírus da Sombra Azul Editar

Após o súbito desaparecimento dos senadores Padmé Amidala e Jar Jar Binks em Naboo, durante sua investigação de um surto viral entre os nativos, Tano, Skywalker e Kenobi foram mandados para Theed. Na chegada, Skywalker enviou Tano com a nativa Gungan Peppi Bow para investigar os pântanos onde Amidala e Binks foram vistos pela última vez. Inadvertidamente, eles acionaram uma câmera espiã, da qual eles conseguiram se esconder, indicando a presença de uma estação subterrânea sob o pântano. Agindo de acordo com as instruções de Kenobi e Skywalker, Tano se infiltrou nas instalações, derrubando um detonador térmico em uma das escotilhas de saída, facilitando a entrada. Tano e Rex distraíram os droides de Nuvo Vindi, permitindo que Kenobi e Skywalker se infiltrassem nas instalações em silêncio. Os Jedi capturaram Vindi antes que ele pudesse detonar as bombas dentro da instalação e assim liberar o Vírus da Sombra Azul na atmosfera de Naboo. No entanto, sem que ninguém soubesse, um dos droides de serviço de Vindi havia roubado uma das bombas antes que ela pudesse ser desativada por Kenobi e pelo esquadrão antibombas.

Antes que a instalação pudesse ser adequadamente evacuada, o droide servo ativou sua bomba, liberando o vírus. Amidala acionou o alarme a tempo, desligando a instalação e impedindo que o vírus escapasse para o exterior. Ahsoka Tano, presa dentro, entrou em um quarto seguro junto com vários outros clones, mas infelizmente foram contaminados. Enquanto os Jedi tentavam encontrar uma cura em Iego, Tano e Amidala trabalharam juntas para evitar que qualquer droide escapasse da instalação e, assim, liberassem o vírus no ar do Naboo. Eventualmente, graças a Jar Jar Binks, Amidala também foi infectada pelo vírus, e as condições dela e de Tano começaram a piorar com o passar do tempo, e muitos clones morreram. Em um ponto, Tano entrou em colapso e caiu inconsciente dos efeitos do vírus. Mas felizmente, Skywalker e Kenobi foram capazes de obter uma cura, parar o vírus e resgatar Rex, Amidala e Tano a tempo.[16]

Batalha de Ryloth Editar

Anakin Ahsoka Storm Over Ryloth

Anakin consola Ahsoka após a perda de seu esquadrão.

Ahsoka Tano assumiu o comando de seu próprio esquadrão pela primeira vez durante a Batalha de Ryloth, que ela participou junto com seu mestre, liderando os pilotos clones Axe, Slammer, Kickback, Tucker e Swoop na batalha contra o Bloqueio Separatista liderado pelo Capitão Mar Tuuk por cima de Ryloth. No entanto, depois que eles foram emboscados por quatro fragatas de estrelas da classe Munificent, Tano insistiu teimosamente que eles continuassem seu ataque ao invés de recuar conforme instruído por Skywalker e o Almirante Yularen. Depois que todo seu esquadrão foi destruído, Tano retornou ao Resolute, devastada pela perda. Seu mestre, em seguida, repreendeu por desobedecer ordens diretas, e embora ela alegou que ela estava apenas agindo em seus ensinamentos, ela aceitou a plena responsabilidade por suas ações. Embora Skywalker tenha tentado consolá-la, a perda de seus pilotos deixou Tano com cicatrizes e se sentiu incrivelmente culpada.[17]

Mais tarde, Skywalker inventou um plano para atacar o Defensor diretamente no bloqueio, tirando assim Tuuk no processo, e permitindo que a maior parte de suas forças, sob o comando de Tano, terminassem o trabalho retirando o resto do bloqueio enquanto Skywalker escapava em uma cápsula de fuga. Tano, ainda afetada por suas perdas, relutantemente aceitou a liderança mais uma vez, desta vez destruindo com sucesso o bloqueio com seu esquadrão Y-wing enquanto simultaneamente protegia o Resolute ordenando Rex e Yularen para afastá-lo do fogo inimigo para que apenas a barriga de o navio foi exposto. Com o bloqueio destruído, a República começou sua libertação do povo Twi'lek. Tano e Skywalker depois ajudaram Mace Windu lutando contra os bombardeiros encarregados de destruir a cidade de Lessu como apoio aéreo. Ao expulsar e derrotar os Separatistas e Wat Tambor, a República libertou com sucesso o planeta do controle de Dookan.

Primeira batalha de Felucia e protegendo os arquivosEditar

Tano, Skywalker e Kenobi foram mais tarde enviados para Felucia para participar da primeira batalha de Felucia contra as forças separatistas que haviam bloqueado o planeta. Infelizmente, eles estavam em desvantagem numérica e um esquadrão de evacuação liderado por Plo Koon foi enviado para recuperá-los. Apesar das instruções de Kenobi e Skywalker para recuar, Tano continuou a se envolver com os droides de batalha, insistindo em continuar na defensiva e se recusar a correr. No entanto, ela acabou cedendo depois que o mestre ordenou que ela e suas tropas entrassem na sua nave. Momentos depois, o tanque clone de turbo que ela estava em pé foi destruído pelos droides, fazendo Tano perceber que ela teria morrido se ela não tivesse recuado.

Como resultado de suas ações durante a batalha, Tano foi levada perante o Alto Conselho Jedi. Tano admitiu que estava errada em não recuar imediatamente, afirmando que ela havia sido "pega no momento". Apesar de Skywalker ter tentado assumir a responsabilidade pelo incidente, argumentando que ele havia dado a Tano "muita liberdade", o Mestre Windu descartou seu argumento e mandou Tano para os arquivos Jedi para trabalhar na guarda junto com a Mestra Jocasta Nu, a fim de permitir a ela tempo para refletir sobre suas ações desobedientes. Quando Tano perguntou quanto tempo ela estaria de guarda, Windu respondeu que estendeu a punição por ter perguntado.

Sem o conhecimento de Tano, ela estava prestes a ver mais ação do que o esperado, enquanto caçadores de recompensas qualificados, Cad Bane e a Clawdite, Cato Parasitti, disfarçada como o Jedi morto Ord Enisence, haviam se infiltrado no templo com o objetivo de obter um holocron dos cofres Jedi. Alertada pela presença dos infiltrados pelo Mestre Yoda sobre seu comlink, Tano confrontou Parasitti, agora disfarçada como Jocasta Nu, e envolveu-a em uma curta batalha de sabre de luz. Tano derrotou facilmente a Clawdite inexperiente, levando-a em sua custódia. Infelizmente, Bane foi capaz de completar sua missão e roubar um holocron. Felizmente, os Jedi receberam uma pista para encontrá-lo depois que o Parasitti capturado lhes disse que o próximo objetivo de Bane envolvia o guardião do cristal de memória kyber Bolla Ropal. Enquanto Kenobi permanecia em Coruscant para procurar por Bane, Tano e Skywalker dirigiram-se ao Sistema Devaron.[18]

Confrontando Cad BaneEditar

Chegando no sistema Devaron, o cruzador de Tano e Skywalker foi forçado a atacar a frota separatista de Bane, já que o caçador de recompensas Duros já havia capturado Ropal. Infiltrando-se a fragata de Bane, os dois Jedi invadiram a ponte, usando R2-D2 para acessar o computador da nave para localizar Ropal. Infelizmente, eles chegaram tarde, com Tano encontrando apenas seu cadáver dentro do bloco de detenção. Os Jedi então perseguiram Bane na sala de artilharia da nave, com o último desligando a gravidade artificial enquanto ele e seus droides de batalha atacavam. Depois que R2 reativou a gravidade, Bane tentou fugir. Tano, não querendo deixá-lo escapar, perseguiu-o sozinha apesar dos avisos de seu mestre. Confrontando-o em um corredor sem saída, Tano conseguiu derrotar Bane em combate corpo-a-corpo depois que ele a desarmou. No entanto, quando ela tentou recuperar seu sabre de luz com a Força, Bane de repente agarrou seu tornozelo e enviou um choque elétrico paralisante através de seu corpo, deixando-a inconsciente. Bane então amarrou seus pulsos com Stuncuffs e roubou sua trança Padawan, mantendo-a como refém, esperando que seu mestre viesse e tentasse resgatá-la. Assim que Skywalker chegou de fato, Bane o chantageou para desbloquear seu holocron roubado, ameaçando lançar Tano ao espaço abrindo uma eclusa de ar atrás dela. Bane abriu a câmara de qualquer maneira, forçando Skywalker a salvar sua Padawan enquanto Bane mais uma vez escapava. Os Jedi escaparam da nave explodindo junto com Rex, Denal e vários outros soldados clones, completamente inconscientes de que Bane havia realmente matado Denal e se vestido com a armadura do clone. Tano depois pediu desculpas a Skywalker por mais uma vez desobedecer as ordens de seu mestre, mas ele respondeu que o fracasso da missão era culpa dele e não dela.[19]

Depois de retornar de sua missão fracassada, Tano e Skywalker foram instruídos pelo Conselho a rastrear e interceptar Bane em Naboo, a fim de impedi-lo de sequestrar um dos Gungans locais, uma criança sensível à força chamada Roo-Roo Page. Tano e Skywalker foram capazes de emboscar Bane no quarto da criança, com Tano confrontando-o com seu sabre de luz. Depois de uma tentativa fracassada de fuga, Bane finalmente foi levado sob custódia e Page foi devolvido a sua mãe. Antes de ser levado, Tano recuperou sua trança Padawan roubada. Embora tenham impedido com sucesso o sequestro, ainda restavam várias outras crianças sensíveis à Força que Bane conseguira roubar, e assim os dois Jedi começaram a investigar o caça de Bane a fim de encontrar pistas sobre onde ele poderia ter escondido as crianças. Determinando que eles provavelmente estavam em Mustafar, Tano e Skywalker partiram imediatamente para o planeta vulcânico. Lá, eles encontraram as crianças em uma das instalações secretas de Darth Sidious, lutando contra vários droides cirúrgicos para recuperar as crianças, as quais eles retornaram em segurança para suas respectivas famílias e destruíram a instalação. Após a missão, eles retornaram ao Templo, onde Tano ficou desapontada ao saber do Conselho que Bane havia escapado mais uma vez.[20]

Segunda Batalha de Geonosis Editar

Ahsoka Tano participou da Segunda Batalha de Geonosis com os mestres Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi, Luminara Unduli e Ki-Adi-Mundi. Os Jedi, na esperança de capturar o líder Geonosiano e Separatista Poggle o Menor, planejaram um ataque de três frentes contra as fabricas de droides Geonosianas de Poggle. Logo no início da missão, o caça de Skywalker e Tano foi abatido, mas a dupla sobreviveu e continuou seu ataque, lutando contra a linha de defesa Geonosiana. Depois de se reunir com Mundi e suas tropas, que haviam sido separadas da força principal, Tano e Skywalker começaram a lançar granadas de pulso eletromagnéticas para desativar os canhões inimigos, permitindo que os AT-TEs destruíssem o gerador de escudo, o que forçou os Geonosianos remanescentes a se renderem. Tano e Skywalker então trocaram divertidamente suas contagens de mortes, embora Mundi tenha rivalizado muito com os seus.[21]

Tano começou a ficar frustrada com Skywalker depois que ele continuamente a interrompeu durante a apresentação para o próximo estágio da missão, acreditando que ela não tinha conquistado a confiança completa de seu mestre. Depois que a Mestra Luminara e sua Padawan Barriss Offee chegaram para ajudar a planejar o ataque à fundição dos droides, Tano e Offee foram enviadas para infiltrar e destruir a fundição por dentro através das catacumbas subterrâneas Geonosianas sob as instalações, enquanto Unduli e Skywalker se envolveram em uma assalto frontal como uma distração. Embora Tano tenha inicialmente ficado incomodada com a natureza "confiável" de Offee devido a seus próprios sentimentos de inadequação, as duas padawans se uniram rapidamente e puderam trabalhar bem em equipe. Embora as duas padawans conseguissem entrar na sala do reator, elas foram emboscadas por um dos super tanques de Poggle, que prontamente atirou nelas. Depois que Offee destruiu os dois motoristas droides, ela e Tano tomaram o controle do tanque, decidindo usá-lo no reator, sabendo que provavelmente morreriam como resultado da explosão. Elas destruíram com sucesso a fundição e foram enterradas sob os escombros, sobrevivendo à explosão. Tano foi então capaz de salvar ambas as suas vidas através do seu comlink para alertar Unduli e Skywalker de sua localização. Ao serem resgatadas, os dois mestres ficaram felizes em ver que suas Padawans haviam sobrevivido. Unduli informou Tano do fato de que seu mestre nunca desistiu dela [22].

Incidente abordo do TB-73Editar

Após o bem-sucedido resgate da Mestre Luminara Unduli dos Geonosianos e a subsequente morte da Rainha Karina a Grande, Tano e Offee foram enviadas para transportar suprimentos médicos de Geonosis para Mace Windu em Dantooine de uma estação perto de Ord Cestus a bordo do hospital fragata TB-73. Elas estavam, no entanto, inconscientes de que vários vermes cerebrais Geonosianos tinham sido contrabandeados dentro do navio por Scythe, um soldado clone infectado por vermes. Quando os vermes começaram a infectar o resto da tripulação da nave, os clones controlados por vermes atacaram as duas padawans, que foram forçadas a se defender, primeiro no refeitório contra Ox e Edge e depois contra Trap, a quem Offee foi forçada a matar. Tano, usando seu sabre de luz, então matou o verme de Trap, que emergiu de sua boca. No porão de carga, Tano e Offee fugiram para o sistema de ventilação depois que os clones infectados os superaram. Dividindo-se, Tano dirigiu-se para a sala de comunicação para avisar o Mestre Kit Fisto da situação enquanto Offee foi desativar os propulsores.[23]

Ao fazer contato com Fisto, o Mestre Jedi Nautolano instruiu-a a atracar na base médica, apesar de suas preocupações sobre os vermes do cérebro se espalhando. Ela também atualizou seu mestre sobre a situação antes de terminar a transmissão. Imediatamente após sua mensagem, ela foi de repente emboscada por Barriss Offee, que havia sido infectada por um dos vermes em seu caminho para a sala do reator. As duas lutaram uma contra a outra enquanto Tano tentava em vão quebrar a influência da criatura sobre a mente de sua amiga. Depois de um curto confronto, Tano mais uma vez escapou para o sistema de ventilação, agora sendo o único indivíduo na nave que não estava sob o controle dos vermes. Depois de saber que os vermes foram de fato afetados pelas temperaturas frias de Skywalker sobre seu comlink, Tano rompeu o sistema de refrigeração, enfraquecendo os vermes cerebrais. Offee mais uma vez enfrentou Tano na ponte, apesar de Tano ter conseguido lutar contra ela, liberando temporariamente Offee da influência do verme cerebral com uma explosão de um tubo de refrigeração rompido. Embora Offee implorasse a Tano para matá-la, a Padawan matou seu verme cerebral quando saiu da boca de Offee. Quando a nave atracou na base médica, Fisto entrou na nave gélida para encontrar Ahsoka quase inconsciente com sua amiga. As duas padawans foram levadas para a enfermaria médica para se recuperar de sua provação. Enquanto Tano ponderava sobre o que poderia ter acontecido se ela tivesse matado Offee, Skywalker tentou consolá-la, acreditando que ela fez a coisa certa para salvar sua amiga.[23]

No Templo Jedi em Coruscant, Tano e Offee assistiram a uma transmissão do General Grievous e seus MagnaGuardas torturando o Mestre Eeth Koth. Tano e Offee confortaram vários dos Jedi iniciados enquanto Koth gritava de dor. Ela e Offee então os levaram embora a pedido de Mestre Yoda.[24]

Uma importante liçãoEditar

Algum tempo depois, Tano e Skywalker estavam em busca do procurador de armas Weequay, Car Affa, nas favelas de Coruscant. Seguindo o criminoso até um bar, seu mestre a instruiu a esperar enquanto ele o prendia. Devido à repentina prisão de Affa, uma grande multidão de fregueses invadiu o bar e, na comoção que se seguiu, um pequeno Patroliano, Bannamu conseguiu roubar o sabre de luz da Padawan de seu quadril. Envergonhada, Tano não conseguiu admitir a Skywalker que ela havia perdido sua arma e imediatamente se dirigiu aos arquivos Jedi na esperança de rastrear seu ladrão quando chegassem ao templo. Lá, ela conheceu o idoso Mestre Jedi Tera Sinube, que concordou em ajudá-la a localizar seu sabre de luz desaparecido. No início, Tano estava frustrada com a preferência de Sinube pela paciência em relação à velocidade, mas cresceu e aceitou e respeitou os métodos do antigo Mestre Jedi. Eventualmente, eles encontraram o sabre de luz na posse das criminosas do submundo Cassie Cryar e Ione Marcy. Tano se envolveu com Cryar em uma perseguição selvagem por toda a cidade, embora a Saltadora Jango Terreliana fosse rápida demais para a jovem Padawan que conseguiu escapar. Mas, graças a paciência de Mestre Sinube que Ahsoka aprendeu a ter, eles conseguiram pegar o sabre de luz de volta e prender Cryar.[25]

Uma improvável aliançaEditar

Durante a investigação de uma base médica desaparecida sobre Felucia, Tano, Skywalker e Kenobi encontraram uma base de droides Separatistas. Depois de serem atacados por um enxame de droides do Abutre, os três Jedi foram forçados a pousar o ônibus espacial na superfície do planeta, onde descobriram uma pequena vila de Felucianos. Embora inicialmente parecesse deserta, logo descobriram um grupo de agricultores escondidos, sob a proteção de um grupo de caçadores de recompensas. Eles ajudaram então, ao lado de Embo, Rumi Paramita, Seripas e dos fazendeiros, a proteger a fazenda de Hondo Ohnaka e seus piratas que queriam saquear a fazenda.[26]

A caça a Aurra SingEditar

Depois que Ahsoka Tano e o mestre Plo Koon resgataram Skywalker e Mace Windu em Vanqor[27], Tano e Koon viajaram para o submundo de Coruscant para encontrar uma pista sobre a caçadora de recompensas Aurra Sing depois que os Jedi receberam uma transmissão ameaçadora dela e do jovem Boba Fett, esperando localizá-la.[28]

Resgatando as filhas de PapanoidaEditar

Depois que as duas filhas do presidente Notluwiski Papanoida, Che Amanwe Papanoida e Chi Eekway Papanoida foram sequestradas pela Federação de Comércio, Ahsoka Tano se juntou à senadora Pantorana, Riyo Chuchi, para ajudar a resgatá-las da custódia.[29]

Disfarçada em MandaloreEditar

Não muito tempo depois, Tano foi despachada para Mandalore em uma missão secreta para ajudar a educar a juventude de Mandalore sobre os fundamentos da conduta legal e de serviço público.[30]

Retorno de Aurra SingEditar

Seguindo sua missão em Mandalore, Tano foi elogiada pelo Conselho Jedi por suas ações. No entanto, o Conselho ordenou que ela permanecesse no Templo enquanto seu mestre comandava a 3ª Legião em Balith para ajudar em sua guerra civil. Tano então teve um sonho perturbador sobre Aurra Sing, que ela achava que havia perecido em Florrum. As visões mostraram então que Sing estava visando a senadora Amidala.[31]

Tano então avisou Amidala que ela estava sendo alvo de Sing. Apesar de seu aviso, Amidala continuou a se preparar para seu discurso na Conferência de Refugiados de Alderaan. No entanto, Tano foi autorizada a acompanhá-la à conferência como segurança adicional. Após a sua chegada, Tano viu a localização do ataque de Sing em Amidala. Tano avisou a ela e ao capitão Gregar Typho sobre isso. Quando a conferência começou, Tano encontrou Sing e parou sua tentativa. No entanto, Sing escapou quando Tano a perseguiu.[31]

Apesar dos pedidos de Tano e Bail Organa para Amidala retornar a Coruscant, ela preferiu ficar e retomar seu discurso. No entanto, ela usou um droide de luxo BD-3000 para fazer seu discurso. No entanto, Tano sentiu que Sing não foi enganada e foi capaz de encontrar Amidala em seu quarto. Tano então correu e desviou o tiro. Ela então puxou Sing pela abertura do teto. Tano lutou com ela até que Sing a derrotou. No entanto, Amidala foi capaz de atordoar Sing. Tano e Amidala então retornaram a Coruscant, onde Ahsoka identificou o empregador de Sing como Ziro o Hutt,[31] que a queria morta devido a sua interferência em seus planos no início da guerra.[6]

Vivenciando políticaEditar

Tano assistiu a uma sessão do Senado enquanto eles debatiam a desregulamentação dos bancos para financiar a criação de mais soldados clones. Tano teve dificuldade em entender a política por trás da guerra. Ela ficou com Amidala para que ela pudesse tentar entender a política. Tano então permitiu que Amidala usasse seu status de Jedi para ir atrás das linhas inimigas e falar com sua mentora, a senadora Mina Bonteri de Onderon do Senado Separatista em Raxus.[32]

Juntas, elas se aventuraram para Raxus. Em Raxulon, eles encontraram Bonteri e foram para sua casa. Lá, Ahsoka conheceu o filho de Bonteri, Lux. Ela falou com Lux sobre suas diferenças e seu encontro com outros separatistas como Ventress e Grievous. Tano então assistiu a uma sessão do Senado Separatista em seu prédio do Senado e assistiu ao Senado votar pela abertura das negociações com a República. Tano e Amidala então retornaram a Coruscant, onde informaram ao chanceler Palpatine sobre suas negociações. No entanto, os bancos foram desregulamentados quando houve um ataque aos geradores de energia. Ela também aprendeu que seu mestre sabia de sua missão e a repreendeu porque era imprudente dela. Tano, no entanto, aprendeu que a política por trás da guerra não era tão preto e branco quanto ela pensava.[32]

Viagem a MortisEditar

"Há muitas contradições em você e nele. Eu te aviso, você não progredirá se você continuar com o seu Mestre! Saia deste planeta!"
―Uma visão de Ahsoka adulta avisa sobre o perigo que Anakin Skywalker representa[fonte]
SonRevealed

O lado negro da Força, personificado no Filho, é mostrado para Ahsoka e Obi-Wan.

Depois que o Conselho Jedi recebeu um sinal de socorro Jedi de 2.000 anos do Sistema Chrelythiumn, Ahsoka acompanhou seu mestre Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi para descobrir a origem exata da transmissão. O capitão Rex ajudou na busca, permanecendo a bordo de um Destróier Estelar. Embora ambos os partidos chegaram a um ponto de encontro, os Jedi foram incapazes de encontrar Rex; e Rex não conseguiu detectar os Jedi também. Naquele momento, os sistemas de energia e comunicação da espaçonave Jedi foram desativados, enquanto uma força misteriosa puxou a nave espacial para uma gigantesca estrutura de cristal; Depois disso, os três Jedi ficaram inconscientes.[33]

Ao recuperar a consciência, os Jedi acordaram dentro da cabine de sua nave, misteriosamente pousaram em um planeta desconhecido. Examinando a paisagem do planeta, um mundo não ligado pelas leis da natureza e muito forte na Força, os Jedi encontraram uma misteriosa mulher que se chamava de "Filha", sendo a representação física do lado da luz da Força. Apesar de seu interesse óbvio em Skywalker, os Jedi não tiveram escolha senão aceitar a oferta da Filha de deixá-los conhecer o "Pai", o equilíbrio e a ordem dentro da Força. Mas, mais tarde, enquanto a Filha levou-os para o caminho estreito de um penhasco, uma avalanche foi intencionalmente causado por um desconhecido, que bloquearam a estrada, deixando Tano e Kenobi separado de Skywalker e da Filha. Quando a Filha foi confrontar seu misterioso atacante, Skywalker decidiu segui-la enquanto Tano e Kenobi retornavam a nave danificada na esperança de consertar seus sistemas de comunicação para pedir ajuda.[33]

Depois de voltar ao local do acidente ao cair da noite, Tano e Kenobi perceberam que a nave havia desaparecido. Então eles foram imediatamente confrontados pelo "Filho", irmão da Filha e sendo a representação do lado negro da Força. Quando o Filho perguntou se Skywalker era realmente o Escolhido, Ahsoka e Obi-Wan acenderam seus sabres de luz, acreditando que a figura negra era um Lorde Sith. O Filho facilmente tirou os dois Jedi de suas armas. Antes de sair, ele os aconselhou a se refugiar em uma caverna próxima para evitar a tempestade que se aproximava.[33]

Ahsoka-Zukunft (1)

Ashoka tem uma visão de si mesma adulta.

Enquanto dormia dentro da caverna, Ahsoka foi acordada pelo som de sua própria voz. Em seguida, ela teve uma visão de seu futuro, uma Ahsoka Tano adulta que procurou alertar seu eu mais jovem sobre o grande perigo representado por Anakin Skywalker, que havia plantado as sementes em seu lado escuro. A visão também aconselhou Ahsoka a se afastar de seu professor o mais rápido possível. Antes de desaparecer, a visão da adulta Ahsoka deu um aviso final para a versão mais jovem de si mesma, o que sugere que o futuro da Ahsoka nunca poderia acontecer enquanto ela permaneceu ao lado de seu mestre. [33]

Quando Anakin confrontou o Pai, ele foi capaz de verificar se ele era realmente o Escolhido. Para conseguir isso, o Pai usou seus filhos para capturar Ahsoka e Obi-Wan. Enquanto Kenobi foi capturado pela Filha, Ahsoka ficou desamparada e à mercê do Filho. O pai então tentou forçar Skywalker a escolher quem viveria e quem morreria entre eles. Skywalker, não querendo desistir de seu antigo mestre e de sua Padawan, ele usou a Força em uma tentativa de salvar os dois, dominando a Filha e o Filho. Anakin alcançou seu objetivo com sucesso e, para isso, demonstrou sua capacidade de criar e manter o equilíbrio entre as duas partes conflitantes da Força. Mas em vez de permanecer em Mortis para completar seu destino, Skywalker optou por sair com Tano e Kenobi e abandonar Mortis em seu transporte já recuperado.[33]

O Filho, por outro lado, não estava disposto a permitir que o Escolhido escapasse sem primeiro sucumbir ao lado obscuro da Força. Aparecendo a bordo da nave Jedi, o Filho agarrou Ahsoka e a forçou a sair da nave com ele, levando-a para sua torre, sabendo que Skywalker sairia em busca dela. Enquanto estava acorrentada na cela de sua torre e tentando se libertar, Tano foi surpreendida por uma criatura pequena aparentemente inofensiva. Embora a criatura tentasse aprofundar os pensamentos e medos mais profundos de Tano, Ahsoka permaneceu firmemente fiel à crença de que seu mestre iria resgatá-la a qualquer custo. Embora a criatura ajudasse Ahsoka a libertar-se de suas correntes, ele tentou convencê-la a esquecer Skywalker. Quando Tano deixou claro que não voltaria voluntariamente contra seu mestre, a criatura cravou os dentes no braço de Ahsoka. Enquanto ela rapidamente perdeu a consciência, a criatura se revelou como o Filho disfarçado. Sem o tempo necessário para seduzir a jovem Jedi a cair voluntariamente na escuridão, o Filho decidiu levar Ahsoka para o lado escuro, infectando-a com sua mancha depois de mordê-la. Tano estava completamente desamparada diante do poder do lado sombrio; Seus efeitos a transformaram fisicamente e psicologicamente em um ser odioso, com sede de sangue pela batalha insaciável e um sentimento inabalável de fidelidade ao Filho.[3]

Enquanto isso, Skywalker conseguiu subir a torre do Filho, apenas para encontrar sua aprendiz esperando por ele. Embora inicialmente aliviado por se reunir com Tano novamente, o alívio de Skywalker se transformou em desconforto quando ele notou uma mudança inegável na personalidade de sua Padawan. Ahsoka, profundamente imersa no poder do lado sombrio, inconscientemente se concentrou cada vez mais em seus medos e ressentimentos ocultos. Foi então que ela finalmente revelou suas próprias frustrações com Skywalker, julgando seu professor ser excessivamente crítico e estar constantemente insatisfeito com Tano como sua Padawan. Anakin tentou convencer Ahsoka a retornar à luz, mas ela recusou, declarando sua lealdade ao Filho e a causa do lado sombrio para o bem maior da Galáxia. Com isso, Tano anunciou ao seu professor um ultimato - junte-se ao Filho e abrace o lado negro matando-o ou rejeitando-o e morrendo pela mão de sua própria aprendiz. Quando Skywalker se recusou a lutar ou machucá-la, Ahsoka respondeu de acordo, acendeu seu sabre de luz e atacou seu mestre em uma loucura frenética.[3]

Ahsoka aproveitou a ofensiva e deu uma série de golpes de sabre de luz em seu mestre, que manteve uma defensiva para evitar que ela o matasse, tomando cuidado para não atingir Tano no processo. Durante a luta, Ahsoka revelou alguns de seus sentimentos ocultos de amargura e raiva em relação Skywalker, em particular ela odiava ser chamada de "Abusada" pelo seu mestre. Mesmo com a intervenção de Kenobi, que tinha chegado a torre ao lado da Filha para enfrentar o Filho, Tano com confiança aceitou o desafio de lutar contra os dois e ativou a sua shoto, a fim de atacar os dois Jedi com seus dois sabres. Incapaz de superar Ahsoka sem machucá-la, Kenobi revelou que a Filha o ajudou a adquirir uma adaga que poderia matar o Filho. Percebendo a nova ameaça que os Jedi representavam para o Filho, Ahsoka aumentou seus ataques, tentando recuperar o punhal.[3]

Ao mesmo tempo, o Filho e a Filha se enfrentaram na sala do trono da torre. Sua batalha, no entanto, foi trazida para um final inesperado pelo Pai, que usou seu poder para levá-los para o pátio. Ahsoka quebrou seu próprio confronto com Anakin e Obi-Wan para ver como o Filho se levantou para se livrar do Pai de uma vez por todas. Quando o Filho atacou o Pai com uma poderosa barragem de raios da Força, Ahsoka sorriu com aprovação como o Filho atacou o Pai, mostrando-se como fraca e sem bom senso. À medida que o lado sombrio se tornava mais poderoso, o Filho conquistou e derrotou o Pai, colocando-o de joelhos ao aumentar seus ataques com relâmpagos. Aproveitando-se de um momento de distração, Kenobi jogou a adaga para Skywalker para que ele pudesse matar o Filho por trás. No entanto, Ahsoka interceptou o punhal antes que seu mestre pudesse pegá-lo e rapidamente foi para o lado do Filho. Com o Pai derrotado e os outros incapazes de fazer algo a respeito, o Filho regozijou-se com a forma como tudo funcionou perfeitamente, de acordo com seus planos. Quando ele ordenou que Tano lhe entregasse a adaga, ela obedeceu sem hesitar, ignorando a última tentativa de seu mestre de convencê-la a resistir ao lado sombrio. O Filho agradeceu Tano tudo o que ele tinha feito antes de drenar a força vital do seu corpo, deixando-a à beira da morte[3]

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Ahsoka morta, pouco antes de ser ressuscitada.

Enquanto o Filho tinha a intenção de usar a faca para matar seu pai, inadvertidamente, ele esfaqueou a Filha nas costas quando ela usou seu corpo para morrer no lugar do Pai. Horrorizado por ter matado sua irmã, a quem era a única pessoa que ele amava de verdade, o Filho voou para longe em uma tremenda raiva. Skywalker implorou ao Pai para salvar Ahsoka antes que fosse tarde demais. Com a ajuda do Pai, Skywalker agiu como um canal para transferir o último suspiro da Filha para Ahsoka, de modo que a Padawan de Anakin voltou à vida. Como efeito colateral, Ahsoka não guardou lembranças de sua conversão ao lado sombrio. Sem outra opção, os Jedi seixaram o Pai para chorar a perda da Filha enquanto eles estavam voltando para seu transporte a fugir de Mortis e do Filho.[3]

Quando Tano tentava reparar a nave para escapar Mortis, Kenobi e Skywalker estavam debatendo se iriam derrotar ou não o Filho antes que fossem em bora, por causa da grande ameaça representada em sua condição totalmente corrompido. Skywalker decidiu enfrentar o Filho e logo depois, Kenobi perseguiu o seu ex-aluno, apenas para descobrir que Anakin tinha voluntariamente abraçado o lado negro e juntar-se o Filho de necessidade. Depois de descrever vagamente as visões do futuro que o levou a tomar sua decisão, Skywalker e o Filho foram para a nave com a intenção de deixar Mortis para alertar o destino Sith de Skywalker.[34]

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Ahsoka usa um spedeer para escapar do seu mestre corrompido.

Obi-Wan entrou em contato com Ahsoka com urgência e ordenou que ela deixasse a nave, mas não antes de desativar os motores. Embora inicialmente incomodada por ter que desfazer seu trabalho duro, Ahsoka obedeceu quando Kenobi revelou que Anakin estava indo para sua posição e tinha caído no lado obscuro da Força. Apesar do impacto inicial da revelação da queda de seu mestre na escuridão, Ahsoka discretamente deixou a nave para colocar distância entre ela e seu mestre corrompido. Não demorou muito para que Skywalker percebesse que sua Padawan havia sabotado seus esforços para escapar de Mortis. A fim de evitar a possibilidade de Kenobi e Tano receberem mais ajuda do Pai, o Filho saiu com Skywalker para recuperar o punhal do túmulo de sua irmã. Foi então que o Pai aproveitou a oportunidade para acabar com as memórias de Skywalker das visões que ele teve, retornando Anakin para o lado da luz por enquanto.[34]

Ahsoka e Obi-Wan se encontraram com Anakin e o Pai no mosterio, onde encontraram o Filho mais uma vez. Rejeitando o último apelo de seu pai para se afastar do lado negro, o Filho facilmente lutou e derrotou seus oponentes, neutralizando seus ataques com seu próprio poder. A luta chegou a um final inesperado, no entanto, quando o pai pregou a adaga em si mesmo. Assim, o Pai se sacrificou para impedir que o Filho roubasse seu poder e, ao mesmo tempo, roubou os poderes do Filho. O Filho, chocado e desamparado, não pôde impedir que Skywalker o atacasse com o sabre de luz perfurando seu peito. Com as três encarnações da Força destruídas, o reino de Mortis foi destruído em uma explosão de luz.[34]

Ao acordar, Tano, Skywalker e Kenobi mais uma vez se encontraram em sua nave, flutuando no espaço, como se tudo estivesse sido um sonho. Naquele momento, eles foram contatados pelo Capitão Rex e ficaram confusos ao descobrir que apenas um momento se passou desde que eles perderam toda a energia e comunicações da nave. Para eles, o tempo que passaram em Mortis era consideravelmente mais longo. Embora eles ainda estivessem um tanto confusos com toda a sua provação, Ahsoka e seus companheiros Jedi se reuniram com Rex em um Destróier Estelar da República.[34]

Continuação da guerraEditar

Durante os próximos dois anos, Tano e seu mestre conseguiram muitas coisas durante a guerra, incluindo a libertação de escravos Togrutas[35], salvando seu Mestre e muitos outros em várias ocasiões, e até mesmo interrompendo uma conspiração planejada pelo próprio Darth Sidious. Ela também se envolveu com algumas das pessoas mais mortais da galáxia, principalmente Asajj Ventress, General Grievous e Cad Bane várias vezes, sempre sobrevivendo sem qualquer ferimento grave. Tano formou laços estreitos com muitos membros da Ordem, que incluíam Plo Koon, Barriss Offee e Obi-Wan Kenobi, assim como pessoas de fora da Ordem, como Padmé Amidala e Lux Bonteri, a quem ela desenvolveu uma atração romântica.[fonte?]

Escaramuça em CoruscantEditar

"Ahsoka ... o que aconteceu?"
"Vamos apenas dizer algumas complicações"
―Anakin e Ahsoka[fonte]
Ahsoka The Padawan Path

Ahsoka Tano encontrou uma complicação em seu caminho para o Templo Jedi.

Na última parte das Guerras Clônicas, Tano estava em uma patrulha pelas movimentadas ruas de Coruscant, quando ouviu a voz estrondosa de Skywalker crepitar em seu comlink exigindo que ela voltasse ao Templo Jedi para uma cerimônia na qual ela participaria. Quando ela estava se aproximando do templo, ela ouviu pessoas gritando por ajuda. Dentro de um instante a Togruta Jedi se virou e seguiu os sons dos gritos para ajudá-los. Ao virar a esquina, ela testemunhou uma fêmea Aleena e seu filho sendo atacado por um droide trapaceiro. Imediatamente ela percebeu que parte de sua fiação estava exposta. Ela primeiro utilizou a Força para lançar uma caixa em direção a ele, para chamar sua atenção. Quando se aproximou dele debaixo de canos de água residenciais, Tano acendeu seus dois sabres de luz. Ela correu em direção a ele, cortando uma de suas pernas, e começou a pular e cortar os canos de água. A água jorrou sobre o droide, fazendo com que ele se quebrasse. A Padawan verificou se a mãe e a criança estavam bem, antes de se lembrar de repente da cerimônia que ela já estava atrasada. Quando ela finalmente chegou ao Templo Jedi, ela conheceu Skywalker e Yoda na Grande Árvore. Quando a cerimônia começou, Mestre Yoda afirmou que Tano era humilde e corajosa, o que ele considerava um sinal de maturidade. Ele passou a dizer que ela estava no caminho certo para se tornar uma Mestre Jedi, antes de premiá-la com um complemento para sua trança de Padawan.[36]

Treinando Rebeldes de OnderonEditar

Tano, junto com seu mestre Skywalker, Kenobi, e o Capitão Rex foram designados pelo Conselho Jedi para treinar e ajudar os rebeldes de Onderon em sua luta contra o rei Sanjay Rash e suas forças de ocupação confederadas. Lá, ela se encontrou com os líderes dos rebeldes, Steela Gerrera, o seu irmão Saw e o senador que ela já conhecia, Lux Bonteri. Ela e seus colegas Jedi foram bem sucedidos em ensinar os rebeldes a lutar contra os droides de batalha.[37]

Depois de se infiltrar em Iziz, Tano foi deixada para trás para continuar atuando como ligação entre os rebeldes e os Jedi.[37] Com os rebeldes, Tano, Bonteri e Gerrera destruíram o gerador de energia para atrapalhar os droides de batalha. Tano então ajudou os rebeldes a resgatarem o rei Ramsis Dendup e Saw de sua execução. No entanto, ela expôs a presença dos Jedi no local.[38]

Bombardeio no Templo JediEditar

No final da guerra, quando Tano tinha 16 anos[5], sua amiga Barriss Offee,[39] que acreditava que a Ordem Jedi havia se tornado má, corrupta e excessivamente beligerante durante a guerra, secretamente orquestrou um bombardeio ao Templo Jedi em Coruscant, matou o homem-bomba, Letta Turmond, e causou a morte de soldados clones enquanto enquadrava Tano por esses crimes.[40] Enquanto fugia das autoridades da República e de Skywalker, que ainda acreditava que ela era inocente, Tano conheceu sua antiga inimiga, Asajj Ventress, e aliou-se brevemente a ela, já que ambas estavam fugindo de seus mestres. Tano foi conduzida por Offee, a única Jedi que ela ainda viu como aliada, em uma armadilha em um armazém abandonado de Coruscant, onde ela foi capturada pelas forças de Skywalker.[41] O Conselho Jedi expulsou Tano da Ordem Jedi e a entregou à República para julgamento, onde foi processada pelo almirante Wilhuff Tarkin e defendida pela senadora Padmé Amidala. Tano chegou muito perto de uma condenação e sentença de morte, mas devido aos esforços incansáveis ​​de seu mestre, ela foi absolvida no último momento pela confissão forçada de Offee capturada.[39]

Um novo caminhoEditar

"Sinto muito, Mestre, mas não vou voltar"
―Ahsoka Tano para Anakin Skywalker[fonte]

Após o julgamento, Tano foi pessoalmente perdoada pelo Conselho Jedi. Plo Koon pediu desculpas a ela em nome do Conselho, afirmando que eles estavam errados em questionar sua lealdade. O Conselho também afirmou que a Força trabalhava de maneira misteriosa e, portanto, considerava sua provação em retrospectiva como sendo sua grande provação, tendo se mostrado digna do título de Cavaleira Jedi.[39] No entanto, os eventos em torno de sua expulsão e julgamento abalaram severamente a fé de Tano nos Jedi.[4] Como resultado, ela se recusou a aceitar o convite para voltar à Ordem e partiu para descobrir um novo propósito para si mesma.[39]

Ahsoka leaves

Ahsoka Tano se afasta da Ordem Jedi.

A partida de Tano da Ordem Jedi teve um profundo impacto naqueles que ela conhecia. Durante uma missão para descobrir os segredos da imortalidade, Yoda se deparou com visões do Purgo Jedi. Em uma dessas visões, ele viu Tano morrendo nos corredores do Templo Jedi, com a visão dela perguntando se ela poderia se tornar uma com a Força depois de ser expulsa da Ordem Jedi. A visão de Tano foi resultado da culpa de Yoda por tê-la colocado no caminho que a levou à partida.[42]

Seu ex-mentor, Skywalker, foi particularmente afetado por sua saída e se sentiu ainda mais sozinho ao ter que cumprir as expectativas de ser o profetizado Escolhido.[4] Enquanto em uma missão com Kenobi, Skywalker confidenciou que ele ainda estava lutando para chegar a um acordo com sua ausência, e acreditava que seu lugar era com os Jedi. Em um ponto, Skywalker criticou o Conselho, alegando que eles viraram as costas para Tano e a deixaram sem escolha. No entanto, Kenobi afirmou que tinha sido a decisão de Tano de sair e que ela tinha permitido que suas emoções influenciassem seu julgamento, algo contra o caminho Jedi.[43]

O último encontro com seu ex-mestreEditar

Nas últimas semanas das Guerras Clônicas, aproximadamente um ano depois de sua partida, Tano descobriu o paradeiro do ex Lorde Sith Maul, que havia assumido Mandalore e conquistado a liderança da Guarda da Morte. Pouco antes de estabelecer um cerco a Mandalore, Skywalker e Kenobi foram chamados de volta a Coruscant para salvar o Chanceler Palpatine, que havia sido sequestrado pelo General Grievous. Incapaz de usar a ajuda de seus antigos mestres, Tano recebeu a posse de seus antigos sabres de luz e o comando de um exército de soldados clones liderados por Rex. Sem o conhecimento de Tano, esta seria a última vez que ela veria Skywalker como um amigo.[9]

Cerco a MandaloreEditar

Enquanto Skywalker e Kenobi partiram para resgatar o chanceler, Ahsoka Tano, com Rex ao seu lado, liderou o Cerco a Mandalore. Depois de uma longa batalha contra as forças de Maul, ela acabou envolvendo o ex-Sith em um duelo de sabres de luz. Enquanto os dois lutavam, Maul insultando-a por seu exílio auto-imposto da Ordem Jedi, Tano atraiu Maul para uma praça onde seus companheiros o prenderam em um escudo de raios.[9]

Queda do JediEditar

No entanto, todos os esforços de Tano e seus aliados foram desfeitos quando o Chanceler Palpatine, que na verdade era o Lorde Sith Darth Sidious, promulgou a Ordem 66, um comando que transformou os clones contra os Jedi e quase aniquilou a totalidade da Ordem Jedi, incluindo o antigo mentor de Tano, Plo Koon. Como resultado, os soldados clones sob o comando de Tano se voltaram contra ela, com a exceção de Rex, que havia removido seu chip inibidor, um implante cerebral orgânico que obrigava cada clone a cumprir a Ordem 66. Como resultado, Maul conseguiu fugir novamente. Tano e Rex, agora fugitivos e inimigos da República, foram forçados a falsificar suas próprias mortes e a se esconder.[9] Nem sabiam que o ex-mestre de Tano, Anakin Skywalker, havia se voltado para o lado negro da Força e massacrado todo o Templo Jedi sob o novo nome de "Darth Vader". Durante os últimos dias das Guerras Clônicas , Darth Sidious usou a frustração de Skywalker com o Conselho Jedi, assim como seu medo de perder sua esposa no parto, para atraí-lo para o lado sombrio.[44] Após a destruição da Ordem Jedi, Tano foi listada entre os supostos sobreviventes do expurgo.[45]

Era do ImpérioEditar

A vida em ThabeskaEditar

Depois de fugir de Mandalore, Tano entrou na Orla Exterior para se esconder do Império. Ela viajou para Thabeska, um planeta no controle do clã Fardi, uma poderosa família de contrabandistas que escondia suas operações dos Imperiais, também executando vários negócios legais para cobrir os ilegais. Ao chegar em Thabeska, Tano foi recebida por várias jovens que lhe mostraram onde ela poderia encontrar comida e um lugar para ficar, e a apresentou a Fardi, que comprou sua nave por um preço inferior ao razoável. Mais tarde, ela descobriu que essas meninas eram filhas e sobrinhas de Fardi e que Fardi era o nome da família delas. As garotas a colocaram sob suas asas e Tano conseguiu um emprego de Fardi quando as meninas souberam que ela era uma boa mecânica. Sob o nome falso de Ashla, Tano trabalhou para a família Fardi por vários meses, ganhando algum dinheiro enquanto continuava a lamentar a perda da República, dos clones e da Ordem Jedi.[9]

Dois meses antes do Dia do Império, o primeiro aniversário da ascensão do Imperador Palpatine ao poder, Tano estava trabalhando em alguns droides no estaleiro de Thabeska, quando ela notou algumas das crianças Fardi brincando com alguns caixotes. Quando um dos caixotes caiu para esmagar as crianças, Tano usou a Força para impedir que as caixas caíssem sobre elas. Tano manteve seus poderes Jedi em segredo desde que deixou Mandalore, e temia que ela tivesse se revelado para as crianças. Ela os lembrou que eles não deveriam estar brincando perto dos caixotes, e imploraram para que ela não contasse a Fardi, ignorando o incidente sobrenatural que acabaram de testemunhar. Apenas a jovem Hedala Fardi olhou para Tano com fascinação, para depois descobrir Hedala levantando algumas pequenas pedras usando a Força, revelando-se sensível à Força.[9]

No Dia do Império, Tano foi informada pelas garotas Fardi que seu pai estava tendo importantes convidados imperiais para jantar e que queriam conhecer alguém que fosse novo no planeta. As garotas se ofereceram para Tano vir e sentar-se com elas no desfile do Dia do Império e passar por ele e contar a ela como a segurança foi um desastre devido à grande quantidade de naves no estaleiro. Tano aceitou esse convite como uma advertência sutil e uma oportunidade de escapar do planeta, e Tano aproveitou essa oportunidade para sua vantagem. Ela reuniu os pertences que possuía e escapou da cidade, roubando uma das naves de Fardi e deixando o planeta. Uma vez em órbita, Tano lembrou-se de Hedala Fardi e do perigo que ela estava tendo, sendo uma criança sensível à Força que provavelmente seria procurada pelo Império, mas Tano sabia que ela estava atrasada, então ela foi embora.[9]

RaddaEditar

Um Refugio pastoralEditar

IMAGEM-Ahsoka, refugiada Jedi. Tano se viu na remota lua agreste de Raada na Orla Exterior. Ela pousou então a nave Fardi no assentamento principal do planeta. Sob o apelido de Ashla, Ahsoka fez amizade com uma garota local chamada Kaeden Larte, que fazia parte de uma comunidade agrícola. Kaeden permitiu que Tano se mudasse para a casa abandonada de sua irmã mais velha, Cietra. Tano concordou em trabalhar como mecânica, consertando droides e outras máquinas em troca de pacotes de ração. Enquanto se ajustava ao novo ambiente, Tano relembrou seu amigo droide R2-D2 e teve que esconder seus poderes da Força. No dia seguinte, Kaeden contratou Tano para consertar sua debulhadora. Enquanto consertava o maquinário, Tano aprendeu mais sobre a vida de Kaeden, trabalhou como fazendeira e pensou em se instalar na lua remota devido à falta de uma presença imperial. Depois de consertar a debulhadora de Kaeden, Tano explorou a cidade e avistou várias colinas e cavernas próximas, que ela identificou como um possível esconderijo.[9]

Em seu terceiro dia em Raada, Tano aproveitou a oportunidade para explorar as colinas e cavernas que cercavam o assentamento. Ela depois se encontrou com Kaeden, sua irmã Miara Larte e vários amigos locais, incluindo o fazendeiro Tibbola, o líder da equipe de trabalho Vartan, e os gêmeos Hoban e Neera da cantina de Selda, que tinham a melhor comida no assentamento. A cantina era de propriedade do barista Togruta, Selda, e dirigida pela mulher Sullustana, Malat, que lembrou a Tano o Mestre Jedi Plo Koon. Enquanto socializava com seus anfitriões, Tano soube que Kaeden e Miara eram órfãs que haviam perdido seus pais em um acidente. Vartan adotou as duas garotas. Quando Kaeden perguntou a "Ashla" sobre sua família, Ahsoka alegou que ela foi adotada. Quando Selda perguntou a Tano se ela fazia parte do influxo de alienígenas que haviam migrado dos Núcleos Mundiais, Tano alegou que ela não estava fugindo de nada, mas apenas ansiava por sossego. Selda aconselhou-a a falar com ele ou com Vartan se ela encontrasse alguma mudança.[9]

Com o passar do tempo, Tano tornou-se a mecânica do assentamento e consertou vários debulhadores quebrados e outros equipamentos agrícolas. Kaeden e Miara passaram a considerar "Ashla" como um membro adotivo da família e visitavam Tano regularmente para conversar e entregar presentes, incluindo uma fechadura. Apesar da amizade das irmãs Larte, Tano decidiu que ela estava entediada com a sua nova casa rústica e adotada. Um dia livre, ela empacotou alguns suprimentos e foi meditar nas cavernas sozinha. Tano sentiu uma perturbação na Força e testemunhou a chegada de um Destróier Estelar Imperial acima do povoado. A oficial imperial Jenneth Pilar decidiu explorar Raada como fonte de plantações para as Forças Armadas Imperiais. Apesar de estar em pânico, Tano decidiu que o Império não veio para caçá-la.[9]

Tano viajou para a cantina de Selda e discutiu a chegada do Império com Kaeden e seus amigos. Miara especulou que o Império tinha vindo explorar a possibilidade de cultivar em Raada. A chegada do governo imperial levou à introdução de novas medidas restritivas, incluindo toque de recolher noturno, regras proibindo reuniões de grupos grandes e restringindo as horas de operação, alimentação e álcool das cantinas. Em resposta, Tano aconselhou seus amigos a começar a estocar rações. Enquanto vários funcionários do Império visitaram a cantina, Tano e seus amigos evitaram o contato com os imperiais jogando um jogo de crokin.[9]

Semeando sementes de rebeliãoEditar

No dia seguinte, Tano foi visitada por uma dupla de stormtroopers que tentaram recrutá-la para a produção de alimentos. No entanto, Tano usou um truque mental para convencer os stormtroopers a não transferi-la. Depois de fugir dos stormtroopers, Tano foi para as cavernas para esconder suas rações. Tano então se dirigiu ao espaçoporto para recuperar sua nave. Depois de pechinchar com um oficial imperial, ela conseguiu esconder seu cargueiro em um barranco próximo. Para garantir uma fuga rápida, ela posicionou o nariz da nave para cima em direção ao céu.[9]

Mais tarde, Tano se encontrou com Kaeden, Miara e os outros fazendeiros na cantina de Selda, onde souberam que Malat e seu marido haviam migrado para Sullust. Tano também aprendeu que o Império havia acrescentado duas horas a cada turno, muito para o ressentimento dos fazendeiros. Tano e suas amigas estavam presentes quando um bêbado Tibbola entrou em uma briga com um oficial imperial. O oficial imperial dominou Tibbola e ordenou que um stormtrooper atirasse no fazendeiro, matando Tibbola. Após o incidente, Tano aconselhou os agricultores a resistir ao Império, diminuindo a produção agrícola, uma vez que não dispunham das armas para expulsar os ocupantes. Ela também incentivou os agricultores a formar um movimento de resistência entre as equipes de trabalho.[9]

Nas duas semanas seguintes, Tano passou seus dias contrabandeando comida, suprimentos médicos e recicladores de água para as cavernas. Tano foi ajudada por Selda e vários vendedores locais. Em resposta à produção lenta, os Imperiais aumentaram os turnos de trabalho dos agricultores sem aumentar as rações de comida, a água e os intervalos. Vartan descobriu que o Império estava cultivando uma nova plantação artificial em Raada que lixiviava os solos do planeta, impedindo que as fazendas cultivassem mais plantações. Isso alimentou o ressentimento local contra o Império, já que Raada tinha pouca terra arável. Tano convenceu Vartan a emprestar-lhe Miara e Kaeden, a quem ela recrutou para a montagem de bombas que seriam usadas para atacar as forças imperiais. Depois de vários dias, Vartan recrutou quarenta fazendeiros, incluindo Hoban, para o movimento de resistência.[9]

Mais tarde, Tano liderou uma equipe formada por Miara, Neera e o Rodiano Kolvin em uma missão para plantar as cargas corrosivas nos caminhantes imperiais armazenados no estaleiro Raadianos. Devido à fraca segurança dos stormtroopers, Tano e sua equipe se infiltraram facilmente no espaçoporto. Enquanto plantava as cargas, Tano descobriu que Miara tinha contrabandeado uma bomba real. Depois de fugir das sentinelas dos stormtroopers, Tano e sua equipe voltaram para a cantina de Selda. Lá, ela descobriu que Vartan tinha enviado Hoban e Kaeden em uma missão não sancionada para atacar o prédio da administração Imperial. Como a revolta foi prematura, Tano instou os fazendeiros a voltar para casa e repudiar qualquer conhecimento do que aconteceu naquela noite. No entanto, Miara se recusou a abandonar sua irmã mais velha. Tano, relutante, concordou em resgatar Kaeden e os outros, mas advertiu Miara a seguir suas ordens e trazer os explosivos.[9]

Uma revolta abortadaEditar

Enquanto se dirigiam para o prédio administrativo do governo, Neera revelou que Hoban havia dividido os combatentes da resistência em três grupos e que eles haviam tomado a maior parte dos explosivos e engenheiras. Tano ordenou que Miara se escondesse nas cavernas e que Neera trouxesse os restantes combatentes da resistência para as cavernas. Tano decidiu desativar os tanques imperiais. Quando Miara perguntou a "Ashla" o que ela ia fazer, Tano respondeu que iria para a parte mais densa da luta e evacuar o máximo de pessoas que pudesse. Tano também confidenciou que ela era uma veterana das Guerras Clônicas.[9]

Depois de se separar de Miara, Tano e Neera dirigiram-se ao complexo imperial. Os camponeses mal equipados de Hoban tinham sido repelidos pela artilharia pesada da guarnição e os cinco sobreviventes restantes, incluindo Hoban e Kaeden, foram imobilizados pelo fogo inimigo. Enquanto Neera reunia os agricultores sobreviventes, Tano plantou explosivos atrás dos tanques imperiais. Esses explosivos não destruíram os tanques, mas os imobilizaram. Com o avanço do Imperial parado, Tano aproveitou a oportunidade para levar os cinco sobreviventes para a segurança. Tano conseguiu derrubar um stormtrooper e roubar seu blaster. Enquanto fugiam dos combates, Tano e os agricultores foram bloqueados por uma linha de stormtroopers. Hoban se rendeu, mas foi morto pelos stormtroopers[9].

Antes que os stormtroopers pudessem executar os sobreviventes remanescentes, Tano usou a Força para arremessar os projéteis dos stormtroopers no chão. Tano e os fazendeiros raadianos então fugiram para as cavernas. Com pouca escolha, Tano revelou sua identidade como ex-aprendiz Jedi para Kaeden e os outros fazendeiros. Kaeden estava zangada com Tano por não revelar sua identidade Jedi desde que ela poderia ter salvado a vida de Hoban. Após a insurreição fracassada, Tano considerou deixar de atrair mais atenção do Império. Enquanto meditava, Tano foi interrompida por Miara, que informou que sua irmã Kaeden havia deixado as cavernas e voltou para a cidade. Tano instruiu Miara a ficar nas cavernas enquanto ela ia encontrar Kaeden.[9]

Enquanto isso, Kaeden voltou para sua casa apenas para ser capturada por oito stormtroopers. Apesar de ser torturada, Kaeden se recusou a revelar o nome de Tano e a localização de seus companheiros rebeldes. Kaeden conseguiu se infiltrar no prédio da administração Imperial e recuperar Kaeden de sua cela. Usando seus poderes da Força, Tano conseguiu levar Kaeden para fora de uma janela alta. Depois de fugir para os arredores, Kaeden disse a Tano que o comandante imperial havia se interessado por ela e aconselhado a deixar o mundo. Kaeden agradeceu a ela por ajudá-los e Tano prometeu que ela voltaria.[9]

Voltando para os FardiEditar

A presença de Tano em Raada chamou a atenção do Império Galáctico e do senador Bail Organa, um velho amigo dos Jedi. O Império enviou um Inquisidor conhecido como o Sexto Irmão a Raada para tirá-la do esconderijo. Enquanto isso, o senador Bail Organa se interessou pelos relatos da atividade da Jedi em Raada e contatou o capitão Raymus Antilles para recuperar R2-D2 para uma missão secreta, encontrar Tano. Depois de recuperar R2-D2, Organa contratou os pilotos Chardri Tage e Tamsin para encontrar Tano e entrar em contato com ele para marcar um encontro. Organa acreditava que a ex-Jedi seria uma aliada digna no movimento rebelde que ele estava construindo.[9]

Depois de viajar por sete sistemas e ouvir relatos sobre a opressão imperial no mundo natal dos Wookiees, Kashyyyk, Tano decidiu retornar a Thabeska para checar a sensitiva Hedala Fardi. Ao aterrissar no estaleiro Fardi, Tano foi recebida pelo patriarca Fardi, que lhe disse que ela sempre era bem-vinda para trabalhar como mecânica para sua família. O patriarca Fardi também disse a Tano que suas filhas sentiam falta dela e a convidaram para jantar. Tano foi saudada pelo agora cinco anos de idade de Hedala, que confidenciou que ela sentiu uma "sombra" enquanto Tano estava fora. Enquanto jantava, Tano conversou com as velhas irmãs Fardi, Chenna e Makala, sobre a vida, tomando o cuidado de não divulgar suas aventuras em Raada. "Ashla" alegou que ela tinha visto pessoas sofrendo na galáxia, mas não havia nada que ela pudesse fazer sobre isso. Tano também comentou que era difícil para ela se esconder desde que ela se destacou como uma Togruta.[9]

Nos cinco dias seguintes, Tano passou seu tempo trabalhando em um grande transporte Fardi, ligando o motor e instalando um novo compressor. Quando ela conseguiu encontrar tempo sozinha com Hedala, Tano perguntou à menina sobre a sombra. Hedala explicou que nunca viu a entidade, mas podia sentir sua presença. Hedala também mencionou que a sombra desapareceu misteriosamente um dia. Tano acreditava que essa sombra era uma criatura do lado negro, lembrando rumores de um lorde das trevas que servia ao imperador. Essa "sombra" era na verdade o Sexto Irmão, que estava caçando Hedala, mas foi transferida para Raada em resposta às atividades de Tano. Tano cumprimentou Hedala por ficar fora do caminho da sombra e disse-lhe para não mencionar a sombra de suas irmãs. Tano decidiu ficar com os Fardi, já que ela estava segura com eles.[9]

Uma semana depois, Tano solicitou um novo emprego ao patriarca Fardi. Fardi enviou-a para transportar suprimentos para os outros ramos da família Fardi nas outras cidades de Thabeska. Durante seus voos, Tano chegou a suspeitar que os Fardi a estavam usando para contrabandear mercadorias. Mais tarde, Fardi designou suas missões de transporte para o exterior. Enquanto em um voo de rotina, ela resgatou um grupo de seres humanos de uma cápsula de escape. Sua nave havia sido atacado por piratas, que haviam tomado vários reféns. Os humanos faziam parte de uma empresa que havia sido alvo de uma empresa rival competindo por um grande projeto. Tano suspeitava que a empresa rival havia conspirado com os piratas para sequestrar reféns em uma tentativa de levar a empresa à falência. Tano concordou em ajudar os humanos e resgatou seus companheiros dos piratas.[9]

Enredos criminais e rebeldesEditar

Mais tarde, Tano retornou à casa dos Fardi e descobriu que os stormtroopers estavam fazendo uma busca de rotina na casa. Para evitar chamar a atenção do Imperial, Tano alegou que ela havia consertado a nave dos Fardi e o levou para dar uma volta pelo sistema. O patriarca Fardi garantiu a "Ashla" e afirmou que ela era sua mecânica. Tano também falou com Hedala e descobriu que ela não sentiu "sombras" naquele dia. Quando os stormtroopers e seu oficial comandante perguntaram sobre as peças de metal que encontraram em seu quarto, Tano alegou que eles eram apenas "pedaços de lixo" que ela havia pego em vários trabalhos. Os imperiais aceitaram sua história, mas "aconselharam" Fardi a ter cuidado com a associação com elementos criminosos.[9]

Depois que os stormtroopers foram embora, Fardi pediu desculpas por ter Tano envolvida nas atividades de sua família. Fardi confidenciou que estava ciente de que ela estava usando as naves para executar suas próprias missões de misericórdia. Enquanto apreciava seus serviços como mecânica e piloto, Fardi aconselhou Tano a sair para evitar mais complicações com o Império. Sem dizer a Fardi que sua filha mais nova, Hedala, era sensível à Força, Tano disse a ele que ela era especial e que deveria ser cuidadosa com ela. Pensando que Hedala tinha potencial para ser mecânica, Fardi prometeu proteger sua filha mais nova. Antes de sair, Tano abraçou Hedala e disse a ela para evitar as "sombras". Os Fardi permitiram que ela saísse em sua nave.[9]

Tano levou a nave Fardi para um mundo pequeno e escassamente povoado no sistema Thabeska. No entanto, ela foi seguida por uma nave de um agente do Sol Negro, que tinha vindo para extorquir créditos dela pelos danos que suas atividades de contrabando com os Fardi infligiram em suas operações. Para pagar essas "dívidas", o agente do Sol Negro ofereceu-lhe um emprego, mas ameaçou matá-la se ela não aceitasse sua oferta. Tano rejeitou a oferta do agente do Sol Negro e fugiu de volta para sua nave sob fogo. O agente do Sol Negro perseguiu sua nave. Durante o duelo, Tano decidiu colocá-la de lado seu pseudônimo como "Ashla" para o bem e abraçar sua identidade como Ahsoka Tano.[9]

A nave do agente conseguiu danificar o motor de estibordo de seu cargueiro. Antes que o navio de Tano pudesse sofrer mais danos, uma nave maior apareceu na atmosfera e afastou a nave do Sol Negro. Tano conseguiu levar seu cargueiro ao espaço, mas queimou o motor da sua porta. Antes que ela pudesse envolver o hiperdrive, ela foi pega no raio trator da nave misteriosa que ela havia encontrado. Esta nave pertencia a Tage e Tamsin, que haviam sido enviados pelo senador Organa para encontrar Tano. Acreditando que a segunda nave fosse hostil também, Tano se armou com cassetetes. Quando Tage e Tamsin entraram no navio pela escotilha, ela os derrubou.[9]

Enquanto caminhava até a ponte para desativar o raio trator, Tano encontrou seu velho amigo R2-D2 na sala de máquinas. R2 disse a ela que agora ele trabalhava para um senador e que Tage e Tamsin tinham sido enviados em uma missão para levá-la para conhecer alguém. O droide também confirmou que o senador era o simpatizante dos Jedi, Bail Organa, e que ele de fato enviara os pilotos para buscá-la. Tano convenceu R2 a liberar o raio trator de sua nave e dizer a todos que ele nunca a viu. No entanto, ela instruiu-o para se certificar de que ela poderia rastrear a nave onde R2 estava. Depois de consertar sua nave, Tano deixou a nave de Tage e se escondeu em uma das pequenas luas que orbitavam o planeta onde ela havia encontrado o agente do Sol Negro. Depois que R2-D2 transmitiu as coordenadas da nave de Tage, ela dormiu a bordo de seu cargueiro.[9]

Um novo aliadoEditar

Depois que o senador Organa chegou em sua corveta CR90, Tantive IV, Tano vestiu uma roupa de pressão e embarcou na nave do Senador através de uma escotilha que R2-D2 havia deixado aberta. Tano surpreendeu o senador Organa em seu escritório temporário. Depois de trocar gentilezas sobre R2-D2, Tano explicou que ela não veio com Tage porque ela desconfiava de qualquer um que empregasse um raio trator antes de dizer um oi. Organa admitiu não contar aos seus pilotos quem ela era para proteger sua verdadeira identidade. Dirigindo-se a ela como "Padawan Tano", Organa disse a Tano que ele estava recrutando pessoas para uma rebelião contra o Imperador, o Império e tudo o que ele representava.[9]

Tano respondeu que ela não era mais uma Padawan e contou os eventos anteriores de Raada a Organa. O senador Organa disse a ela que ela não poderia lutar contra o Império sozinha e lhe ofereceu um lugar na rebelião emergente. No entanto, Tano afirmou que ela não poderia se tornar um comandante novamente devido a suas experiências durante as Guerras Clônicas. Organa respondeu que ele poderia encontrar outro cargo para ela. Tano então disse a Organa que "alguma coisa" estava caçando crianças sensíveis à Força em toda a galáxia. Ela concordou em se juntar à rebelião se Organa concordasse em ajudá-la a proteger as crianças. Organa aceitou sua barganha e disse a Tano que ele precisava de sua ajuda para uma missão em Raada.[9]

Tano concordou com a missão, mas pediu uma refeição desde que ela estava exausta de suas aventuras anteriores. Bail informou que seus contatos no setor de Raada haviam relatado a presença de um novo agente imperial que tinha pele cinza e estava armado com um sabre de luz. Este agente acabou por ser o Inquisidor Sexto Irmão, que estava perseguindo Hedala e agora estava encarregado de erradicar Tano. O Sexto Irmão havia lançado um ataque contra os insurgentes raadianos que se retiraram para as cavernas. Ele recapturou Kaeden, mas matou os outros agricultores, incluindo Kolvin e Neera. Apenas a irmã mais nova de Kaeden, Miara, sobreviveu ao massacre.[9]

Tano opinou que o novo agente imperial era um portador da Força que havia sido enviado pelo Império para caçar Jedi. Ela traçou a chegada do Inquisidor ao interesse imperial em seus "atos de bondade" no setor local. O senador Organa advertiu Tano que o Império poderia estar preparando uma armadilha para ela. Enquanto estudava filmagens do agente imperial no datapad de Organa, Tano descobriu que sua amiga Kaeden havia sido capturada e era obrigada a presidir. Tano entrou em pânico, mas Organa disse a ela para se acalmar. Ele enfatizou que ela precisava descansar e planejar. Organa também assegurou que o Império não machucaria Kaeden porque eles queriam tirá-la do esconderijo. No hangar do Tantive IV, Tano refletiu sobre sua missão com R2.[9]

Quando o Capitão Antilles entrou no escritório para investigar a intrusão de Tano, Organa assegurou-lhe que ela era uma amiga. Tano então descansou em uma sala que o senador Organa havia providenciado para ela. Enquanto dormia, Tano teve uma visão dela adquirindo seu cristal Kyber como um Jedi iniciado no mundo cristalino de Ilum. Depois de descansar, Tano montou dois cabos de sabre de luz das peças de metal que ela havia adquirido em Raada. Tano então se encontrou com o senador Organa e lhe contou sobre seu plano para a missão raadiana.[9]

Evacuação de RaadaEditar

Ahsoka-rain-art

Ahsoka criou um par de sabres de luz brancos usando cristais da lâmina dupla do Sexto Irmão.

Antes da missão em Raada, Tano recusou a oferta de Organa de fornecer apoio, uma vez que preferia trabalhar sozinha. Quando Organa lembrou que muitos dos Jedi que ele encontrou preferiam trabalhar sozinhos, Tano reiterou que ela não era um Jedi. Organa então perguntou o que Tano era, afirmando que ela ainda soava e agia como um Jedi. Tano respondeu que ela iria deixá-lo saber uma vez que ela descobrisse quem ela era. Depois de terminar as modificações em sua nave, Tano descansou antes de partir em sua missão. A caminho de Raada, Tano viajou pelo planeta Ilum. Lá, ela descobriu que o Império estava minando o planeta extensivamente. Tano pensou em voltar ao túmulo falso de Rex para recuperar seus sabres de luz, mas decidiu não fazer.[9]

Depois de chegar em Raada, Tano estacionou sua nave no lado oposto da lua do assentamento principal. Depois de carregar suas armas em uma pequena bolsa de transporte, Tano caminhou por duas horas até o assentamento de Raada. No caminho, encontrou Miara sentada ao lado de uma pequena fogueira. Tano soube que Miara era a única sobrevivente dos fazendeiros que haviam fugido para as cavernas e que o misterioso Inquisidor havia tomado Kaeden como prisioneiro. Tano convenceu Miara a procurar o fogo e vigiar enquanto meditava na Força. Enquanto meditava, Tano decidiu que, embora ela não fosse mais um Jedi, ela ainda usaria seu treinamento Jedi para ajudar as pessoas a lutar contra o Império. Ao se aproximarem do assentamento, Tano descobriu que as plantações imperiais tinham drenado a vida do solo do planeta. Ela disse a Miara para lembrá-la de queimar os campos moribundos se eles tivessem uma chance. Miara também informou a Tano que o Império não estava forçando os agricultores a trabalhar durante todo o dia. Enquanto Tano se dirigia para o complexo Imperial, ela instruiu Miara a encontrar Selda ou Vartan e dar-lhes o holo que ela havia gravado no hiperespaço.[9]

Enquanto se aproximava do complexo do Império, Tano encontrou o Sexto Irmão, que a insultou sobre sua amizade com Kaeden, zombando de Tano por violar o Código Jedi formando apegos. O Inquisidor a atacou com seu sabre de luz giratório de duas lâminas, mas Tano se esquivou dele usando a Força. O sexto Irmão tentou desconectar sua arma e lutar contra ela com duas lâminas. Apesar de não ter seus sabres de luz, Tano usou a Força para revigorar sua mão enquanto tocava o cabo de seu sabre de luz. O punho de espada se quebrou e o Inquisidor foi morto pela explosão que se seguiu. Tano sentiu pena do inimigo caído e fechou o capacete como um sinal de compaixão. Ela então pegou os cristais de kyber do seu sabre de luz do Inquisidor e usou a Força para curá-los da presença do lado negro, fazendo com que eles ficassem brancos.[9]

Armada com seu novo par de sabres de luz brancos, Tano deu um pulo usando a Força para o complexo do Império e abriu caminho até as sentinelas da tropa de assalto até a cela de Kaeden. Tano também conseguiu libertar os outros prisioneiros no processo. Depois de se reunirem, Tano e Kaeden foram para a cantina de Selda. Quando Kaeden perguntou sobre o plano de Tano, Selda assegurou-lhes que Miara havia transmitido a mensagem de Tano e que Vartan estava evacuando os fazendeiros. Tano disse aos fazendeiros que ela havia contatado um "velho amigo". Em resposta, Kaeden disse que entendia que Tano havia mentido para mantê-los seguros enquanto o Inquisidor mentia porque gostava de sofrer. Depois de tratar os ferimentos de Kaeden, Tano saiu da cantina para encontrar vários A-Wings de Organa bombardeando o complexo imperial.[9]

Pouco tempo depois, Organa desembarcou em vários transportes e navios de carga, que procederam à evacuação dos agricultores. Tano levou Kaeden, Selda e Miara para o Tantive IV. Quando o Capitão Antilles disse que precisavam evacuar logo, Tano respondeu que as A-Wings de Organa estavam cuidando dos combatentes imperiais. Depois de assistir à evacuação das irmãs Larte, Tano ajudou na evacuação dos agricultores remanescentes, que contavam com menos de cem. Três tanques imperiais apareceram e começaram a bombardear as naves e civis. Usando seus poderes da Força, Tano pulou no tanque de ataque e cortou seu canhão com seu sabre de luz. Ela então abriu a incubação e puxou o piloto para fora. Tano então destruiu os controles do tanque e sobrecarregou o canhão.[9]

A explosão resultante derrubou o tanque nas proximidades, desativando o mecanismo de flutuação. Tano cortou a arma e deixou que ela batesse em uma casa. Tano então foi para o terceiro tanque, mas foi incapaz de impedir que ele explodisse Vartan e um grupo de refugiados. Enfurecida, Tano usou a Força para fazer com que a torre do tanque implodisse. Ela então cuidou do Vartan ferido e levou-o para o Tantive IV. Depois de evacuar o último dos refugiados, Tano e seus aliados rebeldes partiram em suas naves. Uma vez a bordo, Tano consolou Kaeden, ferido. Quando Kaeden gemeu que ela não deveria ter ouvido seus sentimentos, Tano a assegurou que Jedi cometera aquele erro. Tano expressou confiança de que ela seria capaz de lidar com a galáxia e prometeu se encontrar com Kaeden novamente.[9]

Se juntando a RebeliãoEditar

Fulcrum is born DoR

Organa mostra a Tano um holograma do símbolo Fulcrum.

Após a evacuação de Raada, Tano entrou clandestinamente a bordo do Tantive IV para marcar uma reunião com o senador Bail Organa. Ela ouviu uma conversa entre o senador e sua jovem filha adotiva, a Princesa Leia Organa. Depois de trocar gentilezas, Organa confidenciou que o Império esperava usar sua imagem como um homem de família para garantir sua conformidade. Quando Tano perguntou se ele se preocupava com sua filha, Organa respondeu que ela tomou conta de sua mãe. Quando Tano perguntou o que Organa estava fazendo para lutar contra o Império, ele informou a ela sobre o relatório brilhante do Capitão Antilles sobre a evacuação de Raada. Houve quinze baixas, incluindo quatorze evacuados e um piloto de A-Wing. No entanto, a equipe médica de Antilles conseguiu salvar o Vartan.[9]

Tano também confidenciou que o Inquisidor que ela encontrou não era o último que existia. Enquanto o Inquisidor tinha algum treinamento, ela observou que ele confiava principalmente na força bruta e não tinha as habilidades de um Jedi. Organa prometeu fazer o que pudesse e depois perguntou sobre Raada. Tano explicou que os fazendeiros não poderiam voltar porque o Império acabaria com a superfície da lua. Organa concordou em reassentar os refugiados raadianos em Alderaan. No entanto, Tano respondeu que os agricultores queriam se juntar à rebelião. Bail concordou em reinstalar os agricultores em um planeta agrícola e treinar pilotos e soldados.[9]

A pedido de Organa, Tano mostrou-lhe os seus novos sabres de luz. Ela disse a Organa que havia adquirido os cristais de sabre kyber do Inquisidor. Ela explicou que os cristais haviam sido anteriormente vermelhos porque haviam sido corrompidos pelo lado negro quando aqueles que os empunhavam os curvaram à vontade, fazendo com que os cristais "sangrassem". Tano especulou que os cristais de kyber haviam sido saqueados do antigo Templo Jedi. Tano também comentou que sua ex-amigo Barriss Offee, apesar de toda sua traição e atrocidades, estava certa de que os Jedi e a República haviam adotado a abordagem errada das Guerras Clônicas. Organa comentou que o ex-chanceler Palpatine tinha sido um manipulador habilidoso.[9]

Mensageira secretaEditar

"Fulcrum."
"Ahsoka. Meu nome é Ahsoka Tano."
―Ahsoka Tano se introduz aos Espectros[fonte]
Hera Fulcrum Hologram

Ahsoka, como "Fulcrum", falando com a rebelde Hera via holograma, pedindo que ela se escondesse com sua célula.

Em 4 ABY, Ahsoka era um membro chave da rede rebelde dos Senadores Organa e Mon Mothma. Sob o codinome "Fulcrum", Ahsoka facilitava o fluxo de inteligência e comunicações entre as células rebeldes pela galáxia. Uma dessas células era a tripulação do Fantasma, que operava no planeta Lothal e seus arredores na Orla Exterior. Ela conversava apenas com Hera Syndulla, dona e piloto do Fantasma, e se identificava apenas por seu codinome. Como Fulcrum, Ahsoka provia inteligência para os rebeldes do Fantasma atingirem forças Imperiais ou pontos de interesse. As missões eram parte de um plano maior do qual os rebeldes faziam parte—sendo Hera a única membra da equipe com conhecimento do contexto geral. As informações enviadas por Ahsoka eram geralmente corretas, mas às vezes apenas parcialmente. Em uma missão, Hera e seus colegas Ezra Bridger e Sabine Wren atacaram um comboio Imperial, e a inteligência provida por Fulcrum estava correta acerca da rota e do itinerário do comboio, mas subestimou as defesas Imperiais. Como resultado, o Espectro—o shuttle usado pelos rebeldes—foi danificado ao fugir de um esquadrão de caças TIE.[46]

Logo após isso, Hera—junto com Sabine, que insistia em saber mais sobre Fulcrum e as missões em que estavam sendo mandados—viajou ao Forte Anaxes, uma base asteroide usada pelo Grande Exército da República durante as Guerras Clônicas, para obter suprimentos de Ahsoka. Ela contatou Hera enquanto estavam a caminho e a informou que os suprimentos estavam descarregados e prontos para serem levados. Sabine, ansiosa para saber mais sobre o indivíduo repassando a inteligência para eles, sugeriu que "Fulcrum" encontrasse com elas no ponto de encontro, o que levou Ahsoka a pensar que havia algo errado. Hera conseguiu convencê-la de que Sabine só estava lá para ajudar com a missão, mas a garota se sentiu jogada de lado e queria saber porque as missões rebeldes estavam ficando cada vez mais perigosas. Hera assegurou-a que quanto menos ela soubesse mais segura estaria se fosse capturada pelo Império, e quando chegaram em Forte Anaxes, Ahsoka já havia partido.[46]

Algum tempo depois, os rebeldes resgataram Tseebo, um Rodiano no Escritório de Informação do Império cujo implante cerebral AJ^6 continha informações vitais do Império, incluindo um plano de cinco anos para toda a Orla Exterior.[47] Depois de fugir de Lothal, o Fantasma se encontrou com a nave de Ahsoka e Hera entregou Tseebo ao "Fulcrum", que poderia analisar as informações no implante de Tseebo.[48]

Ahsoka Tano revealed as Fulcrum

Ahsoka se introduz à célula dos Espectros.

Depois da captura pelo Império de Kanan Jarrus, o líder da célula de Lothal, e a subsequente transmissão de mensagens por parte da tripulação do Fantasma para inspirar a população, Ahsoka contatou Hera e a dissuadiu de resgatar Kanan. Depois de lembrá-la de que Kanan sabia dos riscos que tomava e de que Ezra—o último Jedi da equipe—era muito importante para ser arriscado, Ahsoka a informou que sua mensagem havia ido além de Lothal e atraído a atenção do topo da hierarquia Imperial. Ela tentou convencê-la a se esconder com sua tripulação para evitar comprometer ainda mais sua missão. Entretanto, a equipe ignorou seus avisos e embarcou em uma missão para resgatar seu líder aprisionado.[49]

Os rebeldes logo descobriram que Jarrus estava sendo preso na Sovereign, o Destróier Estelar pessoal do Grão-Moff Wilhuff Tarkin, na órbita de Mustafar. A tripulação seguiu em frente com seu resgate e foram bem-sucedidos, mas acabaram sendo sobrepujados pelas forças Imperiais. Seu droide astromecânico, C1-10P, contatou "Fulcro" e pediu reforços. Ahsoka e uma frota de naves rebeldes chegaram em Mustafar e ajudaram a tripulação da Fantasma a escapar. Quando os rebeldes estavam seguros e longe de Mustafar, Ahsoka revelou sua identidade e contou que eles eram parte de um movimento rebelde muito maior.[7]

O Cerco de LothalEditar

Depois que a tripulação do Fantasma se juntou ao Esquadrão Fênix, Ahsoka Tano agiu como mentora e conselheira para os novos rebeldes. Ela tinha uma afinidade em particular com Kanan e seu aprendiz Ezra Bridger, colegas Jedi que estavam resistindo ao Império. Durante o Cerco Imperial a Lothal, Ahsoka, junto com Hera, Kanan e o Comandante do Esquadrão Fênix, Jun Sato, sancionaram uma missão para resgatar a Ministra Maketh Tua, que queria deserdar o Império. A tripulação do Fantasma retornou à Lothal, mas caiu em uma armadilha de Darth Vader[8]

Maketh Tua contacts the rebels

Maketh Tua, uma desertora do Império, pede ajuda à Rebelião.

Com muita dificuldade, a equipe do Fantasma conseguiu escapar de Lothal em um shuttle. Porém, Vader havia plantado um dispositivo de rastreamento no shuttle, o que permitiu que ele seguisse-os até a frota rebelde Fênix. Quando Vader atacou a frota rebelde com seu caça TIE Avançado x1, Ahsoka se juntou à tripulação do Fantasma a bordo da nave. Durante a batalha, Ahsoka e Kanan usaram a Força para sondar o misterioso piloto do TIE, descobrindo que ele era ninguém menos do que Anakin Skywalker, o antigo mentor e amigo de Ahsoka. Vader também sentiu sua presença, e Ahsoka desmaiou com o choque.[8]

Depois de escapar de Vader, Ahsoka questionou Kanan e Ezra sobre seu confronto inicial com Darth Vader em Lothal. Kanan se recordou de que não tinha sentido uma presença tão maligna desde as Guerras Clônicas. Quando Ezra perguntou para Ahsoka se ela sabia a identidade do Lorde Sith, ela fingiu ignorância. Entretanto, ela os contou que sabia que Vader voltaria a ir atrás dos rebeldes para tentar destruí-los. A tripulação do Fantasma disse que iria lutar contra ele juntos, mas Ahsoka disse que tinha que partir para investigar "perguntas que precisam de respostas."[8]

Reencontrando RexEditar

"Comandante. Você cresceu."
"Isso tinha que acabar acontecendo, Rex.
"
―Ahsoka Tano se reencontra com Rex — Gnome-speakernotesOuça (arquivo)[fonte]
Ahsoka embraces Rex

Ahsoka abraça Rex depois de anos separados.

Após a destruição da nave capitânia da frota Fênix, Lar Fênix, os rebeldes Fênix estavam em fuga. Quando discutiam seu próximo movimento, Ahsoka sugeriu que a tripulação da Fantasma procurasse um velho amigo: o antigo Capitão clone Rex. Para essa missão, ela deu a Sabine Wren e a equipe a cabeça de um velho droide tático e mandou-os para o planeta Seelos. Antes de partir, ela disse a Kanan que ele deveria confiar no seu amigo.[50] Depois de alguma dificuldade, os Espectros conseguiram conquistar a confiança de Rex, que deu a eles um datacard contendo uma lista de instalações da República na Orla Exterior e em Mandalore. Depois de impedir um ataque Imperial, Rex concordou em se juntar à Rebelião. Depois de retornarem de Seelos, Ahsoka se reencontrou com seu velho amigo, que comentou que ela havia crescido. Abraçando-o, ela respondeu que "isso tinha que acabar acontecendo."[51]

Aprendendo sobre os InquisidoresEditar

Com o cartão de dados de Rex, os rebeldes do Fênix obtiveram acesso a uma lista de bases e instalações abandonadas da República. Durante uma missão em uma estação médica abandonada da República, a tripulação do Fantasma encontrou mais dois Inquisidores, a Sétima Irmã e o Quinto Irmão. Esses Inquisidores estavam cientes da existência de Tano e tentaram forçar Ezra e Sabine a divulgar todas as informações que sabiam sobre ela. No entanto, esses rebeldes escaparam com a ajuda de Garazeb Orrelios.[52]

Resgatando criançasEditar

"Eu sei porque você quer as crianças!"
"Bem, quem não quer ser mãe?
"
―Ahsoka Tano fala com a Sétima Irmã enquanto duela com os Inquisidores[fonte]

Enquanto monitorava transmissões de Mustafar, Ahsoka descobriu que os Inquisidores tinham uma missão secundária que consistia em sequestrar crianças sensíveis à Força. Viajando para o planeta Garel, ela relatou sua descoberta para Kanan Jarrus. Ahsoka também havia conseguido descodificar dois sets de coordenadas; enquanto ela ia investigar a primeira, ela enviou Kanan para investigar a segunda. Ele aceitou a missão e partiu acompanhado de Ezra, Zeb e Chopper, o droide astromecânico. As primeiras coordenadas levaram Ahsoka para o planeta Chandel, onde ele encontrou uma nave de passageiros derrubada. Ela rapidamente encontrou uma senhora idosa chamada Darja, que revelou que a Sétima Irmã e o Quinto Irmão haviam abduzido sua neta, Alora. Ahsoka confortou a avó e prometeu encontrar sua neta.[53]

Ahsoka vs the Seventh Sister

Ahsoka desativando o sabre de luz da Sétima Irmã.

Enquanto isso, Kanan e seus amigos rebeldes seguiram as segundas coordenadas para um flat em Hammertown, um assentamento no planeta Takobo. Depois de resgatar Alora e um bebê Ithoriano chamado Pypey, os rebeldes deram de cara com a Sétima Irmã e o Quinto Irmão. Depois de uma longa perseguição e confronto, os rebeldes foram derrotados pelos Inquisidores do lado de fora do espaçoporto onde haviam estacionado o Phantom. Porém, pouco tempo depois, Ahsoka chegou e entrou num duelo com os dois Inquisidores. Através de sua maestria da Força e do combate com sabres de luz, ela facilmente derrotou os dois usuários do lado negro. Antes que pudesse capturá-los, entretanto, ela foi cercada por reforços Imperiais. Ela conseguiu escapar de Takabo com Kanan e os rebeldes a bordo do Phantom. Enquanto os rebeldes saíam do planeta, ela lembrou de uma uma tentativa similar de sequestrar crianças feitas por um Lorde Sith durante as Guerras Clônicas. No passado, os Jedi as tinham protegido, mas desde sua erradicação, a rebelião era a única esperança para essas crianças.[53]

O destino de AnakinEditar

"Ahsoka, porque me deixou? Onde estava quando eu mais precisei de você?"
"Eu fiz uma escolha. Não podia ficar."
"Você foi egoísta."
"Não!"
"Você me abandonou! Fracassou comigo! Você sabe no que eu me transformei?"
"Não. Não!
"
―Ahsoka Tano, comunicando com uma visão de Anakin Skywalker através da Força[fonte]

Depois que Kanan e Ezra foram atacados pelos Inquisidores em Oosalon, eles perceberam que sua presença estava prejudicando a busca por uma nova base para a rebelião e se encontraram com Ahsoka no Fantasma para discutir um plano de ação. Enquanto esperava por eles, ela abriu um holocron de Anakin Skywalker demonstrando combate com sabres de luz, que Ezra também viu ao entrar. Comentando sobre seu talento, ele a perguntou o que tinha acontecido com Skywalker. Hesitante, ela disse que havia o visto uma última vez quando ele foi enviado para resgatar o Chanceler Palpatine, mas que não sabia o que havia acontecido com ele depois do Purgo Jedi. Quando Kanan apareceu expressando suas preocupações, ela mencionou que em momentos de dificuldade ela costumava pedir o conselho de Kenobi ou de Yoda. Kanan lembrou que eles haviam se comunicado com Yoda no Templo Jedi de Lothal, e eles decidiram retornar ao Templo usando a Phantom.[54]

Vision of Darth Vader

Através de uma visão, Ahsoka aceita que seu antigo mestre caiu para o lado sombrio.

Ahsoka preferiu não erguer a entrada do Templo, lembrando que não era mais uma Jedi. Kanan e Ezra ergueram o Templo do subsolo, descobrindo uma nova porta abaixo da que eles haviam usado na última vez. Uma vez dentro, Ahsoka, Ezra e Kanan tiveram visões separadas. Ahsoka foi confrontada por uma visão de Anakin, que expressou raiva com seu abandono dos Jedi, chamando-a de egoísta e a acusando de tê-lo abandonado. Ele perguntou se ela sabia o que ele tinha se tornado. Atacando com seu sabre de luz, ela uivou em agonia ao finalmente aceitar o fato de que seu mestre havia se tornado Darth Vader.[54]

Os Inquisidores chegaram, mas as visões no Templo tomaram a forma de um Guarda do Templo Jedi e os distraíram, dando tempo para os Jedi escaparem. Enquanto fugia, Ahsoka olhou para trás e viu Yoda em Dagobah, que acenou para ela. Sorrindo de volta, ela se virou e continuou correndo para a Phantom. A bordo, Ezra revelou que havia falado com Yoda e que tinha sido instruído a achar Malachor. Ahsoka explicou que Malachor não era uma pessoa, como Ezra havia pensado, mas sim um planeta.[54]

Jornada para MalachorEditar

Preparação em AtollonEditar
"Você está determinada sobre esse confronto, então?"
"Eu preciso saber a verdade."
"Assim seja, mas saiba disto, muito vai mudar por causa desse encontro, incluindo você."
"Isso não é verdade sobre todas as coisas, com o avanço do tempo?"
"Minha querida, quando eu digo mudança, eu quero dizer morte."
"Então eu vou morrer?"
"Vai? Eu não sabia disso. Adeus então, Ahsoka Tano, ex-Cavaleira Jedi."
―Bendu e Ahsoka Tano, antes do confronto de Ahsoka com seu antigo mestre.[fonte]
Ahsoka finds Ezra

Ahsoka fala com Ezra sobre a Força antes de seguir a sua missão em Malachor.

Depois da rebelião ter estabelecido uma nova base no planeta Atollon, Ahsoka viajou até lá para se encontrar com Kanan e Ezra e partirem juntos para sua missão a Malachor. Antes de deixar Atollon, Ezra contou a Ahsoka sobre seus problemas com os krykna e ela explicou que a Força se tornava mais misteriosa na medida que se aprendia mais sobre ela. Os dois seguiram juntos até o acampamento para se prepararem para a viagem.[55]

Antes de partir, Ahsoka se encontrou com Bendu, um ser ancião sensível à Força que vivia no planeta. Bendu mencionou o confronto que estava para acontecer contra seu antigo mestre. Quando ela explicou que precisava confrontá-lo, Bendu retrucou que muito iria mudar devido ao encontro, inclusive ela. Quando ela não conseguiu entender seu ponto, ele especificou que "mudança" significava a morte. Ahsoka perguntou se ela iria morrer, mas Bendu agiu como se ela tivesse afirmado, respondendo que não sabia disso e se despedindo.[56]

Chegando em MalachorEditar
Ahsoka Kanan and Ezra arrive on Malachor

O trio pousa em Malachor.

No caminho para Malachor, Rex contatou Ahsoka e se ofereceu para se juntar à equipe para aquela missão, mas ela recusou a oferta. Depois de sua conversa com Rex, Ahsoka foi até o cockpit da Phantom. Quando Ezra perguntou a Kanan o porquê da preocupação de Rex, seu mestre respondeu que, antes do Purgo Jedi, os Jedi eram avisados a nunca viajar até Malachor, devido a velhas lendas sobre o planeta. Ahsoka comentou que lendas sempre contém um fundo de verdade, e Ezra se perguntou porque o Mestre Yoda enviaria os três a Malachor.[57]

O grupo eventualmente saiu do hiperespaço e Ahsoka explicou que eles estavam buscando conhecimento que os ajudariam a derrotar os Sith. Antes de pousarem no planeta, Chopper identificou uma nave na superfície, mas não conseguiu reconhecer o modelo. Kanan o instruiu a rastreá-la, já que alguém claramente estava atrás das mesmas informações que eles.[57]

Uma vez na superfície, eles pousaram num local com estranhos obeliscos. Na medida em que se aproximavam de um deles, eles notaram que ele estava coberto de entalhes em uma língua antiga que Ahsoka conseguia traduzir parcialmente. Enquanto Ahsoka lia as frases em voz alta, Ezra ficou hipnotizado por elas e tocou o pilar, fazendo com que a superfície abaixo deles entrasse em colapso e eles caíssem abaixo da terra. Quando se recuperaram, eles perceberam que o lugar tinha um Templo Sith escondido no subterrâneo, o que podia ser o motivo pelo qual Yoda havia os enviado até ali.[57]

Jedi vs Eight Brother

O trio descobre o Oitavo Irmão.

Com uma inspeção mais próxima, eles perceberam que o lugar era um antigo campo de batalha, com combatentes petrificados. Ezra também encontrou um sabre de luz de guarda cruzada antigo. Enquanto discutiam os eventos da batalha, eles foram atacados pelo Oitavo Irmão, que lançou projéteis em sua direção, quebrando outra camada de pedra abaixo deles e fazendo com que Ezra caísse para o próximo piso. Ahsoka e Kanan decidiram seguir atrás do Inquisidor enquanto o Padawan tentava achar uma forma de subir. Enquanto tentava encontrar um caminho, Ezra encontrou um homem aparentemente idoso e frágil que estava preso assim como ele.[57]

Na superfície, Chopper encontrou o TIE Avançado do Inquisidor, enquanto Ahsoka e Kanan perseguiam-no. Kanan percebeu que o Inquisidor tinha ficado surpreso ao encontrar os Jedi, o que significava que ele estava em Malachor atrás de outro objetivo, apoiando sua teoria de que ele estava atrás do mesmo objetivo que eles. No TIE do Inquisidor Chopper conseguiu hackear a nave e usá-la contra o dono, ajudando Ahsoka e Kanan a prendê-lo. O Inquisidor revelou então que estava caçando "uma sombra".[57]

Quando Ezra e seu companheiro, que havia se revelado como o antigo Lorde Sith, Maul, conseguiram obter um Holocron Sith encontrado abaixo do Templo, toda a estrutura entrou em modo "stand-by" com as luzes sendo ativadas por toda parte. Isso distraiu Ahsoka e Kanan por tempo suficiente para o Oitavo Irmão chamar reforços. Eles entraram no Templo e encontraram a Sétima Irmã e o Quinto Irmão. Os dois Inquisidores libertaram o seu colega e iniciou-se um duelo entre os dois grupos. Maul e Ezra logo encontraram os dois Jedi em seu duelo, e Maul ativou seu sabre de luz duplo e enfrentou sozinho os três Inquisidores, forçando-os a bater em retirada.[57]

Ahsoka, reconhecendo-o, perguntou o que ele estava fazendo, ao que ele respondeu que estava atrás do "fim do jogo". Maul então disse que os quatro tinham pouco tempo, já que Vader provavelmente estava a caminho de Malachor. O grupo lentamente se dirigiram ao topo da pirâmide principal do Templo, mas no caminho encontraram os Inquisidores novamente. Maul disse para Ezra continuar até o topo com o Holocron Sith, enquanto ele ajudava Ahsoka e Kanan contra os Inquisidores. Ele conseguiu matar dois deles com facilidade, enquanto Kanan indiretamente cuidou do outro. Logo depois, Maul revelou suas verdadeiras intenções aos dois, atacando com seu sabre de luz no rosto de Kanan, cegando-o. Antes que Maul pudesse desferir o golpe fatal, Ahsoka interviu. Os dois duelaram brevemente, mas ela percebeu que o tempo estava acabando e deixou o antigo Sith com Kanan, que conseguiu derrubá-lo do Templo.[57]

O duelo fatídicoEditar
"Eu não vou deixá-lo! Não desta vez."
"Então você vai morrer.
"
―Ahsoka Tano e Darth Vader[fonte]

Enquanto Ahsoka subia para o topo do Templo, Vader havia chegado e estava prestes a matar Ezra, mas foi impedido por sua antiga aprendiz. Vader disse que estava a aguardando, e que o Imperador mostraria clemência se ela revelasse a localização dos Jedi sobreviventes. Ahsoka respondeu que não havia mais nenhum Jedi sobrando, e que Anakin nunca poderia estar atrás da máscara de Vader. Ele afirmou que ele havia destruído seu eu anterior, já que ele era fraco, e Ahsoka jurou vingá-lo. O Lorde Sith comentou que esse não era o caminho Jedi e ela retrucou que isso não importava já que ela não era uma Jedi há anos, e começaram então um duelo com seu antigo mestre.[57]

Master versus the apprentice

Ahsoka luta contra seu antigo mestre, anteriormente o Cavaleiro Jedi Anakin Skywalker, agora o Lorde Sith Darth Vader, num duelo de sabres de luz.

Pouco tempo depois, a força de Ahsoka começou a se esvair devido a sucessivos ataques poderosos de Vader. Ele a empurrou com a Força para fora da plataforma em que lutavam e voltou para o topo do Templo. Ahsoka, entretanto, sobreviveu à queda e voltou para atacar Vader, derrubando-o enquanto ele puxava o holocron e cortando fora parte de sua máscara.[57]

Ahsoka ficou triste e horrorizada ao ver parte do rosto queimado de Anakin Skywalker embaixo da máscara. Ela decidiu que não iria embora como havia feito dezessete anos antes, e Vader friamente respondeu que então ela iria morrer. Os dois retomaram seu duelo, enquanto o Templo se desestabilizava e então explodiu em um clarão de energia, permitindo que Kanan e Ezra escapassem. Vader então saiu ferido dos escombros, e Ahsoka até então estava desaparecida. [57]

Depois da missão, Ezra se culpou pelo que havia acontecido com Ahsoka e Kanan em Malachor pelos seis meses seguintes até que Kanan reafirmou para o jovem que não o culpava pelo ocorrido.[58][59]

Mundo entre mundosEditar

Enquanto o templo em Malachor desmoronava, Ahsoka e Vader duelavam. Tano conseguiu segurar o Lorde Sith por alguns instantes, mas estava perdendo rapidamente com Vader ganhando vantagem. Ahsoka enfiou seus sabres de luz no chão, que imediatamente começou a rachar e desmoronar, mas antes que Vader pudesse dar o golpe final em sua antiga aprendiz, um portal apareceu de repente por trás de Tano e uma figura a agarrou pelo ombro, puxando-a para uma dimensão misteriosa, e o chão despencou, levando Vader junto.[60]

Quando Tano saiu do outro lado do portal, ela percebeu que a pessoa que a puxou para o portal era de fato Ezra Bridger, embora dois anos mais velho. Ela estava confusa sobre o que estava acontecendo e o perguntou onde Jarrus estava. Bridger rapidamente explicou onde estavam e a informou da morte de seu mestre. Ele concluiu que, se ele pode salvá-la, ele também poderia salvar Kanan. Compreendendo o sacrifício de Kanan, Ahsoka o advertiu que ele havia morrido para salvá-los, e que impedir a morte dele teria graves consequências, incluindo a morte de seus amigos. Deprimido pelo inevitável, ele permitiu novamente que o fogo causado pelo combustível consumisse Jarrus para sempre.[60]

Aceitando o sacrifício de seu amigo, os dois decidiram sair da dimensão. No entanto, o portal sobre Jarrus acabou por ser um truque de Darth Sidious, que tentou manipular Bridger para que este permitisse a entrada do Imperador neste plano. Tano e Bridger ajudaram-se para evadir os ataques do Imperador e foram separados no processo, mas prometeram se encontrar novamente no futuro. Enquanto Bridger voltou para o portal de onde ele entrou, Tano entrou em outro portal, que a trouxe de volta a Malachor, perto da base do templo Sith, acompanhada por sua amiga Convor, Morai. Desejando que a Força estivesse com Ezra, ela adentrou o templo novamente.[60]

À procura de Ezra BridgerEditar

SWR Ahsoka Gandalf

Ahsoka chega a Lothal

Eventualmente, Tano deixou Malachor e, em algum momento após a Batalha de Endor, ela viajou até Lothal em sua lançadeira para se encontrar com Sabine Wren, que tinha a intenção de ir procurar por Ezra Bridger, desaparecido depois da batalha pela libertação do planeta.[61]

Personalidade e traçosEditar

Ahsoka Tano era uma Togruta com olhos azuis, pele laranja escura, marcações faciais brancas, montrals e lekkus brancas listradas de azul.[6] No início de sua adolescência, Ahsoka era irônica, convencida, teimosa e impulsiva, mas também leal, corajosa, generosa e bondosa. Ela tinha personalidade forte e era considerada "respondona", ganhando de seu mestre, Anakin Skywalker, o apelido de "Abusada". Como seu mestre, era conhecida por ser agressiva, entusiasmada pela batalha e capaz de usar terror ou ameaças para conseguir as respostas que queria.[6]

Com o tempo, Ahsoka se tornou mais madura e esclarecida, sendo formada por suas experiências ao longo das Guerras Clônicas. Ela teve vitórias, derrotas e muitas perdas, mas passou por suas provações com fortitude, sentindo que era seu dever como Jedi ajudar a restaurar a paz e a prosperidade na República. Suas constantes viagens e experiências a tornaram mais vivida do que a maior parte das pessoas da sua idade e ela era frequentemente surpreendida pelos eventos e pessoas que encontrava ao longo da Guerra, aprendendo com cada encontro.[39]

Entretanto, quando Tano foi enquadrada por assassinato e traição, ela ficou horrorizada quando a Ordem Jedi a considerou culpada e a expulsou, condenando-a a um julgamento militar pelas mãos da República que quase decretou pena de morte. Quando Anakin revelou a verdadeira culpada, ela ficou chocada ao descobrir que era sua amiga Barriss Offee.[39] Embora cheia de conflitos internos,[4] ela acabou por rejeitar a oportunidade de se tornar uma Jedi novamente, tendo perdido a fé na Ordem[62] por não ter ficado ao seu lado.[63]

A New Beginning AR

Após sua expulsão e julgamento, Tano perdeu a fé na Ordem Jedi.

Tano era uma pessoa confiante e moralista e uma firme defensora dos inocentes. Isso continuou mesmo depois que ela deixou a Ordem, quando se juntou à rebelião de Bail Organa para restaurar a liberdade e a democracia às pessoas oprimidas pelo Império. Tano também sentiu pena e compaixão pelo Inquisidor conhecido como o Sexto Irmão, apesar de matá-lo em combate. Ela considerava o Sexto Irmão como uma vítima cujo potencial para o bem havia sido torcido e voltado para o lado sombrio. Depois de fazer amizade com Hedala Fardi, sensível à força, Tano se preocupou em proteger crianças sensíveis à Força de serem capturadas pelos Inquisidores do Império.[9]

Durante seu tempo correndo do Império, Tano continuou sofrendo de tristeza pela perda de seus amigos e culpa pelo fato de que ela não estava lá para ajudá-los. Durante seu tempo em Raada, Tano não tinha certeza sobre como fazer novos amigos, em grande parte devido à dor emocional infligida pela traição de Offee. Apesar de tudo que Offee havia feito, Tano acreditava que, enquanto ela estava errada sobre "muitas coisas", ela tinha um ponto sobre os Jedi e a República, e mais tarde expressou sua crença de que se eles tivessem realmente escutado ela, eles poderiam ter foi capaz de parar Darth Sidious antes que fosse tarde demais.[9]

Como uma Informante rebelde de codinome "Fulcrum", Ahsoka trabalhou indiretamente com várias células rebeldes, sempre com o rosto escondido e a voz disfarçada, e se tornou um pouco pragmática ao aconselhar Hera Syndulla a parar de procurar por Kanan Jarrus para proteger sua tripulação, especialmente Ezra Bridger. Isto pode sugerir que ela desenvolveu uma natureza mais discreta e decidiu colocar os muitos antes dos poucos.[49]

Mesmo depois de revelar sua verdadeira identidade para os rebeldes, seu trato em segredo como Fulcrum parecia ter permanecido, como Tano disse a Jarrus e Bridger que ela não tinha conhecimento sobre o Lorde Sith que eles encontraram, como ela mesma estava tendo problemas para chegar a um acordo com o horrível compreensão do que havia acontecido com seu antigo Mestre Jedi.[9]

Esses sentimentos recentemente se tornaram aparentes quando ela se recusou a ajudar a abrir o Templo Lothal Jedi, afirmando que ela não era mais um Jedi por deixar a Ordem. Enquanto dentro do templo, ela foi assombrada por um fantasma de seu mestre, que repreendeu Tano por deixá-la em um destino pior do que a morte. Tano, derramando lágrimas e sofrendo de dor, atacou a ilusão e depois chorou quando não viu ninguém ali, mas percebeu que seus medos eram verdadeiros - seu antigo mestre era um Lorde Sith.[54]

Ao se encontrar cara a cara com seu ex-mestre mais uma vez, Tano se recusou a acreditar que ele e Vader eram a mesma pessoa, dizendo que Skywalker "nunca poderia ser tão vil quanto Vader", ao que Vader respondeu alegando ter destruído Skywalker. Tano então jurou vingar a "morte" de Skywalker, algo contra seu treinamento e moral Jedi, mas afirmou que ela não era um Jedi e começou a duelar com Vader, apenas para descobrir que ele era de fato seu ex-amigo e mentor. Sentindo-se culpado por deixá-lo antes, Tano ofereceu a compaixão de Vader, recusando-se a deixá-lo para trás novamente, apenas para ser rejeitada e sentenciada à morte. Apesar da crueldade e poder de Vader, Tano corajosamente continuou a luta.[57]

Quando Ahsoka foi salva e se reuniu com Bridger no mundo entre os mundos, ela ficou triste ao saber do destino de Jarrus, mas perturbada pela ideia de Bridger de salvar Jarrus de morrer. A partir de sua própria experiência de ser incapaz de salvar seu mestre, Tano conseguiu convencer Bridger a deixar Jarrus partir, e eles se separaram, prometendo se encontrar novamente enquanto Tano voltava para Malachor e retomava sua jornada.[60]

Após a Batalha de Endor, Tano procurou manter sua promessa para Bridger e se juntou a Sabine Wren em sua busca para encontrá-lo e trazê-lo para casa.[61]

Poderes e habilidadesEditar

Treinamento de sabres de luzEditar

Ahsoka Tano era muito habilidosa em combate com sabre de luz para alguém da sua idade. Ela fez uso da empunhadura invertida durante o combate, mas ela utilizou o aperto padrão por insistência de seu mestre.[64] Quando ela teve uma pequena aula com Yoda, ela já era proficiente na Forma V e capaz de fazê-lo mesmo em posições menos do que ideais. As habilidades de combate de Tano eram claramente consideráveis, já que ela conseguiu derrotar três MagnaGuard IG-100[6] sozinha e pelo menos temporariamente manter-se firme contra a habilidosa assassina Asajj Ventress[13] e o General Grievous.[65]

Ahsoka Tano SWDL Darren Tan

Enquanto ainda era uma aprendiz, Tano tornou-se uma praticante do Jar'Kai.

Em algum momento durante as Guerras Clônicas, Tano começou a aprender o Jar'Kai, empunhando um Sabre de luz shoto de cor verde-amarelada com um punho que combinava com seu sabre de luz original. Ela usava às vezes apenas seu sabre de luz principal, como quando duelava com Skywalker em Mortis antes de Kenobi chegar, mas usaria Jar'Kai quando enfrentasse vários oponentes e conseguisse se defender contra Skywalker e Kenobi em Mortis, mesmo que ambos seus oponentes eram guerreiros mais experientes do que ela.[3][66] Durante seu segundo encontro com Grievous, Tano mostrou que suas habilidades que melhoraram muito, já que ela conseguiu segurar os quatro sabres de luz de Grievous e sobreviver pela segunda vez, enquanto anteriormente ela durou pouco tempo quando Grievous estava usando apenas dois sabres de luz.[67][65]

Enquanto fugia de clones depois de ser acusada por assassinato, Tano perdeu seu segundo sabre de luz e foi forçada a usar apenas seu sabre de luz principal para lutar contra Barriss Offee. Seu duelo contra Offee mostrou que ela havia se tornado muito dependente de seu segundo sabre de luz, algo que ela tinha em comum com Asajj Ventress, e apesar de ter feito uma luta considerável, Offee acabou sendo muito poderosa para ela.[41]

Dezesseis anos depois de sua partida da Ordem Jedi, a habilidade de Tano em combate com o sabre de luz tinha melhorado muito até o ponto de maestria. Durante um confronto em Hammertown, ela foi capaz de derrotar dois Inquisidores Imperiais de uma só vez e até conseguiu desativar o sabre de luz duplo da Sétima Irmã com as próprias mãos. Durante a missão a Malachor, Tano também foi capaz de duelar uniformemente com o ex Lorde Sith Maul e se manter por um curto período de tempo contra seu antigo mestre, Darth Vader.[53]

Poderes da ForçaEditar

"Por causa das habilidades avançadas de Ahsoka, esqueci o quão jovem ela é."
―Anakin Skywalker[fonte]

Tano possuía uma forte conexão com a Força, e frequentemente realizava saltos reforçados pela Força e outros feitos acrobáticos. Embora os poderes da Força de Tano exigissem mais treinamento, ela era capaz de realizar proezas telecinéticas extensas, como visto durante a Batalha de Christophsis, onde ela derrubou uma grande parede para salvar Skywalker de um grupo de dróides de varejo. Em outro exemplo, Tano foi capaz de dar um forte empurrão na Ventress e arremessá-la para longe, salvando a vida de Luminara Unduli.[13]

Tano também tinha uma forte capacidade de sentir as coisas na Força, capaz de sentir a presença de Plo Koon depois que sua frota foi destruída pela Malevolência[12] e a presença das crianças que foram sequestradas por Cad Bane[20]. Ela também acabou aprendendo a fazer truques mentais.[30][29] Além disso, os poderes da Força de Tano permitiram que ela saltasse para alturas incríveis. Ela usou isso para sua vantagem ao pular na Fantasma para escapar de dois Inquisidores.[53]

Tano também experimentou visões e sonhos da Força. Ela foi capaz de usar a Força para curar dois cristais kyber corrompidos que foram "ensanguentados de vermelho" e restaurá-los à sua cor branca natural. Esses cristais se tornaram parte de seus novos sabres de luz gêmeos. Tano também foi capaz de usar a Força para amplificar seu toque. Em uma ocasião, ela usou esse poder da Força para quebrar o punho do sabre de luz giratório do Sexto Irmão.[9]

Outras habilidadesEditar

"Quando eu estava lá fora, sozinha, tudo que eu tinha era o seu treinamento e as lições que você me ensinou. E por sua causa, eu sobrevivi. E não apenas isso, eu fui capaz de fazer outros a sobreviverem também."
―Ahsoka Tano para Anakin Skywalker[fonte]

Além de seus poderes de Força e habilidades de combate com o sabre de luz, Tano também foi uma piloto talentosa e também mostrou potencial como um estrategista de guerra habilidosa liderando um ataque que penetrou um bloqueio Separatista em Ryloth.[17] Devido às suas habilidades de pilotagem, Tano encontrou trabalho como mensageira do clã Fardi enquanto fugia do Império.[9]

Tano também mostrou habilidade em combate corpo-a-corpo, já que ela foi capaz de dominar facilmente Cad Bane antes de deixar a guarda e ser incapacitada pelo caçador de recompensas.[20] Mais tarde, ela usou suas habilidades manuais de combate em Mandalore derrotando um grupo do Serviço Secreto Mandaloriano e depois prendendo vários guardas e subjugando o Primeiro-Ministro, Almec, apesar de ter sido algemada na época. No entanto, nessa ocasião, ela se armou com um dos escudos dos guardas, que ela usou para afastá-los e se defender de uma arma de choque.[30] Enquanto ela era uma prisioneira de caçadores de Trandoshano, Tano foi capaz de matar os caçadores Dar, e seu pai, Garnac, usando apenas combate corpo-a-corpo e seus poderes de Força.[68][69]

Tano também mostrou um considerável conhecimento de mecânica que ela aprendeu com seu mestre. Ela foi capaz de usar suas habilidades mecânicas para entrar em contato com Skywalker e salvar a vida dela e de Barriss Offee quando elas foram presas sob uma fábrica de dróides destruídos em Geonosis.[22] Ela também sabia como consertar veículos. Enquanto em Mortis, ela consertou a nave que ela, Kenobi e Skywalker haviam colidido no planeta.[34] Tano tinha a capacidade de entender Shyriiwook, como demonstrado por suas traduções para Chewbacca enquanto foi capturado em Wasskah.[69] Tano mais tarde colocou suas habilidades como mecânica para grande uso reparando naves e debulhadoras enquanto se escondia em Thabeska e Raada. Tano foi capaz de montar seus novos sabres de luz gêmeos a partir de peças de metal que ela havia adquirido da Fardis.[9]

Nos bastidoresEditar

Ahsoka Tano foi dublada por Ashley Eckstein na série de televisão Star Wars: The Clone Wars e no filme[6], bem como na série de televisão Star Wars Rebels.[7]

No começo do desenvolvimento de The Clone Wars, Ahsoka foi chamada de Ashla, uma referência a um nome antigo para o lado luminoso da Força quando George Lucas estava desenvolvendo Star Wars, e mais tarde canonizado como o nome Lasat da Força[70]. Ashla é também o nome de uma pequena Togruta Jedi que apareceu em Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones.[71] Os dois personagens, no entanto, não são relacionados.[72]

Ahsokawalkabout

Ahsoka, como ela apareceu em episódios inacabados depois que ela deixou a Ordem Jedi

Após o cancelamento de The Clone Wars, o diretor supervisor Dave Filoni revelou que ele teve mais 12 episódios que continuaram a história de Ahsoka. Ele entrou em detalhes desses arcos de quatro episódios no Celebration Europe, onde no primeiro arco ela encontraria um novo modo de vida no submundo de Coruscant e se aproximaria de um canalha chamado Nyx Okami. O segundo arco tratou Ahsoka ajudando a Ordem Jedi com uma ameaça e viajando sob o Templo Jedi para um santuário Sith. O último arco trataria do Cerco de Mandalore.[73]

Em uma entrevista com o site oficial de Star Wars, o co-criador e produtor executivo de Rebels, Dave Filoni, afirmou que Vader não gostaria de ter uma lembrança de Tano, um relacionamento que ele considerava um fracasso, e que ele ficaria bravo com ela caminho.[74]

De acordo com a cronologia interna de Pablo Hidalgo, onde os meses normais são denominados "janeiro" até "dezembro" e os anos-padrão são contados de modo que a Batalha de Yavin é datada de "maio de 1977"[75] Ahsoka completou quinze em "22 de setembro de 1955 "coincidindo com o dia e mês de nascimento de Ashley Eckstein e colocando a data de nascimento de Ahsoka cerca de 36 anos, oito meses antes de Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança.[76]

Aparições Editar

Fontes Editar

Notas e referências Editar

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 1,6 1,7 StarWars-DatabankII Ahsoka Tano no Databank
  2. Star Wars: Galactic Atlas
  3. 3,0 3,1 3,2 3,3 3,4 3,5 3,6 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Altar of Mortis"
  4. 4,0 4,1 4,2 4,3 4,4 Ultimate Star Wars
  5. 5,0 5,1 Star Wars: Absolutely Everything You Need to Know
  6. 6,00 6,01 6,02 6,03 6,04 6,05 6,06 6,07 6,08 6,09 6,10 6,11 6,12 6,13 6,14 6,15 6,16 6,17 6,18 6,19 6,20 6,21 6,22 Star Wars: The Clone Wars filme
  7. 7,0 7,1 7,2 Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Fire Across the Galaxy"
  8. 8,0 8,1 8,2 8,3 Star Wars Rebels: The Siege of Lothal
  9. 9,00 9,01 9,02 9,03 9,04 9,05 9,06 9,07 9,08 9,09 9,10 9,11 9,12 9,13 9,14 9,15 9,16 9,17 9,18 9,19 9,20 9,21 9,22 9,23 9,24 9,25 9,26 9,27 9,28 9,29 9,30 9,31 9,32 9,33 9,34 9,35 9,36 9,37 9,38 9,39 9,40 9,41 9,42 9,43 9,44 9,45 9,46 9,47 Ahsoka
  10. StarWars-DatabankII Obi-Wan Kenobi Biography Gallery no Databank
  11. StarWars-DatabankII Yoda no Databank
  12. 12,0 12,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Rising Malevolence"
  13. 13,0 13,1 13,2 13,3 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Cloak of Darkness"
  14. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Dooku Captured"
  15. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Jedi Crash"
  16. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Mystery of a Thousand Moons"
  17. 17,0 17,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Storm Over Ryloth"
  18. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Holocron Heist"
  19. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Cargo of Doom"
  20. 20,0 20,1 20,2 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Children of the Force"
  21. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Landing at Point Rain"
  22. 22,0 22,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Weapons Factory"
  23. 23,0 23,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Brain Invaders"
  24. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Grievous Intrigue"
  25. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Lightsaber Lost"
  26. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Bounty Hunters"
  27. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "R2 Come Home"
  28. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Lethal Trackdown"
  29. 29,0 29,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Sphere of Influence"
  30. 30,0 30,1 30,2 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Academy"
  31. 31,0 31,1 31,2 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Assassin"
  32. 32,0 32,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Heroes on Both Sides"
  33. 33,0 33,1 33,2 33,3 33,4 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Overlords"
  34. 34,0 34,1 34,2 34,3 34,4 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Ghosts of Mortis"
  35. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Espace from Kadavo"
  36. Forcesofdestinylogo Star Wars: Forces of Destiny – "Padawan Path"
  37. 37,0 37,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "A War on Two Fronts"
  38. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Soft War"
  39. 39,0 39,1 39,2 39,3 39,4 39,5 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Wrong Jedi"
  40. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Jedi Who Knew Too Much"
  41. 41,0 41,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "To Catch a Jedi"
  42. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Destiny"
  43. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "In Search of the Crystal"
  44. Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith
  45. Darth Vader: Dark Lord of the Sith 7: The Dying Light, Parte I
  46. 46,0 46,1 Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Out of Darkness"
  47. Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Empire Day"
  48. Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Gathering Forces"
  49. 49,0 49,1 Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Rebel Resolve"
  50. Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "The Lost Commanders"
  51. Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Relics of the Old Republic"
  52. Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Always Two There Are"
  53. 53,0 53,1 53,2 53,3 Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "The Future of the Force"
  54. 54,0 54,1 54,2 54,3 Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Shroud of Darkness"
  55. Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "The Mystery of Chopper Base"
  56. Twitter favicon @dave_filoni (Dave Filoni) no Twitter
  57. 57,00 57,01 57,02 57,03 57,04 57,05 57,06 57,07 57,08 57,09 57,10 Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Twilight of the Apprentice"
  58. Star Wars Rebels: Steps Into Shadow
  59. Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "The Holocrons of Fate"
  60. 60,0 60,1 60,2 60,3 Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "A World Between Worlds"
  61. 61,0 61,1 Rebels-mini-logo Star Wars Rebels – "Family Reunion – and Farewell"
  62. Dave Filoni in The Clone Wars Preview Special
  63. 65,0 65,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Duel of the Droids"
  64. FacebookIcon Q&A. Dave Filoni (March 23, 2011, 5:57 pm BRT). Acessado em August 13, 2013.
  65. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "A Necessary Bond"
  66. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Padawan Lost"
  67. 69,0 69,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Wookiee Hunt"
  68. SWicon "Legends of the Lasat" Trivia Gallery no StarWars.com (backup link no Archive.org)
  69. StarWars-DatabankII Bear Clan no Databank
  70. Star Wars: Message Boards: Holocron continuity database questions, URL accessed January 27, 2009
  71. SWYTlogo Ahsoka's Untold Tales Panel - Star Wars Celebration Europe 2016 no canal oficial de Star Wars no YouTube
  72. SWicon Interview: Dave Filoni on Star Wars Rebels, Part 3 no StarWars.com (backup link no Archive.org)
  73. Twitter favicon @pablohidalgo (Pablo Hidalgo) no Twitter. “Have I mentioned I really don't like counting backwards from a set point as a calendar system?”
  74. Twitter favicon @pablohidalgo (Pablo Hidalgo) no Twitter. “But I don't see us trying to establish such a thing within a narrative. For my own bookkeeping, I keep an arbitrary calendar.”
  75. SYFY WIRE (2017-07-22). Ashley Eckstein on Star Wars Forces of Destiny's Ahsoka Tano - San Diego Comic-Con 2017 - SYFY WIRE (em inglês)  — You-Tube. Acessado em 2017-07-25.